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Poesia Sem Fim

  (Poesía sin fin)
Sinopse Autobiografia do diretor Alejandro Jodorowsky que homenageia através da sua história a herança artística do Chile. Durante a juventude do artista chileno, ele se libertou de todas as suas amarras, como família e limitações, e foi introduzido no principal círculo artístico boêmio dos anos 1940 no Chile, onde conheceu promissoras pessoas do ramo que se tornariam reconhecidas no século XX.

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Informações


Título no Brasil Poesia Sem Fim
Título Original Poesía sin fin
Ano Lançamento
Gênero Drama / Aventura
País de Origem Chile / França
Duração128 minutos
Direção
Estreia no Brasil 06/07/2017
Estúdio/Distrib. Espaço Filmes

Elenco


... Alejandro
... Jaime
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Trailer



Comentários


11/07/2017 - Não-cinéfilo (75 anos)

  Bom
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O filme "O cidadão ilustre" oferece certa concepção da natureza do romance, neste "Poesia sem fim" se trata da essência da poesia, segundo o entendimento do diretor. Parece que se quer representar a própria poesia como espaço de liberdade, tanto nas sequências de cenas quanto na atuação dos atores, na beleza do visual e da fotografia e no nonsense de certas sequências. É bonito, surpreendente e sempre interessante, embora pudesse ser menos longo.

17/07/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando do lançamento em minha cidade efetivado na quinta passado, ou seja, em 13.07.2017. Olha! Que filme estranho, cativante, diferente, exacerbado, exagerado, exótico, lindo de morrer, bonito e em um colorido berrante, notável, mas acima de tudo. Mas de tudo, mesmo: APAIXONANTE! É o 229º filme que assisto nestas salas maravilhosas e que por enquanto, não sei até quando, ainda, chamamos DE CINEMA. Mas este POESIA SEM FIM é com certeza o filme mais inteligente. Mais lúdico e por isso mais poético que assisti neste ano da graça de 2017. Este filme atual vem assinado por um dos diretores mais aclamado e conhecido do Chile. Estamos falando de Alejandro Jodorowsky. Um senhor de 88 anos. O cara quase não filma. É daqueles que chamamos de cineasta bissexto. Pois ao longo de toda sua existência não dirigiu 10 longas metragens. E seus filmes dificilmente chegam ao Brasil. Eu, com certeza, não saiu DOS CINEMAS, no Brasil. E sabem quantos filmes assisti do Alejandro? Este, gente, é o primeiro! E isto só confirma a minha revolta na distribuição de filmes em nosso pais. Um pais que tem ZERO em cultura geral. É DOSE! Me revolto com tudo isso! Mas vamos continuar no comentário. Isto me estraga minha verve intelectual. Cruz credo! Este filme atual tem como projeto especial do diretor fazer parte de uma pentalogia. É o segundo filme. O primeiro não chegou nos cinemas do Brasil que é A Dança da Realidade (2013). Assistindo este Poesia Sem Fim, com certeza, até me deu uma imensa vontade de assistir o de 2013. O filme atual, como o anterior, tem como propósito narrar a sua biografia desde o nascimento, sua adolescência na cidade de Tocopilla, região litorânea, entre Antofagasta e Iquique no norte do Chile. Indo com isso até sua despedida, neste segundo, e sua ida para França. A cena final é inesquecível. E quem assistiu ou vai assistir vai me dar razão. Pois é muito criativa! O cruz credo que escrevo neste momento. É de felicidade! O filme é pontuado nesta segunda parte pela ditadura e não compreensão de seu pai. Principalmente na não aceitação do jovem como poeta. No filme notamos também uma série de atores que representam a família do poeta e serem eles mesmo oriundos dos Jadorowsky, isto é, do próprio diretor Alejandro. O curioso nisto tudo é que vemos atores representando mais de um papel dentro do filme. É o caso da excelente atriz Pamela Flores que em um dado momento é a mãe e em outro é a namorada do nosso protagonista. Formando com isso um legitimo Complexo de Édipo. Só um filme "muito louco de bom" como este, para lidar com tudo isso e dar certo. Aliás esta atriz, que não conhecia, Pamela Flores faz maravilhosamente os dois papeis. Me parecendo mais um personagem (pelo tamanho, pelas pinturas e principalmente pelo exotismo) retirado dos filmes do genial FEDERICO FELLINI. Ah! Com uma fotografia sensacional. E uma cópia digital em DCP simplesmente "uma loucura" de "esperta". Que coisa linda! Enfim! Estou esperando ansiosamente pelo terceiro capitulo. Já com nosso poeta em Paris. Em solo Frances. Onde com certeza vai encontrar artistas e diretores como o mestre espanhol e exilado na "cidade luz" (fugindo da ditadura franquista, é claro) que é Luis Bunuel. Espero que os distribuidores não me soneguem este prazer como aconteceu com o primeiro filme. E deste Poesia Sem Fim, na sessão que estava, tinha eu e mais 8 espectadores. Eu disse. Pasmem! Oito espectadores (ou seriam oito testemunhas?). Poxa! Como gostaria que 1% das pessoas que assistem ou assistirem Homem Aranha - De Volta ao Lar (2017). Assistissem este apaixonante, inebriante ou qualquer coisa parecida, filme chamado POESIA SEM FIM (2016). Com certeza seria a minha glória. E com isso, se fosse o caso. Logicamente, poderia até morrer feliz! Amém!

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