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Um Instante de Amor

  (Mal de pierres)
Sinopse Ao fim da Segunda Guerra Mundial, Gabrielle (Marion Cotillard) encontra-se velha demais para permanecer solteira e é obrigada a casar-se com um viúvo (Àlex Brendemühl) frequentador de prostíbulos. Infeliz e incapaz de engravidar, ela viaja em busca de cura em águas termais e se envolve romanticamente com um militar casado (Louis Garrel).

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Informações


Título no Brasil Um Instante de Amor
Título Original Mal de pierres
Ano Lançamento
Gênero Drama / Romance
País de Origem França / Bélgica / Canadá
Duração120 minutos
Direção
Estreia no Brasil 29/06/2017
Estúdio/Distrib. Mares Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Gabrielle Rabascal
... Le lieutenant André Sauvage
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Siciliana ”Composta por Johann Sebastian Bach
“Fox Trot des cailloux ”Interpretada por Pascale Petit
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


14/06/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando da realização do 14º Festival Varilux de Cinema Francês de 2017. É o filme de numero onze que assisto neste monumental, grandioso festival francês. Olha! Belíssimo filme! É mais um melodrama em nossas vidas pessoal. Em um filme bem cuidado, bem trabalhado por esta veterana e talentosa diretora francesa de nome bonito chamada Nicole Garcia. Uma obra que se passa nos anos 50 do século passado e que tem "como fundo" (só citada) a Guerra da Indochina onde os francês tomaram parte. Em uma França rural. Com isso uma fotografia diferenciada. Com uma trilha muito boa onde desponta a clássica Barcarola do grande Tchaikovsky (como é citada, no filme, esta música e que até se torna um símbolo de amor). Em um filme altamente feminista. As mulheres realmente comandam as ações. Desde o trabalho sensacional da atriz francesa Marion Cotillard. Uma profissional que de há muito é um atriz do Mundo e não mais "só" um talento francesa. Arrisco a dizer que seu desempenho é superior que o da diretora. Pois ela encanta com sua performance neste belíssimo melodrama. A atriz vive uma personagem chamada Gabrielle que vive naquele mundinho que ela de maneira alguma se adapta. Na medida que o sexo já aflora em sua vida deste cedo. Até que sua mãe (novamente uma mulher no comando) procura um casamento arranjado para sua filha. Mas a sensibilidade do filme não deixa os homens por baixo. Pois o marido dela chamado de José vivido muito bem pelo bom ator espanhol Alex Brendemuhl é bem complexo, mas conduzido de maneira legal por um roteiro inteligente. Mesmo não falando quase nada. Só se movendo por gestos e atitudes ele convence muito bem. Alias uma de suas frases ecoa até agora em meus ouvidos. Quando é perguntado porque casou com ela, Gabrielle, em uma das coisas mais improváveis da vida deles, ele responde: " Eu queria que você vivesse". Quem ver o filme entenderá o seu contexto. Outro homem que é bem tratado pelo roteiro é o jovem e talentoso Louis Garrel. Que proporciona uma das cenas de sexo mais eróticas que assisti NO CINEMA nos últimos tempos. Enfim! É um baita filme e superior a certas obras, como por exemplo, Ana Karenina (2013), que é um romance bem clássico e antes filmado. O filme Um Instante de Amor é daqueles melodramas clássicos que só o talento da diretora Nicole Garcia não o deixa maior que ele é. Seu filme consegue captar e oferecer para todos nós, que amamos CINEMA, uma coisa mais verossímil, sem as firulas que o anterior citado de 2013.

01/07/2017 - Fernando Antony (25 anos)

  Ótimo
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Quando eu vi Piaf - um hino ao amor em 2007 eu já sabia que Marion Cotillard ganharia seu 1º Oscar. Eu assisti esse filme no 1º dia do festival Varilux de Cinema Francês e tudo que eu sei e que a Marion Cotillard nesse filme continua brilhante. Sua atuação nesse filme merece uma indicação de melhor atriz no Oscar 2018.

10/07/2017 - Donaldo Coelho da Silva (74 anos)

  Ótimo
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Bem, amigos cinéfilos, concordo plenamente com os grandes Sarmento e Antony que cotaram o filme como "ótimo". Confesso que, no início, não estava suportando o filme, quase que saí, pois a personagem principal não parava quieta, correndo o tempo todo, super chata, lambendo folha de livro, se refrescando, intimamente, num rio. Mas, logo em seguida, o filme entra no ritmo, começa a ficar interessante e se torna imperdível para quem ainda não viu. O que me impressiona nestes filmes em que se passam em tempos distantes (este, por exemplo, no final da guerra da Indochina) é a reconstituição de época. Tudo perfeito, guarda-roupa, cenários, veículos, etc. Se o Sarmento gostou de uma frase do filme, também uma me chamou muito a atenção. Quando a mãe da personagem comenta que esta não é muito carinhosa com o filho e o marido (pai) responde sem pestanejar: ela não deve ter sido criada para dar esse tipo de carinho. Recomendo sem dó.

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