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A Montanha dos Sete Abutres

  (Ace in the Hole)
Sinopse Charles Tatum (Kirk Douglas) está entediado com seu trabalho em um pequeno jornal no Novo México, onde não aparecem oportunidades para boas matérias. Quando surge o caso de um homem preso em uma mina, ele transformará a situação em um grande acontecimento, tomando as rédeas do resgate, fazendo o possível para prolongá-lo e fornecendo informações aos grandes jornais. Ele percebe que está criando algo de grande proporção e pretende levar isso adiante, pondo em risco a vida do homem que está preso. A história é inspirada em um fato real, acontecido em 1925.

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Informações


Título no Brasil A Montanha dos Sete Abutres
Título Original Ace in the Hole
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem EUA
Duração111 minutos
Direção
Estúdio/Distrib. Paramount Pictures

Elenco


... Chuck Tatum
... Lorraine Minosa
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“The Hut-Sut Song” (não creditada)
Escrita por Leo Killion, Ted McMichael e Jack Owens
Cantada por Richard Benedict e Kirk Douglas
“We're Coming, Leo” (não creditada)
Escrita por Jay Livingston e Ray Evans
Interpretada por unidentified vocalist e band

Trailer



Comentários



  >> Ver todos os Comentários...

06/09/2010 - Rosa (47 anos)

2
  Ótimo
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Filme ma-ra-vi-lho-só! Contudo, não foi por acaso ser um fracasso de bilheteria quando de seu lançamento. Filme extremamente avant-garde para sua época... Até para hoje! Nota dez com louvor. Sem falar na interpretação soberba de Kirk Douglas!

09/09/2010 - Renato (34 anos)

3
  Péssimo
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Não sei porque todo filme antigo as pessoas tem que falar que é bom. O filme é ruim e pronto!

12/10/2010 - Julio Simi Neto (53 anos)

4
  Ótimo
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O grande diretor Billy Wilder junta-se ao magnífico ator Kirk Douglas para mostrar um reporter sensacionalista na cobertura de uma soterramento. Roteiro forte que cutuca o interesse da imprensa em dar manchete ao retratar o desespero humano. O que ocorreu com os mineiros soterrados recentemente soterrados no Chile vem no ato esse filmaço rodado em 1951. Enfim, clássicos do cinema não tem idade, para quem gosta são eternos.

12/10/2010 - Maria Libia (50 anos)

5
  Ótimo
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O filme é fantástico, baseado em história real, rendeu prêmio Pulitzer ao jornalista e inspira uma discussão ética infindável. Agora com o resgate dos mineiros presos na mina no Chile a questão torna-se ainda mais atual.

23/02/2011 - Igor Assis (30 anos)

6
  Ótimo
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Filme muito bom, assisti nas aulas de jornalismo. Adorei o final.

15/06/2011 - Rubens Doza (51 anos)

7
  Ótimo
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Filmaço e ponto final. Pobre daqueles que ainda dizem que filmes em PB são ruins.

03/09/2011 - Paulo Meiras (46 anos)

8
  Ótimo
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Obrigatório.

19/12/2011 - Rodolfo Bolzani Neto (48 anos)

9
  Ótimo
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Um filme desses ruim!? Sem comentários.

07/08/2012 - André Ribas (49 anos)

10
  Ótimo
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QUEM NÃO VIU, NÃO LEIA. O que me lembro deste filme, e o que ficou marcante, de genial do diretor, e que vai além da interpretação dos atores, porque os supera, é que B. Wilder faz uma magistral alegoria, colocando todos os personagens principais e inclusive a sociedade da sua época (alegoricamente apresentada como verdadeiro personagem principal, a partir de uma etapa do filme), todos, sem exceção, no "buraco", ENTERRADOS: 1- o personagem inicial, ambicioso, fica fisicamente preso no buraco, nem precisa disso explicação, mas sim o que decorre deste fato físico, e que passa a ser, em decorrência, a gerar um fato moral; 2- o jornalista, está no buraco moral, quer subir a qualquer preço, às custas dos outros, subir na profissão e subir para a capital, sair do "buraco" que é a cidadezinha do interior em que se encontra; 3 - o xerife, quer ser reeleito e para isso não tem vergonha, escrúpulos, de usar o caso do personagem preso lá dentro, para tentar conseguir subir, está no buraco moral também; 4 - a "viúva", que deseja até a morte do cara preso para que possa sair daquela cidade, e dá em cima do jornalista, que também dá em cima dela e depois dá uma de certinho e arrependido e enojado, quando o cara preso no buraco vem a morrer, acorda tarde; 5- por fim, também está no buraco, em um grande buraco, o principal, o maior de todos, toda a sociedade, a massa, o povo, o público, os vendedores ambulantes, etc. Todos que vão para lá querendo tirar vantagem, um pedaço daquilo, vão para lá não para ajudar, mas apenas movidos pela curiosidade mordaz, para assistir e pelo desejo do mal, que ele ocorra ou se perpetue, pelo espetáculo em si, para lucrar, por tudo estar transformado em um grande espetáculo em que a sociedade assim passa a ser o ator principal, e para nos passar uma verdadeira imagem disto, o diretor insere no espetáculo, como analogia, no local onde ocorre a tragédia, UM PARQUE DE DIVERSÕES! Isto mesmo, logo surge os que irão querer lucrar com a tragédia, não apenas o jornal, o xerife, o jornalista, a chorosa "viúva", logo montam barracas de cachorro-quente, vendem de tudo e para todos, de comida à diversão, e todo tipo de gente vai para lá, ou seja, toda a sociedade representada, e aquele imenso parque, com sua grande roda gigante, transformando tudo em um grande espetáculo e ficando a tragédia apenas no fundo, lá no fundo, bem no fundo... Do buraco! Esta é a visão de Wilder, da sociedade desta época, da sua sociedade da década de 50, época do macarthismo, sociedade de classes extremada ideologicamente, em que um grande redemoinho moral empurra para baixo tudo que possa prestar, arrastando para o fundo, o fundo do inferno moral, ou da "peste emocional" como diria o psicólogo Reich. O filme expressa o mal estar de toda uma sociedade, de todos, da hipocrisia social das máscaras, e sendo assim, poucos "cidadãos de bem" gostaram do filme, principalmente, os que perceberam toda a alegoria traçada em sua amplitude pelo mestre Wilder. Este filme tem sua história, assim como outro filme trágico do mesmo diretor "crepúsculo dos deuses" este odiado até pelos próprios produtores de hollywood bem como toda hollywood, pois era o ocaso alegórico do próprio cinema, porque os desmascarava, e não puderam impedir Wilder de o fazer, porque ele já estava famoso e tinha uma certa "autonomia de voo". Mas enquanto ele fazia comédia, tudo bem, até aceitavam porque ainda fazia rir, e de quebra ainda lhes enchia os bolsos (dos diretores e dos produtores de cinema) de dinheiro, mas quando o filme era uma tragédia, ahhh, aí a coisa ficava complicada, pois não tinha meio-termo ou risinho de canto de boca, não havia escapismos. Por tudo isto este é mais um grande filme de todos os tempos...

31/01/2013 - Suelen Rüdiger (17 anos)

11
  Ótimo
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O filme é muito bom, nunca havia assistido um filme de artigo, um pouco triste, mas depois que o assisti tive outra opinião.

20/03/2013 - Januario (45 anos)

12
  Ótimo
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Infeliz comentário o de nº 3, creio que ele ainda não conheceu os trabalhos de Billy Wilder na direção bem como de Kirk Douglas na atuação, Aconselho ele rever novamente esse clássico.

12/10/2016 - Anderocks (41 anos)

  Ótimo
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Sensacional. Mostra o quão podre a pessoa torna-se quando o poder corrompe. A ética passou muito longe dessa história.

04/07/2017 - Ianê (68 anos)

  Ótimo
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Filmaço! Obrigatoriamente deveria constar na relação dos 100 melhores filmes de todos os tempos. Kirk Douglas está impagável.

28/02/2018 - Zequita (57 anos)

  Ótimo
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Obra-prima de Billy Wilder discute sensacionalismo na imprensa através de um discurso que, mais de 50 anos depois, permanece contundente. Durante os anos 50, Billy Wilder foi o responsável por alguns dos maiores clássicos não só da década, mas da história do cinema. Com Crepúsculo dos Deuses (1950), causou a ira dos produtores de Hollywood; com O Pecado Mora ao Lado (1955), fez a censura ter pesadelos com as pernas de Marilyn Monroe; já com Quanto Mais Quente Melhor (1959), utilizou homens travestidos que não podiam ceder aos encantos de Marilyn para brincar com a máfia e os estigmas da sociedade. E isso apenas entre suas obras mais famosas daquele período, deixando de lado outras como Inferno nº 17 (1953), Sabrina (1954), Testemunha de Acusação (1957) e Se Meu Apartamento Falasse (de 1960), que por um ano não deixou sua década ainda mais invejável. Diretor de coragem e refino, Wilder nunca se restringiu a gêneros ou convenções. Sua ideia sempre foi de criar uma cinema forte, comunicativo, que refletia no público aquilo que ele pensava, e não apenas obras para se assistir e esquecer. Reflexão e denúncia. Não é a toa que sua ressonância ainda é forte e permanece atual, mesmo meio século após o lançamento de cada obra citada: todas elas ainda devem ser revisitadas obrigatoriamente pelos amantes do cinema, pois cada uma tem algo a dizer que deve ser ouvido. Neste A Montanha dos Sete Abutres, de 1951, Wilder causou mais uma vez um cataclismo de todo um segmento de indústria ao criticar os jornais e seu modo de fazer e de ser. Conta a história de Chuck Tatum (Kirk Douglas), um jornalista arrogante e inescrupuloso que perde o emprego em diversos jornais de grande circulação, vendo sua carreira sem rumo o guiar até a pequena e pacata cidade do Novo México, onde arruma um emprego em um jornal discreto e correto. Sua ideia é que aquilo seja apenas temporário, mas vê o tempo passar e sua vida acalmar no interior e no anonimato. Quando um minerador (Richard Benedict) é soterrado em uma montanha próxima dali, Tatum vê a oportunidade que precisava para voltar aos holofotes: dramatizar a história daquele homem, mesmo que para isso tenha que colocar em risco a vida dele e subornar quem for preciso para manter a exclusividade da coisa, entre xerifes e esposas. Nota 10.

30/06/2018 - FabioKubrick (39 anos)

  Ótimo
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Esse filme é mais uma prova de que Wilder foi o maior da velha holywood, a atuação do Kirk é espetacular.

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