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Meu Ódio Será sua Herança (The Wild Bunch)
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- Sinopse
Eles já forma os mais perigosos "fora da lei" da fronteira, seguindo seus próprios códigos de honra e lealdade. Realizaram diversos assaltos pelas planícies do oeste, sempre colocando suas cabeças a prêmio. Mas os tempos mudaram. O lucro estava cada vez menos e o risco cada vez maior. Era hora de parar, mas a ganância falou mais alto. Dez mil dólares para roubar o carregamento de armas de um trem para um poderoso bandoleiro mexicano. Nada poderia detê-los, a não ser a morte. William Holden (Inferno na Torre), Ernest Borgnine (Os Doze Condenados) e grande elenco atuam na versão original do diretor Sam Peckinpah.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Meu Ódio Será sua Herança Título Original:
The Wild Bunch País de Origem:
EUA Gênero:
Faroeste Tempo de Duração: 134 minutos Ano de Lançamento:
1969 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Warner Home Video Direção:
Sam Peckinpah
- Elenco
William Holden ... Pike Bishop Ernest Borgnine ... Dutch Engstrom » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
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- Imagens do Filme
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- Trailers
- Comentários
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15/05/2010 Por: Elias (35 anos) | | Wester de verdade é "três HOMENS EM CONFLITO" com o clint... Isso sim é filme clássico... O resto é paia. |
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01/06/2010 Por: Silvestri (55 anos) | | O melhor filme de westerns de todos os tempos. Já vi inúmeras vezes, e continua sendo empolgante como da primeira vez que assisti a 30 anos atrás. |
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06/09/2010 Por: Sérgio Sarmento (56 anos) | | Obra prima. Assisti várias vezes. Hoje ainda assisto e o filme não perdeu nada. É como se tivesse em 1970 quando assisti pela primeira vez no cinema aos 17 anos. O diretor só completou uma obra que realizou 7 anos atrás, em 1962, chamada Pistoleiros do Entardecer. O filme é uma síntese de todos os outros Westers. Arrisco a dizer que este filme é o último grande filme do chamado WESTERS mesmo que em 1990 tenhamos assistido Dança Com Lobos e em 1992 Os Imperdoáveis que, inclusive os dois, ganharam o prêmio maior do cinema, que é o Oscar. Mas com certeza são filmes bons. Mas, ressalvo, são obras menores e sem o charme do filme do grande Sam Peckinpah. Só para arrematar! No filme poderemos ter várias leituras. Mas vou ficar com a essência de todo o westers. Que é aquilo que chamo de amizade, são filmes que pregam a palavra, mas principalmente o companheirismo. Por tudo é este tipo de filme que me fez ser hoje um cinéfilo na verdadeira expressão da palavra. E depois gente é uma baita bobagem comparar filmes iguais. Tipo este ou aquele não é melhor que Era Uma vez no Oeste ou Três Homens em Conflito ou o diretor David Samuel Peckinpah bebeu na trilogia do homem sem nome do também grande Sergio Leone. Tudo isto não passa de paixão. Todos eles são grandes! Só concordo numa coisa com estas bobagens de vocês. Isto só aumenta a minha paixão de cinéfilo. Cada vez gosto mais de cinema. E com certeza isto irá balizar minha vida. Aliás é coisa que já faço desde os 6 anos. Quando pela primeira vez minha mãe me levou a um cinema. Só tenho a agradecer minha mãe, aos Peckinpah e os Leones da vida que me fizeram amar o cinema. |
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19/11/2010 Por: Luderney Lima (56 anos) | | Eu já assisti esse filme umas cem vezes, inclusive eu tenho. Não precisa comentários. |
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04/03/2011 Por: Rodrigo (27 anos) | Pior faroeste que já vi. Parei nos 50 min que pareceram 50 dias. Lixo. |
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01/05/2011 Por: João Alexandre (48 anos) | | Não sou fã de western americano, mas com toda a falatoria em torno desse filme resolvi assisti-lo, e vi que tirando algumas cenas de tiroteio, o resto é chato, cansativo e previsível, muito longe dos grandes comentários. |
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27/10/2011 Por: Luderey Lima (57 anos) | | O melhor filme do gênero que eu assisti. Tenho DVD e creio que assisti umas 200vezes, Nota máxima. |
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17/12/2011 Por: Rodrigo (36 anos) | | Os fãs de cinema de hoje acostumaram-se a ver filmes que são produzidos para pessoas da geração mais jovem (infelizmente) que são filmes descartáveis na sua maioria, filmes que parecem videogames de tão rápido que são contadas as historias e muitas vezes sem sentido a narrativa. Apegam-se a efeitos especiais e interpretações vazias, e desde que os efeitos de computador sejam legais, o resto pouco importa. São os cabeça de vento de hoje que acham que entendem de cinema e criticam clássicos como este " the wild bunch". Filme que conta o fim de uma era, com o progresso tomando conta do velho oeste deixando pessoas sem rumo, pessoas que viviam essa era e agora têm suas vidas vazias, roubadas. Verdadeiro Western de "alma" este. |
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15/01/2012 Por: Marcelo (50 anos) | | Um filme excelente, te prende do início ao fim. Um filme com enredo e uma história diferente dos outros faroeste. Um faroeste adulto, inteligente e bem dirigido. Nota 9,9. |
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27/05/2012 Por: Loko (34 anos) | | Faroestaço clássico excelente não canso de ver nota 10. |
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04/11/2012 Por: Elzio A Santos (49 anos) | | Filmaço... Filmaço mesmo. |
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13/01/2013 Por: Aprigio Alves de Oliveira (48 anos) | | Estou retornando depois de muito tempo. Senhor Sergio Sarmento uma coisa é certa e incontestável, David Samuel Peckinpah foi realmente influenciado pelos filmes da trilogia de Leone e muitos críticos com coragem e visão independente perceberam a época e percebem mais ainda agora. Assista com calma todos os seus westerns de Peckinpah feitos antes desse e compare, depois assista também os de Leone. O senhor é cinéfilo e inteligente e deve conhecer muito de cinema e se é conhecedor de cinema já deveria ter observado esse fato. Sou daqueles que acham que comparações devem ser feitas sim, não sou daqueles que acham que todos os diretores são bons e que a diferença está apenas no estilo, etc. Mas não vou entrar aqui em comentários ou análises comparativas longos, pois tomaria muito espaço. Não vou entrar aqui na discussão se é obra -prima ou não. Particularmente acho que é apenas um filme bom, com partes agradáveis e outra não. |
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26/01/2013 Por: Joailton (25 anos) | Concordo com o sr. Aprígio, que fazendo comparações sensatas, frias, sem emoções e sem a influência de seres danosos e desagradáveis que contaminam o mundo das artes, conhecidos como críticos profissionais, é que conseguimos perceber e traduzir determinados acontecimentos do mundo do cinema, neste caso do faroeste. Quem tiver muita paciência, veja um Peckimpah, chamado A Morte não Manda Recado (The ballad of Cable Houge, EUA, 1970) e para sorte deste filme, coisa pueril também não manda recado, se não, ninguém veria esta lástima, pois esta criação do louco Sam, é simplesmente de amargar e ver-se logo que ele nunca esteve com esta bola toda. Há outro, Parceiros da Morte (The deadly companions-1961), nada mais que muitos filmecos comerciais de década de 50. Quando ele resolveu fazer Meu Ódio..., pra sorte dele, lembrou-se de Leone e aí a fama... Pelo geral da obra, Meu Ódio Será Sua Herança, é um filme bom, pelo seu início e pelo fim, pois a ligação destes dois extremos é de amargar. Leone nunca se incomodou em usar abertamente na sua obra, elementos do faroeste americano, homenageou o John Ford, com aquelo cenário espetacular em Era Uma Vez no Oeste, do filme Nos Tempos da Diligência, a roupa da Cláudia Cardinale, do filme O Homem do Oeste, com Gary Cooper, 1958 (Dir Anthony Mann), os temas da luta pela terra, a guerra civil americana, os duelos, os atores americanos, etc. A resistência dos americanos é muito óbvia. Eles nunca querem e nem aceitam que alguém faça algo melhor que eles e Leone fez. Que Sam Peckinpah, bebeu no cálice de Leone, não tenho dúvida e fez muito bem, como Leone bebeu também em muitos cálices e também por isso tornou-se grande. O grande cientista Izac Newton, pela sua teoria da gravidade e outros estudos, confessou: SE VI MAIS LONGE, FOI POR ESTAR DE PÉ SOBRE OMBROS DE GIGANTES (COPÉRNICO E GALILEU, ESPECIFICAMENTE). O cinema e a humanidade deveriam ser assim, sem pudores idiotas. |
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25/03/2013 Por: Herculano Sousa (62 anos) | | Está entre os dez melhores bang bangs que já vi. |
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16/05/2013 Por: Paulo Henrique (41 anos) | | Filme muito bom para o estilo wester (um dos melhores que já assisti) outro igualmente bom é: era uma vez no oeste. |
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