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A Grande Beleza

  (La grande bellezza)
Sinopse Em Roma, durante o verão, o escritor Jap Gambardella (Toni Servillo) reflete sobre sua vida. Ele tem 65 anos de idade, e desde o grande sucesso do romance "O Aparelho Humano", escrito décadas atrás, ele não concluiu nenhum outro livro. Desde então, a vida de Jep se passa entre as festas da alta sociedade, os luxos e privilégios de sua fama. Quando se lembra de um amor inocente da sua juventude, Jep cria forças para mudar sua vida, e talvez voltar a escrever.

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Informações


Título no Brasil A Grande Beleza
Título Original La grande bellezza
Ano de Lançamento
Gênero Comédia / Drama
País de Origem Itália / França
Duração142 minutos
Direção
Estreia no Brasil 20/12/2013
Estúdio/Distrib. Europa Filmes / Mares Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Jep Gambardella
... Romano
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Trilha Sonora


“I Lie”Composta por David Lang
Interpretada por Torino Vocalesemble
“Far l'amore”Escrita por Franco Bracardi, Bob Sinclar(as Christophe le Friant) e Daniele Pace
Interpretada por Bob Sinclar e Raffaella Carrà
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Trailer



Comentários



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16/01/2014 - Diego de Lareina (60 anos)

  Ótimo
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Fantástico. O filme europeu do ano; desbancou "Azul é a cor mais quente". A "Roma" de Fellini, e sua "Dolce Vita" revisitadas com propriedade e glamour. Um grande filme. A trilha sonora é impecável, do bom "dance" ao perfeito clássico.

19/01/2014 - Wanda (32 anos)

  Regular
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O filme tem uma proposta boa, mas a forma como foi desenvolvido é chata. Segue a linha do surrealismo e exige muita atenção do espectador para que os elementos fundamentais da trama sejam percebidos. Quem não gosta desse tipo de narrativa não vai gostar do filme, pois, ou não vai conseguir absorver as informações ou vai se cansar das trocas de cenas abruptas, falas desconexas. É claro que os intelectuais (ou pseudo) que gostam de dizer que é ótimo tudo que é premiado em Cannes e afins, vão deslanchar elogios, vão dizer que é ótimo etc, mas eu diria que é bastante cansativo. Tanto que, se fosse eu, faria de outra forma, manteria a ideia do enredo, mas usaria outros elementos. Confesso que achei bastante chato o desenrolar do filme e mais ainda por este ser longo demais. O que eleva o trabalho a excelente fotografia, trilha sonora e a boa atuação de Toni.

20/01/2014 - Sérgio Sarmento (60 anos)

  Ótimo
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Assisti na tarde de hoje NO CINEMA quando do lançamento em minha cidade. Olha! Estou na fila dos "intelectuais (ou pseudo) " como alguém erradamente chamou quem gostou do filme. Por favor! É um filme fácil de ser entendido. E não precisa ser muito esperto (a) para ver isso. É só ter um pouco de sensibilidade. Mas acima de tudo gostar da coisa. Eu simplesmente adorei o filme. Que lindo filme! Estamos só com 20 dias no ano é este filme vai ser com certeza um dos melhores de 2014. É claro que o filme é de reflexão. Nunca de entretenimento! E depois o diretor italiano Paolo Sorrentino é muito bom. O gozado que ele já dirigiu perto de 10 filmes. Mas só chegou em nossos cinemas Aqui é o Meu Lugar (2011) que já ali víamos um baita diretor e esse que comento que é sem dúvida seu melhor cinema. É obra notável em citações. De cara adoramos a fotografia em estilo barroco que lembra os filmes do mestre Federico Fellini e uma de suas obras primas chamada falo de A Doce Vida de 1960. Cita os escritores Dostoievski e Flaubert. Faz reflexão sobre Artes onde qualquer coisa ruim vende. Coloca uma menina a fazer um quadro abstrato onde venderá por uma quantia enorme. Com isso senti uma enorme ironia na provocação. Onde, ainda, vemos que a beleza não é tudo, mas só a verdade é eterna. O filme é todo ele sobre pessoas acima dos 50. Mas onde predomina uma que já no começo do filme faz 65 anos. E é nesse homem que o diretor fará seu " discurso " ou vai dar seu recado em todo o filme. Pois fundamentalmente a obra nos fala de VIDA e em particular em seu ocaso. Uma das citações do protagonista que dá o que pensar é quando afirma: " Só aos 65 anos me dei conta que já não posso fazer as coisas que não quero ". Ora! Isso é básico e já bem antes dos 65 me dei conta que não posso fazer as coisas que não quero. Quem brilha, além do diretor é claro, é o grande ator italiano Toni Servillo que tem 54 anos, mas faz um personagem de 65. Outro personagem que adorei é Ramona que faz um papel de uma stripper quarentona. Vivida pela atriz italiana, pouco frequente em filmes, Sabrina Ferilli. Em uma das cenas aparece em um enterro com Toni e que é um dos pontos altos do filme. A fotografia, repito, é linda. Mostrando uma cidade de ROMA pouco vista, atualmente, EM CINEMA. E os créditos finais é todo ele rodado na notável ROMA como pano de fundo. A trilha sonora é realmente um espetáculo a parte. Discordo o que muitos críticos profissionais disseram ao falar da metragem excessiva. É no tempo perfeito de 138 minutos (sempre contados por mim). Ah! Em tempo. O filme A Grande Beleza não ganhou nenhum prêmio em Cannes 2013. Ele concorre sim ao Oscar em 02 março próximo de filme estrangeiro e estou na torcida para que vença. Pois tem muitos méritos. Posso afirmar com uma enorme certeza.

28/01/2014 - Boni (45 anos)

  Ótimo
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Concordo com o Sarmento. É lindo. Maravilhoso. Isso é cinema. E Sorrentino brilha sempre. E Servillo é fantástico (assistam Il Divo). A cena do mar com extensão do teto é de chocar. Assisti 3 vezes e assistiria 10, 20... De fato, não tão altruísta como A Doce Vida (Felini deve estar suspirando de amor pelo Sorrentino), é triste, pois falar das memórias é sempre cruel. A música dá um tom bastante eufemístico. (se fosse Nino Rota, Morricone, etc...) seria de cortar os pulsos, mas ao contrario, da vontade de viver.

29/01/2014 - Dante Casanova (58 anos)

  Ótimo
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Fragmentos respeitosamente revisitados de clássicos de Fellini como Roma, La Dolce Vita e Entrevista trazem novamente dúvidas sobre o problema existencial do homem, a velhice e a morte. Sem efeitos especiais nem violência apenas sentimentos humanos e a busca infinita pela vida.

29/01/2014 - Mário Cleber (68 anos)

  Ótimo
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Estou desconfiado: Sarmento (que elogiou), Sorrentino (o diretor) e Servillo (o ator) todos com S. Não são irmãos? Gostei do filme, não tanto quanto o Sarmento, mas gostei bastante da crítica deste. Creio que o personagem diz que aos 65 ele não precisa fazer coisas que não DESEJA fazer (olhar fotos no álbum da loura). As críticas são para tudo quanto é canto. Outro momento importante é quando uma mulher disse que esteve na Índia por um (?) mês e pegou "desintería"... E não espiritualidade. A música é fantástica...

02/02/2014 - Ana Maria (55 anos)

  Bom
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Gostei do filme, mas achei longo, isso fez com que ficasse um pouco cansativo. A fotografia é maravilhosa, e a proposta do tema é boa, de grande sensibilidade, e uma frase em especial me fez pensar: numa certa idade nos damos ao luxo de não fazer o que não queremos.

03/02/2014 - Marco de Mello (45 anos)

  Ruim
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Oh, quanta pretensão desse Sorrentino! Põe-se num Olimpo particular pra destrinchar uma gasta análise "dazelites" esgotada há décadas pelo gênio de Buñuel e se derrete todo com a empregadinha "sudaca" em cenas piegas de doer os dentes. Acho que o cara andou vendo as novelas da Globo. Aliás, o personagem é pernóstico "comme il faut"; o ator raso, careteiro, caricatural: abusa de poses e bocas. Às vezes, pândego como Totó ou Pepino de Felippo, mas sem a graça clownesca dos velhos ícones da comédia italiana. Passa o filme rasgando a poética de Proust, Flaubert, Dostoieviski, e quando tenta a pose do nostálgico desanda a puxar o trem do carnaval. ´Só faltou entrar uma escola de samba trazendo como enredo "A Copa é nossa". Do filme sobram boas músicas. A fotografia meno male. Mas não tem vigor pra contar a velhice. Ou, antes, o filme já nasceu velho: não tem pernas pra acompanhar o expressionismo de Fellini. A grande beleza estava nos peitos de Anita e na sedução de Mastroiani. Tchau, seu Sorrentino, vai lá pegar um Oscar, vai!

05/02/2014 - Paulo Pites (55 anos)

  Ótimo
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O filme é incrível, belíssimos diálogos, contundentes e profundos, fotografia espetacular, me fez eleger Roma como destino obrigatório. Vi 3 vezes e veria outras 3. O filme não é recomendado para menores de 50 anos.

28/02/2014 - Henrique (55 anos)

  Péssimo
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Que "porcaria" de filme e ainda ganha o Globo de ouro e corre o risco de ganhar o Oscar, e filmes perfeitos como "Azul é a cor mais quente" ficam de fora (seria preconceito? E olha que não sou gay). É um filme sem noção, com enredo nada a ver, um monte de cenas e diálogos que não chegam a nada, sabe aqueles filmes que querem passar intelectualidade, mas só passam porcaria, enfim é "a grande feiura".

10/03/2014 - Julio Simi Neto (56 anos)

  Bom
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Um filme interessante, mas possui diálogos arrastados, porém com uma fotografia belíssima, nada mais.

12/04/2014 - Carlos N Mendes (47 anos)

  Ótimo
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Chorei. É, chorei. Chorei quando me encontrei nesse filme, bem perto de seu final. Abençoado daquele que perde 10 minutos por ano pensando em sua própria vida e consegue tirar uma lição de seu próprio passado. Acredito que ele toque cada espectador de uma maneira diferente. Em mim despertou uma mágoa com minha própria passividade em relação à vida. Geração videoclipe, fuja, o ritmo sincopado da história vai aborrecê-los. Melhores momentos: a entrevista com a artista performática, a lavação de roupa suja com a amiga que tenta manter uma fachada de perfeição, o médico e o botox, e os 10 minutos finais. Esta obra-prima apenas confirmou o que eu já suspeitava há muito tempo: nós capturamos os momentos de beleza que nos são oferecidos, os mantemos no altar de nossas lembranças, e os alimentamos com ilusão até se tornarem o donos de nossa alma. E passamos o resto de nossas vidas correndo atrás daquilo que só existe ainda dentro de nós. Triste e belo, patético e sublime, pois também é um mistério como tudo isso funciona. Este filme não é diversão, é uma viagem, mas apenas para quem souber embarcar de corpo e alma.

04/05/2014 - Rosa Maria (44 anos)

  Regular
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Para mim, desta vez a Academia exagerou ao eleger este filme como o Melhor Filme Estrangeiro, teve concorrente a essa categoria bem melhor, mesmo assim vale conferir.

08/05/2014 - Fabianna (43 anos)

  Péssimo
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O filme é chato, enjoado, sem vida, sem sentimentos, perda de tempo.

17/05/2014 - Odair (40 anos)

  Regular
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Uma cópia mal feita do estilo dos filmes de Federico Fellini. Mesmo assim vale a pena ver uma vez só e olha lá.

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