![]() |
|
![]() |
![]() |
|
O Moinho e a Cruz (The Mill and the Cross)
|
|
|
|
|

|
|
- Sinopse
Recriação arrebatadora da pintura épica de Pieter Brugel A Procissão para o Calvário, de 1654. No filme, Rutger Hauer representa Bruegel, Michael York vive um colecionador de arte amigo do pintor e Charlotte Rampling é a inspiração para sua Virgem Maria. Assim o diretor conta a história da pintura por meio de uma análise minuciosa de rituais seculares da vida cotidiana flamenga no século 16, em toda a sua ocre imundície, com cenas que revelam as escolhas artísticas de Bruegel e o contexto político do momento. A pintura, literalmente, ganha vida neste filme em que as cenas invadem o espectador como um sonho adentra um corpo adormecido.
|
Já Viu o Filme? Comente e Dê sua Nota...
Trailers... Imagens... Elenco...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
O Moinho e a Cruz Título Original:
The Mill and the Cross País de Origem:
Polônia / Suécia Gênero:
Drama Tempo de Duração: 92 minutos Ano de Lançamento:
2011 Estreia no Brasil: 06/07/2012 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Lume Filmes Direção:
Lech Majewski
- Elenco
Rutger Hauer ... Pieter Bruegel Michael York ... Nicolaes Jonghelinck » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme
» Ver Todas as Imagens...
- Trailers
- Comentários
| 1 |
10/11/2011 Por: Felippe (25 anos) | | Filme muito parado dou nota 3. |
| 2 |
21/06/2012 Por: Daniel Veras (31 anos) | | O filme é interessante, mas a fotografia é o diferencial. |
| 3 |
30/11/2012 Por: Sérgio Sarmento (59 anos) | | Assisti nesta tarde NO CINEMA. Quando na apresentação de um festival polonês em minha cidade. Pois é graças a este festival que assisti um belíssimo filme. Pois do contrário não iria ver. É filme inovador. É uma pintura a obra. De maneira alguma tenta explicar algo. Pois a proposta do diretor polonês Lech Majewaki é mostrar como o pintor Pieter Bruegel no século 16 realizou sua obra Processão Para o Calvário. É filme deslumbrante mesmo! Ficamos encantado com uma belíssima fotografia que tem está obra fantástica. Os atores principais são excelentes. Falo holandês Rutger Hauer (1944) que aprendi a gostar no papel de um robot em Blade Runner (1982) hoje um filme clássico sem dúvida. Um Michael York (1942) que conheci como garoto em Romeu e Julieta (1968) outra obra clássica moderna. E ainda a talentosa e linda Charlotte Rampling no frescor de seus 66 anos. O gozado é que estes baita atores são sucumbidos pelo esplendor da obra, isto é, eles estão no filme, mas muito pouco notados. Portanto recomendo uma obra diferente mesmo. |
|
|
|
![]() |
![]() |