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Coco Antes de Chanel (Coco avant Chanel)
   








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  • Sinopse
    Uma garotinha é deixada junto com a irmã num orfanato no coração da França, e todos os domingos ela espera, em vão, que o pai volte para buscá-la… Uma artista de cabaré com voz fraca que canta para uma plateia de soldados bêbados… Uma humilde costureira que conserta bainhas nos fundos de uma alfaiataria de cidade pequena… Uma cortesã jovem e magricela, a quem seu protetor, Etienne Balsan, oferece um refúgio seguro, em meio a um ambiente de decadência… Uma mulher apaixonada que sabe que nunca será a esposa de ninguém, recusando-se a casar até mesmo com Boy Capel, o homem que retribuiu seu amor… Uma rebelde que considera as convenções de sua época opressoras e prefere usar as roupas dos homens com quem se envolve… Esta é a história de Gabrielle “Coco” Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa, e, ao longo de uma jornada extraordinária, se torna a lendária estilista de alta-costura que personificou a mulher moderna e se tornou um símbolo atemporal de sucesso, liberdade e estilo.

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  • Informações Técnicas
    Título no Brasil:  Coco Antes de Chanel
    Título Original:  Coco avant Chanel
    País de Origem:  França
    Gênero:  Drama
    Classificação etária: 14 anos
    Tempo de Duração: 105 minutos
    Ano de Lançamento:  2009
    Estréia no Brasil: 30/10/2009
    Site Oficial:  http://wwws.warnerbros.fr/cocoavant chanel
    Estúdio/Distrib.:  Warner Bros.
    Direção:  Anne Fontaine
  •  

     
  • Elenco
    Audrey Tautou ... Gabrielle 'Coco' Chanel
    Benoît Poelvoorde ... Étienne Balsan
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  • Trilha Sonora



     
  • Imagens do Filme



     
       
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  • Trailers
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    Veja aqui o trailer 2
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  • Comentários

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    3
    Nota: Não vi 
     09/10/2009  Por: Rary (15 anos)
    Deve ser maravilhoso mesmo, além de ter Audrey a história e linda na minha cidade ainda não chegou, mas pretendo assistir.

    4
    Nota: Não vi 
     13/10/2009  Por: Iara (43 anos)
    Nossa! Um exemplo de vida e carreira. Já comprei ingresso antecipado!

    5
    Nota: Bom 
     13/10/2009  Por: Marilia (34 anos)
    Muito interessante a biografia de Channel! Bom Filme!

    6
    Nota: Regular 
     30/10/2009  Por: Christiano Kubis (24 anos)
    A inocência entediante de Coco Antes De Chanel
    O filme faz jus ao título, e realmente mostra quem foi a Coco antes de Chanel. Órfã, pobre, com uma ambição que chega a ser imoral, porém respeitada e não julgada graças ao seu talento e criatividade em adaptar o mundo à sua personalidade provocativa. A expectativa pelo filme foi tanta, que pode decepcionar quem espera por uma produção deslumbrante. Porém, a imagem da Coco Chanel eternizada, lendária, ícone, já é bem conhecida. A idéia do filme é justamente retratá-la de forma mais real, mostrando apenas um período de sua vida – algo bem comum nos filmes biográficos atuais - em que Chanel estava se preparando, construindo e formando sua personalidade. É mais um filme com um ponto de vista muito particular, que nos instiga em saber mais do personagem principal. Uma pena ignorarem a Gabrielle Bonheur Chanel, repleta de alguns escândalos, e envolvimentos amorosos e políticos bem polêmicos - pois existem grandes evidencias de que ela defendia idéias bem racistas, e que foi sim uma colaboradora do nazismo e se aproveitou da situação para prosperar sua marca - que a fizeram ser mal vista na França no período pós-guerra, em que a marca Chanel passou por vacas magras e foi ofuscada pela Dior. A idéia de evitar todas as armadilhas visuais, caricaturas e clichês, foi inteligente, porém o naturalismo da atmosfera, criada pela diretora Anne Fontaine e o desenhista de produção Olivier Radot, é desanimadora, apesar de ter uma riqueza de detalhes que passam despercebidos. Ações humildes e aparentemente simples de costurar, cortar, abrir rolos de tecidos, entre linhas, agulhas e alfinetes, ganham charme e beleza em cenas que acompanham todo o filme. São muitos os momentos em que a criatividade e o estilo andrógeno de Chanel são enfatizados. Ela se recusou a usar espartilhos, e de se vestir e comportar-se de acordo com as regras e convenções sociais, mudou a silhueta das roupas femininas, e se utilizou de forma inteligente do vestuário masculino. Para Coco a elegância estava bem longe dos excessos. Logo no início do filme ela sugere a sua irmã que use o espartilho de um vestido, mais aberto nas costas para que ela pudesse ter mais liberdade para dançar. Em outra cena, após ganhar um vestido branco (de voal e seda repleto de flores e fitas) ela opta por usar um tecido xadrez e confeccionar rapidamente um novo vestido que fugia a todos os padrões de feminilidade da época. O poder de transformar infelicidade em criatividade dá leveza a angustia de nos deparamos com um personagem fiel aos seus desejos, com uma arrogância e um humor cortante. Sentada em sua famosa escadaria, Coco Chanel saboreia seu triunfo com melancolia e solidão, enquanto recorda momentos de seu passado, nos deixando com uma sensação de, quero mais. Ficaremos no aguardo de um filme menos romanesco e inocente, já que a continuidade da história de Coco Chanel é mais excitante. “Deve-se sempre remover, tirar, e nunca acrescentar”, com certeza esta frase da revolucionária estilista, inspirou um filme sem abusos, mas que poderia nos apresentar uma futura imperadora da moda com seus anseios, inseguranças e esperanças de uma forma mais... “temperada”.

    7
    Nota: Ótimo 
     30/10/2009  Por: Anelyse (42 anos)
    Simplesmente profundo... Para as mulheres românticas em geral repensarem que independente de títulos ou rótulos ou convenções como o casamento o que realmente importa é amar e ser amado...

    8
    Nota: Não vi 
     31/10/2009  Por: Lívia Rossi (20 anos)
    Estou louca para assistir. Deve ser muito bom.

    9
    Nota: Ruim 
     01/11/2009  Por: Augustina (21 anos)
    Filme interessante, porém entediante.

    10
    Nota: Regular 
     01/11/2009  Por: Bellinha (90 anos)
    De fato concordo com tudo o que o Christiano Kubis escreveu, sem tirar nem por absolutamente nada. Pra mim o filme é muito cansativo e chega a ser chato por diversas vezes, parei uma centena de vezes porque estava muito enjoado. Não chega a ser o que talvez eu como muitos esperava. Nem a Audrey Tautou conseguiu me prender no filme, e ela é ótima. Ficou muito a quem do esperado. Nota 7,5.

    11
    Nota: Bom 
     01/11/2009  Por: José Carlos (58 anos)
    O filme é gostoso de assistir. O assunto é tratado sem muita profundidade. A trilha sonora é muito boa e a fotografia também. Não é um super filme, mas valeu a pena assistir. O final traduz a luta de uma mulher de fibra que chegou lá.

    12
    Nota: Ótimo 
     03/11/2009  Por: Ana Carolina (14 anos)
    Ótimo filme, maravilhoso mesmo... Mostra a vida brilhante e ao mesmo tempo não luxuosa e simples... Amei, gostoso de assistir e contagiante é uma ótima escolha de filme.

    13
    Nota: Bom 
     03/11/2009  Por: Willis Defaria (60 anos)
    Fiel ao seu título, “Coco antes de Chanel” narra o início da vida da mulher em que se tornou talvez a figura mais influente da moda do século 20. Mas o filme, dirigido e co-escrito por Anne Fontaine, com uma mistura de franqueza brutal, indica a ascensão de uma mulher ambiciosa e difícil, tomando nota dos obstáculos e oportunidades oferecidas pelo seu tempo, lugar e circunstâncias. O filme começa em 1893, em um orfanato, onde as irmãs Chanel, Gabrielle (Audrey Tautou) e Adrienne (Marie Gillain), fora, abandonadas por seu pai. No convento de freiras, esteve sempre à espera de um visitante que nunca veio - e observando-se, em algum nível subconsciente, a elegante simplicidade dos uniformes escolares. Coco jovem aprendeu a costurar a partir das freiras, e deixou a escola para trabalhar como costureira de dia e uma artista de cabaré na noite. E nós assistimos “Coco” encontrar-se lentamente, com alguns homens, transformando-se em degraus na escada: os ricos Etienne Balsan (Benoît Poelvoorde), que tomou como sua amante e não parecem se importar quando ela usava suas roupas e suas costuradas camisetas em vestidos; e Arthur "Boy" Capel (Alessandro Nivola), empresário Inglês do ramo do petróleo que lhe emprestou dinheiro para abrir seu estúdio em Paris, e com quem teve um caso de amor apaixonado, mas condenado. Siga olhos de “Coco”, essas piscinas profundas, escuras e tira proveitos de suas idéias dos tecidos de cortinas ou da arquitetura de um chapéu com uma concentração feroz. Ela não está apenas olhando, ela está observando, pensando intensamente. “Coco” desempenha a estilista ícone que também era uma espécie de filósofa. Ela queria libertar as mulheres de seus espartilhos esmagantes e retirar os véus sufocantes do rosto das mulheres e deixá-las circular livremente. No processo, ela projetou uma vida cheia de aventuras para si mesma. As cenas nos deixam concentrados quando estamos prestes a ver “Coco” reinar sobre os esnobes. Afinal podemos afirmar que de modo geral nos deixa insatisfeito, mas apenas porque Fontaine nos deixou querendo saber mais dessa mulher. Nota: 7,0.

    14
    Nota: Bom 
     14/11/2009  Por: Maria Alice Mansur (65 anos)
    Muito bom. Bem dirigido, bem atuado, a história incrível dessa grande mulher, corajosa que revolucionou a maneira de vestir de todas as mulheres. Determinada, fria e sagaz, Audrey Tautou [incorporou tudo isso na sua econômica atuação. Há de se destacar a enorme influência dos dois homens (Balsan e Boy) na vida de Chanel.

    15
    Nota: Ótimo 
     15/11/2009  Por: Murillo Cruz (57 anos)
    Excelente filme! Nota 10 a demais, para os que conhecem parte da obra do maior teórico social de nossa época, thorstein veblen, é simplesmente imperdível. Uma verdadeira aula de "veblenism".

    16
    Nota: Ótimo 
     16/11/2009  Por: João Biano (25 anos)
    Coco foi uma mulher de verdade, num tempo onde o machismo imperava. Ótimo filme. Atuação impecável de Audrey. Recomendo.

    17
    Nota: Bom 
     16/11/2009  Por: Flavia (29 anos)
    Biograficamente o filme foi ruim, não mostra 1/3 do que Coco representou não só no mundo da moda, mas também na "libertação" das mulheres, porém como um drama romântico só não dou nota 10 porque o fim não foi dos melhores... Em contrapartida a fotografia e trilha sonora foi de arrasar, no geral é um bom filme, mas que poderia ser muito melhor.



     


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