
    
 DVD As Duas Faces de um Crime R$ 21,90

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- Sinopse
Em Chicago, um arcebispo (Stanley Anderson) é assassinado com 78 facadas. O crime choca a opinião pública e tudo indica que o assassino é um jovem de 19 anos (Edward Norton), que foi preso com as roupas cobertas de sangue da vítima. No entanto, um ex-promotor (Richard Gere) que se tornou um advogado bem-sucedido se propõe a defendê-lo, sem cobrar honorários, tendo um motivo para isto: adora ser coberto pela mídia, além de ter uma incrível necessidade de vencer.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
As Duas Faces de um Crime Título Original:
Primal Fear País de Origem:
EUA Gênero:
Suspense Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 131 minutos Ano de Lançamento:
1996 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Paramount Direção:
Gregory Hoblit
- Elenco
Richard Gere .... Martin Vail Edward Norton .... Aaron Luke Stampler Laura Linney .... Janet Venable John Mahoney .... John Shaughnessy Alfre Woodard .... Juíza Miriam Shoat Frances McDormand .... Dra. Molly Arrington Terry O'Quinn .... Bud Yancy Andre Braugher .... Tommy Goodman Steven Bauer .... Joey Pinero Joe Spano .... Capitão Abel Stenner Tony Plana .... Martinez Stanley Anderson .... Arcebispo Richard Rushman Maura Tierney .... Naomi Chance Jon Seda .... Alex Reg Rogers .... Jack Connerman
- Trilha Sonora
Horn solos by Terence Blanchard
“Introitus Cibavit Eos”
Interpretada por The Voices of Christ Church Cathedral Choir
Conducted by Stephen Darlington
“As Time Goes By” Por Herman Hupfeld
“Lacrimosa”
from Requiem Por Wolfgang Amadeus Mozart
Interpretada por Wiener Sängerknaben
Canção Do Mar" Por Frederico de Brito & Ferrer Trindade
Interpretada por Dulce Pontes
“Incidental Source Music” Por J. Peter Robinson
“Chez What”
and "Funny Slam"
Escrita e Interpretada por Steve Porcaro
“Don't Deceive Me (Please Don't Go)” Por Chuck Willis
Interpretada por Johnny Otis
- Imagens do Filme

- Trailers
Veja aqui o trailer do filme em Quicktime. - Comentários
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13/12/2006 Nota: Bom Enviado por: Fernando Dias Campos Neto | | Gostaria de comentar esse filme: “As Duas Faces de um Crime” porque reflete o relativismo moral da cultura norte-americana, ao mesmo tempo que nos propõe a atualidade de um desafio no terreno da psiquiatria pós-moderna. Escrevo, pois, para quem já viu o filme, procurando evitar comprometer seriamente a surpresa para aqueles que ainda não o assistiram. Há um crime e o advogado do acusado propõe-se defendê-lo de graça. Sabe-se em dado momento que tenta reparar um antigo erro quando promotor e que, agora, acreditava as pessoas tinham uma inclinação natural para a virtude. Ou, se eram culpadas por algo mau, nem por isso deixavam de ser intrinsecamente boas. E, realmente, consegue levar o tribunal a absolver o que seria um caso de psicose histérica com dupla personalidade. O assassino de arcebispo sexualmente perverso padeceria de uma dissociação em que, num estado crepuscular da consciência vigil, teria esfaqueado a sua vítima. Ao fazê-lo seria Aaron, um rapazinho tímido e gago, que por exigência da vítima o fizera protagonizar uma cena “pornô” com outros dois jovens. E havia Linda entre eles, pela qual Aaron se apaixonara. Aaron que perdera a mãe e sofrera maus-tratos do genitor. Tais casos a psiquiatria forense absolve por não serem capazes de entender a natureza do ato praticado. E a outra face do crime, alguém chamado Roy ficava deslembrado por Aaron ao acordar de sua crise. Absolvia-se ele, não se podendo culpar Roy como produto da divisão psicótica e amnésica. Mas no fim do filme, o criminoso tem um ato falho e se denuncia. Aaron é que era produto da imaginação de Roy, de um histrionismo que o criara conscientemente, lucidamente, convenientemente, deliberadamente, para fugir da pena de morte! Agora o advogado tem os seus valores novamente confrontados. Por que Roy era imputável legalmente como uma sociopatia histérica, não uma psicose. Ele sabia de Aaron, como antes se pensava Aaron desconhecia completamente Roy! Em tais casos a psiquiatria forense caracteriza o dolo porque criminoso entende a natureza do seu ato, apenas não se determina por motivos claramente patológicos. E quais seriam eles? Os sofrimentos em seus cinco primeiros anos nos quais se sentiu abandonado pela mãe que morreu e pelo pai que o maltratava. Há um pouco divulgado sintoma que é a: “passagem à ação” que há em Roy, mas não havia em Aaron se este fosse autêntico. E qual foi ela? O parricídio! Roy dizia que amava o arcebispo que o recolheu das ruas como a um pai. Mas, inclusive pelo comportamento criticável do padre, houve uma irrupção do ódio contra o genitor que o menino pode fantasiar eliminar para ficar com a mãe (Linda, que ele mata também) e “passa à ação“ na fantasia infantil castrativa, razão talvez pela qual mutilou tantas vezes o corpo daquele homem de tantas máscaras. O filme é uma realização interessante porque humana, mas muito mais porque, talvez sem uma intenção consciente, apresenta ao público em geral, tão versado em termos psiquiátricos, um deles que por estar cada vez mais diante do seu nariz não é capaz de vê-lo como uma das maiores ameaças à nossa higiene mental: a “passagem à ação” nos cinco primeiros anos. |
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16/11/2007 Nota: Ótimo Enviado por: Max Klein | | Esse é obrigatório. |
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21/12/2007 Nota: Ótimo Enviado por: Josias Castor Pereira | | Um filme muito bacana, mas também é muito enigmático. Destaque para o ator Edward Norton, que deu um show de interpretação neste filme, pois ele conseguiu até superar o ator principal do filme. |
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26/12/2007 Nota: Ótimo Enviado por: Érika | | Excelente! |
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15/01/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Joaldy Rocha | | Um ótimo filme, o produtor foi feliz ao faze-lo. |
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10/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Mari | | Filme maravilhoso, com destaque especial para a atuação de Edward Norton... Um dos melhores atores hoje em dia! |
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17/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Pedro | | Muito bom, filmaço! |
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17/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Cecília | | Filme denso, prende a atenção do começo ao fim e leva a muitas reflexões. Edward Norton dá um show de atuação e Gere se mostra impecável. Imperdível, é para ser assistido mais de uma vez. |
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17/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Tali | | Eu achei um filme excelente e mostra do que um criminoso é capaz achei a atuação de Edward Norton ótima e como sempre a atuação de Richard Gere espetacular como sempre. |
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17/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Diego William | | Sim! Passou ontem no sbt (dia 16-02-08) no final ele descobre que o cara que ele defende é realmente um assassino frio e cruel! |
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18/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Bra | | Muito bom, adorei. |
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18/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Sheyla Barcelos | | É... eu também vi o filme ontem (16-02-08) e simplesmente me apaixonei. Imagino como o advogado deve ter se sentido no final por sabre que absorveu um cara que realmente é culpado! Porque o diretor não decide fazer um "As Duas Faces de Um Crime 2". Essa eu até compraria o DVD! |
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19/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Mariana | | Muito bom o filme. Fiquei surpresa com o final. Genial a reviravolta do filme. |
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19/02/2008 Nota: Não vi Enviado por: Fernanda | | Não assisti ao filme mais gostaria de entender quem matou o tempo... Era um doente mental ou assassino... |
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21/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Laís | | Um show d interpretação d Edward Norton. O final surpreende a todos. Texto denso e bem elaborado; direção muito boa. Filmes como esse são difíceis de se encontrar. |
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20/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Flávio Sorocaba | | Esse é realmente um clássico do cinema. Não só pelo final surpreendente, mas pelo desenrolar da história. Edward Norton é tão convincente que, ao final da trama, o expectador mais incrédulo passa a acreditar que ele sofre realmente de um distúrbio, mas aí vem o "banho de água fria". Já assisti várias vezes o filme e, a cada vez que assisto, me surpreendo mais. Esse, sem dúvida, é um dos melhores filmes que já vi. Nota 1.000. |
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02/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Maryele Rodrigues | | Filmaço! Um show de interpretação do autor que faz Aron/Roy. Sem dúvidas, adorei! |
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05/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Elisabete | | Adorei! Simplesmente o máximo, principalmente pela reviravolta do final, onde Norton diz a Gere que aron nunca existiu, foi demais! |
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13/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Marcela Melo | | Se não me engano o melhor filme de suspense que já vi. |
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01/06/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Priscilla Raquel | | AMEI! Muito interessante! Principalmente, pois estou inicianda na carreira jurídica e pude tirar inúmeras lições, mas a mais importante é que não devemos confiar piamente no seu cliente! Todos são bons, até que se prove o contrário! |
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19/06/2008 Nota: Bom Enviado por: Gfds | | Fui obrigado a vê ele na aula, mas depois achei muito bala. |
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