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A.I. - Inteligência Artificial

  (Artificial Intelligence: AI)
Sinopse No futuro distante, a tecnologia é tão avançada que permite criar robôs com sentimentos e feições humanas. É uma época de fome: cidades costeiras estão submersas e a população depende cada vez mais de robôs. Quando Henry e Monica (Sam Robards e Frances O'Connor) são confrontados com a enfermidade irreversível do filho, ganham um robô-menino, David (Haley Joel Osment), criado pelo professor Hobby (William Hurt). A criança se recupera inesperadamente e David é deserdado. Aos poucos, David descobre que deseja virar humano e luta com todas as suas forças para que isso se torne realidade. Na jornada, tem a seu lado dois robôs: um na forma de um urso de pelúcia e outro que age como seu mentor (Jude Law). Filme idealizado por Stanley Kubrick a partir de um conto do escritor Brian Aldiss, de 1969 ('Supertoys Last All Summer Long'). Kubrick morreu sem concretizar o projeto, realizado pelo diretor Steven Spielberg.

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Informações


Título no Brasil A.I. - Inteligência Artificial
Título Original Artificial Intelligence: AI
Ano Lançamento
Gênero Aventura / Drama / Ficção
País de Origem EUA
Duração146 minutos
Direção
Estúdio/Distrib. Warner Home Vídeo
Idade Indicativa Livre

Elenco


... David
... Monica Swinton
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“What About Us”Escrita por Al Jourgensen, Paul Barker, Max Brody e Ty Coon (como Deborah Coon)
Produzido por Al Jourgensen e Paul Barker with Robert Ezrin (como Bob Ezrin)
Interpretada por Ministry
“Dead Practice”Escrita por Al Jourgensen e Paul Barker
Produzido por Al Jourgensen e Paul Barker with Robert Ezrin (como Bob Ezrin)
Interpretada por Ministry
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Trailer



Comentários



  >> Ver todos os Comentários...

07/04/2014 - Deivid Deckmann (19 anos)

  Ótimo
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Não tenho palavras pra descrever esse filme... Nota 10.

21/05/2014 - Cristiane (28 anos)

  Ótimo
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Esse filme é maravilhoso. Me emociono toda vez que assisto, e para àqueles que não entenderam... Realmente é uma pena!

25/07/2014 - Sullivan (26 anos)

  Ótimo
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O filme mais impactante que eu já vi. Uma das mais lindas mensagens de amor, que nos faz refletimos profundamente. Até onde podemos ir pelo amor? O filme nos dá um choque, pois quem nos ensina isso é uma máquina, que nos desperta o que há de maior e mais poderoso dentro de nós, e nunca percebemos... O amor! Simplesmente, incrível, fantástico.

16/09/2014 - Flávio (28 anos)

  Ótimo
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Perceba que só quem deu voto de "ruim ou péssimo" foram justamente aqueles que não entenderam e - por consequência - o classificaram usando palavras como "lixo". O filme é de uma sensibilidade ímpar e fiquei impressionado com alguns comentários falando que o mesmo é uma "cópia" de "Pinóquio". O filme faz a IMENSA questão de mostrar que está se amparando na ideia da história de Carlo Collodi para construir uma narrativa ficcional de propósito abissalmente diferente. Sinceramente... Uma criança de 10 anos não entender esse filme é compreensível... Mas ver gente com mais de 18 dizendo que é "lixo" e que "não entendeu" é de dar pena.

07/02/2015 - Robertocarlosm (54 anos)

  Ótimo
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Assisti no canal tnt hd, excelente, já o tinha assistido em DVD e também na TV aberta em outra oportunidade, história muito bem produzida e dirigida, atuações muito convincentes, efeitos visuais bem legais, cenas dramáticas bem elaboradas, dublagem nota dez...

11/07/2015 - Loeb (18 anos)

  Ótimo
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Assim como o colega Robertocarlosm, que redigiu o comentário acima, também tive a oportunidade de novamente assistir ao filme pena TNT HD. Parece que eles gostam mesmo de reprisar a aclamada obra do, também mais que aclamado, Steven Spielberg. No entanto, optei pela versão no idioma original, que é como gosto de assistir aos filmes que analiso com mais cuidado. Com relação ao aspecto emocional do filme, algo muito comentado - principalmente pelas moças - devo admitir... Sim, chorei. Não sou de me emocionar (normalmente no máximo olhos marejados), mas devo admitir que sempre choro quando vejo esse filme (óbvio, quando assisto sozinho), mas talvez não pelo motivo que outros tenham o feito. Eu choro de raiva pela rejeição daquela mulher, mesmo amando a "criança", ela não admite isso! Haja crueldade. Quer dizer, só depois de 2000 anos, e uma revitalização com memória seletiva ela foi capaz de dizer "Eu te amo, David". E foi a busca por essas simples palavras que fizeram David ir, literalmente, ao fim do mundo. Monica é uma mulher fraca, e fez o "garoto" sofrer intensamente pelo simples fato de não poder se desprender, por um lapso sequer, de seus preconceitos. É um futuro sombrio este retratado por Spielberg. Do que adianta todo o progresso intelectual sem o aprimoramento da moral? A incapacidade de compreender o que é diferente, ou mesmo de se permitir a pretensão de atingir esta compreensão, é sem dúvidas uma das maiores desgraças da humanidade.

31/07/2015 - Felipe (Diabolis) Felix (30 anos)

  Ruim
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Péssimo ele não é, tem cenas legais, mas como um todo esse filme é ruim, depressivo demais, final chato...

12/09/2015 - Jefferson Clayton (14 anos)

  Bom
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É um lindo filme, mas não gostei do final. Nota 8.

04/03/2016 - Rene (44 anos)

  Ótimo
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Acredito que o caro Felipe Felix deve ter visto outro filme. Um dos ótimos filmes da primeira década dos anos 2000. Projeto idealizado por Stanley Kubrick e continuado por Spielberg que colocou em prático o sonho de Kubrick e nos trouxe um filme tocante e envolvente. O filme tem efeitos especiais impressionante e os personagens centrais estão muito bem. Vale destaque para Haley Joel Osment como David e Jude Law. Outro ponto positivo é da fotografia belíssima de Januz Kaminski e a trilha sonora do sempre competente John Williams. Enfim é um belo filme que dividiu opiniões na época; mas é uma linda história de amor e busca pela felicidade.

01/09/2016 - Dudu (19 anos)

  Ótimo
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Passou no corujão da Globo, nossa que filme fantástico é de tirar o fôlego, um drama com ficção bastante comovente, com uma forte influencia de um clássico conto de fada. Além de ser bem produzido com efeitos de muita qualidade para época, que até pensei que era um filme atual.

15/12/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Bom
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Vou começar, ao contrario de muitos comentários, pelo REVI
NO CINEMA na Mostra Spielberg - 70 Anos de Cinema no Santander Cultural de minha cidade. Pois a primeira vez assisti em 07.09.2001, em uma sexta no feriado nacional, na filial Cinemark de Canoas-RS. Olha! Na primeira vez ao ver o filme encontrei um filme, mesmo bom, mas confuso. E, novamente, desta feita, constatei que o filme é confuso, mesmo. É longo! Pois tem exatos 146 minutos (sempre cronometrados por mim). Por ser um projeto de 1969 do genial Stanley Kubrick. Ele não tinha realizado o filme, pois a tecnologia, ainda, não lhe dava condições. Poxa! Lembro que acompanhava tudo isso pela imprensa escrita (jornais e revistas) da época (o computador não tinha chegado até nós, de maneira alguma). Portanto ao ler que Spielberg tinha tocado o programa pensava, sempre na época, ingenuamente, que seria um coisa mais cerebral. Mais arrojada e mais dinâmica. Pois o gênio de Kubrick assim indicava. Mas não foi nada disso. Penso que o mestre Spielberg se perdeu naquele roteiro, inscrito "a quatro mãos por Brian Aldiss e Ian Watson, e não que não esclareceu coisa alguma. Mas o filme tem muito de amor e família coisas "caras" na filosofia de muitas obras do diretor de telefilme ENCURRALADO (1971). E com isso é tema que norteia toda sua filmografia deste Louca Escapada de 1974. No mais tem um ator mirim em seus 12 anos que comanda o filme que é Haley Joel Osment em seu, seguramente, último grande papel NO CINEMA. Pois após o cara só realizou bobagens ou m. Mesma. Este cara, após o filme A.I jamais foi a "mesma criança". Tem uma atriz britânica (sempre vem de lá os melhores) que merecia melhor sorte NO CINEMA chamada de Frances O'Connor (que atriz linda). E gostei do sempre ótimo Jude Law. Mas todos só servem de "escada" para o menino Osment. No mais temos uma belíssima música do maestro John Williams que é um contumaz colaborador de Spielberg ao longo de sua carreira. E não posso esquecer da bela fotografia. E da direção de arte não gostei. Mesmo pensando que é um bom filme. E ele o é! Acredito que é um dos raros equívocos do grande Spielberg. O outro, se não me engano, é pior que este. Falo do maior deles que é: 1941 - UMA GUERRA MUITO LOUCA (1979) que assisti em tempo real NO CINEMA lá por 1979. É filme que todo cinéfilo, como eu, deve assistir. Já os demais. Bem, resolvam este imbróglio, pois estou fora deste dilema!

06/10/2017 - Robertocarlosm (57 anos)

  Ótimo
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Assisti no canal tnt hd e revi no canal universal channel hd, excelente, já o tinha assistido em DVD e também na TV aberta em outra oportunidade, história muito bem produzida e dirigida, atuações muito convincentes, efeitos visuais bem legais, cenas dramáticas bem elaboradas, dublagem nota dez...

18/02/2018 - Juan-I (77 anos)

  Regular
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Parece um filme de retalhos. Não se define como infantil ou adulto; sentimental ou psicológico; aventura ou drama social; esboça problemas profundos com soluções infantis. Tem coisas boas, tem sim; mas o conjunto é pífio. E, sinto muito, mas o peso dos dois grandes Kubrick e Spielberg juntos não conseguem virar a balança a seu favor. É um filme entre regular e bom, de nota máxima 60.

30/03/2018 - FabioKubrick (38 anos)

  Regular
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O que teria sido desse filme se fosse dirigido por "Kubrick"? Bom, mas não é o caso, o tamanho do filme não se justifica, poderiam ter cortado 20 minutos finais, pois os mesmos estragão o filme. Até os 01:40 o filme é muito bom, depois disso aff, totalmente desnecessário.

11/11/2018 - Roberto (51 anos)

  Bom
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Com certeza é um filme interessante, mas, ao mesmo tempo, cansativo. Acabei dando a nota "bom", pelo mérito de, ao final de contas, prendendo a atenção, entretanto, caberia também a nota regular.

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