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Rainha e País

  (Queen & Country)
Sinopse No período da Segunda Guerra Mundial, Bill Rohan (Caleb Landry Jones) tem dezoito anos e um futuro pela frente. Seu sonho é se alistar no exército para lutar na guerra. Assim que inicia um romance com uma bela moça da vizinhança, é obrigado a se separar dela para realizar um treinamento de dois anos numa missão militar na Coréia. Lá,Bill faz amizade com Percy (Callum Turner) com quem irá conspirar contra o insuportável sargento Bradley. Em momentos raros, eles conseguem escapar e se distrair dos horrores da guerra e numa destas saídas Bill conhece uma moça inacessível por quem se apaixona.

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Informações


Título no Brasil Rainha e País
Título Original Queen & Country
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Irlanda / França / Reino Unido / Romênia
Duração114 minutos
Direção
Estreia no Brasil 25/06/2015
Estúdio/Distrib. Paris Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Bill Rohan
... Percy Hapgood
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Trailer



Comentários


27/06/2015 - Sérgio Sarmento (60 anos)

  Ótimo
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Assisti nesta manhã NO CINEMA quando do lançamento no Brasil na sempre ótima e gostosa sessão matinal dos sábados. Olha! Um filme lindo, gostoso, doce e fácil de se assistir. E além disso é um filme jovial não só em sua forma prática, mas também espiritual e que com isso me encantou de maneira decisiva neste dia que pelo calendário é inverno aqui no sul, mas que pela temperatura e pelo sol está mais para uma primavera antecipada. Mas tem mais! Um filme inteligente. Feito com um clima bem britânico como não poderia deixar de ser, pois é de um ótimo cineasta e pessoa que entende cinema como ninguém. Falo desse irlandês John Boorman que dirigiu e escreveu um roteiro magnífico e que se tivesse ao meu alcance daria um prêmio pelo seu otimismo, mas principalmente por representar o novo. O diretor é muito conhecida por pessoas, como eu, que conhecem uma arte sempre atual e que chamamos DE CINEMA. É filme, ainda, que faz uma crítica as vezes implícita e outras até explícita de uma maneira sarcástica, irônica e até debochada do exército britânico e todas suas nuances em conservar seu domínio em todas as partes do mundo civilizado. É filme que nos fala de amor através de dois jovens. Com um desempenho muito bom. Falo dos atores Caleb Landry Jones e Callum Turner. Um impulsivo que entra em uma relação de dois logo " como matador ". O outro procura resolver mais a coisa pelo amor. Sabendo que seguramente o amor é a única coisa não perecível em qualquer relação humana. Tanto que vai em busca de um amor impossível de uma pessoa mais velha e para ter principalmente segurança naquilo que escrevi na frase anterior. Bem! É filme que nos surpreende pela jovialidade e é escrito com grande sensibilidade por alguém que possui 82 anos. Provando com isso que o amor é, sim senhor, perene sob todos os ângulos que possamos analisar, pensar, fazer, praticar ou tudo isso junto e mais algumas coisas que só na pratica nos ensina. Esse comentário é daqueles que procuro encerrar com uma das frases que sempre adoro e adorarei que é: Essa obra, após assistir, temos certeza que enobrece uma coisa que por enquanto ainda chamamos DE CINEMA.

02/07/2015 - Adilson83 (32 anos)

  Regular
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Assisti ontem à noite no Reserva cultural. Primeiramente devo dizer que franzi a testa quando vi que Rainha e País tratava-se de uma produção com um um Diretor Britânico chamado John Boorman. Em segundo porque este cara é um Mr. De muito respeito, pois têm obras muitos significativas durante toda sua trajetória na história do cinema, como: Amargo Pesadelo (quem não viu, veja), Inferno no Pacífico (interessante, filme praticamente sem diálogos) e Excalibur (este ainda não vi). Aqui mais uma vez o tema é guerra e é uma suposta continuação de um outro do mesmo diretor, da década de 80 (Esperança e Glória), que por sinal é bem superior a este, Rainha e País. Bom, mas acima de tudo vou ser bem sincero no comentário e vou resumir ao máximo: O filme tem momentos bem chatos e o roteiro quase sempre flutua, deixando brechas e que às vezes chegava até a me distrair. Por isso acredito e sempre digo, que, quando um filme te distrair é porque ele não pode ser considerado como bom. Veja bem, minha opinião! Só resumindo mais ainda, fica assim: Uma fórmula que se mostra ao longo de toda a sua projeção bem sonolenta. Mas também devo dizer que têm alguns pontos positivos, claro, motivo o qual inclusive para fazer jus a minha própria opinião REGULAR do filme, que tem ótima fotografia, atrizes muito belas, o interesse por termos a atenção no desfecho final do relacionamento amoroso do personagem principal, Bill Rohan (Callin Turner), e lógico tem um John Boorman de 82 na direção, após 9 anos do seu último trabalho.

22/01/2016 - Julio Simi Neto (59 anos)

  Regular
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É semore bom ver o diretor John Boorman com seus mais de 80 anos voltar a dirigir. Esse filme é uma continuação do seu famoso "Esperança e Gloria" que retrata a sua vida de moleque e agora neste seu novo trabalho o destaque fica quando jovem. Enfim, um filme leve, com toques da picardia cômica ao estilo inglês.

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