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 LIVRO É Difícil Encontrar um Homem Bom
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- Sinopse
John Halder (Mortensen) é um homem bom e decente que tem uma família problemática. A esposa é neurótica, os filhos são exigentes e uma mãe doente. Professor de literatura, Halder explora as circunstânia de sua vida pessoal num romance no qual defende a eutanásia. Quando o livro é subitamente inscrito numa lista de apoio à propaganda do governo, Halder vê sua carreira ascender numa corrente de nacionalismo e prosperidade. Mas é a partir disso que as escolhas de Halder causarão efeitos devastadores.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Um Homem Bom Título Original:
Good País de Origem:
Inglaterra / Alemanha Gênero:
Drama Classificação etária: 12 anos Tempo de Duração: 99 minutos Ano de Lançamento:
2008 Estréia no Brasil: 25/12/2008 Site Oficial:
http://www.goodthefilm.com
Estúdio/Distrib.:
Imagem Filmes Direção:
Vicente Amorim
- Elenco
Viggo Mortensen ... John Halder Jason Isaacs ... Maurice » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

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- Trailers
- Comentários
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06/11/2008 Por: Magalhoeira | | Sobre este filme eu posso dizer - EU VOLTAREI! |
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03/01/2009 Por: Guerreiro Parmezam | | Muito se tem questionado sobre a legitimidade do título deste filme, sendo ele em português ou ainda mesmo no original em inglês – “God” -, pois a sensação que temos depois de assistir ao filme é que faltou, no mínimo, um ponto de interrogação junto ao nome da obra. Este é mais um filme sobre a Alemanha hitlerista, só que desta vez o foco não é a Segunda Guerra e sim a crise de consciência do protagonista do filme, representado brilhantemente por Viggo Mortensen, no papel de um professor de literatura que se vê “engolido” pela ideologia nacional-socialista após a ascensão do partido ao poder, em 1933. É bastante interessante notar que a abordagem que o cinema faz do Nazismo é profundamente coerente com a recente história das relações geopolíticas mundiais. Sendo assim, atualmente, o cinema tem se debruçado sobre o grau de envolvimento do povo alémão junto ao regime de Terror implantado pelos nazistas e, vez ou outra, percebemos que há uma profunda necessidade de se expor que nem todos os alémães eram favoráveis à barbárie ou ainda que, mesmo durante o auge do poder de Hitler, alguns homens e mulheres ousaram se indignar ou até mesmo se revoltar, transformando-se em espécies de mártires redentores do “mea-culpa” alémão. Se essa foi a intenção de “Um homem bom”, podemos concluir que ela não foi bem sucedida, pois o professor Halder (Mortensen), mesmo envergonhadamente empunhando a farda preta da SS, aproveita-se muito bem das benesses do poder a partir do momento que, gradativamente, vê seu prestígio crescer junto à elite nazista. Sua tese sobre a eutanásia cai com uma luva aos propósitos darwinistas sociais do partido. Seria o filme então uma tentativa inversa do “mea-culpa” alémão? Embora Halder seja descrito, pelo menos até 1933, como um homem íntegro e devotado à problemática família e ao trabalho, percebemos uma evidente erosão moral do personagem a partir do momento em que cai nas graças do Fuher. Como pano de fundo de tal degeneração ética do personagem, assistimos a escalada da política “higienista” nazista junto aos judeus e aos deficientes físicos, fatos que resvalam em cheio à vida do protagonista, já que o mesmo tem a esposa e mãe doentes e seu principal amigo é um psicanalista semita. O conflito do professor transborda a questão moral e mesmo chegando à questão pessoal ainda assim não é suficiente para um ato de redenção. Halder oscila entre a relutância e a vergonha acovardada. Mortensen dá um show, pois cabe ao mesmo representar essa crise de consciência, ação nada fácil em termos de atuação. |
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23/03/2009 Por: Paulo | | Justamente, esse é o "gancho" do filme e a causa do nome. Seja por cegueira, covardia ou ignorância, "Um Homem Bom" nos faz refletir que até mesmo pessoas corretas, inteligentes e devotadas à família não estão livres de se tornarem o oposto daquilo em que acreditam, quando confrontadas por uma força com a qual não conseguem lutar. |
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19/05/2009 Por: Edmar (34 anos) | | Um filme bem reflexivo, Viggo Mortensen mais uma vez comprovando ser ótimo ator. |
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23/05/2009 Por: An (18 anos) | | O filme, como todo filme do gênero dramático e, especialmente, como toda obra baseada na história da triste fase nazista alemã no sec passado, e realmente triste... Acredito que a escolha do título foi, de certa forma, incoerente com o filme em si, uma vez que o personagem muda, começa como um homem admirável que, mesmo enfrentando sérios problemas pessoais, mantem-se decente e fiel a seus preceitos... No decorrer do filme muita coisa muda! E estarrecedor ver a corrosão da moral humana... Apesar de uma possível (?) redimição do personagem na história... |
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01/06/2009 Por: Magalhoeira (99 anos) | | Um filme Bom. |
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12/06/2009 Por: Lincoln (34 anos) | | Bom filme, só deixa a desejar no final, pela trama e pelo desenrolar da história, deveria ter tido um outro final... Mas vale a pena, foi dirigido por um brasileiro... |
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14/06/2009 Por: Renato (29 anos) | | Muito bom o filme, recomendo. |
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15/06/2009 Por: Sérgio Araújo Caldas (47 anos) | | Filme mediano. História de um professor intelectual que aos poucos vai sendo cooptado pelo regime nazista. O filme não explica muito bem a transformação do personagem, que se transforma num oficial da SS, nem tampouco a ajuda a um amigo judeu, perseguido pelo regime. Na cena do campo de concentração, não ficamos sabendo se ele se arrependeu, por que ficou estupefato, arrependido, etc. O filme acaba abruptamente. |
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06/07/2009 Por: Lílian (57 anos) | | O filme tem uma sequência lógica em seu começo e desenvolvimento, contudo, o final fica sem sentido quando se percebe que ele (o personagem) não ajudou ninguém e se acovardou diante das circunstâncias. |
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08/07/2009 Por: Eliane (34 anos) | | O filme vai muito bem até seus 75%. A parte final me pareceu preguiçosa... |
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12/07/2009 Por: Elaine (33 anos) | | Achei que o título não tem muito a ver com o filme. Também achei o filme meio parado. |
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26/07/2009 Por: Francisco Paulo (57 anos) | | Filme apenas regular, com um final estapafúrdio. Merecia um desfecho melhor e mais criativo, para passar de regular para bom. Eu acho que é estilo do Vicente Amorim. Embora seu outro filme Caminho das Nuvens seja um pouco melhor, o final é também sem pé nem cabeça. |
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15/11/2009 Por: Jales Pinheiro do Amaral (36 anos) | | O tema é importante, com certeza. Mas é diluído numa trama lenta e enfadonha, que só no final desperta algum interesse. O filme não tem emoção e usa de recursos que mais aborrecem do que fazem refletir, como os delírios musicais do protagonista. Nota 4,0. |
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