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Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres (Gainsbourg (Vie héroïque))
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- Sinopse
Cinebiogradia do músico francês Serge Gainsbourg (Eric Elmosnino), que cresce em Paris na década de 1940, quando era ocupada pelos nazistas. O filme passa, ainda, pela época de sucesso (1960) até sua morte, em 1991.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres Título Original:
Gainsbourg (Vie héroïque) País de Origem:
França Gênero:
Drama Tempo de Duração: 130 minutos Ano de Lançamento:
2010 Estreia no Brasil: 08/07/2011 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Imovision Direção:
Joann Sfar
- Elenco
Eric Elmosnino ... Serge Gainsbourg / voix de La Gueule Lucy Gordon ... Jane Birkin » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme
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- Trailers
- Comentários
| 1 |
11/07/2011 Por: David (20 anos) | | Este filme parece abordar um tema um tanto quanto fantástico, ainda, mas mostrando o grande musico fraces que foi o Serge Gainsbourg. |
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28/08/2011 Por: Sérgio Sarmento (57 anos) | Assisti na realidade duas vezes o filme e adorei. Mostra a vida do músico francês Serge Gainsbourg que viveu do final dos anos 30 até o início dos 90 do século passado. O ator Eric Elmosnino, que faz o personagem, é incrivelmente parecido com seu representado. E depois o músico namorou as mulheres mais linda de sua época falo de Brigitte Bardot ( A BB ) e a inglesa Jane Birkin com a qual inclusive foi casado e desta união nasceu a grande atriz francesa, do entre outros filme MELANCOLIA, Charlotte Gainsbourg. A música mais sensacional de Serge, ao meu ver, foi JE TAIME que no original foi composta para Brigitte Bardot mais quem gravou e tornou famosa foi a inglesa Jane Birkin. No filme tem uma cena hilária e inesquecível. É aquela que aparece em um filme pela última vez no cinema o grande diretor francês Claude Chabrol ( no filme ele era o agente de Serge ) que logo após sua participação veio a falecer de causas naturais. A proposito a atriz LUCY GORDON que faz o papel de JANE BIRKIN no filme. Logo após sua participação comete o suicídio em Paris vindo a falecer em maio de 2009. Inclusive o filme é em sua memória. É um fato profundamente lamentável, pois a falecida era muito talentosa e uma linda mulher. Mas são coisas que só as mazelas humanas explicam. Por tudo e por ser um dos melhores filmes de 2011. NÃO PERCAM! E por tudo. RECOMENDO de olhos fechados. |
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04/10/2011 Por: Luis (48 anos) | | Cartazes do filme “Gainsbourg, vie héroïque” foram proibidos no metrô de Paris. Motivo: Mostrarem o consumo de cigarro. Isto está acontecendo muito agora, nestes tempos de cerco ao consumo de cigarro, investidores de filmes repassam dinheiro da industria do fumo e pagam para diretores filmarem e atores fumarem, para induzir ao vício, então estão produzindo muitos filmes retrô e tacando fumo em demasia (afinal, era assim na época, he he he) série MAD MEN sofre isto, para citar exemplo, e uma porção de outros filmes, há filmes em que atores recebem também por cada cigarro que acendem... Sobre o filme, é bom e vale a pena ver, mas sobre esta questão é péssimo e lamentável que vá se buscar este tipo de financiamento... |
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07/10/2011 Por: Sérgio Sarmento (58 anos) | Olha o comentário acima do seu Luiz é muito bom sobre e contra o cigarro. Vivi toda a vida artística Serge Gainsbourg. Pois ele surgiu nos anos 60 até o começo dos anos 90 do século passado. Ele foi um consumidor inveterado de cigarros. E de maneira alguma o diretor Joann Sfar e seu roteirista poderiam omitir o não consumo de cigarros ao longo do filme. Sob pena de faltarem com a verdade. É o tal negócio " não poderemos jamais fazer omelete sem quebrar os ovos ". Seu Luiz do comentário 3 mais uma coisa. Você dá uma nota REGULAR e abaixo diz:... É bom e vale a pena ver... Qual a verdade? Portanto gostaria de ler do senhor não um comentário contra o cigarro, pois eu sei a coisa maléfica que é este vício, pois fumei durante 29 anos e há 15 só com minha força de vontade larguei. E posso dizer de peito aberto " a pior coisa que fiz foi colocar um cigarro na boca em contra partida a melhor foi quando larguei o mesmo ". Mas gostaria mesmo que o senhor falasse sobre o grande filme chamado GAINSBOURG. Pois aqui se muito me engano é um site de CINEMA. Para comentário de CINEMA e não de CIGARROS. Com a palavra o sr. Luis (48anos). |
| 5 |
15/01/2012 Por: Rogério (35 anos) | | Filme excelente. Bom ver filmes europeus. Produção impecável. Destaque total para a francesa LAETITIA CASTA. Ela encarna a diva Brigite Bardot incrivelmente bem. Pena ser tão desconhecida pelo público brazuca. |
| 6 |
31/01/2012 Por: Helio (46 anos) | | Estou curioso. |
| 7 |
22/02/2012 Por: Edmar Neto (36 anos) | | Uma boa biografia, filmes franceses são sempre bem vindos. Talvez um roteiro um pouco mais enxuto o torna-se menos cansativo, mas considero um bom filme. |
| 8 |
04/05/2012 Por: Henrique (54 anos) | | Estava ansioso para assistir esse filme (Gainsbourg fez muito sucesso nos anos 70 com a música francesa "quase erótica"), mas me decepcionei bastante, quiseram fazer um filme bem excêntrico como ele era, e acabou sendo enfadonho e chato de assistir. Que pena! |
| 9 |
09/09/2012 Por: SLuizrm (60 anos) | | Filme muito bom que retrata a vida Gainbour e fala um pouco da maravilhosa Breigitte Bardot, entre outras famosas estrelas. Ótima trilha sonora. |
| 10 |
30/09/2012 Por: Carlos N Mendes (45 anos) | | Serge Gainsbourg, judeu na Europa da Segunda Guerra, feio, baixinho, rebelde... Como invejo esse cara! Se eu tivesse metade da cara de pau desse sujeito, seria o homem mais feliz do mundo! Esse é um filme da série 'Vidas que valem a pena transformar em filme'. Quase tudo que aconteceu na cena cultural do Ocidente entre 1950 e 1970 dá bons filmes. Só acho que o alter ego de Serge poderia aparecer um pouco menos. A cena em que Serge e Jane Birkin levam a fita com "Je t'Aime, Moi non Plus" ao produtor é a melhor. No mais, um retrato estilizado de uma vida fascinante, num filme nota 9. Por quê as pessoas interessantes morrem tão cedo? |
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26/10/2012 Por: Yago (20 anos) | | Agora percebo como sou um ignorante, acabo de ver o filme e não sabia que era Gainsboung! A princípio, pensava que o filme seria uma ficção sobre um sedutor (vi o filme de surpresa, não li sinopse nem nada), até porque a atuação do garoto no início do filme é fantástica e me levou a crer nisso. Depois, percebi como eu estava completamente equivocado. Pensei: "Essas músicas foram escritas para o filme? Adorei! Mas... Pera aí, acho que essas músicas não desse filme, acho que já ouvi um pedacinho dessa... Deve ser um cinebiografia e eu não notei!". Absurdo! Nunca ouvi falar desse cantor! Lamentável. Graças a esse filme descobri esse talento. Agora, focando no filme, ele mostra a perspectiva lunática (esquizofrênica, ou algo do tipo) do protagonista, no qual um boneco com o qual ele dialoga (e que, às vezes, esta travestido dele) se torna um personagem trivial. Esse filme dá importância às alucinações do protagonista, até por conta disso é meio doido. Talvez eu tenha achado um pouco parado por não ser o tipo de filme que eu esperava, mas é bom sim, com uma boa dose de loucura e muito talento. Aprovado, apesar de louco. |
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