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Terra em Transe
   

 

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  • Sinopse
    Num país fictício chamado Eldorado, o jornalista e poeta Paulo (Jardel Filho) oscila entre diversas forças políticas em luta pelo poder. Porfírio Diaz (Paulo Autran) é um líder de direita, político paternalista da capital litorânea de Eldorado. Dom Felipe Vieira (José Lewgoy) é um político populista e Julio Fuentes (Paulo Gracindo), o dono de um império de comunicação. Em uma conversa com a militante Sara (Glauce Rocha), Paulo conclui que o povo de Eldorado precisa de um líder e que Vieira tem os pré-requisitos para a missão. Grande clássico do Cinema Novo, o filme faz duras críticas à ditadura.
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  • Informações Técnicas
    Título no Brasil:  Terra em Transe
    Título Original:  Terra em Transe
    País de Origem:  Brasil
    Gênero:  Drama
    Tempo de Duração: 106 minutos
    Ano de Lançamento:  1967
    Site Oficial: 
    Estúdio/Distrib.:  Difilm
    Direção:  Glauber Rocha
  •  

     
  • Elenco
    Jardel Filho .... Paulo Martins
    Paulo Autran .... Porfirio Diaz
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  • Trilha Sonora

     
  • Imagens do Filme



     
       
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  • Trailers

  • Comentários

    1
    Nota: Ótimo 
     13/05/2006  Por: Joao
    Obra-prima do cinema brasileiro. Um marco na história.

    2
    Nota: Regular 
     22/08/2007  Por: Rafael Lemos
    Clássico por trazer a tona problemas da nossa ditadura, inovador pelo estilo de Glauber Rocha filmar, influente nas gerações de cineastas futuros, mas ainda assim um filme difícil de agüentar até o fim.

    3
    Nota: Ótimo 
     04/08/2008  Por: Cíntia Cendron
    O filme mais perfeito de todos os tempos.

    4
    Nota: Regular 
     03/07/2009  Por: Pupila (26 anos)
    O filme é mesmo difícil de se concentrar, mas pra época em que foi dirigido é ótimo, é pra uma época que não se podia falar de tudo por causa de ditadura, portanto cheio de metáforas para quem consegue raciocinar.

    5
    Nota: Péssimo 
     20/09/2009  Por: Francisco Paulo (55 anos)
    Juro que não sei porque sempre endeusam tanto esse Cineasta. Fala sério, embora possam até me crucificar, o cara era chato pra cacete e a maioria dos filmes dele, dificilmente alguém consegue ver até o final sem se entediar. Temos, hoje, e mesmo antigamente, cineastas que dão de 1.000 x 0 em Glauber, né mesmo, Fernando Meirelles, Walter Salles, Cao Hamburguer, Cláudio Assis, Jorge Furtado, Eduardo Coutinho, etc, etc... Não perco mais meu tempo em tentar ver filmes desse Cineasta, temos várias outras opções muito melhores tratando-se de diversão cinematográfica.

    6
    Nota: Ótimo 
     23/10/2009  Por: Ítalo (30 anos)
    É um filme para quem tem senso crítico, para quem tem capacidade para compreender metáforas e raciocínios que fogem ao óbvio. Aqueles que estão acostumados com o cinema comercial, com o cinema que segue normas para a venda, que convence pela facilidade de entendimento, pela repetição de temas e de formas de resolução dos problemas (como: o herói sofre, mas, no final vence e ainda fica com a mocinha, ou o mal é sempre derrotado), realmente não entenderão nada ou se sentirão muito desestimulados com esta e outras obras de Glauber. Glauber é um gênio do cinema pela sua grande capacidade de expressar o universal no particular, e, de forma sempre rica e original. O citado autor faz parte de uma pequena parcela de autores que realmente fizeram do cinema uma obra de arte! Glauber está para o cinema como Homero, Hesíodo ou Virgílio estão para a poesia épica!

    7
    Nota: Péssimo 
     11/05/2010  Por: Maria Eulália (40 anos)
    Concordo em gênero, número e grau com a opinião 5. Eita coisinha chatinha esse filme.

    8
    Nota: Ótimo 
     30/05/2010  Por: Daniel (31 anos)
    A verdadeira história brasileira da hipocrisia política deste país. Glauber não é tão direto quanto Costa-Gavras, mas não é menos pungente em suas metáforas e creio que mesmo o peso do roteiro e da fotografia vão ao encontro do espírito da época.

    9
    Nota: Péssimo 
     31/05/2010  Por: Luciano de Paula (32 anos)
    Que filme chato um lixo.

    10
    Nota: Péssimo 
     14/07/2010  Por: Ivam Teixeira (51 anos)
    Glauber Rocha sempre com suas metáforas "baianês-cabeça",conseguia ser chato dentro e fora do cinema. Hoje ele estaria muito feliz em ser "endeusado" por alguns. Hoje não precisa de "metáforas",é "tirar o pé do chão e maõszinhas prá cima, mainha...".

    11
    Nota: Regular 
     21/03/2011  Por: Sandro Villar (63 anos)
    Glauber tirou uma boa ideia da cabeça e colocou no papel (hoje colocaria no computador), mas é o tal negócio: uma história, ainda mais no Cinema, precisa ser bem contada. Não é o caso de Terra em Transe, que inegavelmente tem ótimas sequências. E fica nisso. Danuza Leão (linda) não diz uma única palavra (era muda à época?). Parece o Rodrigo Santoro no filme das Panteras, onde ele entrou mudo e saiu calado. Nem sempre o resultado é interessante quando recorremos às metáforas. Cineasta bom para esse tipo de filme, sobre ditadura de Esquerda ou de Direita, é mesmo o Costa-Gavras, que vai direto ao assunto.

    12
    Nota: Regular 
     29/05/2011  Por: Fernando J. GOMES (54 anos)
    Sandro Villar deu a opinião mais lúcida até agora. Glauber Rocha impressiona pela criatividade (Nelson Rodrigues ficou de boca aberta com a sequência final, em que o povo se comporta bovinamente). Infelizmente seus dotes de diretor de filmes e diretor de atores eram muito limitados. Seus melhores filmes valem a pena serem vistos somente pelas boas ideias contidas nos argumentos e por algumas sequências brilhantes (até geniais). Mas seu domínio da narrativa cinematográfica é claudicante e sua direção de atores quase beira o amadorismo. Quem puder (e souber) editar o filme no computador, pode montar uma versão somente com as sequências realmente boas. Dessa forma poupamos um precioso tempo de nossas curtas vidas, tempo que podemos utilizar fazendo algo mais agradável ou proveitoso.

    13
    Nota: Bom 
     10/03/2012  Por: Mundico (48 anos)
    Obviamente é um filme datado, pertinente a uma determinada época e conjuntura. Foi realizado dentro de uma ditadura e, portanto, cercado de cuidados. Mas é uma pequena aula de prática politiqueira brasileira, passando desde o populismo estudantil-sindical mais rasteiro até a esperteza pequeno-burguesa dos mesquinhos endinheirados. Tudo no mesmo saco. Evidente que não é um filme para quem curte comédias barrocas e dramas lacrimejantes, ou ainda quem se derrete diante de biografias baba-ovo. O filme é uma fábula, não uma novela ao gosto do freguês. Tem seus momentos "cabeça" exageradamente teatrais, resvalando no proselitismo doutrinário com prazo de validade, mas isso não lhe diminui o brilho. Talvez seja até brilho demais para alguns...


     

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