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O Dobro ou Nada (Lay the Favorite)
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- Sinopse
Beth Raymer (Rebecca Hall) é uma sonhadora incorrigível que trabalha como dançarina em uma casa de strip-tease em Tallahassee. Sua vida muda quando conhece Dink Heimowitz (Bruce Willis), um dos jogadores mais conhecidos da atualidade, que participará de um campeonato de pôquer em Las Vegas. Beth logo se torna sua assistente, mas precisa lidar com as ameaças da esposa de Dink, Tulip (Catherine Zeta-Jones), uma show girl aposentada.
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Trailers... Imagens... Elenco...
- Informações Técnicas
Título no Brasil:
O Dobro ou Nada Título Original:
Lay the Favorite País de Origem:
EUA / Reino Unido Gênero:
Comédia Classificação etária: 12 anos Tempo de Duração: 94 minutos Ano de Lançamento:
2012 Estreia no Brasil: 22/02/2013 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Paris Filmes Direção:
Stephen Frears
- Elenco
Rebecca Hall ... Beth Joel Murray ... Darren » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
- Imagens do Filme
» Ver Todas as Imagens...
- Trailers
- Comentários
| 1 |
22/09/2012 Por: Júlia (14 anos) | | Eu quero ver! Só de ter a CZJ já vai ser ótimo! *-* |
| 2 |
10/12/2012 Por: Cris (31 anos) | | Eu gostei do filme, não é excelente, mas pelo menos deu para assistir do começo ao fim... |
| 3 |
29/12/2012 Por: Renato (59 anos) | | Não achei engraçado, a ponto de classificar como comédia. O filme é bom, vale a pena assistir. |
| 4 |
25/02/2013 Por: Sérgio Sarmento (59 anos) | | Assisti nesta tarde NO CINEMA quando do seu lançamento em nível nacional. Olha! Para quem como eu conhece o diretor veterano inglês Stephen Frears (1941) e sabendo do seu talento para dirigir obras cinematográficas fiquei surpreso ao ver um filme tão ruim como este. Uma história baseada em fatos reais ser tão boboca como está me deixou irritado mesmo. Os atores que normalmente são bons estão ruim ou caricatos como estes. Adoro mesmo pelo seu talento e sua beleza a londrina Rebecca Hall (1982). Mas nesta obra ela se esforça muito para representar. Mas faz um papel caricato de uma mulher ingênua que custamos a acreditar. É claro que ela é de uma sensualidade que nunca vi. Pois passa o tempo todo do filme desfilando em minúsculos shorts. Alias ela logo na primeira cena do filme está " plantando bananeira " em roupas de baixo, isto é, de calcinha e sutiã. Já fiquei me perguntando, nesta primeira cena, o que o diretor veterano queria dizer. E até agora não encontrei a resposta. Com certeza não vou encontrar nunca. O outro ator que faz um papel ruim é Bruce Willis (1955) cara que adoro mesmo. Pois conhece tudo em representar. Apesar de "vender" há mais de 20 anos um só papel. Ou alguém esta interessado em ver na tela ele de bermuda, tênis e com uma meia até as canelas? Que coisa mais ridícula mesmo! O cara, repito, faz um papel de "trouxa" de bobo mesmo. Ah! Temos em cena a linda galesa Catherine Zeta-Jones (1969) que é normalmente uma mulher linda. Mas neste filme ela é feia é magérrima mesma. Cruzes! E ainda faz um papel de megera e que manda no marido. Cruzes! Novamente! Enfim! Me custa muito falar de filmes. Pois acima de tudo sou um cinéfilo. Mas desta vez o diretor Frears definitivamente faz seu pior filme. Como uma obra ruim desta se cria? E agora e pela terceira vez. Cruzes! |
| 5 |
26/02/2013 Por: Adrianio (20 anos) | | Um filme muito bom. |
| 6 |
26/02/2013 Por: Fátima Rabello de Sá (58 anos) | | Não suportei o filme, muito chato! Com tantos filmes maravilhosos e premiados pelo Oscar, não percam seu tempo vendo isto. |
| 7 |
17/04/2013 Por: Mauro Garcia (22 anos) | | É bem fraquinho mesmo é assistível para se assistir no máximo 2 vezes e olhe lá fraquinho demais. |
| 8 |
22/05/2013 Por: Lautner Ângelov (20 anos) | | [CRÍTICA]O Dobro ou Nada: O diretor Stephen Frears, encontra em seu mais novo trabalho, o real significado do tédio. Stephen Frears o mesmo diretor de A Rainha e Alta fidelidade, retoma a boa parceria com o roteirista D. V. DeVincentis (Alta Fidelidade) em seu mais novo filme, mas esqueceram que, não se tira suco doce de limão. O filme é baseado nos "contos/vida" da escritora Beth Raymer. Hoje escritora, mas que já vivenciou literalmente de tudo, desde experiências no sexo indústria, apostas desportivas até Boxer amador. Pode ser considerada a "Bruna Surfistinha americana". Lay a favorita é o livro memórias de suas experiências, serviu de alicerce para o filme. A atriz que teve a honra de lhe representar, foi a bela e talentosa Rebecca Hall, desde seu estilo penteado a seu jeito menina inocente. Rebecca, mesmo se esforçando, não foge caricata, como todo o resto do elenco. Bruce Willis como Dink Heimowitz, caricato desde sua vestimenta, camisa estilo Havaiano, de bermuda e meias até a canela, mas ele é muito carismático e é agradável, mesmo sendo ao extremo "bobão", e não ser nada além de uma coleirinha de sua amada e "adorável" esposa Tulip (Catherine Zeta-Jones). O grande alívio cômico em todo o filme é Vince Vaughn (Rosie), o cara é hilário. Mesmo o roteiro sendo raso, não sendo culpa (em partes) do roteirista D. V. DeVincentis, o filme se vende comédia, mas não passa de um Rafinha Bastos, mas há quem goste. Portanto, tenho a impressão de que se você não fez parte da história da Beth Raymer, com certeza como o público em geral, achará o filme tedioso e desconexo, e de vez em quando incrivelmente irreal. O Dobro ou Nada é um desafeto em forma de filme, e é o mais novo significado de tédio. Assim, quando disse que não se tira suco doce de limão, referia não ao conteúdo, mas a forma como seria adaptada ao conteúdo. O que tinha tudo para ser uma história de vitória da mulher, em uma área dominada por homens, e tinha como fazer isso com humor, e ao se vender comédia pecou, quando nada mais era que um Stand Up desajeitado composto de políticos corruptos. A personalidade de Beth Rayner ficou desbotada por esta adaptação e pela ficção. Nota: 5,0 Ruim. |
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