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Curvas da Vida (Trouble with the Curve)
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- Sinopse
Gus Lobel (Clint Eastwood) foi um dos melhores olheiros de beisebol por décadas, mas, apesar de seus esforços para esconder isso, a idade está começando a afetá-lo. No entanto, Gus, que pode identificar um bom arremessador apenas pelo barulho da rebatida, se recusa a ir para o banco de reservas no que podem ser os últimos innings (entradas) da sua carreira. Ele pode não ter escolha. A diretoria do Atlanta Braves está começando a questionar seus critérios, especialmente com a mais disputada seleção de promissores rebatedores se aproximando. A única pessoa que pode ajudá-lo é também a única pessoa a quem Gus nunca pediria: sua filha, Mickey (Amy Adams).
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Trailers... Imagens... Elenco...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
Curvas da Vida Título Original:
Trouble with the Curve País de Origem:
EUA Gênero:
Drama Classificação etária: 12 anos Tempo de Duração: 111 minutos Ano de Lançamento:
2012 Estreia no Brasil: 23/11/2012 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Imagem Filmes Direção:
Robert Lorenz
- Elenco
Clint Eastwood ... Gus Chelcie Ross ... Smitty » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme
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- Trailers
- Comentários
| 1 |
23/11/2012 Por: Adailton (41 anos) | | Se é com o monstro sagrado Clint, com certeza é bom filme. |
| 2 |
23/11/2012 Por: Sérgio Sarmento (59 anos) | | Assisti nesta tarde NO CINEMA. Quando de seu lançamento em nível nacional. Olha! É filme menor em nossas vidas. É um melodrama! Mas quem não se rende para um com esta produção? Eu fora! Mas mesmo assim reconheço que já vimos varias vezes uma obra cheia de clichês como esta. E depois nos fala de um jogo do qual detesto porque não entendo. E que chamamos beisebol. Mas isso de maneira alguma faz diferença, pois o tema só serve de "pano de fundo". A obra tem como referencia o acerto de contas entre uma filha (Adams) e um pai (Clint). É um acerto. Pasmem! Demais de 25 anos. O diretor Robert Lorenz realizou seu primeiro filme. Ele foi co-diretor do veterano Clint em vários filmes. Sito tão somente um Menina de Ouro (2004). Pois então! É claro que é uma maneira do grande Clint Eastwood (1930) financiar um filme ao amigo de longa data. O ator além de produzir é protagonista. A bem da verdade seu papel na obra não traz nada de novo. É o tipo de personagem que ele faz há mais de 45 anos. Mas continuando em falar nos atores. Gostaria de salientar o trabalho da linda, talentosa e magnífica atriz do estado do Kansas chamada AMY ADAMS (1979). É dela o filme! E ela que não deixa o filme ser de uma mesmice rotineira. Mas, repito, sua atuação é simplesmente soberba. Mas quem destoa é Justin Timberlake (1981). Que cara ruim! Quem disse que este cara é ator? Este é daqueles que afirmo que em sua "carteirinha" não esta escrito profissão ator e sim só astro. Mas reconheço que a industria do CINEMA, infelizmente, necessita deste tipo de gente. O cara vende mesmo! E no mais esperar que este filme não seja o último do mestre Clint. Isto seria lamentável por ser um produto abaixo deste ícone do CINEMA mundial. |
| 3 |
02/12/2012 Por: Guilherme Nascimento (19 anos) | | Me surpreendeu negativamente esse filme, que não chega a ser ruim, mas que também não sai do "morno". O fato de perder a visão fica de lado, quando o maior drama fica centrado na relação entre pai e filha (Clint e Amy), o que esfria o filme, por incrível que pareça, faltou química entre os atores. Para piorar um pouco mais, resolveram colocar Justin Timberlake e conseguiram a proeza de transformar um drama em "comédia" romântica nas cenas entre ele e Amy. |
| 4 |
05/12/2012 Por: Eduardo Rocha (43 anos) | | Bom, não concordo com os comentários acima, mas filme é muito pessoal. Achei o trato da relação pai e filha excelente, quem quer um filme com o Clint que não seja clichê está assistindo ao filme errado e sobre o conjunto da obra achei ótimo. Lembra um pouco o filme campo dos sonhos com kevin costner, este tipo de filme é nostálgico e faz pensar sobre quem viveu por exemplo a época de john wayne, e eu estou no final da era Clint Eastwood. |
| 5 |
12/12/2012 Por: Fernando (23 anos) | | O filme começa te prendendo, dá a entender que vai falar sobre a relação de pai e filha, mas ai o Justin entra na história desnecessariamente, odiei o final, ele não é importante para trama e o desfecho acabou sendo ridículo, como tudo fica fácil no final né? Dá impressão que o roteirista se perdeu e parou de enrolar para concretizar uma bela trama de forma tão banal e ruim. |
| 6 |
22/01/2013 Por: Julio Neto (56 anos) | | Não é um dos melhores filmes de Clint, porém o interessante da fita está na experiencia dos mais velhos que ainda supera a geração dos "Notebooks". Quando essa geração dos "Notebooks" ficarem velhos só quero ver o que eles irão ensinar da vida aos jovens. |
| 7 |
29/01/2013 Por: Tom (16 anos) | | Eu achei um filme muito bom, até parece que o Clint iria fazer um filme ruim, ele sempre está me surpreendendo... Dou uma nota: 6,8 para esse filme vale a pena assistir sem dúvida! |
| 8 |
03/02/2013 Por: Adilson (29 anos) | | Acabei de comprar o DVD por ser fã do Clint... Como já comentaram aqui, espero não ser seu úlimo trabalho, pois se tratando de western, ele é mestre atuando ou dirigindo... Ambas: Melhor ainda. |
| 9 |
04/02/2013 Por: Sylvia Lopes (31 anos) | | Uma péssima escolha de Eastwood participar de algo tão ruim como este filme. Há quase 10 anos Clint não entrega a seu público uma boa atuação, desde MENINA DE OURO (2004). Com um título ridículo, nesta mistura de dramalhão com romance açucarado de um casal sem química (Adams e Timberlake), o tema em destaque é o beisebol, com seus detalhes confusos para os não entendidos no esporte, isto é, a maior parte dos espectadores. Para despistar do caráter esportivo, a trama trata um pouco da rejeição de um pai sobre sua filha, que mesmo na idade adulta continua não recebendo muita atenção de um homem que teima em admitir que a velhice chegou. O motivo para o desprezo reservado à menina e consequentemente à mulher adulta é bem tosco, com direito a uma reconstituição preguiçosa em que se usa uma imagem de Clint ainda jovem, que creio ser uma cena retirada de seus filmes mais antigos, o que dá um sinal da falta de criatividade desta trama. O passado dos personagens é mal explorado, como também a senilidade do protagonista. Tudo gira em torno dos campos de beisebol, com seus arremessos e tacadas repetitivas. A história não emociona, não prende a atenção, e não há nem mesmo para quem torcer, pois o único personagem que chega mais perto de ser um vilão é apagado, vivido por um pseudo ator do filme PÂNICO. Amy Adams é a responsável pelos poucos bons momentos da história, devido ao seu drama de filha rejeitada e das consequências que isso traz à sua vida. A participação de Justin Timberlake é completamente dispensável, servindo apenas para que a mocinha tenha um par romântico para não encerrar este festival de clichês de forma solitária. Um filme insípido, desinteressante e cansativo em suas quase 2h. Uma verdadeira sessão da tarde. Em suma: uma lástima! Clint, do alto de seus mais de 50 filmes, não deveria sujeitar-se a algo tão ruim. Decepção! |
| 10 |
13/02/2013 Por: Frederico (32 anos) | | Na boa, não entendo bulhufas de "CINEMA", não estudei pra isso, mas como telespectador posso dizer sem medo de errar que este filme mexeu comigo, um tema sério feito de modo leve, delicado sem forçar a barra. A simples presença de Clint deixa o filme com outros ares... Filme muito bom! |
| 11 |
15/05/2013 Por: Osmar (55 anos) | | Filme bom, com a linda amy adams... Nota 7... |
| 12 |
20/05/2013 Por: Ana Rodrigues (24 anos) | | Descordando absolutamente do que foi comentado por Sylvia Lopes, o filme não é um esportivo disfarçado de dramalhão com romance. O drama está nos questionamentos feitos sobre o entendimento de qual perecível pode ser o homem, no entendimento do próprio homem. A atuação de Clint é impecável como um homem já em idade avançada, debilitado fisicamente, atormentado por não saber lidar com a ausência e presença da filha, que demonstra ainda um humor habitual e condizente a idade que possui, que no entanto, não consegue desvincilhar-se da paixão pela profissão que o liga ao esporte pelo qual é profundo conhecedor. O filme ainda aborda de forma sensível quais são as consequências das escolhas que fazemos na vida, dos rumos que adotamos para fazer o outro feliz e de quão frágil a humanidade é perante a necessidade de aceitação. Nenhuma história tem um lado só, nenhum ser humano é descartável e todos somos capazes de enganar e nos deixarmos ser enganados. O erro é parte constante da vida o filme, mostra isso com uma clareza sutil. A atuação de Timberlake é secundária, pois a personagem é coadjuvante e não faz parte do eixo central da história. Ele está ali para exemplificar a importância da personalidade humana na escolha e identificação de talentos. Embora o esporte tenha se convertido na busca incessante por mais dinheiro, não deixa de mexer com os sonhos e as necessidades das pessoas. O enredo é bem elaborado e ao meu ver, o clímax fica por conta da revelação do pai sobre as motivações pelo abandono. Foge da já batida fuga dos próprios sentimentos. Ponto ainda para a trilha sonora. Canções belíssimas. Ah, e para informar aos poucos atentos ou desavisados, Clint Eastwood não apenas aceitou fazer a personagem. Ele é produtor do filme, o que demonstra que a proposta dele vai além da simples escolha de um papel. Os questionamentos a respeito dos rumos que os esportes americanos estão tomando, tem se tornado tema recorrente em Hollywood, vide o Moneyball, com Pitt. Tal qual as guerras eram temas frequentes nas décadas de 80 e 90, estes dois filmes retratam a realidade vivida atualmente, o que torna a escolha bem compreensível por sinal. |
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