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A Casa da Rússia (The Russia House)
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- Sinopse
Uma fantástica obra cinematográfica e o mais sofisticado, intrigante e sexy divertimento do ano (Cosmopolitan), A Casa da Rússia, estrelado pelo ganhador do Oscar®, Sean Connery e pela indicada ao Oscar®, Michelle Pfeiffer, conta a história de duas pessoas aprisionadas em uma teia de espionagem e política, e cujo amor pode ser fatal para ambos. Quando Katya (Pfeiffer), uma linda editora russa, tenta enviar ao editor britânico Barley Blair (Connery) um manuscrito escrito por um renomado cientista soviético, ela inadvertidamente coloca a ambos na mira da espionagem internacional. O manuscrito, que contém informações que podem alterar o equilibrio das forças mundiais, é interceptado pelo alto escalão da espionagem do Ocidente, que envia Blair a Rússia para obter mais informações sobre o misterioso documento. Mas quando Blair conhece Katya, ele se vê dividido entre sua missão e a mulher cuja paixão pelo seu país - e por Blair - não tem limites.
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Trailers... Imagens... Elenco... Trilha...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Casa da Rússia Título Original:
The Russia House País de Origem:
EUA Gênero:
Drama / Romance Tempo de Duração: 123 minutos Ano de Lançamento:
1990 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Fox Home Entertainment Direção:
Fred Schepisi
- Elenco
Sean Connery ... Bartholomew 'Barley' Scott Blair Michelle Pfeiffer ... Katya Orlova » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
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- Imagens do Filme
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- Trailers
- Comentários
| 1 |
06/01/2007 Por: Guerreiro Parmezam | | Filme réquiem sobre a antiga União Soviética. Há no ar uma farta amostra de um final anunciado, principalmente nas muitas tomadas das paisagens de Moscou e da ex Leningrado, com profunda ênfase nos monumentos comunistas. O roteiro do filme faz aqui uma romântica e anárquica defesa da Rússia, via pelo personagem interpretado magistralmente por Sean Connery que, desavisadamente é envolvido numa trama de espionagem internacional, envolvendo o serviço secreto inglês, a CIA e a antiga KGB. A obra, na minha opinião de forma feliz, procura registrar um momento histórico: a agonia do império soviético, mas tal agonia é apresentada de uma forma cálida, amalgamada na figura esplendorosamente bela de Michelle Pfeiffer. O roteiro tenta abarcar simultaneamente tantas informações, contextos e tempos narrativos que exige do espectador uma atenção extra. Outra adversidade que intriga é a fotografia de Carter entre os americanos, o que seria um grave equívoco temporal, já que os temas políticos e econômicos abordados ocorrem após o governo deste presidente. Apesar de tais contratempos é um belo filme. Sensível, engrandecido pela capacidade de registrar nele um grande momento histórico. O final, além de surpreendente, possui uma das mais belas cenas da história do cinema. Confira! |
| 2 |
04/01/2010 Por: Siger Ocehcap (43 anos) | | Filme arrastado, muita conversa e pouca ação. Roteiro falsamente intrincado. O espectador passa todo o tempo esperando o filme "começar" até que ele termina. |
| 3 |
04/07/2010 Por: Antonio Carlos (46 anos) | | Um belíssimo filme com tudo de bom que se pode ter: Dois excelentes atores, bela fotografia com tomadas de Moscou e Leningrado, a Música refinada com solo magistral do saxofonista Brandford Marsalis, um roteiro brilhante que acima de toda a intriga da espionagem internacional mostra o amor de um editor inglês solitário (Connery) por uma linda mulher russa (Pfeiffer). |
| 4 |
04/09/2010 Por: Clovis (55 anos) | | Um filme inteligente para pessoas inteligentes, gostar de filmes e relativo ao intelecto do espectador. A história além de causar expectativas e de grande valor político. Nota 10. |
| 5 |
16/09/2010 Por: Estevan (27 anos) | | O filme reflete um momento crucial da União Soviética que foi o processo de abertura política. Aliado a isso ele desperta em nós um sentimento de mistério e ao mesmo tempo de beleza muito profunda como aparece nas cidades de São Petersburgo e Moscou. A participação de Sean Connery e Michelle Pfeiffer é esplêndida! Excelente filme. |
| 6 |
13/02/2011 Por: Diaulas (28 anos) | | Eu sou apaixonado pela michelle. De todos os filmes que ela atuou, esse é o que eu menos gosto. Não tem conteúdo, sem graça... Muito fraco. |
| 7 |
21/04/2011 Por: Eliana (56 anos) | | Esse filme é para ver muitas vezes. Michelle Pfeiffer e Sean Connery, excelentes como par romântico. Enfim, o elenco todo, excelente! |
| 8 |
14/05/2012 Por: Claudio Heleno (62 anos) | | O filme é de regular para ruim. Tem coisas boas: as paisagens de São Petersburgo e Berlim, a fotografia, e as grandes atuações do Sean Connery e da Michelle. Como divertimento é uma droga! O cara tem que ser grande conhecedor de política internacional; mal consegue distinguir a nacionalidade dos serviços, quem é a CIA, quem é do serviço inglês e por aí afora. Para quem o editor trabalha afinal? Quais as interligações e como entender a interação dos envolvidos? Acho que qualquer filme tem que agradar um pouco a todos os gostos, e esse definitivamente não é o caso. O roteiro é falsamente intrincado como alguém disse. |
| 9 |
02/09/2012 Por: Freire Moniz (80 anos) | | Muito bom as imagens e locais INTERRESANTE Estive na Russia na época. |
| 10 |
09/10/2012 Por: Adilson (42 anos) | | Filme maravilhoso, impecável na fotografia e orquestra. Viajei nas imagens das cidades e amei a trilha sonora. |
| 11 |
04/04/2013 Por: Sylvia Bidermann (70 anos) | | O filme tem que ser assistido, pois descrevê-lo se faz impossível. É belo, brilhante e perfeito! O filme não peca em nenhum detalhe. Sem dúvida um dos melhores filmes que vi! Sean Connery está irrepreensível! |
| 12 |
19/04/2013 Por: Ph (43 anos) | | Antes de falar do filme, é necessário falar dos atores principais, em fantástica atuação. Sean Connery dá um xou e Michelle está fantástica. O filme tem um tema e uma história muito boas e recomendo. Foi ambientada na abertura da União Soviética, mas poderia ter sido em outros lugares em que a fachada se sobrepõe à realidade política. Apesar dos ares políticos, policial e de suspense, o filme é um romance e pode deixar muita gente insatisfeita, porque é um tanto lento. Poderia ser muito melhor, se tivesse um pouco mais de qualidade de produção, principalmente no final, que de certa forma estraga todo o resto. |
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