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- Sinopse
Com um elenco de fazer inveja a qualquer grande cineasta, Charlie Kaufman, reúne excelentes atores em Sinédoque, Nova York. O filme conta a história de Caden Cotard (Philip Seymour Hoffman), um diretor de teatro frustrado, hipocondríaco e egoísta. Quando, Cotard recebe a incumbência de escrever sua primeira peça, sua vida está de pernas para o ar e querendo criar algo real propõe refazer o seu mundo no palco em cada detalhe. Caden conta com a ajuda de Tammy (Emily Watson), a atriz maluca Claire (Michelle Williams) e a adorável Hazel (Samantha Morton). Neste roteiro não há coadjuvantes, todos são protagonistas de suas próprias histórias.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Sinédoque, Nova York Título Original:
Synecdoche, New York País de Origem:
EUA Gênero:
Comédia / Drama Classificação etária: 16 anos Tempo de Duração: 124 minutos Ano de Lançamento:
2008 Estréia no Brasil: 17/04/2009 Site Oficial:
http://www.sonyclassics.com/synecdo cheny
Estúdio/Distrib.:
Imagem Filmes Direção:
Charlie Kaufman
- Elenco
Philip Seymour Hoffman ... Caden Cotard Catherine Keener ... Adele Lack » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
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- Imagens do Filme

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- Trailers
- Comentários
| 1 |
05/04/2009 Por: Glória Gomes -RJ | | A sinopse diz que é comédia. Mas há aqui muito humor negro e também um filme muito cansativo, deprimente e chato! Foi difícil conseguir chegar ao final. |
| 2 |
22/04/2009 Por: Willis de Faria | | Sinédoque, New York é uma viagem no imaginário do escritor e diretor, Charlie Kaufman, conhecido por seu gosto pelo incomum, mas que desta vez, surpreende com a criação de uma obra-prima quase instantânea repleta de significados, como fúria, solidão, complexidade, dor, perdão paixão, poesia e amor. Sinédoque (SIH-pescoço – (DOH-KEE) é uma palavra cujo significado não é essencial para a compreensão do filme. Retrata a vida de Caden Cotard, diretor de teatro, ganhador de um prêmio, que resolve montar uma peça de teatro para contar sua própria estória de vida, cuja construção da peça dura 17 anos. Ele é um homem infeliz, hipocondríaco com reais problemas de saúde: erupções cutâneas, convulsões, olhos secos, tremores e vitima de desordens intestinais. Sinédoque, New York é um enlouquecedor filme intelectual, mas é emocionalmente distante, como se estivessem olhando Kaufman em seus personagens pela ponta errada de um telescópio, e só poderia ver a sua dor. Escritor / diretor Charlie Kaufman constrói um mundo aparentemente a explorar e, em seguida, sobre o tempo que vai destruí-lo. Presumivelmente, o filme é sobre a decadência humana em suas múltiplas facetas: física, ética, artística. É uma meditação sobre a criatividade, a falha, decrepitude e da iminência da morte. Caden (Philip Seymour Hoffman) é um homem profundamente deprimido. Um suburbano diretor de teatro, onde é auto-absorvido pelo trabalho, desligado da família, quando sua esposa, uma pintora de nini-quadros (Catherine Keener), o abandona e leva sua filha de 4 anos para Berlim. O roteiro segue mais ou menos para as convenções do realismo. Um filme para os amantes de arte, e conhecedor de teatro e obras cinematográficas. Se você esta em busca de um filme de ação, ficará decepcionado, pois verás uma história 100% dramática. Nota: 7,0. |
| 3 |
18/09/2009 Por: SCheila Sodre (35 anos) | | Adoro cinema, mas esse filme é um saco, cansativo, melodramático, um fiasco total! O começo do filme parece interessante, mas desanda no meio da estória e o fim é uma lástima! Não se deixe enganar com o discurso cinematográfico padrão, a velha conversa artística. Não aguentei ver a vida do Caden até a velhice-esquizofrênica. Troféu na categoria maluquice com conteúdo de alto nível científico sobre mal de alzheimer... Esse eu passo. |
| 4 |
07/10/2009 Por: Fabio Barreto (55 anos) | | Tão ruim quanto os abomináveis:"muro da droga da escola", "o casamento da chata da raquel", "a horrorosa junie" e outras pérolas que os críticos nos incentivaram a ver esse ano. Não acredito que alguém após testemunhar essa coisa até o fim possa fazer consigo mesmo um comentário benevolência em relação ao que assistiu. Se fizer é crítico de cinema e como tal... |
| 5 |
11/10/2009 Por: Paulo Vieira (41 anos) | | Profunda decepção. Mesmo para um filme de arte, é extremamente cansativo e num ritmo horrível. Eu diria que é irregular, se perdendo em diversos momentos. A proposta até que é boa, mas o desenvolvimento é ruim. É o tipo da obra difícil que você vê para depois se gabar com os amigos e posar de intelectual. Mas como cinema, como arte, não empolga, não envolve, não surpreende, não instiga. É apenas mais um filme longo e chato. |
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