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Cruz e Souza, o Poeta do Desterro (Cruz e Sousa - O Poeta do Desterro) |
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- Sinopse
Reinvenção da vida, obra e morte do poeta catarinense Cruz e Sousa (1861-1898), fundador do Simbolismo no Brasil e considerado o maior poeta negro da língua portuguesa. Através de 34 "estrofes visuais", o filme rastreia desde as arrebatadoras paixões do poeta em Florianópolis até seu emparedamento social, racial, intelectual e trágico no Rio de Janeiro.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Cruz e Souza, o Poeta do Desterro Título Original:
Cruz e Sousa - O Poeta do Desterro País de Origem:
Brasil Gênero:
Drama Tempo de Duração: 86 minutos Ano de Lançamento:
2000 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção:
Sylvio Back
- Elenco
Kadu Carneiro .... João Cruz e Sousa Maria Ceiça Léa Garcia Danielle Ornelas Guilherme Weber Jaqueline Valdívia Carol Xavier Luigi Cutolo Marcelo Perna Jacques Basseti
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Comentários
| 1 |
16/05/2007 Nota: Bom Enviado por: Eliane | | É interessante pela poesia, mas muito chato por ser longo. E como todo filme brasileiro há muita pornografia. |
| 2 |
27/10/2007 Nota: Bom Enviado por: Rubens | | A Eliane talvez não saiba o real significado da palavra pornografia... Pois não vi isso no filme, mas sim muita poesia e sensualidade... |
| 3 |
27/06/2008 Nota: Péssimo Enviado por: J.Marcello | | Como fã inveterado do poeta Cruz e Sousa, me revoltei profundamente com a mediocridade deste filme. São cenas esparsas, com poesias recitadas a esmo, um filme ensebado, enrolado, que se estende e entedia mergulhado no vazio. Não é à toa que seja tão pouco assistido. Cruz e Sousa foi o maior poeta da língua portuguesa, senão um dos maiores do mundo, que sofreu o preconceito de ser negro e filho de escravos alforriados, daí não ser tão famoso, mas de qualidade superior aos maiores nomes da nossa língua. Merecia um filme histórico, com um retrato da época em que eclodiu o Simbolismo no Brasil (1893), os dramas e descobertas, a proximidade da abolição da escravatura, o clima efervescente da sociedade carioca da época, pois Cruz e Sousa, catarinense, veio viver no Rio de Janeiro. A grandeza da obra do poeta passou longe, longe desse filme absurdamente medíocre. Eu mesmo, antes de assistir ao filme, pedi uma cópia ao Sylvio Back, pois não conseguia encontrá-lo, e o sujeito quis me cobrar 1000 dólares, como se fosse "cópia oficial" de fábrica, e depois não me atendeu mais ao telefone. Diretor ruim de doer, filme pior. Salve Cruz e Sousa, orgulho negro e brasileiro, comparado aos maiores do mundo! |
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