
    
 DVD Palavra (En) Cantada- Duplo


 LIVRO Palavra Cantada : Ensaios Sobre Poesia, Música e Voz R$ 39,00
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- Sinopse
A partir da reflexão da relação entre a música popular e a poesia e literatura, o documentário usa depoimentos, performances musicais e trilha sonora a fim de esclarecer e refletir sobre o assunto. O filme apresentará imagens inéditas no Brasil, como a encenação de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto, no Festival de Teatro Universitário de Nancy, na França, em 1966. Merecem destaque também imagens raras, que foram restauradas pela produção do filme, de Dorival Caymmi, nos anos 40, cantando e tocando O Mar ao violão.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Palavra (en)cantada Título Original:
Palavra (en)cantada País de Origem:
Brasil Gênero:
Documentário Classificação etária: Livre Tempo de Duração: 86 minutos Ano de Lançamento:
2009 Estréia no Brasil: 13/03/2009 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Filmes do Estação Direção:
Helena Solberg
- Elenco
Arnaldo Antunes ... O Próprio Maria Bethânia ... A Própria » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme

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- Comentários
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30/03/2009 Por: Pedro Rivas | | Muito bom! Riquíssimo! Temática nova, diferente! |
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14/04/2009 Por: Sergio Nery | | Saí do cinema encantado, emocionado e feliz! E cada vez mais confiante em nosso cinema. Quando queremos, queremos e fazemos lindas coisas. Ganhei meu domingo de Páscoa E ver/ouvir novamente meus queridos: Chico, Bethania, Adriana. E esse Lirinha? (que não conhecia) PARABÉNS a todos! Não vejo a hora em tê-lo em DVD. |
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19/04/2009 Por: Fabiana Lombardi | É ótimo saber que a Música Popular Brasileira tem tanto a nos oferecer, e que vai muito além, do que a nossa juventude conhece hoje... Tenho 20 anos, e realmente, me encantei com a associação de música e poesia... E um ponto extra a maravilhosa performance de Tom Zé, Adriana Calcanhoto e Chico (impagáveis) Simplesmente perfeito! |
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21/04/2009 Por: Eliane | | Adorei! Me surpreendeu em tudo, me fez buscar artistas que não conhecia, como cordel de fogo encantado, e ainda trata da função social da poesia; show de bola! |
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24/04/2009 Por: Ela | | Imperdível. Gostoso de se ver e ouvir... Como um chocolate delicioso que a gente quer que nunca termine. Com certeza verei novamente. Parabéns Helena Soberg! |
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29/04/2009 Por: Martinha Andrade (45 anos) | | Comparar música popular, poesia e literatura com tamanha sensibilidade merece nota dez. O documentário reconheceu diversos tipos de arte, como arte! Abaixo o preconceito e viva a liberdade. |
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29/04/2009 Por: Cássia Foureaux (45 anos) | | Nota 1000. Sem comentários. |
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21/05/2009 Por: Gislaine Santos (50 anos) | | Eu e mais três amigas fomos assistir Palavra (En) cantada. Não resisti e cantei o tempo todo. Só me arrependi de não ter ficado de pé e aplaudido no final. Simplesmente DEMAIS! Ver e ouvir Chico, Betânia, Noel, Tom Ze e tantos outros poetas e cantores numa produção espetacular como essa não tem preço, pro resto tem "MASTERCARD". |
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26/06/2009 Por: Maria Clara (25 anos) | | Gente, eu pensei que seria mais um filme sobre música boa, tudo bem... Mas que filme é esse? Palavra (En) cantada é O filme! As falas foram muito bem escolhidas, são falas tocantes de quem tem uma relação profunda com a música, com o som, com a palavra. Nota? DEZ! Não poderia deixar de ser! |
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23/07/2009 Por: Fátima Rocha (47 anos) | | Maravilhoso, já vi 2 vezes e ainda estou com gostinho de quero mais... Sairá em DVD? Quero comprar para mim. Parabéns pela iniciativa! |
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26/08/2009 Por: Vilmar Rangel (72 anos) | | O filme é excelente. |
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18/09/2009 Por: João da Mata (55 anos) | | A Palavra Encantada é um belo documentário sobre a nossa rica e versátil canção popular brasileira universal. Da sua relação com a poesia e a palavra escrita num país de poucos leitores e de uma forte cultura oral. De sua dicção em vogais abertas e fechadas. Para comentar sobre esse manancial alguns de seus maiores fazedores, cantores e teóricos. José Miguel Wisnik e Luiz Tatit comentam sobre as raízes históricas dessa música e evolução. Bem disse o compositor Lenine falando gostosamente das vogais que essa música tem origem nos trovadores medievais. É forte a influencia dos cantadores e da literatura de Cordel atesta o escritor paulista Ferréz e o Lirinha (sóbrio) do cordel do Fogo Encantado. Será que a canção chegou ao fim com o rap, hip, hop e pop?. Uma música que entra pela bunda, mexe com o corpo e faz vibrar todas as cordas de corpos suados e dessacralizados. O que é o pop pergunta o jornalista a Caetano para receber uma resposta vaga para uma palavra que pode significar tanto. Os quadrinhos são pop! Tudo que é comunicação de massa podia ser pop. A canção pode acabar hoje, manhã responde um Chico pouco prolixo. Aliás, sua aparição com aqueles olhões oceânicos é motivo de fricções e frenesi. Chico lendo um poema? Que foi musicado e harmonizado fica meio sem jeito. Mas existem palavras que já são músicas e o português é uma das línguas mais sensuais e sonoras do planeta. E Chico diz que não é poeta. “Acorda amor!”. Um dos grandes momentos do filme são as imagens raras do espetáculo Morte e Vida Severina com música de Chico e poema João Cabral de Mello Neto, apresentando em Nancy, França. Se a letra de música é poesia ou se sustenta sozinha (a vida é curta para essa discussão ) diz uma sábia Calcanhoto. Existem letras que só têm sentido na canção e, outras, já são verdadeiros poemas. Melhor ouvir algumas melodias que só são letras porque são cantadas. “Todas as cartas de amor são ridículas e não seriam cartas de amor se não fossem ridículas” diz uma linda Maria Betânia. Betânia que começa sua rica trajetória de interprete e não atriz (sic) recitando um dos maiores poetas português, Fernando Pessoa. Martinho da Vila diz que já não existem aqueles morros para os grandes sambistas de antigamente. Muito lacônico o que foi falado da grande época de ouro da música brasileira. Dos maiores sambistas do Brasil. Chico lembrou bem do Cartola e Noel, mas disse pouco. O Grande Francisco Alves não foi só um comprador de música e o cantor Mário Reis foi precursor de cantores como Chico Buarque e João Gilberto O tropicalismo é antropofágico. A bossa nova ficou entre o samba ligeiro que é marchinha e o samba lento que é seresta, teoriza Tatit. Palavras só palavras. Eu quero mais. Muito mais e espero que esse seja o primeiro de uma série de grandes documentários. Muita gente boa ficou de fora. Faltou Hermínio Bello de Carvalho, Cacaso, Suely Costa e tantos outros maravilhosos poetas da Música Popular Brasileira. Arnaldo Antunes falando já é a Canção para boi dormir. Jorge Mautner e Jacobina juntos já é um filme. A greve conta a guitarra. Em 67, um repórter entrevista Caetano no festival da TV Record e pergunta se os baianos vão aceitar a guitarra? E um Caetano mordaz como só ele sabia ser, diz - não sabem eles que os baianos são mais avançados. “É proibido proibir”. A grande genialidade e novidade que era o Caymi, comprova um grande erudito da nossa canção Tom Zé. Espero que as pessoas saibam disso, porque o que aparece dele é um pouco caricato e precisa ser entendido para além das sílabas e grunhidos de um dos compositores mais versáteis da MPB. E o Zeca Baleiro cada vez melhor visitando a poeta Hilda Hilst em seu sítio solitária (um ouço antes da morte física) com um monte de cachorros. Uma grande poeta pouco conhecida que apelou até para o erótico para ser lida. Zeca põe música nas letras da poeta e Zélia Duncan canta maravilhosamente mostrando que essa canção está cada vez mais rica e poética. A canção pode conviver muito bem com a grande e robusta poesia brasileira. Quero mais. Eu quero mais... |
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14/10/2009 Por: Salete A. Aragão (46 anos) | | (en) cantador. Interessante, poético, informativo, informal e formativo do começo ao fim. Emocionante em muitas imagens e falas. Muito bom! 10. |
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11/11/2009 Por: Ana Ramos (46 anos) | | Simplesmente lindo! Pura poesia, sem frescura. Delícia |
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28/01/2010 Por: Gislaine Santos (50 anos) | | Nossa! Bati palmas quando acabou. Há muito não via nada tão espetacular. Não consigo nem comentar. Nota 1000! |
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