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A Confissão

  (The Confession)
Sinopse Fertig (Kingsley), é um judeu ortodoxo de meia-idade que assiste seu filho pequeno morrer de apendicite aguda por negligência médica. Seis semanas depois, decide fazer justiça por conta própria, matando o médico, a enfermeira e o recepcionista do hospital. Em seguida, para espanto de sua esposa (Irving), assume a culpa e entrega-se à justiça. É a deixa para entrar em cena Alec Baldwin, no papel do advogado ambicioso que assume a defesa de Fertig. Sem nenhuma preocupação ética, ele apenas espera vencer o caso e garantir sua candidatura ao cardo de promotor. O conflito surge quando, apesar de Baldwin recomendar que seu cliente alegue insanidade, o próprio Fertig recusa-se a fazê-lo, jpa que isso faria seu ato extremo perder todo o sentido. Esse impasse moral e religioso esquenta ainda mais quando é introduzida uma trama política, que envolve chantagem comercial no abastecimento de água de Nova York, aumentando ainda mais a importância do caso.

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Informações


Título no Brasil A Confissão
Título Original The Confession
Ano de Lançamento
Gênero Drama
País de Origem EUA
Duração114 minutos
Direção
Estúdio/Distrib. Spectra Nova
Idade Indicativa 16 anos

Elenco


... Harry Fertig
... Sarah Fertig
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Bleakie's Bounce”Composed & Produzido por David Feinman
©1998 Non-Linear Music/BMI

Trailer



Comentários


17/04/2009 - Lu Meirelles

1
  Ótimo
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O desempenho de Kingsley, como sempre é excelente. E o personagem sensibiliza por seu caráter íntegro, que envolve aqueles que com pactuam com o "saber assumir a responsabilidades", mesmo que saibam das regras da vida e da sociedade.

15/07/2009 - Marta Teixeira dos Santos (52 anos)

2
  Regular
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O filme tem uma mensagem interessante. É razoável.

11/11/2009 - Diana Cruz de Oliveira (36 anos)

3
  Ótimo
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É um dos melhores filmes que já assisti.

10/05/2010 - Hítala Evinlyn (18 anos)

4
  Ótimo
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O filme é simplesmente espetacular. Aborda questões éticas, como nenhum outro, amei!

01/08/2010 - Soraya Diniz (43 anos)

5
  Ótimo
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Adorei o filme! Além da excelente atuação dos protagonistas, o filme nos faz pensar sobre quem tem razão, quem tem a verdade, quem pode julgar. Cada um é livre para assumir suas escolhas e devemos "apenas" arcar com as consequências. O filme é FANTÁSTICO!

22/10/2010 - Marcos (29 anos)

6
  Ótimo
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QUEM NÃO VIU, NÃO LEIA. Podemos aprender muito com esse tipo de filme, umas delas, é que nem sempre o dinheiro manda em tudo, pois Kingsley queria ser julgado conforme sua vontade, e não como Baldwin estava planejando (algo que atrapalharia e muito sua carreira) Baldwin pegou esse caso por um conselho de um advogado respeitoso que tinha sólida amizade com Kingsley, ao mesmo tempo, Baldwin tinha intenção de protegê-lo acusando-o de sofrer de um tipo de esquizofrenia, c/ o intuito de ganhar uma promoção de promotor (com a ajuda da juíza com quem tinha um relacionamento amoroso em oculto) podemos observar que Baldwin não conseguiu se aproveitar do caso devido a opinião reversa desse judeu rico (Kingsley) que preferia ser julgado pela autoridade divina (Deus) e não por autoridade humana. Nota 10 p/ esse filme que abrange além dessa outras realidades que muitos sofrem. Parabéns a Alec Baldwin e a Ben Kingsley, e ao restante do elenco, foram todos muito bem.

02/07/2012 - Cris (56 anos)

7
  Ótimo
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Excelente abordagem sobre conduta ética, sobre a coragem em assumir os erros cometidos, até as últimas consequência. Precisamos repensar nossas atitudes diante de nossos equívocos.

14/12/2012 - Marcos (40 anos)

8
  Ótimo
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Começa morno, mas esquenta quando a intensidade dos conflitos emocionais, éticos e religiosos fazem as ambiciosas certezas do advogado manipulador se transformarem em dúvidas existenciais. O final é surpreendente com uma das melhores atuações de Alec Baldwin. A propósito, Ben Kinsley, como sempre, brilhante.

25/05/2013 - Regina Celia (58 anos)

9
  Ótimo
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Excelente! Quem não assistiu deve assistir! Aborda com maestria o tema da falta de ética e
ganância, a busca a qualquer custo pelo Poder (Alec Baldwin) em confronto à determinação de uma pessoa íntegra (BEN Kinsley), fiel à suas convicções e, as fatais consequências que tal posicionamento acarreta. E, a dignidade acaba por "contagiar" a falta de princípios do outro. MUITO, MUITO BOM!

01/02/2014 - Paulo Meiras (49 anos)

  Ruim
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O filme começa interessante, com a discussão sobre a justiça pelas próprias mãos num julgamento polêmico. Aí entra a trama do poder corruptor das grandes corporações e o filme embarca no dilema ético de um advogado ambicioso. E, ao contrário dos livros de John Grisham, o filme se perde na proposta e vira um festival de chavões sem explorar o talento do elenco.

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