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A Filha de Ryan (Ryan's Daughter)
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- Sinopse
No ano de 1916, numa cidade irlandesa à beira-mar, Rosy Ryan se casa com seu ex-professor, o viúvo Charles Shaughnessy, mas logo descobre que ele não tem interesse por sexo. O Major Randolph Doryan, soldado britânico com trauma de guerra, chega à cidade para ajudar a controlar o contato entre o Exército Republicano Irlandês e os alemães. Ele e Rosy se apaixonam e começam a se encontrar em locais afastados da cidade. Michael, deficiente mental, descobre o caso e mais que depressa anuncia para a população. Quando o líder do IRA aparece na região, o pai de Rosy o denuncia à polícia com a intenção de manter a paz da cidadezinha, mas os habitantes da cidade acreditam que Rosy é a traidora, em função de seu relacionamento com Randolph.
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Trailers... Imagens... Elenco...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Filha de Ryan Título Original:
Ryan's Daughter País de Origem:
Reino Unido Gênero:
Drama Tempo de Duração: 200 minutos Ano de Lançamento:
1970 Site Oficial:
http://whv.warnerbros.com/WHVPORTAL /Portal/product.jsp?OID=12882
Estúdio/Distrib.:
Continental Direção:
David Lean
- Elenco
Robert Mitchum ... Charles Shaughnessy Trevor Howard ... Father Collins » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme
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- Trailers
- Comentários
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| 34 |
22/01/2012 Por: Zita Correia (48 anos) | | Vi este filme há bastante tempo, gostei tanto que gostaria de revê-lo, mas com grande pena minha nunca encontrei o DVD. |
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24/02/2012 Por: Maria Angela (57 anos) | | Assisti esse filme já há algum tempo, e hoje o revi. Gostei muito! |
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08/03/2012 Por: Amilcar (44 anos) | | Belíssimo filme para ser assistido, principalmente num noite fria de inverno. Mostra as fragilidades humanas e a superação. |
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09/03/2012 Por: Celestel Leão (60 anos) | | Filme belíssimo, com trilha sonora tocante. Apresenta com realismo a fragilidade e a incompletude humanas, ao mesmo tempo nos mostra a generosidade e a compaixão de que alguns poucos são capazes. |
| 38 |
23/03/2012 Por: João Silva (72 anos) | | Vi este filme em 1973. Não vou repetir os comentários anteriores, mas simplesmente dizer que por algum motivo o procurei neste site passados tantos anos. |
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11/06/2012 Por: Helena (67 anos) | | Adorei, já o revi, e voltei a adorar, tocou-me profundamente. A música é linda, gosto de a ouvir de olhos fechados, fascina-me. Belíssimo! |
| 40 |
18/08/2012 Por: Antônio Vieira (60 anos) | | Um dos melhores filmes que já vi. No nível de A Noviça Rebelde, Nicolas e Alexandra, etc. |
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03/09/2012 Por: Valentina (39 anos) | | Simplesmente o filme mais fascinante, música lindíssima. Cena de sexo mais romântica e bonita que vi até hoje. |
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30/10/2012 Por: Carlos Karoá (62 anos) | | O cinema é uma das paixões da minha vida. O filme em questão é para mim o segundo mais belo que já vi. Inesquecível. O primeiro é BEN-HUR. |
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29/12/2012 Por: Esmeraldo Pereira (65 anos) | | Em 71, assisti a esse maravilhoso filme em um cinema da Av. São João. O filme, retrato de muitas vidas, é simplesmente fantástico. |
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03/01/2013 Por: Lúcia Pontes (45 anos) | | Vi este filme quando ainda ainda era uma adolescente. Passou bem tarde da noite na Rede Globo. Achei simplesmente demais. Nunca esqueci. Lembro-me de todas as cenas com nitidez, pois me marcou muito. Com toda franqueza gostaria de revê-lo. |
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22/01/2013 Por: Maria Lucia Moraes (69 anos) | | Inesquecível, em todos os sentidos. Uma verdadeira obra-prima. Gostaria muito de revê-lo. |
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24/01/2013 Por: Maria Fátima Lobo (63 anos) | | Vi este filme quando tinha 22 anos no Porto gostei muito. Ainda me lembro de muitas das cenas. Gostaria de o ver novamente num canal da televisão. |
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23/04/2013 Por: Péricles Araripe (52 anos) | | Assisti ao filme na década de 70. Espetacular! Fotografia linda, elenco de primeira, destaque para o ator John Mills, que faz o papel de Michel. Imperdível! |
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12/05/2013 Por: Rokza (32 anos) | | Sim, vi esse filme de uma década anterior ao meu nascimento. Não achei que fosse um adultério, mas algo acima, pois o sentimento do amor está acima das convenções humanas de uma organização social hipócrita! O certo seria não o Major morrer daquele jeito ao por do sol na praia, mas ficar com sua amada. O professor marido, não tinha nada a ver com a moça jovem e com a necessidade que o senhor não cumpria. Ela não foi com o Major por fornicação, mas por UM AMOR NATURAL E QUE IMPEROU AVASSALADOR! |
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