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Bicho de 7 Cabeças (Bicho de Sete Cabeças) |
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- Sinopse
Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) possuem um relacionamento difícil, com um vazio entre eles aumentando cada vez mais. Seu Wilson despreza o mundo de Neto e este não suporta a presença do pai. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio, onde terá que suportar as agruras de um sistema que lentamente devora suas presas.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Bicho de 7 Cabeças Título Original:
Bicho de Sete Cabeças País de Origem:
Brasil Gênero:
Drama Tempo de Duração: 80 minutos Ano de Lançamento:
2000 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção:
Laís Bodanzky
- Elenco
Rodrigo Santoro .... Neto Othon Bastos .... Seu Wilson Cássia Kiss .... Mãe de Neto Jairo Mattos Caco Ciocler Luís Miranda Valéria Alencar Altair Lima Linneu Dias Gero Camilo Marcos Cesana
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Comentários
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14/03/2008 Nota: Regular Enviado por: Paola | | Achei muito legal o filme. Relato a realidade;só não gostei porque se vez dele ir em uma clinica para recuperação foi para um manicômio. Achei muito ruim isso... Pois se algum jovem que é viciado for assistir e resolver procurar acuda algum dia nem vai querer mais, pois vai ficar pensando que é daquele jeito que eles tratam o paciente. |
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17/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Vanessa | | O filme é ótimo. A falta de diálogo entre pais e filhos, a corrupção, a desumanidade e as conseqüências de tudo isso, são abordadas de maneira perfeita no filme. Um família desestruturada por causa do vício. O que poderia ser resolvido com um simples diálogo, virou um bicho de sete cabeças. |
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20/03/2008 Nota: Bom Enviado por: Mírian Csta | | Sou estudante de enfermagem achei muito incrível como uma família destriturada pode acabar com a vida de um se humano tudo por falta de diálogo por que o neto não e viciado só faltava diálogo talvez tudo poderia ser diferente infelizmente e a pura realidade nos dias de hoje, quantas familias estão passando o mesmo que esta passou, é muito triste, seria bom que todas familias assistisse o filme talvez com esse sofrimento que virmos o neto passar mudem, como a minha opinião mudou também tenho filho adolescente e aprendi muito assistindo o filme. |
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30/03/2008 Nota: Bom Enviado por: Paula | | Esse filme é muito bom para humanizar os profissionais de saúde, e para orientar os pais sobre a questão do diálogo, verdade que dá pra aprender muito e se divertir com as cenas muito bem dramáticas, porém para um viciado em intorpecentes causa um lado totalmente negativo, pois se já é difícil assumir que precisa de ajuda, assistindo ao filme se torna impossível de tomar a decisão de um tratamento, mesmo que seja clinico. |
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02/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Paula | | Muito bom, mesmo. Relata tudo de bom. |
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08/04/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Blá Blá | | Péssimo. |
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14/04/2008 Nota: Bom Enviado por: Silva | | Bom filme. Lembra-me sobre o que está escrito numa das obras de Michel Foucault: a microfísica do poder, onde, pessoas nas instituições aproveitam do enclausuramento e humilhação (para persuadir pessoas que poderiam ter tratamento humano e reinserção na sociedade) para perpetuação do poder. |
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24/04/2008 Nota: Regular Enviado por: Jsdhnush | | Muito bom! Cara... |
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04/05/2008 Nota: Bom Enviado por: Arlindo Folgosa | | Neste filme fica bem patente a grande incompatibilidade que se verifica entre alguns pais e filhos, provocado pelo choque de modernidade que chega até nós em alta velocidade, nos invadindo de novos conceitos novas formas de agir e de nos posicionar-mos no mundo de hoje, e ainda pelas mudanças tecnológicas, muitas vezes imperceptíveis no nosso dia a dia. Os jovens presas fáceis são arrebatados por elas gerando um grande fosso que separa as duas gerações, existindo assim uma incapacidade dos pais de acompanharem a evolução tecnológica e as mudanças que são operadas cotidianamente. Estou me referindo não apenas à modernidade no tocante às boas coisas, mas também aos seus aspectos negativos, como uso de maconha, e outros drogas cada vez mais banalizada a sua venda, tão nocivas ao ser humano. O seu Wilson totalmente desprovido de sensibilidade, não soube atrair a atenção de seu filho para o diálogo e conversar sobre a maconha encontrada em seu bolso, estabelecendo o diálogo e alertá-lo, para as conseqüências que daí poderiam advir e tentar fazer aquilo que é a obrigação dos pais, que é entender que os filhos têm sua própria identidade e não vão aceitar literalmente tudo o que os pais falam. Contudo, continua sendo dever dos pais, estabelecer uma forma de diálogo permanente para evitar que os filhos especialmente os mais rebeldes venham a pagar caro futuramente pela sua rebeldia, até porque esses jovens passam por várias fases difíceis, como por exemplo a adolescência e pós adolescência, onde buscam a auto afirmação. Pois é a fase da vida onde o jovem está querendo descobrir o mundo, encontrar soluções para tudo, experimentar emoções e alcançar a liberdade, e exterioriza suas rebeldias, incompreendidas pelo pai o “repressor”, e assim se geram os grandes conflitos, quando sobretudo os pais não tem a capacidade de entender esse momento dos filhos. O seu Wilson mais uma vez não soube contornar a situação e internou o filho em um manicômio, para tratamento psiquiátrico, medida esta extremada, sem nexo e desprovida de total racionalidade e com conseqüências catastróficas. Tivemos mais uma vez a oportunidade de constatar, que o sistema manicomial não recupera ninguém, são depósitos de seres humanos condenados em vida a um sofrimento desumano, sem nenhuma perspectiva de melhora, até que o momento derradeiro aconteça... |
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08/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Renata de Sá | | O filme é maravilhoso apesar de ser uma história triste, e infelizmente baseada em fatos reais, e mostra o quanto devemos nos preocupar com os nossos filhos, a falta de compreensão pode levar a esse quadro... |
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12/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Fabiana Tesch | | Muito interessante o filme, quem me apresentou foi minha professora de neuropsiquiatria, nos faz refletir sobre os usuários de drogas, nos faz entender que tem outra e outra solução pra eles... O que o filme mostra é a mais pura realidade, assistam o filme! |
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14/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Fernanda | | Não podemos julgar as pessoas pela aparência, é o que o filmo esta transmitindo para as pessoas. Tenha mais diálogo com seus filhos deixe-o a por do que acontece no dia-a-dia assim você não vai precisar faze-lo se sentir um bicho de 7 cabeça (PENSE). |
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28/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Roberto Santos | | Difato este foi um filme que marcou bastente a minha juventude, quando o assistir pela primeira vez, fiquei chocado com a forma com o pai do neto, solucionou o "probelma", e podemos perceber que era uma família sem nenhuma estrutura, os país não tinham um diálogo com o filho, e consideravam o seu vicio uma doença, mas não enchergavam a realidade. Que o filho foi em busca de quem realmente pudesse sanar a falta que os pais faziam. Assim como o neto muitos jovens recorrem a este camilho numa tentativa de conseguir a atenção de seus pais. O melhor deste filme é que podemos visualizar os dois lados da história, tanto o da família como do viciado. |
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02/06/2008 Nota: Bom Enviado por: Caren | | O filme é muito bom, mostra como é importante a relação em família, porque o pai não participando da vida do filho acabou transformando num bicho de sete cabeças o fato do Neto fumar maconha; um problema que podia ter sido resolvida de outra forma, mas nunca internando-o em um manicômio, fazendo seu filho sofrer traumas e abusos! |
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06/06/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Vivian | | Este filme retrata á realidade, trazendo um relato bastante importante para a vida hoje. Tenho certeza quem assistiu não esquecera mais. |
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10/06/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Bru | | Pra quem estuda psicologia é ótimo. |
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14/06/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Gilson Bomfim Candeias | | "Bicho de 7 cabeças" nos remete a temática de como os jovens rebeldes e considerados drogados eram tratados pela sua família até a década de 80. Neto, e sua forma de ser, não é aceito pela sua família conservadora e patriarcal, onde o centro de decisão é o pai. Seu pai, Sr. Wilson, um homem rude que mantém toda a família a rédeas curtas. A irmã de Neto é o modelo a ser seguido, certinha, estudiosa, trabalhadora e obediente ao pai. Neto é a "ovelha negra" que deve ser resgatada a qualquer preço e a solução para seu pequeno desvio de conduta, como um jovem em fase de conhecimento do mundo é mandado para um manicômio sujo, fétido, onde um dirigente louco droga-se e mantém seus pacientes sedados com forma de livrar-se e acreditar que aquilo os livraria da dependência. O filme é fantástico e vale a pena assistir. Sua trilha sonora com músicas de Arnaldo Antunes nos deixa extasiados. |
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18/06/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Marcéli | | Achei o filme comovente, ainda mais que retrata um pouco do que eu vivi com minha família e todo um processo de recuperação que já demora há anos. Época em que adquiri uma outra "bagagem", fora de um sistema tradicional e muito mais subjetivo de vida. |
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31/07/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Rosemeire Assis da Silva | | Bicho de sete cabeça filme muito centrado para nossa realidade que hoje vemos dois jovem vivendo na mesma margem precisamos mudar esta triste realidade. |
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07/08/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Barbara Karla | | O filme é maravilho, onde mostra a realidade dos jovens, mas alerta que é fácil entrar no mundo das drogas o difícil é Sair. |
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12/08/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Bruna | | Horrível demais, com o ainda por cima. |
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16/08/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Mb | | O filme é muito bom, como vários disseram retrata muito bem a realidade de vários manicômios, apesar de que eu ainda não entendi o porquê de ser um manicômio, mas serve de alerta geral para as os médicos se humanizarem, porque as pessoas são mais que doenças e números. AH, eu sei que cada um comenta do jeito que quer, mas para ficar mais construtivo, seria interessante que quando a pessoa achar péssimo, explicar o motivo, porque fica muito vago dizer que é péssimo porque é péssimo, creio eu que... Assim como outros gostaríamos de perceber também os possíveis aspectos ruins do filme. |
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31/08/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Lilian Moreira | | O filme é excelente! Os atores dão um show. E nos dá uma perfeita idéia de como o fator DROGAS entra em nossas casas. É um alerta pra pais e filhos. Isso sem falar no tratamento, que é exatamente da forma como é mostrado no filme. Os psicólogos e outros profissionais de plantão, podem testemunhar que infelizmente algumas casas pra doentes mentais e ou viciados os tratam daquela forma. |
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06/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Shirley | | Este filme mostra a falta de informação da família e a ignorância dos pais sem diálogo e mais ainda aquele psiquiatra mais louco que os próprios loucos mantendo o manicômio por puro fator financeiro. Existem muitos médicos iguais ao do filme. |
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07/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Daniele | | Está bastante claro que no filme e em muitas casas não existe o importante convívio familiar e por sermos ignorantes, decidimos o que melhor para nós e não para o paciente e também de como a corrupção existe até mesmo em hospitais vale a pena assistir e refletir. |
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15/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Cristina Alves | | Adorei o filme, ele mostra a fabrica de loucos que são os manicômios. Os profissionais da saúde tem que passar por um treinamento adequado para adquirir as habilidades necessárias para proporcionar um tratamento dignos aos seres humanos que necessitarem. |
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18/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Ana Paula | | Nunca vi um filme assim, ele é bom demais, ensino muito grande... Diga não as drogas! Gostei muito! |
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20/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Lucas | | Filme excelente sem dúvida o melhor filme brasileiro que eu já vi e um dos melhores do mundo. |
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22/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Sonia | | O filme incentiva os pais a se preocuparem com seus filhos na adolescência é dos 9 aos 12 anos que começa tudo. |
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24/09/2008 Nota: Bom Enviado por: Paula | | Eu gostei do filme pensei até em criar uma comunidade "não ao manicômio" se os filhos forem educados em casa não ficaria, loucos e solitários. |
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