Menu
  Principal
  Em Cartaz
  Em Breve
  Filmes Raros
  Lançamentos DVD
  Pré-Lançamentos DVD
  Nacionais
  Lista de Filmes
  Lista por Ano
  Lista por Gênero
  Qual é o Filme?
  Personalidades
  E-Mail
  Logar / Registrar
  Busca



 
O Dobro ou Nada (Lay the Favorite)
   

2.7
8 votos


 
  • Sinopse
    Beth Raymer (Rebecca Hall) é uma sonhadora incorrigível que trabalha como dançarina em uma casa de strip-tease em Tallahassee. Sua vida muda quando conhece Dink Heimowitz (Bruce Willis), um dos jogadores mais conhecidos da atualidade, que participará de um campeonato de pôquer em Las Vegas. Beth logo se torna sua assistente, mas precisa lidar com as ameaças da esposa de Dink, Tulip (Catherine Zeta-Jones), uma show girl aposentada.
    Já Viu o Filme? Comente e Dê sua Nota...

    Trailers...   Imagens...   Elenco...  

     

     
  • Informações Técnicas
    Título no Brasil:  O Dobro ou Nada
    Título Original:  Lay the Favorite
    País de Origem:  EUA / Reino Unido
    Gênero:  Comédia
    Classificação etária: 12 anos
    Tempo de Duração: 94 minutos
    Ano de Lançamento:  2012
    Estreia no Brasil: 22/02/2013
    Site Oficial: 
    Estúdio/Distrib.:  Paris Filmes
    Direção: 
  •  
  • Elenco
    ... Beth
    ... Darren
     » Ver todo o Elenco...
  •  
  • Trilha Sonora

     
  • Imagens do Filme

     
       
     » Ver Todas as Imagens...

  • Trailers

  • Comentários

    1
    Nota: Não vi 
     22/09/2012  Por: Júlia (14 anos)
    Eu quero ver! Só de ter a CZJ já vai ser ótimo! *-*

    2
    Nota: Bom 
     10/12/2012  Por: Cris (31 anos)
    Eu gostei do filme, não é excelente, mas pelo menos deu para assistir do começo ao fim...

    3
    Nota: Bom 
     29/12/2012  Por: Renato (59 anos)
    Não achei engraçado, a ponto de classificar como comédia. O filme é bom, vale a pena assistir.

    4
    Nota: Ruim 
     25/02/2013  Por: Sérgio Sarmento (59 anos)
    Assisti nesta tarde NO CINEMA quando do seu lançamento em nível nacional. Olha! Para quem como eu conhece o diretor veterano inglês Stephen Frears (1941) e sabendo do seu talento para dirigir obras cinematográficas fiquei surpreso ao ver um filme tão ruim como este. Uma história baseada em fatos reais ser tão boboca como está me deixou irritado mesmo. Os atores que normalmente são bons estão ruim ou caricatos como estes. Adoro mesmo pelo seu talento e sua beleza a londrina Rebecca Hall (1982). Mas nesta obra ela se esforça muito para representar. Mas faz um papel caricato de uma mulher ingênua que custamos a acreditar. É claro que ela é de uma sensualidade que nunca vi. Pois passa o tempo todo do filme desfilando em minúsculos shorts. Alias ela logo na primeira cena do filme está " plantando bananeira " em roupas de baixo, isto é, de calcinha e sutiã. Já fiquei me perguntando, nesta primeira cena, o que o diretor veterano queria dizer. E até agora não encontrei a resposta. Com certeza não vou encontrar nunca. O outro ator que faz um papel ruim é Bruce Willis (1955) cara que adoro mesmo. Pois conhece tudo em representar. Apesar de "vender" há mais de 20 anos um só papel. Ou alguém esta interessado em ver na tela ele de bermuda, tênis e com uma meia até as canelas? Que coisa mais ridícula mesmo! O cara, repito, faz um papel de "trouxa" de bobo mesmo. Ah! Temos em cena a linda galesa Catherine Zeta-Jones (1969) que é normalmente uma mulher linda. Mas neste filme ela é feia é magérrima mesma. Cruzes! E ainda faz um papel de megera e que manda no marido. Cruzes! Novamente! Enfim! Me custa muito falar de filmes. Pois acima de tudo sou um cinéfilo. Mas desta vez o diretor Frears definitivamente faz seu pior filme. Como uma obra ruim desta se cria? E agora e pela terceira vez. Cruzes!

    5
    Nota: Bom 
     26/02/2013  Por: Adrianio (20 anos)
    Um filme muito bom.

    6
    Nota: Ruim 
     26/02/2013  Por: Fátima Rabello de Sá (58 anos)
    Não suportei o filme, muito chato! Com tantos filmes maravilhosos e premiados pelo Oscar, não percam seu tempo vendo isto.

    7
    Nota: Péssimo 
     17/04/2013  Por: Mauro Garcia (22 anos)
    É bem fraquinho mesmo é assistível para se assistir no máximo 2 vezes e olhe lá fraquinho demais.

    8
    Nota: Ruim 
     22/05/2013  Por: Lautner Ângelov (20 anos)
    [CRÍTICA]O Dobro ou Nada: O diretor Stephen Frears, encontra em seu mais novo trabalho, o real significado do tédio. Stephen Frears o mesmo diretor de A Rainha e Alta fidelidade, retoma a boa parceria com o roteirista D. V. DeVincentis (Alta Fidelidade) em seu mais novo filme, mas esqueceram que, não se tira suco doce de limão. O filme é baseado nos "contos/vida" da escritora Beth Raymer. Hoje escritora, mas que já vivenciou literalmente de tudo, desde experiências no sexo indústria, apostas desportivas até Boxer amador. Pode ser considerada a "Bruna Surfistinha americana". Lay a favorita é o livro memórias de suas experiências, serviu de alicerce para o filme. A atriz que teve a honra de lhe representar, foi a bela e talentosa Rebecca Hall, desde seu estilo penteado a seu jeito menina inocente. Rebecca, mesmo se esforçando, não foge caricata, como todo o resto do elenco. Bruce Willis como Dink Heimowitz, caricato desde sua vestimenta, camisa estilo Havaiano, de bermuda e meias até a canela, mas ele é muito carismático e é agradável, mesmo sendo ao extremo "bobão", e não ser nada além de uma coleirinha de sua amada e "adorável" esposa Tulip (Catherine Zeta-Jones). O grande alívio cômico em todo o filme é Vince Vaughn (Rosie), o cara é hilário. Mesmo o roteiro sendo raso, não sendo culpa (em partes) do roteirista D. V. DeVincentis, o filme se vende comédia, mas não passa de um Rafinha Bastos, mas há quem goste. Portanto, tenho a impressão de que se você não fez parte da história da Beth Raymer, com certeza como o público em geral, achará o filme tedioso e desconexo, e de vez em quando incrivelmente irreal. O Dobro ou Nada é um desafeto em forma de filme, e é o mais novo significado de tédio. Assim, quando disse que não se tira suco doce de limão, referia não ao conteúdo, mas a forma como seria adaptada ao conteúdo. O que tinha tudo para ser uma história de vitória da mulher, em uma área dominada por homens, e tinha como fazer isso com humor, e ao se vender comédia pecou, quando nada mais era que um Stand Up desajeitado composto de políticos corruptos. A personalidade de Beth Rayner ficou desbotada por esta adaptação e pela ficção. Nota: 5,0 Ruim.


     

Copyright © 2013 www.interfilmes.com - Todos os Direitos Reservados. Acesse a Política de Privacidade.