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Minority Report - A Nova Lei (Minority Report) |
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- Sinopse
Washington, 2054. O assassinato foi banido, pois há a divisão pré-crime, um setor da polícia onde futuro é visualizado através de paranormais, os precogs, e o culpado é punido antes do crime ter sido cometido. Quando os três precogs, que só trabalham juntos e flutuam conectados em um tanque de fluido nutriente, têm uma visão, o nome da vítima aparece escrito em uma pequena esfera e em outra esfera está o nome do culpado. Também surgem imagens do crime e a hora exata em que acontecerá. Estas informações são fornecidas para um elite de policiais, que tentam descobrir onde será o assassinato, mas há um dilema: se alguém é preso antes de cometer o crime pode esta pessoa ser acusada de assassinato, pois o que motivou sua prisão nunca aconteceu? O líder da equipe de policiais é John Anderton (Tom Cruise), que perdeu o filho há seis anos atrás em virtude de um criminoso que o seqüestrou. O desaparecimento da criança o fez se viciar em drogas e ainda continua dependente, mas isto não o impede de ser o policial mais atuante na divisão pré-crime. Porém algo muda totalmente sua vida quando vê, através dos precogs, que matará um desconhecido em menos de trinta e seis horas. A confiança que Anderton tinha no sistema rapidamente se perde e John segue uma pequena pista, que pode ser a chave da sua inocência: um estranho caso que não foi solucionado e há um "relatório menor", uma documentação de um dos raros eventos no qual o que um precog viu é diferente dos outros. Mas apurar isto não é uma tarefa fácil, pois a divisão pré-crime já descobriu que John Anderton cometerá um assassinato e todos os policiais que trabalhavam com ele tentam agora capturá-lo.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Minority Report - A Nova Lei Título Original:
Minority Report País de Origem:
EUA Gênero:
Ficção Tempo de Duração: 146 minutos Ano de Lançamento:
2002 Site Oficial:
http://www.minorityreport.com/
Estúdio/Distrib.:
20th Century Fox / Amblin Entertainment / DreamWorks SKG / Cruise-Wagner Productions / Blue Tulip Direção:
Steven Spielberg
- Elenco
Tom Cruise .... Detetive John Anderton Max von Sydow .... Diretor Burgess Steve Harris .... Jad Neal McDonough .... Oficial Fletcher Patrick Kilpatrick .... Knott Jessica Capshaw .... Evanna Anna Maria Horsford .... Casey Erica Ford .... Jill Colin Farrell .... Detetive Ed Witwer Samantha Morton .... Agatha Lois Smith .... Dra. Iris Hineman Tim Blake Nelson .... Gideon George Wallace .... Chefe de Polícia Pollard Ann Ryerson .... Dra. Katherine James Kathryn Morris .... Lara Anderton Richard Coca .... Policial Pré-Crime Cameron Diaz Cameron Crowe
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Trailers
Veja aqui o trailer do filme em Quicktime. - Comentários
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09/02/2007 Nota: Bom Enviado por: Fernando Dias Campos Neto | OS PRECOGS: Do filme “Minority report”, sensitivos usados pelo estado tecnocrático de 2054 para antecipar-se aos crimes possíveis. Assim, uma trindade de oráculos, tão intoxicados como a pitonisa de Delfos, projetam numa tela os crimes do futuro! Especificidade do ódio. Já que não se adiantam a coitos fecundos, beijos de amor, martírios abnegadíssimos... Aliás, eles mesmos, os precogs (agora estariam algures adivinhando estas linhas?) eles mesmos, acorrentados a um futuro sem passado ou orgástico presente. Escrevi ao Steven ! Embora não o conheça, sou seu fã E, como sou bem mais os computadores como oráculos modernos, insisti numa super-produção sobre o “This perfect day” de Ira Levin: If I can send a sugestion to the great Steven Spielberg , please Steven, make a good picture about the book of Ira Levin : "This perfect day". Is what we need of a critical "sciencie-fiction". Of course, 2054 was a good idea, but Wei and Chip, you know, and the theme : "Uni--compt" or democracy of the book of Ira will be ... perfect! Thank you, Fernando Neto: É claro, já ouvi falar de poderes que abusam de ambas as coisas: “Unicompts” e paranormais e chegaríamos a computadores associados a neurônios humanos quem sabe gerados das células tronco dos “outsiders”! Mas prefiro retirem-se os ”precogs” e se coloque em seu lugar um “Uni-compt” como o de Ira Levin. Dá no mesmo, ou é melhor. A periculosidade passa a ser avaliada com o mesmo abuso de poder. As minorias sempre pagando o pato, num círculo vicioso de “pré-crimes”. Antecipar o crime não vai contra a Declaração do Direitos Humanos e a Constituição da maioria dos países democráticos que dizem que ninguém pode ser considerado culpado até ser julgado e condenado? O tema de Spielberg extrai da periculosidade o que ela tem de pior para uma excelente crítica do abuso de poder. Aborda um capítulo da parapsicologia que remonta à Grécia Antiga a “hamartria” dos Labdácidas”, isto é , o destino de Édipo, rei de Tebas. (o desfecho do filme é o suicídio de Laio). Dons parapsicológicos podem escravizar. São uma ambivalência entre a onipotência e a culpa... O seu exercício – para o bem da humanidade, supostamente, poderia sacrificar uma personalidade, tema a ser colocado em pauta. E prever o futuro de alguém, por computadores e/ou paranormais, empobrecendo-lhe a ampla esfera de livres escolhas não seria difícil. Um filme interessante por suas implicações nesse nosso mundo superlativo. |
| 2 |
18/02/2008 Nota: Bom Enviado por: Felippe | | Legal e impolgante, recomendo, nota 9. |
| 3 |
05/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Leo | | Um dos melhores e mais inteligentes filmes que o Spilberg fez. |
| 4 |
11/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Matheus | | O filme e ótimo, pois aborda vários assuntos da humanidade, principalmente assuntos sobre: biotecnologia e engenharia genética. |
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