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Jogos do Poder (Charlie Wilson's War) |
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- Sinopse
Drama baseado na experiência do congressista texano Charlie Wilson (Tom Hanks), que, mesmo sob disfarce, passou momentos tensos no Afeganistão. Wilson estava naquele país durante a guerra contra os soviéticos e manteve relacionamento estreito com os rebeldes afegãos.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Jogos do Poder Título Original:
Charlie Wilson's War País de Origem:
EUA Gênero:
Drama Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 97 minutos Ano de Lançamento:
2007 Estréia no Brasil: 29/02/2008 Site Oficial:
http://www.charliewilsonswar.net
Estúdio/Distrib.:
Paramount Pictures Brasil Direção:
Mike Nichols
- Elenco
Tom Hanks ... Rep. Charlie Wilson Amy Adams ... Bonnie Bach Julia Roberts ... Joanne Herring Philip Seymour Hoffman ... Gust Avrakotos Terry Bozeman ... CIA Award Presenter Brian Markinson ... Paul Brown Jud Tylor ... Crystal Lee Hilary Angelo ... Kelly Cyia Batten ... Stacey Kirby Mitchell ... Stoned Guy Ed Regine ... Limo Driver Daniel Eric Gold ... Donnelly Emily Blunt ... Jane Liddle Peter Gerety ... Larry Liddle Wynn Everett ... Charlie's Angels - Receptionist
- Trilha Sonora
“STOMP”
Escrita por Rod Temperton, Louis E. Johnson, George Henry Johnson, Valerie Johnson
Interpretada por The Brothers Johnson
“ANGEL OF THE MORNING”
Escrita por Chip Taylor
Interpretada por Juice Newton
“NEVER, NEVER GONNA GIVE YOU UP”
Escrita por Barry White
Interpretada por Barry White
“OPUS 1”
Escrita por Speedy West
Interpretada por Jimmy Bryant
“SIBONEY”
Escrita por Ernesto Lecuona
“PAKISTAN MARKETPLACE”
Escrita por E. Prion, O. Prion
Interpretada por E. Prion, O. Prion
“FAREWELL OF SLAVIANKA”
Interpretada por The Red Army Choir
“ISRAELI CAFÉ, NO. 3”
Escrita por Shai Hadad
Interpretada por Shai Hadad
“BAD GIRLS”
Escrita por Donna Summer, Joe "Beans" Esposito, Edward Hokenson, Bruce Sudano
Interpretada por Donna Summer
“LADIES NIGHT”
Escrita por George Brown, Robert Bell, Ronald Bell, James Taylor, Earl Toon,
Dennis Thomas, Claydes Smith, Meekaaeel Muhammad
Interpretada por Kool & The Gang
“LET'S DANCE”
Escrita por David Bowie
Interpretada por David Bowie
“THIS LITTLE LIGHT OF MINE”
Traditional, Interpretada por Mavis Staples
- Imagens do Filme

- Trailers
Veja aqui o trailer do filme em Windows Media Player. Veja aqui o trailer do filme em Quicktime. - Comentários
| 1 |
21/01/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Rêêê | | Muito bom o filme, inteligente, com diálogos bons, história política interessante e mostra como USA criou suas cobras no Oriente Médio. |
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23/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Guilherme Duarte | | Adorei o filme... Além de uma boa diversão com astros impecáveis, o filme ainda se torna uma aula de história sobre os problemas do oriente médio com uma certa pitada de anti-americanismo! |
| 3 |
23/02/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Rodrigo-uberaba | | De fato o filme é muito bom, o ideal é assisti-lo duas vezes, pois os diálogos são muito intensos. Ele conta a história sobre os conflitos afegão e a ex-união soviética ('80) e a intromissão americana, com financiamentos armamentistas de rebeldes, mostra a politicagem capitalista americana e nos mostra mais uma vez que a guerra dá lucro e a paz, a re-construção, a educação sempre estarão em segundo plano. |
| 4 |
07/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Guerreiro Parmezam | Demorou, mas até que enfim Hollywood resolveu exibir parte dos esqueletos, produzidos pelos próprios norte-americanos, responsáveis naquilo que iria ser o maior atentado de todos os tempos: o 11 de setembro. Certamente, a melhor sinopse do tema do filme é a última frase da obra, apresentada escrita, cujo autor dá nome ao título original (Charlie Wilson's War) : “ (...) no final, fizemos porcaria!” O filme parece, somente parece relativamente inocente, assim como seu protagonista. Charlie Wilson é um parlamentar bon-vivant, que troca bons vinhos por doses cavalares de uísque. Aquilo que era inocente, o tal congressista e até a própria participação dos EUA no conflito que envolveu o antigo império soviético e o Afeganistão, vão ganhando ao longo da obra, de forma irresistível, uma envergadura de bola de neve, que acaba finalmente causando a humilhação de uma força militar até então imbatível, o Exército Vermelho. A grande sacada do filme não é superestimar a vitória do capitalismo ao final da Guerra Fria ou a incompetência dos comunistas durante a ocupação soviética ao Afeganistão e sim exibir os bastidores do poder onde foi construída, quase que de forma tosca, a intervenção indireta dos norte-americanos no conflito, envolvendo uma inimaginável aliança entre judeus e árabes, um parlamentar inexpressivo e hedonista, um decadente agente da CIA e uma milionária texana. Além disso, e muito provavelmente sendo o grande mote do filme, o papel dos EUA em gerar uma criatura que num futuro próximo iria atacar – como sempre – seu criador: os fanáticos muçulmanos que receberam treinamento e suprimentos militares do Tio Sam. A obra, embora não didática nos assuntos de geopolítica e recheada de multicontextos internacionais, é divertidíssima! Tom Hanks parece perfeito no papel de político mulherengo, com cara e expressões tipicamente yankees. Julia Roberts é sempre linda e competente... Mas o grande destaque fica por conta de Philip Seymour Hoffman, o estressado e ágil “filho de plantadores de maça”. Barrigudo, seu personagem é naturalmente engraçado e rouba praticamente todas as cenas em que aparece. Os diálogos são extremamente inteligentes e o diretor soube muito bem explorar o talento preciso de seus atores principais, dando ênfase aos argumentos. Tais diálogos nos fornecem um bom cenário do clima maniqueísta que compunha a polarização entre norte-americanos e soviéticos. Vale muito citar as cenas onde ocorrem os ataques, tanto por parte dos soviéticos em helicópteros, quanto por parte dos “guerreiros sagrados” islâmicos, em lança - mísseis portáteis, tendo ao fundo uma trilha sonora criando um clima épico para as seqüências. Imagens reais se confundem com o ficcional e a obra produz grande apelo de resgate histórico. Para os norte-americanos mais tradicionais e/ou republicanos, o filme deixa um incômodo questionamento: gastar centenas de milhões de dólares em armas e negar uma esmola para investimentos educacionais numa terra onde o próprio protagonista adverte: “metade da população tem menos de 14 anos. ” A ausência e até mesmo desprezo dos Estados Unidos armou uma bomba-relógio que explodiria uma década depois. |
| 5 |
08/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Sérgio Fernandes | | As pessoas falam mal do "imperialismo" americano, mas não enxergam a desgraça que foi o imperialismo soviético. Impressionante o inconsciente coletivo: o comunismo é bom, o ruim são os EUA. Coisa de doido! |
| 6 |
28/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Krika | | Adorei o filme. Ótimos atores, diálogos bem humorados e surpresas ao longo da trama. Quem imaginaria tais alianças? Ótima aula de história. Vale ler a crítica acima, do Guerreiro Parmesan. |
| 7 |
24/04/2008 Nota: Regular Enviado por: Daniel de Medeiros | | Poderia ter sido um documentário. Sinceramente esperava mais, o filme é lento. Apesar de ótimos atores o filme não engrena, porém é bastante instrutivo para quem não sabe como ocorreu todo o processo entre os EUA e o Oriente médio. |
| 8 |
20/05/2008 Nota: Bom Enviado por: Jean Carlos - Osasco | | Filme muito bom, Tom Hanks, dispensa comentários, incorpora os seus personagens como poucos... Acho que este filme só prova que os americanos são realmente uns imbecis, que se acham os donos do mundo, pois tiveram a incrível competência de humilhar o até então temível e tido como imbatível império soviético, e depois conseguiram ter a incrível falta de sensibilidade de se preocupar em reconstruir o que eles mesmo ajudaram á destruir, depois que eles conseguiram o que queriam, eles simplesmente deram o caso como encerrado, e esta não foi a primeira nem será a última vez que eles fizeram isto, haja visto o que fizeram com o Iraque... |
| 9 |
06/07/2008 Nota: Péssimo Enviado por: Denti | | Horrível. Chato! |
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