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A Concepção
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- Sinopse
Alex (Juliano Cazarré), Lino (Milhem Cortaz) e Liz (Rosanne Holland) são filhos de diplomatas que vivem juntos em Brasília num apartamento vazio, sem os pais e cheio de quinquilharias. Trocam afetos variados alheios ao mundo. Entediados, tentam viver cada dia como se fosse único. O processo radicaliza quando X (Matheus Nachtergaele), uma pessoa sem nome e sem passado, entra na casa e propõe ir sem freios na idéia de viver apenas um dia.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Concepção Título Original:
A Concepção País de Origem:
Brasil Gênero:
Drama Tempo de Duração: 96 minutos Ano de Lançamento:
2005 Estreia no Brasil: 12/05/2006 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Imovision Direção:
José Eduardo Belmonte
- Elenco
Juliano Cazarré Milhem Cortaz .... Lino » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme
- Trailers
- Comentários
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15/11/2008 Por: Danúbia Pessoa | | Assisti por vários vezes, em alguns momentos não compreendia a fala dos atores. Na verdade da segunda vez consegui captar a essência do filme. Gosto de filme, sou uma excelente crítica de filmes. No dia-a-dia (atualmente) vemos que tudo virou arte muitas vulgo porcaria e estes filme está longe de ser considero uma (porcaria). Parabéns para o diretor, os atores e atrizes que foram capazes de nos mostrar os "movimentos" que somos capazes de ter. |
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30/11/2008 Por: Gibas | | Parece que gostaram porque é subversivo, desconcertante, chocante, e outros adjetivos que remetam a quebrar paradigmas. Isso é muito adolescente, muito lento, muito pequeno. Acredito que dá para provocar a reflexão com algo menos pretensioso e mais tangível. Não gostei do roteiro, achei previsível após os primeiros 10 minutos e muito chato, restam de bom a idéia central e a trilha sonora. Bem, para quem acha que a loucura e excesso responde e resolve tudo... Boa sorte. |
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20/02/2009 Por: Kika | | Brilhante! Retratar sexo, drogas e rock'roll diante do atual contexto hipócrita e moralista que (sobre) vivemos, abordando o movimento das causas e conseqüências sem algum maniqueísmo, foi fascinante! |
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30/11/2009 Por: Pedro Rodrigez (21 anos) | | O filme tem uma estética muito legal, que vai de uma obscuridade extrema auma clareza perturbadora. Uma narrativa interessante, fragmentada e as vezes caótica. Não pode-se dizer que é extremamente original, mas apresenta certo experimentalismo fugindo do padrão dos filmes brasileiros. Ele assume riscos e toma caminhos pouco trilhados. Ele não apresenta sexo explícito como disseram por aí, retrata orgias. Sim, abuso de drogas e decadência, mas não chega a ser chocante ou agressivo. Filme interessante, vale a pena ver, espero que influencie outros diretores brasileiros a assumirem riscos e saírem da zona de conforto. |
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02/02/2010 Por: Pedro Alexandre (32 anos) | | Diferente dos que comentaram acima, a verdade é um só, gosto não se discute, cada um com a sua opinião. Pois, todo filme tem algo a dizer... |
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07/04/2010 Por: Vinícius Maroch (29 anos) | Sabem o que é realmente NÃO VI, ÓTIMO, BOM REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? R: A maravilha da liberdade criativa e suas consequências. A partir de um ponto de vista surgem uma série, muitas vezes desconexos, porém, com uma carga magnífica de sentimentos. O filme é isso tudo que foi dito até agora nos comentários. Olha que barato: - Não entendo o que de maravilhoso viram nesta porcaria. Nojento, caótico, chocante, agressivo, sexo, drogas e rock'roll, previsível após os primeiros 10 minutos, uma obra de arte, totalmente poético, pervertido, alucinante e enigmático, assume riscos e toma caminhos pouco trilhados, abuso de drogas e decadência, etc. O filme é tudo isso. |
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01/06/2010 Por: Alexandre (34 anos) | | Nojento... |
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23/07/2010 Por: Samantha (26 anos) | | Do caramba! Puta filme! |
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14/08/2010 Por: Eugenio (43 anos) | | 43 anos de vida, muitos filmes brasileiros assistido em torno de uns 600, como esse, estou por ver, essa ideia foi simplesmente genial, algo parecido só ensaio sobre cegueira, enfim assistam, o tal de mateus como sempre entre os da sua geração disparado o melhor ator brasileiro. E pra não dizer que não falei das flores: FILME DO caramba com C maiúsculo. |
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19/08/2010 Por: João Paulo (25 anos) | | O que eu entendi é que os seres humanos estão se sentindo vazios por suas vidas, por seus dramas, por seus sentimentos e passaram a buscar algo superior para se libertarem e que pudesse preencher suas vidas. Talvez "A Concepção" é um movimento parecido com os hippies da década de 60. É um filme interessante, mas nada empolgante, pois não observei nada de surpreendente ou novo. As cenas de sexo, drogas, orgia podia chocar há 10 ou 20 anos atrás, mas hoje, acho que muitas pessoas entendam esses movimentos. Um ponto negativo é o áudio! E o ponto positivo é a fotografia! |
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12/09/2010 Por: Guilherme (16 anos) | | O filme é um tanto alucinante, pervertido e enigmático. Para mim ele não foi tão previsível como falaram acima. É um bom filme, mas ele ajuda um tanto para a fama do cinema nacional. |
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17/11/2010 Por: Cássia (23 anos) | | É pretensioso se você considera "a concepção" do filme como "filosofia". Sinceramente, quem acha o filme pretensioso não deve sequer ter entendido a ideia dele que é a de, através de uma metáfora, mostrar (e criticar) a crise de identidade do sujeito. A Concepção é isso. Não há nada de pretensioso nem uma grande filosofia no movimentos concepcionista dos personagens. É apenas um filme que trata de um problema social atual, a anomia do sujeito moderno (muitos diriam pós-moderno, LOL). |
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27/06/2012 Por: Débora (26 anos) | | O filme é muito ruim! Existem tantas outras formas de não seguir o padrão da sociedade, sem se matar, sem se denegrir. A única coisa que prestou no filme, foi a última música, dos "Secos e molhados". |
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16/01/2013 Por: Marconi (49 anos) | | Uma boa ideia perdida por um roteiro ruim e uma direção que quis ser moderna demais e perdeu o prumo. Adoro cinema brasileiro, mas esse filme só marca pela beleza da atriz (a atual professora Helena do "Carrossel") e pela bela trilha sonora. |
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23/02/2013 Por: Felipe (22 anos) | | Afinal bom filme sim muito bem feito e dirigido. |
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