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Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera (Bom yeoreum gaeul gyeoul geurigo bom / Spring, Summer, Fall, Winter... and Spring) |
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 LIVRO Coleção Primavera-Verão R$ 42,00
 LIVRO Lagarta na Primavera, Borboleta no Verão R$ 39,90
 LIVRO Lagarta na Primavera: Borboleta no Verão R$ 35,90
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- Sinopse
Em um pequeno monastério flutuante sobre um lago vivem um velho monge e seu jovem aprendiz. Enquanto o menino explora os arredores, ele se deixa levar por seus instintos e crueldades infantis. Porém, o mestre sempre está pronto para ensinar suas lições, e mostra para o garoto que as conseqüências de pequenos atos podem durar a vida toda. O filme do diretor sul-coreano Ki-duk Kim conta a história desse jovem seguindo o ritmo das estações do ano.
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Trailers... Imagens... Elenco...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera Título Original:
Bom yeoreum gaeul gyeoul geurigo bom / Spring, Summer, Fall, Winter... and Spring País de Origem:
Coréia do Sul / Alemanha Gênero:
Drama Tempo de Duração: 103 minutos Ano de Lançamento:
2003 Site Oficial:
http://www.sonyclassics.com/spring
Estúdio/Distrib.:
Califórnia Filmes Direção:
Ki-duk Kim
- Elenco
Yeong-su Oh ... Old Monk Ki-duk Kim ... Monk » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

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- Trailers
- Comentários
| 1 |
04/08/2007 Por: Cássia Pereira Achcar | | Qualquer ser humano, por mais puro que seja, está incondicionalmente inserido em um mundo onde há desejos, sofrimentos, paixões, instintos e ambições. Ninguém é indiferente ao poder natural das quatro estações e do seu ciclo natural de nascimento, crescimento e declínio. É assim que a narrativa demonstra a essência humana, ao partir da vivência de dois monges que compartilham a solidão no monastério que se situa no meio de um lago entre as montanhas. É um filme extremamente profundo e abstrato, porém a simplicidade dele encontra-se em um cenário calmo, com apenas dois personagens (um terceiro entra posteriormente), que não são dotados de nomes; além de ser marcado pela existência do silêncio, no qual a comunicação das personagens é feita mais por olhares do que por palavras. O filme é mais do que uma obra de arte, chega a ser uma fábula... |
| 2 |
04/09/2007 Por: Rafael Lemos | | Filme muito bonito, calmo, zen. História interessante, onde mostra os limites dos sentimentos humanos. Recomendo. Um dos melhores filmes orientais do início do século XXI. |
| 3 |
07/12/2007 Por: Nelci Loureço Cardoso | | O filme e maravilhoso. Já assisti varias vezes. |
| 4 |
23/03/2008 Por: Marcelo | | Fotografia alucinante, simplicidade e beleza num filme diferente, revela um diretor de grande sutileza que faz despertar interesse em filmes asiáticos. |
| 5 |
14/05/2008 Por: Francisco Siqueira | | Primavera, Verão, Outono, Inverno... E Primavera! É o Samara, o ciclo eterno de nascimentos e mortes ao qual a entidade viva está submetida, enquanto estiver sob o domínio do próprio karma, que a mantém cativa, aprisionada na existência material. Primavera, Verão, Outono, Inverno... E Primavera, significa: nascimento, maturidade, envelhecimento, morte... E renascimento. Um grande filme, que nos transmite a simplicidade da existência humana, que só é possível através da verdadeira sabedoria: A sabedoria espiritual. |
| 6 |
26/12/2008 Por: Alexandre Fernandes | | O filme aborda vários valores, símbolos, poesia e ritus de passagem na relação entre um Velho Monje e seu discípulo mais jovem, através das estações do ano. Um filme sobre O PRINCÍPIO DA IMPERMANÊNCIA: Nada permanece; Apenas a mudança é uma constante. As estações do ano, de forma poética, mostra os ritus de passagem que todos temos que passar: A infância e sua perda da inocência, a juventude e o despertar para o amor, na maturidade, o esclarecimento das experiências e a morte. Primavera, Verão, Outono, Inverno e... Primavera. A primavera seguinte, mostra a IMPERMANÊNCIA do velho, dando lugar ao novo: Não são as mesmas flores que desabrocham; Serão outras flores. A vida continua, com outras faces... Tudo passa: esta é a mensagem do filme. Se não abrirmos mão do velho, não daremos lugar ao novo... |
| 7 |
23/03/2009 Por: Glória Maria Uva-jpb. | | O filme é uma obra de arte, pois em um lugar de região natural, muito arborizado, seu verde é predominante e lugares como este são reservas ecológicas. Significado do filme é nascimento, maturidade, envelhecimento e morte... E renascimento. E retrata a história de um monge e seus ensinamentos. |
| 8 |
28/03/2010 Por: Pâmela (14 anos) | | Muito bom. Serviu muito. |
| 9 |
01/06/2010 Por: Herbert (17 anos) | | Um dos filmes mais poéticos já feitos. |
| 10 |
09/06/2010 Por: Daniel Veras (29 anos) | | Um belo filme com teor budista. |
| 11 |
08/08/2010 Por: Bianca (26 anos) | | Belíssima fotografia, poucas falas... Um filme pra refletir. Gostei muito. |
| 12 |
14/08/2010 Por: Francisco Paulo (56 anos) | | Ensinamento, Poesia, Beleza e Encanto. Um filme Ótimo e uma alternativa da melhor qualidade entre tantos Americanos decadentes e idiotas (hoje com raríssimas exceções) que infestam a Telona. Outro filme que vi do mesmo Diretor e que recomendo para quem não viu é Casa Vazia. |
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