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Meu Ódio Será sua Herança

  (The Wild Bunch)
Sinopse Eles já forma os mais perigosos "fora da lei" da fronteira, seguindo seus próprios códigos de honra e lealdade. Realizaram diversos assaltos pelas planícies do oeste, sempre colocando suas cabeças a prêmio. Mas os tempos mudaram. O lucro estava cada vez menos e o risco cada vez maior. Era hora de parar, mas a ganância falou mais alto. Dez mil dólares para roubar o carregamento de armas de um trem para um poderoso bandoleiro mexicano. Nada poderia detê-los, a não ser a morte. William Holden (Inferno na Torre), Ernest Borgnine (Os Doze Condenados) e grande elenco atuam na versão original do diretor Sam Peckinpah.

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Informações


Título no Brasil Meu Ódio Será sua Herança
Título Original The Wild Bunch
Ano Lançamento
Gênero Ação / Aventura / Faroeste
País de Origem EUA
Duração134 minutos
Direção
Estúdio/Distrib. Warner Home Video

Elenco


... Pike Bishop
... Dutch Engstrom
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Trilha Sonora


“Polly Wolly Doodle” (não creditada)
Traditional
Cantada por the bounty hunters as they leave Agua Verde
“Shall We Gather at the River?” (não creditada)
Escrita por Robert Lowry
Played by the Temperance Union Band in the shootout at Starbuck

Trailer



Comentários



  >> Ver todos os Comentários...

27/05/2012 - Loko (34 anos)

21
  Péssimo
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Faroestaço clássico excelente não canso de ver nota 10.

04/11/2012 - Elzio A Santos (49 anos)

22
  Ótimo
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Filmaço... Filmaço mesmo.

13/01/2013 - Aprigio Alves de Oliveira (48 anos)

23
  Bom
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Estou retornando depois de muito tempo. Senhor Sergio Sarmento uma coisa é certa e incontestável, David Samuel Peckinpah foi realmente influenciado pelos filmes da trilogia de Leone e muitos críticos com coragem e visão independente perceberam a época e percebem mais ainda agora. Assista com calma todos os seus westerns de Peckinpah feitos antes desse e compare, depois assista também os de Leone. O senhor é cinéfilo e inteligente e deve conhecer muito de cinema e se é conhecedor de cinema já deveria ter observado esse fato. Sou daqueles que acham que comparações devem ser feitas sim, não sou daqueles que acham que todos os diretores são bons e que a diferença está apenas no estilo, etc. Mas não vou entrar aqui em comentários ou análises comparativas longos, pois tomaria muito espaço. Não vou entrar aqui na discussão se é obra -prima ou não. Particularmente acho que é apenas um filme bom, com partes agradáveis e outra não.

26/01/2013 - Joailton (25 anos)

24
  Bom
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Concordo com o sr. Aprígio, que fazendo comparações sensatas, frias, sem emoções e sem a influência de seres danosos e desagradáveis que contaminam o mundo das artes, conhecidos como críticos profissionais, é que conseguimos perceber e traduzir determinados acontecimentos do mundo do cinema, neste caso do faroeste. Quem tiver muita paciência, veja um Peckimpah, chamado A Morte não Manda Recado (The ballad of Cable Houge, EUA, 1970) e para sorte deste filme, coisa pueril também não manda recado, se não, ninguém veria esta lástima, pois esta criação do louco Sam, é simplesmente de amargar e ver-se logo que ele nunca esteve com esta bola toda. Há outro, Parceiros da Morte (The deadly companions-1961), nada mais que muitos filmecos comerciais de década de 50. Quando ele resolveu fazer Meu Ódio..., pra sorte dele, lembrou-se de Leone e aí a fama... Pelo geral da obra, Meu Ódio Será Sua Herança, é um filme bom, pelo seu início e pelo fim, pois a ligação destes dois extremos é de amargar. Leone nunca se incomodou em usar abertamente na sua obra, elementos do faroeste americano, homenageou o John Ford, com aquelo cenário espetacular em Era Uma Vez no Oeste, do filme Nos Tempos da Diligência, a roupa da Cláudia Cardinale, do filme O Homem do Oeste, com Gary Cooper, 1958 (Dir Anthony Mann), os temas da luta pela terra, a guerra civil americana, os duelos, os atores americanos, etc. A resistência dos americanos é muito óbvia. Eles nunca querem e nem aceitam que alguém faça algo melhor que eles e Leone fez. Que Sam Peckinpah, bebeu no cálice de Leone, não tenho dúvida e fez muito bem, como Leone bebeu também em muitos cálices e também por isso tornou-se grande. O grande cientista Izac Newton, pela sua teoria da gravidade e outros estudos, confessou:
SE VI MAIS LONGE, FOI POR ESTAR DE PÉ SOBRE OMBROS DE GIGANTES (COPÉRNICO E GALILEU, ESPECIFICAMENTE). O cinema e a humanidade deveriam ser assim, sem pudores idiotas.

25/03/2013 - Herculano Sousa (62 anos)

25
  Ótimo
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Está entre os dez melhores bang bangs que já vi.

16/05/2013 - Paulo Henrique (41 anos)

26
  Ótimo
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Filme muito bom para o estilo wester (um dos melhores que já assisti) outro igualmente bom é: era uma vez no oeste.

04/07/2013 - Jose Fernandes de Menezes (66 anos)

27
  Ótimo
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Filme de grande magnitude em face dos atores e do seu diretor.

29/10/2013 - José Sobrinho (57 anos)

28
  Ótimo
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Um dos melhores filmes faroeste de todos os tempos.

03/02/2014 - Nilson (49 anos)

  Ótimo
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Já o assisti em Inglês inúmeras vezes, e recentemente em português. Sem dúvida o melhor faroeste que eu já assisti. E olha que quando garoto eu assisti filmes do velho oeste sem fim. Sam Pekinpah era um perfeccionista e sabia exatamente como dirigir um filme. Para quem é intelectualmente curioso, um excelente filme com o melhor roteiro possível.

27/02/2015 - Julio Simi Neto (58 anos)

  Ótimo
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Mais um grande filme com um punhado de astros do memorável diretor Sam Peckinpah.

28/04/2015 - Paulo R Oliveira (47 anos)

  Ótimo
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Muito bom faroeste, a história não se perde, bom ritmo, grandes atores. Vale ter ou ver. Tenho em minha coleção. RECOMENDO!

04/07/2015 - Anderocks (40 anos)

  Bom
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Faroeste em época de transição e surpresas com novas tecnologias e situações... Mas sem perder o estilo clássico da época.

09/01/2018 - Zequita (70 anos)

  Ótimo
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Um ótimo filme do gênero faroeste, é uma confusão atrás da outra, muitos tiros para qualquer lado, não tem mocinho e nem bandido, tem pro tagonistas das ações é uma pauleira sem fim o final é uma incógnita, ninguém sabe quem venceu e quem levou vantagem...

14/02/2018 - Bolota (67 anos)

  Ótimo
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Em 1969, o western estava em progressivo declínio. As obras desse gênero lançadas à época continham tramas que envolviam um código de honra e conduta não mais condizentes com o mundo fora das telas, o que as fazia parecer algo cristalizado em “outro tempo histórico”. Por mais que películas como Era Uma Vez no Oeste (1968), Bravura Indômita (1969) ou O Pequeno Grande Homem e Quando é Preciso Ser Homem, ambas de 1970, fossem realistas, cruas, com conflitos de má consciência e finais sem glória, estava claro que o homem a cavalo percorrendo regiões ermas dos Estados Unidos e vivendo ou morrendo sob um código pessoal ou de grupo já não era assunto para as plateias em tempos de nulidade de honra. Meu Ódio Será Sua Herança, grandioso filme de Sam Peckinpah, foi uma espécie de inovador hino ao crepúsculo do gênero, que ainda conheceria uma década — anos 70 — de espasmos esporádicos com a marca da decadência do cowboy clássico (Mais Forte que a Vingança; Pat Garrett & Billy the Kid e O Último Pistoleiro são exemplos disso) e uma década de 1980 onde teríamos os finais inglórios do declínio dando lugar à letargia histórica de um gênero que não se deixava morrer e procurava se reinventar
Um grande elenco com William Holden encabeçando este magistral filme de pura ação de começo ao fim vide as crianças matando um escorpião num formigueiro e de tirar o chapéu... Nota 1000.

15/07/2019 - Elton Mesquita (26 anos)

  Ótimo
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Que venha o remake com direção de Mel Gibson. Se for metade desse, esta de bom tamanho. Se bem mais sangrento o do Gibson vai ser, tamanha a paixão dele pela violência. Nisso eles combinam. Se Sam tivesse feito um filme sobre Jesus, seria como A paixão de Cristo Agora, o pessoal falando que a fama de ótimo que esse filme tem se deu pelos críticos e menosprezando Peck Em comparação a Leone. Que lastima. Como se os filme do Leone não fossem idolatrados também pela critica. Mais do que os do Peck. Merecidamente, alguns.

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