
    
 DVD Chega de Saudade R$ 49,90
 DVD Laura; Suplício de uma Saudade; Um Barco e Nove Destinos R$ 63,90

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- Sinopse
A história acontece em uma noite de baile, em um clube de dança em São Paulo, acompanhando os dramas e alegrias de cinco núcleos de personagens freqüentadores do baile. A trama começa ainda com a luz do sol, quando o salão abre suas portas, e termina ao final do baile, pouco antes da meia-noite, quando o último freqüentador desce a escada. Mesclando comédia e drama, Chega de Saudade aborda o amor, a solidão, a traição e o desejo, num clima de muita música e dança.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Chega de Saudade Título Original:
Chega de Saudade País de Origem:
Brasil Gênero:
Drama Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 92 minutos Ano de Lançamento:
2008 Estréia no Brasil: 21/03/2008 Site Oficial:
http://www.chegadesaudadeofilme.com .br
Estúdio/Distrib.:
Buena Vista Direção:
Laís Bodanzky
- Elenco
Leonardo Villar ... Álvaro Tônia Carrero ... Alice Cássia Kiss ... Marici Betty Faria ... Elza Stepan Nercessian ... Eudes Maria Flor ... Bel Paulo Vilhena ... Marquinhos Elza Soares ... Crooner da banda Marku Ribas ... Crooner da banda Conceição Senna ... Aurelina Marcos Cesana ... Garçom Gilson Clarisse Abujamra ... Rita Luiz Serra ... Ernesto Miriam Mehler ... Nice Marly Marley ... Liana
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Comentários
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24/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Aurora Guedes | | Assisti ao filme dia 23 de março no Cine Roxy, adorei, é a mais pura realidade da mulheres maduras, sozinhas, carentes querendo ser feliz. Como já freqüentei alguns bailes de solteiros de media idade no Rio, consegui me transportar diante da riqueza da realidade do texto, do trabalho dos atores, das maravilhosas músicas, enfim, tudo. Parabéns para todos. |
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25/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Maria Valeria Perli | | Assistir o filme no UCI barra e gostei muito. Acho que não precisamos qualificar as mulheres mais velhas como desamparadas carentes mais felizes porque todos vão para lá e daí? Ser feliz Não Importa a Idade e sim o que vai dentro de nós fogo de ser mais e mais sem dizer coitada esta querendo ser Feliz. À medida que passa o tempo vamos adquirindo mais tudo em todos os anos de nossa vida é só fazer diferente e acontece, porque tinha um casal fazendo TUDO até melhor do que eram JOVENS sem nenhum Preconceito. Não É?Isto é Viver nem precisa ser jovem para tudo. Basta fazer. |
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27/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Flávia | | Já assisti duas vezes! |
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27/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Anne | | Fiz muita propaganda boca-a-boca do filme. Descobri que existe até um perfil no Orkut feito para a Bel (personagem da atriz Maria Flor) e já possui cerca de 1000 membros (deve ser bom para a divulgação). Errata: Ui! Vi acima a mensagem que postei dia 24 e preciso retificar que no lugar de EXTENSOS lê-se EXTENSIVOS e ESPECTADOR ( pelo amor de Deus!) é com "S". É isso que dá digitar com pressa! |
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27/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Roberto | | Ainda não assisti ao filme, mas pelo que li sobre o filme e o elenco super fantástico, que tem no filme, sem duvidas. Amo dançar, todos os ritmos, adoro nosso cinema brasileiro que cada vez MELHOR. Nos cinemas da minha cidade, ainda não esta passando. Parabéns A TODOS DESTA SUPER PRODUÇÃO E ATORES E ATRIZES. |
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27/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Roberto | | Sobre o filme vem dançar, com antonio bandeiras, simplesmente maravilhoso. |
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28/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Joaquim São Pedro | | O filme é uma extraordinária reflexão sobre a vida e os seus caminhos. A história se passa num ambiente denso, que se propõe a ser alegre (uma casa de baile), mas é sofrido pelo perfil das pessoas. Ali, as marcas da vida aparecem nos rostos das personagens (o enquadramento das câmeras é perfeito nesse sentido). Mas ali também há espaço para renovar esperanças, viver ilusões e vislumbrar expectativas. Há desilusão também. Impossível para cada um de nós, que vive a sua solidão de cada dia, não se vê nos personagens. Uma obra prima. A direção de Laís Bodanzky é perfeita. Um filme brasileiro para nos orgulhar. |
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28/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Michele | | Maravilhoso! Muito parecido com o comentado filme francês "Medos privados em lugares públicos". Sobre a necessidade do ser humano em construir relações. Não importa a idade, estamos sempre em busca do outro que nos acompanhara pelos caminhos a fora... Os atores estão divinos em seus papeis! Cinema Nacional, com muito orgulho sim senhor. |
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28/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Fernanda | | O mais interessante no filme é que ele se desvincula dos estereótipos que normalmente alimentamos acerca da "terceira idade". Laís Bodansky mostra com muita sensibilidade que há, sim, anseio pujante de viver e experimentar novas possibilidades, presentes na idade madura. Os ditos bailes da saudade possuem grande riqueza e belas lições de vida a que nós não costumamos atinar. O filme desmistifica certos preconceitos e enche nossos olhos com histórias emocionantes. Gostei bastante. |
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28/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: João Carlos | | O roteiro é leve e inteligente, a fotografia é muito bonita, a direção de Laís é competente e arguta e o elenco... Dá um show. Perfeito! |
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29/03/2008 Nota: Bom Enviado por: Sidnei | | Sabem me informar porque no cine Shopping Santa Cruz, faltam várias cenas, o que não acontece nos demais cinemas. |
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30/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Blanca | | Assisti ontem ao filme, que produziu em mim o efeito de uma catarse. Quanta beleza e sutileza na tela! Laís Bodanzky desperta em nós uma gama de emoções e nos torna rapidamente íntimos, cúmplices daqueles personagens tão singelos e ao mesmo tempo tão complexos ( os atores estão sensacionais). O filme funciona como um verdadeiro poema. Já me encantaria se tivesse vindo de fora, sendo produto brasileiro me deixou mais maravilhada. É revigorante prestigiar uma produção local que busca focar nas relações humanas especificamente. Já estava cansada de filmes nacionais com temáticas duras e ásperas! Às vezes me chateia a mania que certos cineastas brasileiros têm de querer SEMPRE transgredir, levantar a bandeira, promover o debate sobre os problemas da realidade social e realizar, muitas vezes, filmes que só eles compreendem ( e não acho que eu seja uma pessoa ignorante ou alienada). Cinema TAMBÉM pode primar pelo deleite, alegria, encantamento e, ainda assim, trazer em si grande apuro técnico e qualidade. "Chega de Saudade" nos dá tudo isso e mostra, de maneira sublime, o baile de todas as idades que é a própria vida. |
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30/03/2008 Nota: Não vi Enviado por: Andreia Delfine | | Não assisti ao filme, só vi o trailer... E já deu pra imaginar que é muito interessante... Estou na espera nos cinemas curitibanos... Parabéns Rodrigo Lopez sua atuação foi demais! |
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03/04/2008 Nota: Bom Enviado por: Guerreiro Parmezam | | O tema é fascinante. A balada da terceira idade, sem que esta esteja associada ao senso comum sobre a análise que se faz, atualmente, da velhice nos grandes centros urbanos brasileiros: ninguém vive de passado; ninguém vive da lembrança de um tempo e de uma saúde que se foi. Assim, chega de saudade! O filme é uma amálgama de vídeos-clipe. Vivos e teatralizados entre cotidianos e músicas. O ritmo, alucinante, deixa aqueles corpos enrugados mais repletos ainda de energia. A grande maioria dos atores já passou a casa dos cinqüenta verões, mas e daí? Sabiamente, eles fazem desse “detalhe” um motivo maior para se dar mais valor aos instantes, raros, de diversão. Em meio a flertes de dançarinos ansiosos – composto por uma maioria feminina – vai se desenhando angústias, seduções, decepções, sublimações, traições – enfim, parece que naquele baile o palco da vida se exibe em sua plenitude. Por trás de uma simples dança, se evidencia a auto-estima, a relação afetiva, o não carinho, a carência, a excitação. Uma noite pode ser a síntese, o começo e o fim de tudo. A obra parece promover uma justíssima homenagem, mesmo que indiretamente, a um magnífico grupo de atores veteranos e que a velhice só fez melhorar ainda mais suas respectivas performances. É realmente comovente. Cantores e dançarinos embalam uma trilha sonora de sentimentos. E nestes todos, vale reiterar que tais emoções transcendem a questão da idade. Ninguém ama menos porque se envelhece; ninguém se diverte menos; ninguém deixa de ter sonhos. Enquanto há vida, há desejos. Sobre este tema há um interessante contraponto: a mulher mais jovem do filme, que realmente mal saiu da adolescência é a mais triste e, como tal, vai ressuscitando pouco a pouco, na medida em que vai se inebriando com a predominante alegria do lugar. Mesmo assim, sua juventude é a medida de sua covardia, renunciada numa das últimas cenas do filme. “Chega de saudade” tira a velhice da periferia das histórias. Há nele um mundo por demais desconhecido, mas que realmente existe sim. É uma virtude, até histórica, tal obra apresentar este mundo. |
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03/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Tati | | Assisti a pré-estréia e amei! Tive uma experiência muito parecida com a da Bel ( Maria Flor), onde participei como voluntária na realização de uma baile para melhor idade, e confesso que nunca havia imaginado o universo de um salão de baile! É um mundo peculiar, com protagonistas únicos! Vale a pena ver... |
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04/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Júlia | | MARAVILHOSO! O filme reavivou minha crença na sétima arte brasileira. |
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05/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Maria Luiza | | Adorei o filme. Música, fotografia, direção interpretação, enredo, dou nota 10 geral. O enredo mexeu muito comigo, houve uma época em que freqüentei esse tipo de festa, e me identifiquei a cada cena. É igualzinho à realidade. É uma gama de tipos humanos que se vê nesses lugares. A solidão impera. A carência, a competição, tudo isso existe. O casado que trai ou tem liberdade é muito conhecido, está a procura de emoções fortes. A sempre rejeitada (Bety Faria está demais, e não foi possível acreditar que estivesse feia, só pode ter sido maquiagem) que se oferece como um pedaço de carne no açougue, é muito comum. O galanteador como o Stephan (brilhante) é envolvente, tem mesmo muita lábia (Cássia Kis comove com suas expressões). Nessas festas, ninguém é de ninguém, existe uma filosofia própria, vive-se, dança-se, torna-se um gheto. |
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05/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Shirley | | Realmente, quando ouço falar em filme brasileiro, coração dispara, já imagino favela, violência, pobreza. Trilha sonora escolhida com muita sensibilidade, não tem como não tocar o expectador (seja lá qual for sua idade). Os atores, claro, atuação envolvente e não poderiam ser outros; sinto que foram escolhidos a dedo. Resultado? Isso aí: sucesso, elogios atrás de elogios. PA-RÁ-BENS! Agora quero a trilha sonora do filme! |
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05/04/2008 Nota: Não vi Enviado por: Regiane Souza | | Ainda no vi, mas pra ouvi falar que é óptima e o importante e que é brasiliense. |
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06/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Nina | | Li recentemente uma entrevista da atriz Cássia Kiss no jornal O Estado de São Paulo em que ela se refere à Chega de Saudade como um p... Filme. Curiosa, fui assistir... E posso assegurar que ela tem a mais absoluta razão! O filme é emocionante do começo ao fim. Tudo funciona com a mais perfeita sincronia e a história é feita de belos e delicados momentos que nos mantêm inebriados como se estivéssemos de fato dentro do salão, num tipo de voyeurismo salutar. Claro, não posso deixar de destacar as interpretações memoráveis (todos os atores maravilhosos) e a direção mais do que competente da Laís Bodanzky. É um filme de detalhes, expressões, sentimentos, que me deu um orgulho enorme por ser produção nacional. Acho uma pena que ele só esteja passando em quatro cidades do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte), pois todo o Brasil merecia ter o privilégio de ficar também maravilhado como eu fiquei. |
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07/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Luiz Alberto | | Como cinéfilo que sou estou muito feliz com a atual safra do cinema nacional. Ao final deste filme tive vontade de levantar-me e aplaudir, excelente! |
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07/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Maria Luiza | | Maravilhoso, indiscritível. |
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10/04/2008 Nota: Não vi Enviado por: Sabrina | | Estou louca pra ver este filme, mas parece que no rio grande do sul, não vai rolar, em porto alegre, não esta passando estou revoltada! |
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11/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Bruno | | Um belo e oportuno contrapeso à tendência "mundo cão" vigente na cinematografia brasileira. O filme emociona da primeira à última cena. Nada como um olhar feminino para sensibilizar o nosso cinema! |
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17/04/2008 Nota: Não vi Enviado por: Neila | | Não vi o filme, mas li sobre ele e os comentários das pessoas que tiveram o privilégio de vê-lo. Gostaria que ele passa-se em Porto Alegre. |
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17/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Carmem Castro | | Chega de saudade. Não vi o filme mais vi trailer, mas o que vi dar para mostrar o que temos amar nossos filmes e eu vou atrás dele amanha, pois não passo mais um dia sem ver esse filme que só um pedacinho me encantou e me fez ir para uma escola de dança. Lindo. Nos somos o primeiro mundo, em filme e atores. Ame isso prova que deus nasceu no Brasil... Carmem. |
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19/04/2008 Nota: Bom Enviado por: Luiz Carlos Reis | | Um bom filme. Retrata, com uma fidelidade de freqüentador da vida circulante nesses bailes da vida, esses fatos que comovem a elite que provavelmente vai assistir e se encantar, e que acontecem até hoje, no dia-a-dia de pessoas comuns, que ainda não se renderam à inversão galopante dos valores e a insensibilidade dos que se deixam levar pelo comum, pela moda e pela apelação visual do vazio. |
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21/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Fernando Neves Cordeiro | | Na minha visão de estudante de Gerontologia o filme "Chega de Saudade", mais que um entretenimento destaca toda a problemática do envelhecente, que envolve desde a aparência física das pessoas que procuram se divertir em um baile em que predomina um numero de mulheres superior aos homens, o que demonstra a tendência mundial, gerando com isso novas características de comportamento e de relacionamento de uma sociedade de envelhecentes que querem se divertir e que possuem desejos e necessidades inerentes a todo ser humano com cenas de ciúme, amizade, raiva, ódio revolta, frustração, carência e a demonstração de um sentimento de carinho e amor, mas que conscientemente sabe que não pode progredir, ela se anula e se afasta, demonstrando nesta atitude consciente de amadurecimento emocional, a problemática que é a diferença de idades entre gerações, mas que valorizado com amor, carinho e respeito pelo ser humano. |
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27/04/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Vanusa | | Horripilante, deprimente! |
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04/05/2008 Nota: Ruim Enviado por: Soninha | | Ah, sinceramente me frustrei com o filme. Seu título é realmente chamativo para ser assistido por pessoas que pertence à terceira ou melhor idade que ao cinema vão em grupos ou pares e uma grande maioria, sozinha. Saí com um pressentimento de preconceito, porque vi a depreciação de um momento de lazer, está certo que abordou a problemática da socialização da terceira, suas frustrações, mas o que acontecia naquele baile não me parece o retrato da realidade, já vi bailes do gênero e captei a felicidade e o relaxamento que existe em quem os freqüenta, inclusive minha pessoa mesmo. Não foi legal mostrar que um jovem para dançar com uma mulher idosa, tenha que receber dinheiro assim como não foi legal o jovem dj se dirigir ao idoso como um velho safado só porque dançou com uma moça mais jovem... Enfim não gostei. |
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