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Garapa |
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- Sinopse
Documentário sobre a questão da fome no Brasil, sob o ponto de vista de três famílias cearenses que convivem com este problema.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Garapa Título Original:
Garapa País de Origem:
Brasil Gênero:
Documentário Tempo de Duração: 110 minutos Ano de Lançamento:
2008 Estréia no Brasil: 29/05/2009 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Downtown Filmes Direção:
José Padilha
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

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29/05/2009 Por: Milene Queiroz (26 anos) | | Todo o Brasil deveria assistir este filme, e ver a real situação do povo nordestino, sofredor. Este filme mobiliza as pessoas. Temos que criar uma organização para ajudar essas pessoas, nos mobilizar e fazer doações durante o ano inteiro a elas, como fizemos para Santa Catarina, não adianta só culpar o governo e ficarmos com os braços cruzados. Vamos gente, avante! Entre em contato as pessoas que realmente querem mudar esse cenário miserável. |
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29/05/2009 Por: João Ninguém (33 anos) | | Antes nem isso tinha! |
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01/06/2009 Por: Marcos Santos (35 anos) | | Sou do Ceará. Também já passei fome, mas hoje Graças a Deus consegui superar essa dificuldade e sou um educador. Hoje tenho fome de cultura, de conhecimento. Assisti ao documentário e sugiro que todos os professores do Brasil assistam esse doc. Na verdade, todas as pessoas soberbas devem assistir, todos os políticos brasileiros. |
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03/06/2009 Por: Cissa David (24 anos) | | O filme é um soco no estômago da sociedade o Brasil não era pra ainda isso, o padilha foi tão corajoso que nem colocou cor no filme, porém a vida dessas pessoas tem cor? Não com certeza não, o filme é maravilhosa e serve para nos, classe media refletir-mos sobre isso, pensar e de que forma podemos mudar isso e melhora a vida dos nossa irmãos, sou do ceara e conheço bem de perto isso, nunca passei fome, mas muita necessidades, isso é muito triste. |
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04/06/2009 Por: Tania Bezerra (46 anos) | | Documentários, em geral, são sempre sobre fatos verídicos, são quase uma reportagem... Porém o tema - fome e desnutrição - poderia ter sido tratado de outra maneira. Acho que com tanta desgraça apresentada, o cineasta deveria mostrar - PELO MENOS NO FINAL - as iniciativas, os projetos, etc para contornar/resolver os problemas apresentados. Ficou muito cansativo e negativo. |
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09/06/2009 Por: Soraia M. de Oliveira (43 anos) | | Muito bom. Fomos eu e minha família assistir (marido e três filhos adolescentes),Sou professora, mãe e cidadã e indico o filme para quem que pensar e conhecer o problema da fome no Brasil, das desigualdades sociais e do desenvolvimento do capitalismo - que gera tanta riqueza e tanta desigualdade. Parabéns Padilha e equipe. |
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10/06/2009 Por: Marilda (36 anos) | | Nossa muito ruim. A fotografia é péssima o audio nem da pra comentar além do tema que acabou no final sem mostrar o lado de recuperação. Parece que nada em lugar algum esta sendo feito para diminuir o problema da fome. Acho que perderam uma grande oportunidade de se fazer realmente um documentário decente e honesto. |
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10/06/2009 Por: Marilia (45 anos) | | Impactante. A humanidade não pode estar bem quando existem seres humanos vivendo desta maneira. Tudo está ligado. Somos todos responsáveis por esse horror. Não se pode calar diante disto. Deveria ser visto por muitos. O tema foi mostrado de uma forma que não dá para sair o mesmo, intensamente forte. |
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12/06/2009 Por: Denize Alcaide (44 anos) | | Fiquei muito impactada! Sugeri para outras pessoas que estão igualmente chocadas! O filme não é só um grito de alerta, mas uma grave denúncia contra as autoridades deste país. |
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24/06/2009 Por: Jacy Curado (46 anos) | | O filme mostrou secamente o sentimento de fome! Sai revoltada e pensei em todos políticos nordestinos (Ciro Gomes, Sarney etc...) que estão no poder desse pais há mais de 500 anos! Porém, como psicóloga social acredito que a pobreza deva ser vista de forma polissemica ou menos homogênea. Infelizmente ela não é só nordestina e se restringe a fome. PADILHA, você é o máximo, faz diferença entre os diretores que mostram que usam e abusam da pobreza de forma folcrorica e descompromissada! |
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27/06/2009 Por: Danila Gomes (16 anos) | | O José Padilha esta de parabéns por esse documentário, inclusive nos estamos até fazendo trabalho da escola sobre esse documentário. Esse documentário mostra claramente o que é a fome, será que depois desse documentário o governo vai tomar medidas. |
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04/08/2009 Por: Vitor Bonfim (15 anos) | | Um filme bom, pois mostra que não o Brasil ainda existe isso e que esse problema deve acabar com a ajuda de todos. |
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28/08/2009 Por: Dinarte Cavalcante (65 anos) | | Pra vocês verem: com tanta miséria, tanta fome, tanto opróbrio, os políticos nordestinos - todos - estão de olho gordo na "rapadura" dos irmãozinhos nordestinos. Tem um senador bigodudo lá do Amapá (cuma é o nome dele?) que só manda contratar trabalhador rural banguela, para não chupar cana enquanto morre de fome trabalhando! É mole, ou quer mais?. |
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18/09/2009 Por: Érica (29 anos) | | O filme na minha opinião é perfeito... Retrata a realidade nua e crua de famílias que vivenciam a fome no ceará... Todos deveriam assistir. O filme aborda com a realidade das famílias a necessidade de criação de políticas públicas para garantir com a população o Direito Humano a Alimentação Adequada e saudável... Assine o baixa assinado para aprovação da PEC 047/2003 E você ESTARÁ CONTRIBUINDO PARA QUE ISSO ACONTEÇA... |
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18/10/2009 Por: Mãe Indignada (32 anos) | | Porcaria! Filmes mostrando a pobreza do Brasil já têm aos montes, da nossa realidade todo mundo já sabe. E já não bastam a situação daquelas crianças. Expôr aquelas crianças daquela maneira utilizando até de ângulos de câmera desnecessários. Onde ficam o que resta de direito daquelas crianças, correndo até o risco da segurança delas relacionado a exploração infantil e pedofilia! Cansativo e apelativo, vendido ao governo do Paraná a preço barato. Na apresentação do MON tiveram distribuição de camisetas, enquanto aquelas crianças não tinham sequer calcinhas. Se mostrar crianças naquela situação resolvesse, a África já estaria bem melhor. |
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