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W.E. - O Romance do Século (W.E.)
   

4.1
11 votos


 
  • Sinopse
    A apaixonante história do rei Edward VIII (irmão do personagem principal de O Discurso do Rei), que abdicou do trono da Inglaterra em nome do amor à Wallis Simpson, americana e divorciada. O caso gerou um grande escândalo na época. O filme, que passou pelos cinemas, foi indicado ao Oscar de Melhor Figurino e recebeu o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.
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  • Informações Técnicas
    Título no Brasil:  W.E. - O Romance do Século
    Título Original:  W.E.
    País de Origem:  Reino Unido
    Gênero:  Romance
    Tempo de Duração: 119 minutos
    Ano de Lançamento:  2011
    Estreia no Brasil: 09/03/2012
    Site Oficial: 
    Estúdio/Distrib.:  PlayArte Pictures
    Direção: 
  •  

     
  • Elenco
    ... Wally Winthrop
    ... Wallis Simpson
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  • Trilha Sonora
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  • Imagens do Filme

     
       
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  • Trailers

  • Comentários

    1
    Nota: Ótimo 
     28/02/2012  Por: Gustavo (16 anos)
    Bom demais... É o romance do século mesmo!

    2
    Nota: Ótimo 
     11/03/2012  Por: Andréa (23 anos)
    É lindo e muito bem feito... Mais uma prova de que nem sempre a crítica sabe o que fala, ou melhor, geralmente a opinião da crítica e do publico são completamente diferentes...

    3
    Nota: Bom 
     12/03/2012  Por: Sérgio Sarmento (58 anos)
    Assisti nesta tarde NO CINEMA. Olha é o primeiro filme que assisto com a direção de MADONNA. Pois o primeiro "SUJOS E SÁBIOS" de 2008 é um pouco fantasma para mim. Admiro muito esta ARTISTA, é isto mesmo, em maiúscula. Prestem bem atenção! A mulher se envolve em vários projetos. E se saí relativamente bem em todos. Digo isto, pois
    este seu segundo filme não chega a ser grande
    pois tem várias erros. A começar pelo roteiro
    naquele vai e vem. A vida de Wallis e Edward
    e mostrada muito bem. Mas o casal da atualidade que é Wally e William e muito ruim. Me custa muito não falar bem de filmes. Mormente de uma batalhadora como MADONNA. Seus
    pontos bons são inegavelmente a trilha musical
    e as atrizes. Adoro a atriz inglesa ABBIE CORNISH (1982) que é sem dúvida um dos rostos mais lindos do cinema. Assisti todos os seus
    filme, perto de oito, mas no meu modo de ver
    o seu melhor trabalho foi em CANDY (2006) onde
    fazia o papel de uma jovem pintora e drogada. Mas para minha surpresa quem " rouba " o filme
    é uma atriz, também inglesa, que não conhecia chamada ANDREA RISEBOROUGH (1981). Uma bela e talentosa atriz! No mais e apesar de ser um filme quase amador de MADONNA recomendo pela música, atrizes, mas principalmente pelos vestidos da atriz que fez o papel da década de 30/40 do século passado, chamada Wallis vivido por Andrea Riseborough.

    4
    Nota: Bom 
     24/04/2012  Por: Cris (29 anos)
    Interessante. Apesar de muitas vezes parecer mais um comercial de cigarro. Tinha a impressão que a qualquer momento apareceria a advertência do Ministério da Saúde. Incrível, em pleno ano 2011, ainda ter alguém que considere o ato de fumar elegante...

    5
    Nota: Bom 
     04/05/2012  Por: Sérgio Sarmento (58 anos)
    O filme da MADONNA é um belo programa. Sem dúvida! Mas queria me reportar sobre o fumo no
    filme. É claro que deploro o cigarro. E falo
    com toda a razão, pois fumei. Pasmem! Por 29 anos e é sem dúvida uma das melhores coisa que fiz na minha vida é ter parado com o cigarro. Mas o filme da MADONNA não se passa em 2011 e sim nas décadas de 30/40 e 50 do século passado. Quando o fumo era totalmente incentivado. O vicio era "uma praga" mesmo. Portanto e para o bem da verdade a vida de Wallis e Edward era do cigarro mesmo. MADONNA estava certa. É tudo uma questão de HISTÓRIA
    MESMO. Por favor vamos nos ater nas qualidades
    artística do segundo filme da ARTISTA, em maiúscula mesmo, MADONNA e deixar as teses
    para uma outra ocasião mais apropriada. Ficaria, com certeza, muito agradecido. Pois
    acima de tudo ADORO CINEMA e gostaria de ler
    um comentário sobre uma boa obra cinematográfica. Como o filme em pauta. Grato!

    6
    Nota: Ótimo 
     07/07/2012  Por: Sueli (40 anos)
    EXCELENTE! As músicas se encaixam perfeitamente. A história foi contada de forma elegante.

    7
    Nota: Regular 
     09/07/2012  Por: Henrique (54 anos)
    Não gostei, apesar de uma boa produção, figurinos e trilha sonora o filme é confuso e a história não me prendeu no seu "vai e vem" de épocas.

    8
    Nota: Regular 
     13/08/2012  Por: Osmar (55 anos)
    Também achei confuso, principalmente o começo do filme, vale a pena assistir, porque e interessante e prende a atenção, pra saber como será o final, mas minha nota é 5,5... Bem regular...

    9
    Nota: Bom 
     19/08/2012  Por: Gustavo Espeschit (30 anos)
    Escrever sobre algo que Madonna faça para mim é um pouco complicado pelo simples fato de ser fã da mesma, mas nada me impede uma imparcialidade e um olhar totalmente voltado a admirar o trabalho dela, seja em qual área que for, com alguma criticidade. Talvez seja por isso que eu tenha demorado um pouco a postar sobre este filme. O assisti com uma amiga em BH (viagem feita exclusivamente com este propósito) já tem uma semana, em uma sessão praticamente vazia em um shopping do centro da cidade. Demorei a escrever sobre porque talvez tenha querido digerir mais um pouco, criar um conceito, analisar sob outros prismas, seja em cenas picadas lançadas pela Internet ou seja analisando o trailler ou lendo outras críticas à respeito depois de ter assistido ao filme. W. E (que deve ser lido com as letras separadamente e não como uma palavra só, já que se refere a Wallis e Edward) conta a tão conhecida história do rei Eduardo VI (James Darcy), único monarca inglês a abdicar do trono e Wallis Simpson (Andrea Riseborough), americana, divorciada uma vez e casada, que foi o motivo de tal abdicação ao trono, causando um escândalo no império britânico, o primeiro neste século, que veio a ser repetido um pouco depois com o casamento circense de Charles e Diana. Como segunda narrativa do filme temos a história contemporânea de Wally Winthrop ( Abbie Cornish ), uma mulher com um casamento totalmente fragilizado com um psiquiatra famoso que a ignora e mal trata e que é apaixonada pela história de amor entre Wallis e Edward. O filme comeca então com uma tomada da casa de Wally, passando pelos corredores da casa com uma narrativa sobre o casal central, até chegarmos a vê-la sentada em uma mesa posta para o jantar, sozinha. Essa primeira cena já mostra o estado frágil dessa mulher, que busca na fantasia do casal central, uma saída para sua própria existência, se identificando com a Wallis e tentando, até mesmo, incorporá-la. Ela vai para uma exposição na famosa Sotherby´s, casa de leilão nova iorquina, e o filme começa a se desenrolar em flashbacks. O roteiro, escrito por Madonna e pelo seu colaborador de outros trabalhos Alak Keshishian, com quem a estrela já havia trabalhado em seu documentário Na Cama com Madonna, começa então a costurar a história dessas duas mulheres frágeis, reprimidas e que procuravam somente um ideal na vida: ser feliz. Acho que essa segunda história é um pouco dispensável e torna o filme um pouco monótono, apesar de algumas das cenas mais impagáveis do filme serem protagonizadas por Oscar Isac, um ator guatemalteco que faz o seguranca russo da casa de leilão que acaba se apaixonando por Wallis. Se o filme focasse somente na história central, talvez seria um pouco mais dinâmico e Madonna teria mais coisas para explorar como o fato por exemplo do casal ser considerado nazista e ter tido vários encontros com Hitler. Mas seu objetivo não era fazer um filme político ( algum diretor poderia ter essa ideia e poderia se dar muito bem se não cair nos clicês excessivos dos filmes políticos sobre nazismo ) e sim contar uma história de amor verdadeiro, que ultrapassa qualquer barreira e abre mão de várias coisas. Apesar de tentar mostrar do ponto de vista feminino, o faz muito tarde na narrativa ( o lance das cartas de Wallys poderia ser revelado um pouco mais cedo ). O Rei abdicou do trono, mas e Wallis? Do que ela abdicou? Quais consequências sofreu por causa desse grande amor? Essa é a pergunta que Madonna faz durante o filme, e é a resposta que espera do seu público. Não irei falar aqui do magnífico figurino de Arianne Philips, indicado ao Oscar na categoria deste ano, e nem da trilha sonora majestosa de Abel Korzeniowski que é quase uma personagem a parte do filme. Isso já foi muito discutido em outras resenhas sobre o mesmo. O que é interessante focar é que, quem conhece tanto a carreira quanto a vida de Madonna vai poder perceber que muita coisa está ali, na imagem dessas duas personagens. A gana de mudar seu próprio destino. Os abusos e violências sofridos. A não submissão ao homem ( a cena de briga do casal nova iorquino me remeteu a ela e Sean Penn se estapeando em algum cômodo da casa onde moravam ) e a mensagem está lá, como na música Expres Yourself: Don´t go for second best baby. Não comentarei muito sobre o destino das personagens para não estragar a surpresa de quem ainda não assistiu ao filme. O interessante é assistir ao filme sem o preconceito dele ser dirigido por Madonna, que não é uma cineasta. É tentar entrelaçar a história e se deixar tocar por ela. Tivesse tido um retoquezinho aqui, outro ali, talvez tenha ficado, como diz a música tema, uma Masterpiece. Vale o ingresso com certeza. Não decepciona, mas também não surpreende.

    10
    Nota: Ótimo 
     31/08/2012  Por: Maria do Carmo (46 anos)
    Achei o filme ótimo. Figurino, fotografia, interpretações e o modo como as cenas foram filmadas. Tudo muito maravilhoso. As atrizes, tanto a que faz a Wallis Simpson (Andrea Riseborough), quanto a que faz a contemporânea - 1998 (Abbie Cornish), têm performances excelentes. As cenas surreais em que uma personagem conversa com a outra, eu achei sensacional. A elegância de Wallis Simpson é inquestionável. Deu para perceber que ela era uma mulher muito chique. E isso, a atriz soube passar lindamente. Fiquei apaixonada pelo filme. Já assisti duas vezes e vou querer assistir mais vezes. Madonna está de parabéns pelo trabalho. Recomendo.

    11
    Nota: Bom 
     09/02/2013  Por: Alessandro (29 anos)
    Quase virei fumante vendo o filme, tirando o excesso de cigarro o filme foi bom.


     

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