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- Sinopse
A montagem de um pocket show em homenagem a Vinicius de Moraes por dois atores (Camila Morgado e Ricardo Blat) é o ponto de partida para reconstituição de sua tragetória. O documentário mostra a vida, a obra, a família, os amigos, os amores de Vinicius de Moraes, autor centenas de poesias e letras de música. A essência criativa do artista e filósofo do cotidiano e as transformações do Rio de Janeiro através de raras imagens de arquivo, entrevistas e interpretações de muitos de seus clássicos.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Vinícius Título Original:
Vinícius País de Origem:
Brasil Gênero:
Documentário Tempo de Duração: 110 minutos Ano de Lançamento:
2005 Estréia no Brasil: 11/11/2005 Site Oficial:
http://www.uip.com.br/vinicius/
Estúdio/Distrib.:
UIP Direção:
Miguel Faria Jr.
- Elenco
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- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

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- Trailers
- Comentários
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08/02/2006 Por: Eduardo Silva | Oi gente!! Não aguentei e fui assistir ontem mesmo ao filme sobre Vinicius. Trata-se de um semi-documentário sobre o nosso mais querido poeta e compositior Vinicius de Moraes, feito com extremo bom gosto, recomendo a todos, que terão uma hora e meia da mais bela poesia e música. Além de descobrir um pouco da personalidade irrequieta, sempre em busca da paixão, sempre em busca da própria existência, que foi a vida de Vinicius. Sem desmerecer qualquer outro poeta, Vinicius pra mim foi o mais genial deles, pois apesar de uma formação elitista, oriunda de colégios como Sto Ignacio, tendo sido diplomata por tantos anos, vivido e viajado por tantos países, soube navegar pelo eruditismo daqueles que se imaginam estar acima do bem e do mal, mas como nenhum outro, soube ser popular, simples, e atingir a todos os níveis da população com sua linguagem poética. Apesar de ter sido tão criticado por aqueles que achavam a poesia imaculada, ele soube ser universal, e em sendo, se tornou o que é: um símbolo do amor, da paixão, da simplicidade, da genialidade. E o filme tem este papel, resgatar a memória desse monumento, para aqueles que o idolatram, e também para a memória de Brasil esquecido. Recheado de depoimentos de amigos, parceiros e parentes, performances musicais, algumas encenações, o filme flue muito bem. Camila Morgado declama muito bem as poesias de Vinícius, é realmente uma excelente atriz. Outro ponto de destaque, é a encenação do poema BALADA DO MANGUE, onde, num prostíbulo pra lá de decadente, prostitutas semi-nuas se oferecem ao espectador. Agora, o que me dá calafrios, é qdo surgem na tela Caetano e Gil com seus depoimentos. Esses dois são uma figura, ouvi-los falar e não entender nada, é lugar comum. Até que o Caetano não deu bola fora, mas em compensação o Gilberto Gil... prestem atenção um de seus ultimos depoimentos no filme, é de matar de rir... ele diz: "Vinicius é a intersecção de pólos extremos, que culminam numa catarse, que se misturam com as culturas onipresentes...e por aí vai..." kkkkkkkkk só faltou o Caetano dizer.."ou não"...rsrs Outra parte fantástica, são os depoimentos de Ferreira Gullar, esse cara foi e sempre será um dos meus heróis. Ele simplesmente chama o Becker de "chatonildo" (adorei isso!!) e conclue dizendo: "ninguém consegue definir o que é a vida, a vida é invenção; que você inventa, para o ruim ou para o bom, para cima ou para baixo, como queira", e concluindo que "já que ninguém sabe mesmo o que é a vida, é melhor escolher inventar para cima". edu-silva.blogspot.com |
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02/05/2006 Por: Izabel | | Nada chega a perfeição, apesar de todas as críticas sobre ter ou não ter convidado alguns intérpretes de Vinícius, o filme retrata o grande ser humano que foi o nosso poeta. Retrata a sua sensibilidade, a sua alegria de criar, e a grande importância que teve Vinícius para a nossa cultura. E isso é o que realmente interessa. |
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12/05/2006 Por: Diego Lucena | | Galera, eu tive a oportunidade de trabalhar na produção desse filme e acompanhei tudo de perto, a emoção que esse filme nos passa através da tela, também se passou durante as filmagens, foi feito com muito carinho, e por isso é tão prazeroso. Se quiserem entrar em contato. dlucena1@yahoo.com.br |
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09/06/2006 Por: Evani | | Como um documentário de Vinícius pode ter a participação de Yamandú Costa e o nosso grande Toquinho, que por pelo menos 10 (dez) anos tocou, compôs e conviveu com nosso grande poeta esta como mero coadjuvante. |
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26/08/2006 Por: Vivian | | O filme vale por algumas cenas ótimas de Vinicius! Mas peca pela escolha de alguns intérpretes das músicas (dava pra ficar bem melhor)... |
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02/11/2006 Por: Ana Lúcia Rodrigues | | Algumas pessoas reclamam pelo fato de alguns intérpretes e parceiros do Vinícius não aparecerem no filme. Mas se fosse assim, em se tratando do Vinícius, o filme não teria somente duas horas... A seleção foi bem feita e, pra mim, nada faltou. Mesmo os intérpretes menos bons tiveram a presença e a emoção compatíveis com a homenagem feita. Gostei muitíssimo, e me emocionei do princípio ao fim. Parabéns a todos que o fizeram. |
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07/11/2006 Por: Camila | | Muito doloroso. |
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14/11/2006 Por: Fabrícia Gomes | | O filme do Miguel me comoveu demais. É de muito bom gosto, sensibilidade, de uma qualidade única... Acredito que esse formato de filme documentário mesclado com ficção é uma proposta inovadora... As falas dos amigos do poeta nos possibilita uma grande aproximação com ele, podemos sentir a alma daquela estrela derradeira da nossa Bossa Nova, da nossa erudição, do nosso Brasil que depois do Vinícius prefere ser muito mais alegre que ser triste... Viva o Vinícius... |
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17/04/2007 Por: Antonio Carlos Aragao | | Não concordo com o elogio de que todo baiano burro nasce morto, quem assistiu ao documentário percebeu que eles estão bem vivos e famosos. Gostei um pouco do filme porque fiquei conhecendo da vida do poeta, que eu o considerava sem graça.agora mudei um pouco meu conceito. |
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23/06/2007 Por: Liz Tovar | | O Filme é ótimo, retrata a vida do Vinicius desde muitos ângulos. O momento histórico em que se enquadra e a vida tão farta de experiências que ele teve é para muita gente tomar em conta, muitos nem sabiam que ele era diplomata, mesmo sendo o sentimento foi mais forte, ele continuo pelo caminho do seu coração.Os atores, muito profundos nos seus sentimentos a Camila Morgado um pouco dramática,mas também astante comovente e o Ricardo Blat também. Recomendo. |
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06/09/2007 Por: Rafael Lemos | | Não sou muito chegado em MPB, mas adoro biografias e documentários. Este, no caso, é um misto de documentário com filme, uma produção agradabilíssima, onde Yamandu Costa (no pouco tempo que aparece) rouba a cena de todos. Yamandu é o melhor! |
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08/03/2008 Por: Nilma Baudel | | Comentar o que? Simplesmente, maravilhoso! Nosso eterno poeta, Vinícius, sendo mostrado de forma plena e com grande sentimento! Parabéns! |
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28/04/2008 Por: Carolina | | Vi o filme e achei ótimo só que na foi todo, mas até onde vi foi muitíssimo interessante. |
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24/08/2008 Por: Fernando Dias Campos Neto | | “O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega fingir que é dor a dos que deveras sente!“. Fernando Pessoa. A República de Ipanema, diria o último Lukács? Onde se aprofundava a arte em individualidade anárquica e musical. E o endógeno e o exógeno embriagavam de paixão, multiplicavam as notas e as mulheres e imprimiam no carioca a marca indelével do gênio, do seu gênio afinal. Sim, ouvi dizer: um “Buena Vista Social Club “, a extrapolar as nossa fronteiras e mercadejar a beleza da “Garota de Ipanema” naquela versão insípida em inglês... A independência da arte, a sua originalidade, renasce no filme. A atualidade do passado de tantos nós em melhor quadra da vida, logo antes da ditadura, o “palco” que se impôs e se mantém, agora com a globalização da música. Os sons foram apanhados pelo tempo, mas não se pode reduzi-los ao silêncio da sua transitoriedade. Da sua versão. Houve aquilo de puro e democrático - “porque hoje é sábado” - e não se perderá. O registro fílmico é simbólico, apenas alude a um planeta cuja luz astral partiu por aí em demanda de outros mundos. Agora, seguirá o caminho de alguma estrela. E lá, quem sabe, o “poetinha” descansará o violão ao lado da sua décima amada e compreenderá finalmente a origem secreta e transcendente das canções. |
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23/09/2009 Por: Geri Nogueira (48 anos) | | Bateu saudade do poeta, do compositor. Belo filme, atores fantásticos, os depoimentos nem se fala, tudo de muito bom gosto, leveza total, penso que a energia do poetinha, caminhou passo a passo, junto com todas as pessoa que idealizaram e fizeram esse belíssimo filme. Muito obrigado. |
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