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Eu Matei Minha Mãe (J'ai tué ma mère / I Killed My Mother)
   

4.1
9 votos


 
  • Sinopse
    Humber (Xavier Dolan) despreza tudo em sua mãe. A relação dos dois não é nada boa, já que um tenta manipular o outro, e toda esta conturbação afeta Humber durante a sua adolescência. Ele passa pela fase "normal", marginal, se encanta e se decepciona com as amizades, experimenta a arte, o sexo e as drogas.
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  • Informações Técnicas
    Título no Brasil:  Eu Matei Minha Mãe
    Título Original:  J'ai tué ma mère / I Killed My Mother
    País de Origem:  Canadá
    Gênero:  Drama
    Tempo de Duração: 105 minutos
    Ano de Lançamento:  2009
    Estreia no Brasil: 01/10/2010
    Site Oficial: 
    Estúdio/Distrib.: 
    Direção: 
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  • Elenco
    ... Chantale
    ... Hubert Minel
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  • Trailers

  • Comentários

    1
    Nota: Ruim 
     05/10/2010  Por: Sylvia Lopes (29 anos)
    A produção cinematográfica canadense já não pode ser considerada grande coisa. Não há nenhum filme deste país que seja digno de lembrança, ao menos entre a lista de filmes memoráveis. E quando um sujeito de apenas 21 anos, recém saído da adolescência, resolver dirigir um filme? Não poderia haver pretensão maior... Não poderia resultar em outra coisa que não um filme fraco, digno de várias risadas dado o seu amadorismo, paupérrimo de cenários, lembrando mais as sitcoms americanas, e quase totalmente focado num personagem só, como foi o caso aqui. O ‘diretor’ também é o protagonista, roteirista e produtor do filme, como já citado antes, tudo focado numa pessoa só, tanto na ficção quanto por trás das câmeras. A trama possui cenas bizarras e constrangedoras, com a vozinha insuportável e ao mesmo tempo engraçada do personagem principal gritando o tempo inteiro com a desmiolada da mãe, que é interpretada por uma atriz pra lá de superficial. A maior parte do tempo parece que ela não está ali. Às vezes temos a impressão de que estamos assistindo a uma peça teatral. O momento mais patético é quando o filho corre atrás da mãe que está vestida de noiva no meio de uma floresta, cena que surge num momento de devaneio do rapaz rebelde. Sinceramente, não entendi o significado daquele momento, achei até muito patético. Enfim, um filmezinho que termina do jeito que começou, pelo título até podemos imaginar algo mais dramático, mas isso é pura enrolação. Quem quiser dar risadas involuntárias com a mania de grandeza de um rapaz de 21 anos, que parece se achar um menino prodígio, possui aqui uma boa opção, apesar do filme não ser uma comédia. Mesmo com todo o drama que é o desentendimento entre mãe e filho, o ódio descomunal e desmotivado que o personagem sente por ela e o eterno dilema que é a rebeldia incessante da adolescência, esse filme não deve, de verdade, ser levado a sério!

    2
    Nota: Ruim 
     05/10/2010  Por: Cris (28 anos)
    Não gostei do filme, não recomendaria a ninguém, perdi meu tempo...

    3
    Nota: Ótimo 
     09/10/2010  Por: Ana (21 anos)
    O filme é ótimo.

    4
    Nota: Ótimo 
     11/10/2010  Por: Elisa B. (32 anos)
    Perdoe-me Sylvia Lopes, mas eu discordo de absolutamente tudo o que a senhora comentou acima. Quando assisti a este filme, não conseguia acreditar que o ator principal de apenas 20 anos era o diretor e o roteirista desta obra prima. O filme é simplesmente genial. A fotografia, a atuação do elenco, o roteiro - TUDO. É muito artístico. O tema central não é o desentendimento entre mãe e filho, e sim a complexidade emocional de ambos os personagens. Não entendo como a senhora pode dizer que o filme é apenas a "mania de grandeza de um rapaz de 21 anos" e que não deve ser levado a sério, sendo que ele foi escolhido para representar o Canadá no Oscar 2010, e já acumulou quase 20 prêmios por todo o mundo, sendo 3 destes em Cannes. Acho que podemos concordar que um filme que recebe tantos prêmios é digno de ser levado a sério, não? (Obs.: aos que criticam a indústria cinematográfica canadense, e aos que gostaram deste filme: recomendo também o filme C.R.A.Z.Y. Vale a pena.).

    5
    Nota: Bom 
     23/10/2010  Por: Carla (50 anos)
    Não entendi a cena em que a mãe aparece vestida de noiva e o filho correndo atrás dela. Acho que quis abordar o Complexo de Édipo.

    6
    Nota: Ótimo 
     24/10/2010  Por: Francisco Paulo (56 anos)
    Com certeza, a pessoa do comentário 1 não conhece nem um pouquinho do Cinema Canadense. Será que ela já ouviu falar em As Invasões Bárbaras, Gêmeos, Mórbida Semelhança, O Violino Vermelho e O Declínio do Império Americano, entre tantos outros títulos e Diretores ótimos desse País? Antes de dar opiniões estapafúrdias é melhor se inteirar mais. Esse filme é simplesmente SENSACIONAL.

    7
    Nota: Ótimo 
     25/10/2010  Por: Jefte (16 anos)
    Gostei do filme, no começo achei o final um pouco 'vazio' sem dar explicação ou sentido ao título, mas ai percebi a real ideia do 'Diretor, que na minha opinião não era fazer uma estória, mas sim contar parte dela, que ao menos pra mim, foi muito bem feito, recomendo a quem ainda não o viu.

    8
    Nota: Ótimo 
     28/10/2010  Por: Dani (24 anos)
    Carla, não era a mãe e sim a professora que corria vestida de noiva. Era a única pessoa que ele confiava que acabou se afastando, tudo isso no lugar onde ele sentia-se confortável, o bosque onde cresceu.

    9
    Nota: Bom 
     12/01/2011  Por: Sérgio Sarmento (57 anos)
    Só hoje pela tarde consegui ver o filme no cinema. Pois a estréia se deu em 07/01/2011. Olha gente! É filme bom e apesar do roteiro ser escrito aos 16 anos a obra é de pessoa grande. Como é maravilhoso constatar que tudo acontece, seja ruim ou boa ou vice-versa vem da família. Com um família disfuncional, como deste adolescente, só poderia dar nisso aí que o filme apresenta. Obra que recomendo! É filme que nos faz crescer culturalmente. Portanto NÃO PERCAM! Também não poderia deixar de escrever alguma coisa sobre a escrita de dona Sylvia Lopes. Por favor! Não conhecer o cinema Canadense e escrever certas coisas abomináveis é um ato totalmente impensado. Por gentileza assista alguma coisa de um senhor de 70 anos chamado DENYS ARCAND e com certeza vai conhecer o cinema do CANADÁ. E dona CARLA a senhora tem toda a razão a noiva era realmente a mãe do protagonista, nada ver com a professora, pois sua única identidade é com sua mãe como vimos seu pai é totalmente ausente em sua educação.


     

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