
   
 DVD Boas Festas Com A Vila Sésamo R$ 34,90
 DVD Hello Kitty: Vila da Floresta - Mini DVD R$ 9,90
 DVD Hello Kitty: Vila da Floresta: Asas à Imaginação R$ 34,90

 |
|
- Sinopse
Passado na Pensilvânia rural de 1897, o filme conta a história da pequena vila de Covington. O vilarejo de apenas 60 habitantes é cercado por uma floresta, habitada por uma raça de criaturas imaginárias que assombra o local. Neste cenário nasce o romance entre Ivy Walker (Bryce Dallas Howard), filha do líder da vila, e o jovem Lucius (Joaquin Phoenix), que questiona a política de confinar os habitantes dentro das fronteiras da aldeia.
Já Viu o Filme? Comente e Dê sua Nota...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Vila Título Original:
The Village País de Origem:
EUA Gênero:
Suspense Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 108 minutos Ano de Lançamento:
2004 Estréia no Brasil: 03/09/2004 Site Oficial:
http://thevillage.movies.com
Estúdio/Distrib.:
Buena Vista Direção:
M. Night Shyamalan
- Elenco
Bryce Dallas Howard .... Ivy Walker Joaquin Phoenix .... Lucius Hunt Adrien Brody .... Noah Percy William Hurt .... Edward Walker Sigourney Weaver .... Alice Hunt Brendan Gleeson .... August Nicholson Cherry Jones .... Sra. Clack Celia Weston .... Vivian Percy John Christopher Jones .... Robert Percy Frank Collison .... Victor Jayne Atkinson .... Tabitha Walker Judy Greer .... Kitty Walker Fran Kranz .... Christop Crane Michael Pitt .... Finton Coin Jesse Eisenberg .... Jamison
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Trailers
Veja aqui o trailer do filme em Windows Media Player. Veja aqui o trailer do filme em Real Audio. Veja aqui o trailer do filme em Quicktime. - Comentários
» Ver todos os Comentários
| 32 |
12/01/2008 Nota: Ótimo Enviado por: José da Silva Castro | | Filme muito bom, é importante questionar o quanto o início da atividade geral de formação de atitudes faz parte de um processo de gerenciamento dos índices pretendidos. No mundo atual, a expansão dos mercados mundiais promove a alavancagem da gestão inovadora da qual fazemos parte. Desta maneira, a estrutura atual da organização é uma das conseqüências do retorno esperado a longo prazo. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o entendimento das metas propostas deve passar por modificações independentemente do remanejamento dos quadros funcionais. Pensando mais a longo prazo, o novo modelo estrutural aqui preconizado estimula a padronização dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Neste sentido, o fenômeno da Internet não pode mais se dissociar das formas de ação. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a contínua expansão de nossa atividade apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das condições financeiras e administrativas exigidas. A prática cotidiana prova que a percepção das dificuldades acarreta um processo de reformulação e modernização do processo de comunicação como um todo. O que temos que ter sempre em mente é que a mobilidade dos capitais internacionais representa uma abertura para a melhoria dos modos de operação convencionais. A vila é simplesmente um filme excepcional aos olhos de quem vê recomendo a todos. |
| 33 |
24/01/2008 Nota: Ruim Enviado por: Raquel | | A não né, ninguém merece... No começo eu achei que ia ser legal mais errei FEIO, meu no final nem o as criaturas nem eram de verdade... Eu estava entediada vendo o filme esperando por um momento de suspense, mais quando apareceu o boneco do "monstro" eu fiquei simplesmente indignada por ter gastado o meu dinheiro e o meu tempo vendo esse filme! |
| 34 |
23/02/2008 Nota: Regular Enviado por: Junior! | | Não é de todo ruim, apesar de M. Night Shyamalan ter decepcionado um pouco fãs de filmes como Sinais. A Vila tem uma história boa, mas sem cenas de terror. |
| 35 |
12/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Débora | | Realmente esse filme não é para qualquer um... Só entende o verdadeiro sentido do filme quem enxerga além das aparências, quem não vive no senso comum... |
| 36 |
19/03/2008 Nota: Bom Enviado por: Tamara Souza | | Adorei esse filme! É muito bom! Ele consegue mostrar que só acreditamos naquilo que queremos em que nada é tão difícil a ponto de nem tentarmos e que apaixonados fazemos coisas inacreditáveis! A única coisa que eu não gostei muito foi o final, ficou muito vago, mas eu espero que tenha vila 2! |
| 37 |
27/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Carolina | A Vila é um dos filmes mais inteligentes que eu já vi. E como já foi dito aqui, não é pro povão medíocre que só gosta de porrada e ação descerebrada. É um filme que exige uma certa quantidade de massa cinzenta pra ser entendido e apreciado. Só que em vez de massa cinzenta, certas pessoas tem é macarrão no cérebro. Daí acharem que esse filme é bobo, chato, etc. Leiam e estudem mais, assistam mais jornais e menos BBB por favor! Não dói usar o cérebro, ao menos um pouquinho! Eis aqui uma crítica que eu li sobre esse filme, que acho que diz bem o que esperar dele: Se você não gosta de ler sobre filme que ainda não viu, acho bom parar por aqui. Deixe-se guiar pelo medo e não dê nem mais um passo adiante! Ainda mais quando se trata de um filme que pede por favor para que ninguém conte o final. O filme é A Vila, do diretor M. Night Shyamalan, que traz em seu currículo o magnífico Sexto Sentido e os menores Corpo Fechado e Sinais. O padrão era que o diretor vinha afundando na prepotência, com obras tanto mais pomposas quanto vazias. Se especializava em fazer filme “de susto, classe B, com ator famoso”, fórmula eficiente para minimizar o risco do fracasso, mas que não garante a qualidade do filme, como de fato aconteceu em Corpo Fechado e Sinais. Parece que neste quarto filme Shyamalan se reabilita. A Vila não é uma jóia preciosa, mas tem seu brilho. Classifico A Vila como uma obra “cebolar”, isto é, podemos ir descascando o filme e encontrando novas camadas de interpretações. É filme que podemos ver segundo vários pontos de vista, o que não é nada de especial, pois talvez tudo na vida se enquadre nessa categoria. Conforme avançamos em direção a novas visões de A Vila, fica evidente que o filme tem seu valor ou que eu estou cada dia mais delirante. Reparem que as duas hipóteses anteriores não são excludentes. A primeira camada de interpretação para A Vila é vê-lo como mais um exercício de Shyamalan para brincar com sustos. Ele usa e abusa de longos planos de deslocamento laterais da câmera onde alguma coisa pode aparecer... Ou não. Esta brincadeira dá o medinho que a platéia gosta de curtir. O diretor também exercita seu grande trunfo, usado com maestria em Sexto Sentido: a passagem do vulto no fundo da cena. Já é uma marca do diretor. A Vila tem um excesso de cenas com dilatação do tempo destinadas a criar a tensão do suspense (a grande criação de Hitchcock) e é o ponto mais fraco do filme, que fica um tanto monótono pela repetição do truque, pois não há tanta coisa para nos assustarmos. Podemos ver A Vila de outra maneira. O medo também está dentro da história que acontece no filme. Os cidadãos do bucólico povoado vivem como numa Walden reeditada. Ali estão a fartura e a felicidade propiciadas por uma vida simples, longe da tecnologia, do dinheiro, da violência de nosso planeta. Para os cidadãos da Vila, o diferente é rejeitado, mesmo que seja apenas a mênstrua cor vermelha, prenhe de significados ruins. Upa! Entretanto, a vida onírica tem seu preço. Há o medo permanente daqueles sobre-quem-a-gente-não-fala, dos de fora, daqueles que vivem além dos belos gramados e frondosas árvores. Aqueles que nas noites são mantidos afastados pelo fogo das tochas. Um acordo mantém as criaturas das matas longe do vilarejo e os moradores afastados das florestas. O monstro é verdadeiro e chega a entrar na Vila para despelar animais ou rosnar dentro da noite. Afinal, o quê ou quem estraga a mesa farta da refeição dos moradores da Vila, sua tranqüilidade, ingenuidade e inocência? A partir desse cenário Shyamalan, que dirige e escreve o roteiro, recorreu aos manuais de livros de histórias. Havia de criar um herói, um agente do mal, um desafio, uma aventura, para a história fluir. Lucius Hunt, interpretado pelo sempre bom Joaquin Phoenix, é o candidato natural para ser o herói da odisséia ao mundo além das árvores. Ele destoa da acomodação geral dos outros da vila. Ele é ousado. É o herói que desafiava os monstros quando criança. Mas o protótipo de herói não vai muito longe. O roteiro de Shyamalan tem o mérito de praticar uma bela inversão de história. Noah Percy (Adrien Brody, de O Pianista) ama Ivy, que ama Lucius. Por ciúme, Noah ataca Lucius que fica ferido e precisa dos remédios que devem ser buscados fora da Vila, pois a vida simples não dispõe de bons remédios. Lucius é praticamente retirado da história e Ivy Walker (a magnificamente bonita Bryce Dallas Howard) assume seu destino de heroína. A mulher frágil e cega é que vai fazer a excursão ao exterior. Mais politicamente correto e fabuloso (de fábula) não podia ser. Ivy, movida pelo amor, vence terríveis obstáculos (ela chega a matar um monstro) e desvenda o mistério da Vila. Entretanto, Shyamalan não está muito disposto a produzir finais felizes. A saga de Ivy só serve para perpetuar a farsa que mantém a Vila. O resultado da ousadia de Ivy reforça a mentira mantida pelos mais velhos, que controlam a comunidade. Tudo feito pelo bem do povo. Está bom, então podemos ver o filme como uma bela fábula? Mas, a fábula não estaria se referenciando ao momento atual da civilização americana? É difícil criar uma história sem se deixar influenciar pela vida a sua volta. Arrisquemos ir para outro nível de interpretação do filme. Que tal: Shyamalan faz uma bela metáfora do medo que os governantes vendem grátis para os cidadãos, usando como matéria prima o medo vendido nos cinemas. Por certo vocês conhecem o indicador de nível de risco de terrorismo exibido constantemente nas telas das tevês dos EUA? A idílica civilização americana, na fartura de um carro-e-um-macfritas-para-cada-cida dão, já vinha descolando do resto do mundo. Após o 11 de setembro, a paranóia se acirrou. Os EUA se fecharam e cristalizou-se a visão de que lá fora vive um bando de árabes insanos, cobertos de panos, prontos para despelar o primeiro anglo-saxão que passar. Será que é exagero identificar que os moradores da Vila são típicos e rosados americanos típicos? Notem que não houve espaço para afro-americanos no filme de Shyamalan. E se olharmos a Vila como sendo uma metáfora dos EUA de hoje? A pureza, ingenuidade e fartura dos americanos se enquadram bem na proposta da Vila. Até a sexualidade contida dos personagens de Sigourney Weaver e Willian Hurt refletem bem o hipócrita puritanismo sexual americano. A inocência é a marca de um povo que foi convencido de que a guerra do Iraque é contra o terrorismo ou que tinha o objetivo de buscar as armas de destruição em massa de Sadam. Tudo não passa do eficiente medo que Bush incute nos cidadãos da Vila USA. E eles acreditam, qual as bobinhas crianças do filme, que brincam de jogar água uma na outra. Tenho de citar a antológia cena do filme de Michael More, Fahrenheit 9/11, em que um soldado americano, ainda inberbe, pergunta candidamente: "Por que eles não entendem que viemos ao Iraque para libertá-los?" Por falar em Iraque, na hora da ameaça, o pai Edward Walker (Willian Hurt) envia a filha cega para a missão mais difícil. Pois é, os mais velhos, em geral, decidem que os jovens vão para os campos (digo, desertos) de batalha. Um momento marcante do filme é quando a heroína encontra uma criatura do exterior - que por sinal parece um latino - e diz que sua voz é “surpreendentemente doce”. Considerar que o estranho monstro do exterior pode ser gentil é uma brecha para o otimismo. Mas gostei do final pessimista em que o ato heróico, movido pelo amor, serve apenas para reforçar a mentira, manter os líderes e evitar o desmascaramento da farsa. O filme “cebolar” de M. Night Shyamalan tem valor como fábula. Pode servir de modelo para algumas interpretações desse mundinho medíocre em que vivemos. Inicialmente, o filme será visto apenas como um exercício de sustos com final surpreendente. Entretanto, as fábulas são assim mesmo, elas ficam para serem recontadas e reinterpretadas mais tarde. Shyamalan se recuperou no meu conceito. Esperemos sua próxima produção. |
| 38 |
30/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Adelaide | | Adorei o filme, no início quase não entendi, mas depois pude enxergar a realidade imposta pelos líderes de querer proteger seu povo, manipulando-os com tramas de mentiras, de monstros não existentes. |
| 39 |
31/03/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Paulo | | Quem fala que esse filme e para nível superior esta sendo totalmente prepotente... Este filme é uma porcaria, prefiro ler Vazquez do que ver esta porcaria de filme. |
| 40 |
05/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Jennifer | | A Vila é um filme fantástico. |
| 41 |
08/04/2008 Nota: Não vi Enviado por: Agnaldo | | Vi o final, mas até que foi legal. |
| 42 |
09/04/2008 Nota: Bom Enviado por: Odila | | Ok. O filme é bom. Mas vocês precisam ser tão... Preconceituosos? Quer dizer, escreveram coisas pesadas pra determinar aqueles que não puderam ou não quiseram se aprimorar culturalmente. Pra gente tão "desenvolvida", suas palavras me chocaram. |
| 43 |
22/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Rosivaldo Martinho | | O filme é ótimo, esta história parece com tantas realidades existente na própria história da humanidade, que se formos numerar não sei se chegaríamos ao fim. Líderes oprimindo, proibindo, escravizando, machucando sugando até a última gota, não se importando com a vida do outro “aquele que não pode falar, aquele que não pode pensar”. |
| 44 |
05/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Pricila Serafini | | Este Filme é inteligentíssimo! Um filme muito bom... Gostei muito é um tipo de filme que não vemos como uma história comum... Há um contexto muito interessante... Gostei muito. |
| 45 |
11/05/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Walkiery | | Pior filmes que já assisti! Assisti com minha prima, e não achamos nada de suspense, nada de terror! Nós estávamos esperamos com um terror, filme sem graça, sem uma história com sentido, nada de interessante! Recomendo de coração para ninguém assistir esse filme! Uma porcaria! Se quiserem assistir um filme de suspense mesmo assista Numero 23! |
| 46 |
20/05/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Denti | | Uma palavra: lixo. |
| 47 |
04/06/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Jose | | Porcaria de filme lixo. |
| 48 |
09/06/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Joselia | | Um filme diferente e extremamente legal foi um dos melhores filmes que já vi ele arrasa. |
| 49 |
24/06/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Luísa | | Foi o melhor filme que eu assisti, é uma história bem interessante, original. Uma ótima opção para quem adora suspense vale a pena assistir, um excelente filme... |
| 50 |
13/07/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Anderson | | Um lixo, parecido com essa outra porcaria de filme (população 436). Enganar o resto da vila por lendas de criaturas... que lixo, fazia isso p/ se impor uma sociedade perfeita, mas isso que deixa ruim o filme, não se pode esconder a verdade de ninguém isso eu não concordo ainda mais d um vilarejo, pois alguém vai acaba descobrindo mais tarde ou mais cedo... Apesar que isso não mostrou. |
| 51 |
17/07/2008 Nota: Regular Enviado por: Cristina | | Nossa este filme é muito ruim principalmente o final, deixa a desejar, eu não entendo com que olhos os colegas avaliaram este filme. Perdi meu tempo valioso. |
| 52 |
24/08/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Daya | | Gostei, um suspense sem ficção científica. Mas o final dele ficou com cara de "a seguir cenas do prox. Capítulo". |
| 53 |
25/08/2008 Nota: Bom Enviado por: Cova | | Bom filme, mas peca pelo final que deixou a desejar! |
| 54 |
30/08/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Marcelo | | O filme deixou a desejar? O que vocês esperavam, casamento, beijo na boca e final feliz? Eu gostei do Shyamalan refletido no vidro da geladeira de remédios, sensacional. |
| 55 |
09/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Thaise | | Eu vi o filme, ele relata a ética e a moral de uma sociedade e de seus indivíduos. |
| 56 |
11/09/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Carollzinha | | Nada a ver! |
| 57 |
15/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Nilva | | Sim vi, muito instrutivo. |
| 58 |
20/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Ritta | | O filme trata de um tipo de sociedade onde um "líder" impõe regras de convivência. O final de filme ficou a desejar, afinal o namorado da garota morreu ou não morreu? Os verdadeiros monstros eram os próprios anciãos que passava esse idéia para geração futura, coitada das crianças não tinham como raciocinar e tentar atravessar a floresta. Tinham que aceitar e acreditar que realmente existiam monstros caso ultrapassassem a floresta. Quando éramos crianças as pessoas também queriam colocar esses idéias de "bicho papão". O que aprendi com esse filme foi a investigar, refletir sobre tudo que nos é passado seja por histórias, informação, ou seja, a não engolir qualquer informação. O filme não é um suspense ou terror. |
| 59 |
23/09/2008 Nota: Bom Enviado por: Ágatha | | O filme é muito bom. |
| 60 |
30/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Nívea Borges | | O Filme é realmente muito interessante... Não é um filme para qualquer um entender... Eu disse qualquer um! Exige grande capacidade mental para avaliar as situações que são comparadas com a realidade vivida... Que foi construindo o sentido de cidadania, democracia, repressão, que historicamente fez e faz parte de nossa história. É mais do que um filme... |
| 61 |
06/10/2008 Nota: Ruim Enviado por: Fernando | | Não gostei. Não passam aviões ou helicópteros por cima daquele território? Ninguém desconfia? E a história da cor proibida. Nada a ver. Poderiam ter caprichado mais na trama. |
Fazer Comentário e Dar Nota...
Se você quiser conversar sobre este filme,
faça isso em nosso fórum...
|