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A Massai Branca (Die Weisse Massai) |
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- Sinopse
Em seus dias de férias no Quênia, Carola (Nina Hoss) apaixona-se por um guerreiro Lemalian, Samburu (Jacky Ido), que chama atenção por suas armas e roupas tradicionais. Fascinada, Carola cancela seu vôo de retorno de uma forma impulsiva e manda seu namorado (Janek Rieke) voltar sozinho para a casa. Ela fica no Quênia e inicia uma busca para encontrar Samburu.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Massai Branca Título Original:
Die Weisse Massai País de Origem:
Alemanha Gênero:
Drama Tempo de Duração: 132 minutos Ano de Lançamento:
2005 Estréia no Brasil: 21/09/2007 Site Oficial:
http://www.dieweissemassai.film.de
Estúdio/Distrib.:
Europa Filmes Direção:
Hermine Huntgeburth
- Elenco
Nina Hoss ... Carola Lehmann Jacky Ido ... Lemalian Katja Flint ... Elisabeth Antonio Prester ... Pater Bernardo Janek Rieke ... Stefan Helen Namaso Lenamarken ... Lemalians Mama Nicolas Sironka ... Mini-Chief Damaris Itenyo Agweyu ... Asma Barbara M. Ahren ... Carolas Mutter Robert Dölle ... Frank Barbara Herschbach ... Jenny Morgan Lematampash ... Tom Kiriniyaga Lenamatiyo ... John Christine Namkuny ... Saguna John Erick ... Mike
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

- Trailers
Veja aqui o trailer do filme em Windows Media Player. Veja aqui o trailer do filme em Quicktime. - Comentários
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19/10/2007 Nota: Ótimo Enviado por: Patricia M | | Nossa, quando eu vi a sinopse não achei nenhuma graça. Pensei que fosse bobo e lento, mas o meu namorado baixou e eu resolvi assistir com ele... Adorei o filme, muito bom, mostra a cultura dos massais. Muito bom mesmo. Nota 10 |
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14/01/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Tarcio Machado | | O filme é ótimo, gosto das culturas da África e também uma lição de vida e quanto ao comentário acima por favor assista o filme original assim você não perde qualidade e não ajude a pirataria. |
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19/01/2008 Nota: Bom Enviado por: Rejane | | Desde que vi o trailler acreditei que gostaria do filme. Achei interessante conhecer a cultura deste povo. Bonita história. |
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20/01/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Suicide... | | Muito bom, relata bem a diferença cultural, no caso com uma história verídica de amor, e mostra um pouco da vida "selvagem" das tribos Africanas. |
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13/02/2008 Nota: Bom Enviado por: Suzana | | Nossa que coragem! Achei a história muito interessante, para ver como existem pessoas que fazem loucuras (põe loucura nisto) por amor! |
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21/02/2008 Nota: Bom Enviado por: João Bernardes | | Bom dia, o filme tem fotografias fortes que é uma apreciação ao filme. Os atores são desconhecidos, mas carregam o filme com uma química perfeita. Destaque para os olhares trocados que não precisa dizer nada... |
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12/03/2008 Nota: Bom Enviado por: Paulo Cesar | | Assisti ao filme, meus comentários é. Para a mulher branca européia, amor e carinho e tolerância. Para a mulher negra africana somente intolerância, estupro e mutilação vaginal. Nossa os negros africanos não tem vergonha na cara. Nota 8 para o filme por mostrar a realidade africana. |
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23/03/2008 Nota: Não vi Enviado por: Norma | | Infelizmente, ainda não assisti. Pelo que li, é um tipo de filme que mostra culturas diferentes se interagindo; espero em breve assisti-lo. |
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30/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Sidia Grando | | Um filme forte e emocionante. O amor incondicional da personagem, sua força e coragem já bastam para que este filme fique guardado em um lugar especial no coração quem acredita do amor. |
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30/03/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Rose | | A atriz Nina Hoss, ganhadora do urso de prata de melhor atriz do festival de cinema de Berlim 2007, esteve em Belém-PA para divulgar seu filme e antes da apresentação do mesmo ela concedeu uma entrevista de 30 minutos para os presentes. Foi muito interessante. Quanto ao filme confesso que ao ler o título não fiquei muito entusiasmada, mas depois de assisti-lo gostei muito, um filme forte, história verídica que relata o choque de 2 culturas totalmente distintas. |
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04/04/2008 Nota: Péssimo Enviado por: JackO | | É um filme interessante, especialmente quando é visto sob o aspecto antropológico da questão. A raça branca (Representada por uma mulher suíça com um puta "furor uterino") invade novamente a áfrica, vira novamente a cultura local de cabeça pra baixo, humilha o homem que escolheu para viver, vai embora e ainda carrega a filha que teve com o cara para a Europa... O roteiro é lamentável, para se dizer o mínimo, mas tudo fica interessante se for interpretado como um conto sobre a dominação branca... |
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14/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Malu | | Achei um filme fascinante, um choque de culturas, mostra o aspecto rudimentar ainda do homem, o tratamento para com a mulher, a mutilação, o descaso e a pobreza, a castas etc... Muito bom, um filme para ter... Nota 10. |
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19/04/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Franciely Gonçalves | | Simplesmente me apaixonei... Gostaria de ter vivido o mesmo que ela... Por amor já fiz algo parecido... Mas não pude persistir com o meu "massai"...um espetáculo... |
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31/05/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Keila | | Especial, até incrível no entanto algumas cenas me deixaram um pouco constrangida, mas foi um sucesso me apaixonei, é uma enorme diferença entre eles e ela queria ele tanto que mudou pra ele e ele acabou perdendo um grande amor... Foi um drama romântico e sofredor. Sem dúvida nota 10. |
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20/07/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Mila | | Fiquei impressionada quando assisti ao filme pela primeira vez. Simplesmente emocionante! Gostaria que o amor continuasse, porém, com vidas e culturas tão diferentes, o final só poderia ser aquele. Nota 10 sem dúvidas! |
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23/08/2008 Nota: Bom Enviado por: Luiz | | Bom filme, baseado numa história real, como tem gente doida e desequilibrada neste mundo esta personagem representa bem o que foi esta mulher uma doida! |
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27/08/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Fernanda | | O filme é maravilhoso... Ela foi corajosa em largar a civilização para viver praticamente como um bicho do mato. |
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18/09/2008 Nota: Regular Enviado por: Carolina | A atração pelos opostos, de forma extrema, é uma das questões básicas levantadas por A Massai Branca: até que ponto são suportáveis os choques culturais vividos por uma européia branca de formação capitalista e um pastor de cabras africano que habita uma comunidade nas montanhas? Até onde pode chegar a determinação de uma pessoa disposta a abandonar todas as suas raízes por amor? Ou seria apenas uma obsessão? Uma vontade desesperada de mudança? Essa crítica de Pablo Vilaça procura responder essas questões e diz bem do que eu achei do filme: "É difícil analisar A Massai Branca sem levar em consideração a forma perigosa com que o filme nos obriga a enxergar seus personagens, forçando um julgamento de caráter que se baseia mais em preconceitos do que em uma visão imparcial dos acontecimentos – e a ótima utilização de figurantes locais, que empresta um caráter pseudo-documental ao longa, é mais uma maneira de tentar conferir verossimilhança a uma narrativa maniqueísta. Quando a história tem início, somos apresentados a um casal de suíços em visita ao Quênia, Stefen (Rieke) e Carola (Hoss). Certo dia, eles conhecem dois guerreiros massai e Carola imediatamente se encanta com um deles, o altivo Lemalian (Ido). O encantamento é tão intenso, aliás, que ela abandona o namorado e parte em direção à tribo do nativo, com quem acaba se envolvendo. Porém, o atípico relacionamento já surge enfrentando obstáculos, já que a miséria e o machismo reinantes no país colidem com os costumes e o espírito independente da moça – que, desafiando nossa percepção inicial sobre sua fragilidade, revela-se uma figura determinada e valente, que, como tantas outras mulheres semelhantes, parece ter tragicamente escolhido o homem errado. Se o parágrafo anterior fez com que você imediatamente visualizasse Carola como uma mulher digna e estóica que sofre por um indivíduo que talvez não a mereça, não se espante: é isto que A Massai Branca parece incentivar. O problema – e aí vem a revelação-chave que deve ser levada em conta para que possamos manter uma perspectiva adequada – reside no fato de que o roteiro foi inspirado na autobiografia da suíça Corinne Hofmann, oferecendo, portanto, uma interpretação obviamente suspeita sobre os acontecimentos narrados. Para constatar isto, diga-se de passagem, basta notar que os sentimentos e motivações da protagonista são apresentados claramente por uma narração em off (que depois é abandonada sem qualquer explicação, vale apontar), ao passo que todas as conversas mantidas pelos massai são deixadas sem tradução – o que é utilizado para ilustrar a sensação de isolamento de Carola, o que é compreensível, mas que acaba injustiçando Lemalian ao impedir que possamos conhecê-lo melhor. Aliás, ao falar sobre o marido em certo momento, a moça reclama: “Às vezes, sinto que não o conheço” - numa suavização hilária de sua situação. Pois o fato é que Carola não sabe nada sobre seu marido ou a cultura massai, como comprova seu choque ao constatar a prática terrível e desumana da clitorectomia nas garotas que atingem os 15 anos de idade. Aliás, o que a levou a se interessar tanto por Lemalian, afinal de contas? A imponência do sujeito? Sua beleza física e a aparência viril? A diferença de culturas? Infelizmente, o filme não se preocupa em esclarecer esta importante questão, deixando a impressão de que a atração de Carola era puramente física – o que demonstra uma superficialidade chocante por parte da moça. E por que uma mulher inteligente e independente como aquela aceitaria ser tratada de maneira tão machista, submetendo-se a caminhar atrás de “seu homem” e a ser tratada quase como um mero receptáculo de sêmen? Ora, se ela não percebeu o que a esperava mesmo depois de um primeiro “encontro íntimo” desastroso, certamente deveria ter se dado conta das brutais diferenças culturais ao ver o namorado bebendo o sangue de uma cabra, mas mais uma vez o roteiro nem tenta explicar os motivos por trás da persistência da moça. Por que tentar encontrar justificativas racionais para uma paixão fulminante?, poderão questionar alguns. Porque o envolvimento entre Carola e Lemalian forma a base da narrativa – e acreditar na intensidade de um relacionamento tão curioso sem compreender o que o torna tão forte é tarefa impossível. Sim, talvez Carola tenha idealizado o “guerreiro” massai, mas esta visão romântica não sobreviveria à constatação de que, na realidade, aqueles guerreiros nada mais eram do que simples pastores. E se a fantasia da suíça dizia respeito à virilidade de Lemalian, provavelmente a primeira (e rápida) transa do casal demoliria tais ilusões. Infelizmente, nem mesmo a possibilidade de que Carola queira simplesmente abraçar outras culturas sobrevive, já que ela demonstra estar determinada a “domesticar” o parceiro – e há uma cena, em particular, na qual ela parece treinar Lemalian para que ele se transforme em uma máquina de fazê-la gozar (o que mais uma vez aponta para a hipótese de que o relacionamento é fruto de um simples fetiche: ir pra cama com um “selvagem”). O fato é que o filme tenta obrigar o espectador a investir emocionalmente num relacionamento que não envolve carinho, conversa ou mesmo amizade – e, no processo, somos levados a condenar o massai por estes problemas. Ora, Lemalian pode até se transformar num Jake LaMota queniano em função de seu ciúme, mas não é um sujeito mau. Se demonstra intolerância ao ver Carola conversando com outros homens, isto é fruto de uma cultura patriarcal por excelência; acreditar que poderia mudar todas as tradições locais é uma demonstração de arrogância tipicamente primeiro-mundista por parte da moça. Não que as atitudes do guerreiro mereçam nossa compreensão incondicional (é irritante, por exemplo, sua mania de afastar-se ao sinal de qualquer contrariedade, obrigando Carola a persegui-lo suplicante), mas tampouco devem ser julgadas sumariamente sob nossa ótica de “homens civilizados”. O lamentável é que o maniqueísmo encontra-se presente em A Massai Branca do início ao fim. Para tentar convencer o espectador de que Carola toma a decisão acertada ao permanecer no Quênia, por exemplo, a cineasta Hermine Huntgeburth roda todas as cenas ambientadas na Suíça em interiores e com tons frios e pouco convidativos, chegando ao ponto de encenar um jantar com a família da protagonista com o som claro de um relógio ao fundo para salientar a falta de calor humano daquelas pessoas – algo que é contraposto às cores quentes e às locações em externa das seqüências na África. Em contrapartida, a diretora faz um belíssimo trabalho ao criar duas angustiantes cenas de parto sem apelar para clichês ou uma trilha sonora carregada. Sem jamais conseguir convencer o público de que torcer pelo casal principal é algo que vale a pena (sempre temos a sensação de que ele vai acabar espancando a moça ou de que esta vai abandoná-lo sem cerimônias), A Massai Branca ainda tenta nos fazer aceitar que a atitude terrivelmente egoísta tomada por Carola nos momentos decisivos da narrativa foi a mais acertada – quando, na realidade, apenas demonstra definitivamente sua visão arrogante de européia “civilizada” que nada deve aos africanos “selvagens”. E o pior: o filme parece esperar que compartilhemos de seu julgamento preconceituoso e aplaudamos o veredicto de que, apenas por serem quem são (leia-se: nativos de uma tribo africana com cultura própria), Lemalian e seus conterrâneos não têm quaisquer direitos e merecem nosso desprezo incondicional. Pois tomarei a liberdade de reservar este sentimento de desprezo para Carola (digo... Corinne) e a cineasta Hermine Huntgeburth, que, apesar de tão “sofisticadas”, demonstram uma intolerância cultural alarmante. " E é isso. Não gostei e nem desgostei do filme. Ficou no meio a meio. Só vou dizer uma coisa: Essa mulher devia pensado, antes de fazer tamanha doideira com a própria vida, que Tarzan e Jane só existem em livros e filmes. |
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20/09/2008 Nota: Ótimo Enviado por: Camila | | Ontem eu assisti este filme pela primeira vez, e olha que ele, já estava na minha casa a algum tempo, mas não tinha me chamado a atenção pelo nome, mas quando eu vi este, fiquei impressionada, a cultura massai, os costumes deles, me deixaram sem palavras, coragem daquela mulher suíça, de larga tudo, por um homem que ela nem conhecia, eu gosto muito de filme baseado em historias reais. Mas confesso, que fiquei um pouco chocada, este filme é muito interessante. |
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