
   
 Sampa Crew: DVD 21 Anos de Balada


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- Sinopse
No fim do século XIX, em um pequeno vilarejo japonês, o morador que completa 70 anos de idade deve subir ao topo de uma sagrada montanha e aguardar por sua morte. Aquele que se recusa a cumprir a tradição, traz a desonra para sua família. Mas para Orin (Sumiko Sakamoto), uma senhora de 69 anos, procurar uma esposa para o seu filho mais velho, Tatsuhei (Ken Ogata), é mais preocupante do que cumprir a amarga tradição. Vencedor da palma de Ouro no Festival de Cannes em 1983, balada de Narayama é um belo e sensível filme do diretor Shohei Imamura, o primeiro realizador japonês a receber duas Palmas de Ouro no Festival.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Balada de Narayama Título Original:
Narayama-bushi kô País de Origem:
Japão Gênero:
Drama Tempo de Duração: 130 minutos Ano de Lançamento:
1983 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção:
Shôhei Imamura
- Elenco
Ken Ogata ... Tatsuhei Sumiko Sakamoto ... Orin » Ver todo o Elenco...
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- Comentários
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10/04/2009 Por: Angelica | | Assisti em 1994 na UEM-PR no curso de Psicologia na disciplina de Psicologia social gostei muito, pois mostra os aspectos culturais, bem como a falta de escolha para com a morte e a triste realidade sem opções por parte dos familiares. |
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11/07/2009 Por: Edivânia (46 anos) | | Cenas impactantes de crueldade não só com os idosos, mas também com recém-nascidos e quem eles julgassem que deveria morrer, tudo em nome da sobrevivência. Para mim, o filme mostrou a miséria d'alma, a falta de altruísmo. Chocante, mas não para julgamentos, e sim para pedirmos a misericórdia de Deus sobre as nossas vidas para que não façamos igual em nossa sociedade de maneira disfarçada. |
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20/07/2009 Por: Mcdias (41 anos) | | O filme mexe com o ser humano. Explicita sentimentos ocultos primitivos. Leva-nos revisar valores morais e como são estabelecidos. Choca, revolve, instiga. Cada cena remete-nos a uma situação real, atual. Viceral e ao mesmo tempo clean. Impactante. Bela fotografia. Didático e escatológico. Amei. |
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03/10/2009 Por: Abediel Correia (62 anos) | | Esse filme é muito instrutivo, de profundo ensinamento, nos mostra o que nós seres humanos fazemos para sobreviver. É imperdível. Nota 10. |
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21/03/2010 Por: Arnaldo (56 anos) | | Filme necessário para entendimento das diferentes culturas ao longo dos tempos. Este é um clássico japonês, longe de ser filme comercial. |
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06/06/2010 Por: Márcia (33 anos) | | Um dos filmes mais profundos e emocionantes que já vi. Deixou imensos ensinamentos sobre a existência humana e valoroso conhecimento sobre a cultura e contexto daquela maravilhosa civilização. Recomendo a todo o ser humano assistir. E, a cada vez que o assistimos conhecemos numerosos detalhes e faces desta obra tão rica. |
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08/07/2010 Por: Clayton (30 anos) | | Pelo jeito, serei o primeiro a "detonar" o filme: não gostei, porque o achei "inchado", um conjunto de exageros repetitivos (como o sexo e a sujeira) que pretendiam apenas mostrar a vida em sociedade e suas mazelas. Pareceu-me mais um filme de filósofos, sociólogos, antropólogos, discutindo de forma prolixa um tema que, como qualquer outro, pode ser tratado de forma simples, objetiva e, ainda assim, bela. |
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27/07/2010 Por: João Nunes (63 anos) | | Vi o filme hoje, aliás revi, pois assisti em 1983, quando tinha 37 anos. Hoje beiro os 64 anos, e não recordo ter visto tão bela fotografia, mesmo tendo sido feito há tanto tempo. A história enaltece o respeito aos costumes, até exagerados, de algumas civilizações orientais, esmerando-se na valorização da hierarquia familiar. |
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01/05/2011 Por: Elvira Akchourin Nascimen (56 anos) | | O filme ajuda a compreender melhor alguns hábitos dos habitantes das áreas rurais japonesas. A fotografia é linda. A atriz que vive a anciã tem uma atuação sensível. A cena que me marcou foi quando a idosa, querendo apressar a queda dos dentes, os bate numa pedra, e pede para ser levada para o alto da montanha, para não mais dar trabalho aos parentes. Ajuda também a mostrar a importância das gerações mais velhas na sociedade oriental. |
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31/08/2011 Por: Carlos (50 anos) | | Ótimo filme - um clássico! |
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29/09/2011 Por: Sofistas (39 anos) | | Ótimo. Estava procurando um filme com hábitos diferentes para mostrar aos alunos. Pelas cenas de sexo, não devo mostrar, mas para mim serviu e muito. Vou recomendá-lo para amigos. Mostra como há vários costumes totalmente estranhos a cultura ocidental. Embora, aqui no ocidente, não levamos nossos idosos para montanhas, mas o levamos para asilos. Indiretamente é a mesma coisa! |
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01/01/2012 Por: Éleéfe Pê Cê (40 anos) | | Um dos mais belos e viscerais filmes que já assisti, retratando o ser humano em uma de suas facetas mais difíceis, a existência e seu fim, a consciência do lugar social, a falibilidade e a miséria humanas. Foi impossível não chorar. Impactante! |
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04/01/2012 Por: Victor (54 anos) | | Vi este filme na altura. Já lá vão larguíssimos anos e nunca - nunca! - mais me esqueci da magistralidade do retrato social. Não é um filme que se possa esquecer, porque está sempre actual. Claro que as montanhas de hoje são os lares de idosos: por muito que os familiares tentem dourar a pílula, é, normalmente, amarga. Mas também as reflexões sobre os limites dos recursos nos devem fazer meditar nas causas da actual crise económica generalizada - eles são escassos e se alguém nos diz que não, está a enganar-nos. |
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23/02/2012 Por: Juliana (29 anos) | | Não gostei do filme! Fiquei chocada com as cenas. Acho que não precisava de tantas cenas de sexo animal para falar de um assunto simples, que pode ser falado, ou explicado de maneira menos chocante! |
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24/02/2012 Por: Visconde de Sabugosa (50 anos) | | O tema do filme está calcado nos costumes de uma população tribal japonesa: o seu lidar com a morte, as referências culturais e o sexo. A par disso tudo, há uma conexão com os elementos naturais o tempo inteiro, fazendo assim uma simbiose entre a cultura nipônica (milenar) e o ecossistema. Não fosse um certo arrastar do filme, a opacidade de algumas cenas (impossíveis de serem visualizadas) e a presença algo barroca de alguns personagens, eu daria nota 8 (oito). Então, aqui vai o meu 5 (cinco). |
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