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Django Livre (Django Unchained)
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- Sinopse
Django (Jamie Foxx) é um escravo, comprado pelo caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz (Christoph Waltz) para auxiliá-lo em uma missão. A dupla acaba fazendo amizade e, após resolver os problemas do caçador, parte em busca por Broomhilda (Kerry Washington), esposa de Django. Para isso, eles devem enfrentar o vilão Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), proprietário da escrava.
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Trailers... Imagens... Elenco... Trilha...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Django Livre Título Original:
Django Unchained País de Origem:
EUA Gênero:
Faroeste Tempo de Duração: 165 minutos Ano de Lançamento:
2012 Estreia no Brasil: 18/01/2013 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Sony Pictures Direção:
Quentin Tarantino
- Elenco
Jamie Foxx ... Django Christoph Waltz ... Dr. King Schultz » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
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- Imagens do Filme
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- Trailers
- Comentários
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22/05/2013 Por: Alessandro (29 anos) | | Eu nunca gostei dos filmes do Tarantino, mas este é ótimo. História bem contada com roteiro inteligente, os diálogos não são de dar sono e a duração não cansa em nenhum momento e sem contar nas ótimas atuações de todo o elenco. |
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23/05/2013 Por: Odair (39 anos) | | Excelente Filme! Tarantino é Tarantino! Adoro os filmes dele. Ele sabe fazer filmes... O filme é bem violento, mas não é uma violência gratuita, tem história, tem um enredo cativante... Você não percebe a hora passar... Também a trilha sonora de muito bom gosto! Nota 10! |
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25/05/2013 Por: Melchior (28 anos) | | Simplesmente Sensacional! O melhor filme que assisti do diretor Quentin Tarantino. 100%. Recomendado. |
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27/05/2013 Por: Samuel Marini (30 anos) | | Adorei. Super recomendado. Ótimo roteiro. |
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29/05/2013 Por: Mário Lobo Piller Neto (36 anos) | | Excelente filme... Com ótimos atores e um enredo incrível. Vale a pena ver! |
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30/05/2013 Por: Vitor Emanoel Simionato (58 anos) | | O Melhor filme de estilo faroest que já assisti. O filme é longo, mas não é cansativo. |
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30/05/2013 Por: Suedilson (35 anos) | | Filme muito longo, muito bla bla bla. A história se divide em 3 atos distintos, mas que não ficaram muito bem conectados entre si. O roteiro não conseguiu gerar diálogos de qualidade, só quantidade, gostei do Samuel como bajulador do senhor de escravos. É Tarantino, sorte na próxima vez... Acho que vou rever o Bastardos Inglórios... |
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30/05/2013 Por: Raquel (31 anos) | | Dessa vez, Tarantino se superou. O filme é excelente, bem atuado, bem dirigido e manter a trilha sonora do filme Django de 1966 foi brilhante. |
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02/06/2013 Por: Deivis Schuman (30 anos) | | Simplesmente perfeito. O melhor filme do ano. Ótima trama, atores que dispensam qualquer comentário, boa ação, emocionante são 2h45 que não cansa. Ignorem o comentário importuno do Suedilson. Filme nota dez pra assistir com toda família. |
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07/06/2013 Por: Vitor Hugo (61 anos) | | Se eu fosse ver Django Livre sem saber de sua ficha técnica, desconhecer o diretor, não ter visto os créditos iniciais, na saída, certamente eu teria pelo menos 90% de certeza de que se tratava de uma obra cinematográfica com a assinatura inconfundível de Quentin Tarantino. Ou de um exímio imitador. Tarantino está ali, escancarado e ao mesmo tempo surpreendente. A verdade é que, a cada filme dele que vejo, mais gosto de Tarantino. Foi impossível, à medida que o filme rodava, não lembrar de Bastardos Inglórios. Lá, usando como pano de fundo a 2ª Guerra Mundial, Tarantino criou uma ficção extraordinária, e todos nós torcemos muito para que aquilo ali tivesse acontecido de verdade! Não faltaram atuações magníficas - ele é mestre em tirar dos atores o máximo que cada um pode dar - suspense de primeira linha (as cenas do oficial da SS, naquela cantina obscura, desmascarando pouco a pouco os americanos, através, inicialmente, do sotaque alémão de um deles, é memorável), e violência, sim senhor, há muita violência nos filmes de Tarantino, mas justificáveis, basta ver o contexto das histórias. Em Django Livre, todos estes elementos estão presentes, mas em vez da guerra, ele recriou um personagem dos anos 60, o Django de Sergio Corbucci protagonizado por Franco Nero, um anti-herói por excelência, naquela onda do "western spaghetti" surgido na Itália e espalhado pelo mundo. Eu tive o prazer de ver este e outros filmes assim nos saudosos cinemas da rua da Praia, em Porto Alegre... Não me levem a mal, deu-me um ataque de nostalgia... Desta vez, Django (protagonizado corretamente por Jamie Foxx) é um negro humilhado numa região do sul escravagista dos EUA, nos meados dos anos 1800. Algum tempo depois estouraria a guerra civil americana que colocaria em campos opostos o sul e o norte (se não viu, veja Lincoln, outro bom filme de Spielberg que trata do assunto sob o ponto de vista político). O caráter de Django, sua personalidade, sua obstinação, como vai se comportando e agindo desde que recebe ajuda do dr. Schultz (magistralmente interpretado por Cristoph Waltz), a parceria que faz com o meio dentista, meio escroque, caçador de recompensas, seu desejo de vingança e de encontrar sua mulher, tudo isto vai conduzindo a história tramada por Tarantino. A reconstituição da época, as belas paisagens, as demonstrações de extrema crueldade com que os negros eram tratados, formam um retrato da sociedade sulista dos Estados Unidos do século XVI. E se você, por acaso, é anti-americano, não fique desdenhando o país por causa disto, lembre-se de que nós também tivemos escravatura... Leonardo DiCaprio, outro queridinho de Tarantino e Samuel L. Jackson emprestam credibilidade aos seus personagens, um como o milionário fazendeiro dono de muitos escravos e o outro como uma espécie de mordomo "capacho", capaz de ser até mesmo mais cruel com os outros escravos do que mesmo seu patrão. O clímax do filme ocorre na fazenda, muito suspense, há sempre algo no ar que pode acontecer a qualquer momento, a gente sabe que vai acontecer, o filme leva a pensar assim e a expectativa aumenta a todo o instante. Típico de Tarantino. Um belo filme, fotografia exemplar, vale a pena ver no DVD os extras da criação do enredo, da reconstituição de época, dos depoimentos, de como se constrói uma história com a meticulosidade que só mentes privilegiadas podem conceber. |
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07/06/2013 Por: Felipe Vesale (28 anos) | | Tarantino, tarantino simplesmente tarantino! Trilha sonora maravilhosa! |
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10/06/2013 Por: Maria do Carmo (46 anos) | | Realmente é um bom filme. Eu gostei. Gostei muito da trilha sonora que passa por várias nuances musicais desde Ennio Morricone ao Hip Hop. Só isso já achei muito interessante. O elenco é de primeira. O austríaco Christoph Waltz (Deus da Carnificina-2011, Água para Elefantes-2011, Besouro Verde-2011 e Os Três Mosqueteiros-2011) mereceu ter ganho o Oscar de ator coadjuvante. Sua performance foi ótima. Os demais atores estão ótimos: Jamie Foxx, Leonardo de Caprio, Kerry Washington, Samuel L. Jackson. Os diálogos e as cenas são hilários. Na minha opinião (isso é o que eu acho) só não gosto das cenas de carnificina, dos tiroteios onde o sangue jorra demais. Sei que é o estilo do diretor Quentin Tarantino, mas, particularmente, não gosto muito. Por isso não coloquei ótimo. |
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11/06/2013 Por: Cravos (33 anos) | | Que filme delicioso! Vou tentar resumir minha opinião... Trilha sonora: maravilhosa! Roteiro: excelente! Atores: muito bons! (essencialmente o esplêndido christoph waltz) e sem deixar de dizer que é um filme 'à lá tarantino', né?!? Sendo assim... Vejam vejam vejam... Vale cada hora... Cada minuto... Cada segundo... Yes! Yes! Yes! |
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16/06/2013 Por: de La Cruz (25 anos) | | Para mim, o verdadeiro melhor filme do ano. Tarantino se recuperou da bomba "À Prova de Morte" em grande estilo. Christoph Waltz e Jamie Foxx dão uma aula de atuação. Roteiro empolgante e envolvente. Nota dez! |
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16/06/2013 Por: Cristiano (38 anos) | | Apenas bom, mais nada de diferente nota 6! |
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