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Amantes Constantes (Les Amants réguliers) |
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- Sinopse
Em 1969, um grupo de jovens dedica-se ao ópio após ter vivido os acontecimentos de 1968. Um romance intenso nasce dentro deste grupo entre dois jovens de 20 anos que se conheceram durante a revolta. Prêmio de Direção e Fotografia no Festival de Veneza de 2005.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Amantes Constantes Título Original:
Les Amants réguliers País de Origem:
França Gênero:
Drama Tempo de Duração: 178 minutos Ano de Lançamento:
2005 Site Oficial:
http://www.2-1-0.gr/?title=tt044384 4
Estúdio/Distrib.:
Imovision Direção:
Philippe Garrel
- Elenco
Louis Garrel .... François Dervieux Clotilde Hesme .... Lilie Julien Lucas Eric Rulliat Nicolas Bridet Mathieu Genet Raïssa Mariotti Caroline Deruas-Garrel Rebecca Convenant Marie Girardin Maurice Garrel Cécile Garcia-Fogel Marc Barbé Nicolas Maury Brigitte Sy
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Trailers
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26/09/2006 Nota: Bom Enviado por: Guerreiro Parmezam | | Filme com grande compromisso estético o que o faz figurar entre os comumentes chamados "filmes de arte". Se decepcionará a audiência que esperar uma obra panfletária acerca do contexto histórico mencionado no filme: a revolução estudantil parisiense de maio de 1968. Isso porquê o filme, que me pareceu esteticamente bem bergmaniano (preto e branco e com takes longos figurados a partir de somente um plano)narra o cotidiano dos jovens estudantes de Paris em suas trajetórias de vida no final da década de 1960: revolução, arte, socialismo e contra-cultura, de uma forma bem intimista onde a sensibilidade dos personagens aflora muito mais entre os sentimentos imediatos e pessoais de cada um do que engajados num projeto político. Aos desavisados de plantão: não é um filme fácil se assistir para que está apenas acostumado com o entretenimento hollywoodiano, pois além das questões estéticas que eu mencionei, a obra não faz concessões didáticas. Embora seja uma produção de 2004, fica evidente que o cineasta quis ambientá-la de forma fiel à determinadas linguagens cinematográficas comuns à década de sessenta, tornando o filme mais árido para uma audiência que procura somente diversão. |
| 2 |
01/10/2006 Nota: Regular Enviado por: Jane | | Vi, achei longuíssimo e cansativo. Levem o travesseiro para passar 3 horas no cinema... zzzzz |
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06/10/2006 Nota: Ótimo Enviado por: Carlos Henrique P. Camarg | | Gostei muito do filme, apesar de muito longo, com cenas sem fim e paradas, e extremamente intimistas. A cena da dança é magnífica e arrepiante. No mais, um filme profundo em que os sentimentos humanos são desnudados de forma direta e clara. Recomendo, mas tenha muita paciência. |
| 4 |
09/10/2006 Nota: Ótimo Enviado por: Alan | | Apesar dos takes longos o filme é charmoso, encantador, um presente finíssimo pra quem gosta de apreciar cinema sem preconceitos, sem pressas. É um filme que dá um upgrade na nossa sensibilidade, na nossa capacidade de nos emocionarmos simplesmente pela imagem. É como se cada cena tivesse o mesmo peso, o mesmo tom. Nenhum momento de rompante, nem mesmo nos conflitos com a polícia. Tudo é dado como um álbum de fotografias, como delas de delacroix que, porém emitem sons. Lindo o pesadelo sutilmente convulsivo de François. |
| 5 |
14/10/2006 Nota: Péssimo Enviado por: Arthur | | O filme é péssimo! A avaliação do filme é a mesma do senso comum: Ridículo. O prêmio de melhor fotografia faz jus. Afinal, o filme é uma sucessão lenta e entediante de fotos. Imagens em preto e branco, sem nexo. Faço um filme melhor com uma câmera digital e um PowerPoint. |
| 6 |
22/10/2006 Nota: Ótimo Enviado por: Gaia | | O filme retrata a vida de jovens de uma classe média intelectualizada e constrangida em meio às mudanças do fim da década de 60. Num desenrolar sutil, sem o clímax hollywoodiano, o enredo mostra a realidade de liberdade sexual, drogas e política, com cenas lindíssimas e diálogos bem construídos. A direção de atores é impressionante e, somada à forma com que o tempo passa no filme, dá uma sensação absurda de realidade! Vale ainda assistir, antes ou depois, ao 'Os Sonhadores', do Bertolucci, que também trata do Maio de 68 focando em personagens parecidos. |
| 7 |
04/12/2006 Nota: Ótimo Enviado por: Fernando Dias Campos Neto | | Maravilhoso! E, às três horas inesperadas, uma dose certa. Falo de dose porque tudo depende dela, inclusive os lucros do capitalismo voraz... Como citam Baudelaire, pelos lábios de um juiz francês dos anos 68, quero observar que a nem todo poeta se pode acusar de “baudeleriano”. O filme é bom, tão bom, que logo angustiava alguns espectadores emitindo fonemas de pânico ou se retirando impacientes. As rebeliões da época eram voluntaristas e anarquistas. Ironizavam-se as “mot d’ordres”, já que disciplina de um partido envolve a organização e a oportunidade. A partir de certo momento, nota-se que o filme acabou, enquanto histórico, mas prossegue como documento romântico e melancólico. Finda a esperança da revolução – ela que tem de vir dela mesmo do 1º mundo –, reforma ou revolução, a inércia anarquista avança para o abismo. Havia um espaço onde se refugiavam alguns jovens apenas idealistas. Se o juiz os chamou de Verlaine ou Rimbaud, contudo eram artistas, transgressores da ordem capitalista vitoriosa na ocasião. Lênin dizia que é impossível haver um partido anarquista. É que ele está sempre contra todo o “mal necessário” de alguma organicidade, sacrifício, maduro amor. Quando São Francisco resiste à aceitar uma regra para a sua Ordem por algo que não seja o Evangelho, matando de fome seus frades, vemos o quanto é utópico o anarquismo, o quanto não é sustentável em grupos maiores. O filme tem momentos mágicos como num ápice, o som do piano e o rosto estático de Lilie demoradamente imóvel até o sorriso, desespero e resignação no desespero, intimidade dos lábios com as lágrimas. Um ricaço, um pobre e um martelo. Um Gautier homosexual e dependente, “dandy”. François, a conseqüência suicida de um nada existencial, após o paraíso artificial do haxixe e do ópio. Havia alguns avisos à entrada do cinema sobre o preto e branco e as legendas ilegíveis, branco no branco. Mas eu não sou crítico de arte, sou espectador e gostei do filme. |
| 8 |
19/08/2007 Nota: Péssimo Enviado por: Ponche bol | | Esse filme é um verdadeiro lixo. Não tem estética e mal tem proposta. Inclusive, em várias cenas, e, mesmo sendo francês, o diretor não sabia o que fazer e demonstrou não entender seriamente o que foi a proposta dos estudantes franceses naqueles tempos agitados do final dos anos 1960. Depois, nessas passagens, ninguém entende nada e fica com esse discurso que "viu a roupa do rei nu", falando que cinema francês é intelectual, que o diretor foi genial, etc., etc. e etc., aquela palhaçada toda. 0 para o filme e 0 para a proposta estética da França. França boa é a de "invasões Bárbaras". O resto é lixo. Achamos que é bom graças ao nosso extremado sentimento de inferioridade. |
| 9 |
26/08/2007 Nota: Regular Enviado por: Karla Albuquerque | | O filme é impecável no que tange a fotografia (o p&b reforça a idéia). Mas falta conteúdo histórico mesmo. Quem lê a sinopse, vai esperando mais de Phillip. A atmosfera entre o casal é mais abordada do que o momento político enfrentado na época. Os takes são meio irritantes pra quem se interessa pela evolução da película. |
| 10 |
15/10/2007 Nota: Ruim Enviado por: Roberto | | "As invasões bárbaras", um ótimo filme, é canadense... Em tempo, não gostei de "Amantes constantes", chato. Para ver esses conceitos bem usados, "Os sonhadores" é uma boa pedida. |
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02/12/2007 Nota: Ótimo Enviado por: Xpto | | Acima tal de Ponche bol diz que "França boa" é a de Invasões Bárbaras? Mas essa história é Canadense... Quem não gosta de cinema não pode mesmo gostar de "Amantes constantes"! |
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12/12/2007 Nota: Ótimo Enviado por: Thiago | | O filme é excelente, com uma pegada de the dreamers, porém muito cansativo. |
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18/08/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Tito Livio | | O filme é belíssimo. "As Invasões Bárbaras" é uma seqüela demagógica e melodramática do interessante "O Declínio do Império Americano" (ambos canadenses e do mesmo diretor). Não tem nível para ser comparado com um filme como esse de Phillipe Garrel. Que também é muito melhor do que o deslumbrado de Bertolucci. "Amantes Constantes" nos leva para dentro da época sem mão pesada. |
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