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Ninfomaníaca - Volume 2

  (Nymphomaniac: Vol. II)
Sinopse A continuação da história de vida de Joe, investiga os aspectos mais sombrios de sua vida adulta, e o que a levou aos cuidados de Seligman. Últimos três capítulos de "Ninfomaníaca".

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Informações


Título no Brasil Ninfomaníaca - Volume 2
Título Original Nymphomaniac: Vol. II
Ano de Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Dinamarca / Bélgica / França / Alemanha / Reino Unido
Duração123 minutos
Direção
Estreia no Brasil 13/03/2014
Estúdio/Distrib. California Filmes
Idade Indicativa 18 anos

Trilha Sonora


“The Little Organ Book: Ich ruf zu Dir, Herr Jesu Christ”Interpretada por Mads Hock
Escrita por Johann Sebastian Bach
Arranjo de Kristian Selin Eidnes Andersen
© Zentropa Music
“Das Rheingold, Scene III: Verwandlungsmusik”Interpretada por Staatsorchester Stuttgart
Escrita por Richard Wagner
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


18/03/2014 - Sérgio Sarmento (60 anos)

  Ótimo
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Assisti ao filme na tarde de 13/03/2014 NO CINEMA em primeira sessão e no primeiro dia do lançamento no Brasil. Estava curioso mesmo! Pois exatamente em 13 de janeiro passado, ou seja, há exatos 2 meses tinha assistido o Volume 1 e queria assistir urgentemente o Volume 2 para encerrar com " chave de ouro " um filme bem filosófico como este. Quem me dá o prazer de ler meus comentários (não é senhor Donaldo de 70 anos?) sabe da minha enorme admiração pelo diretor dinamarquês Lars Von Trier. Um dos poucos diretores intelectuais e pops (conhecido do grande publico) de cinema na atualidade. O outro é Wood Allen (vejam que adoro este "menino" de quase 80 anos). Mas por ter menor idade e com isso ser mais corajoso. O Lars para mim é mais completo. Tenho certeza! Agora como assisti em suas quatro horas posso dizer. O filme nos fala das grandes mazelas da natureza humana. O filme quer ser, e é, um grande painel da problemática humana. E com isso por ser uma cara que adora uma polemica (não se esqueçam da entrevista que ele deu lá por 2011 no Festival de Cannes na apresentação de seu, para mim, seu melhor filme chamado Melancolia (2011), quando disse, vejam bem, disse que entendia Adolfo Hitler. Mas com isso foi taxado de nazista por essa declaração. Não vendo os jornalistas que ele queria isso mesmo. Ele queria os holofotes, a polemica mesmo. Quem conhece o diretor, como eu, sabe que o cara não é nazista coisa alguma, no popular brasileiro, " ele quer é aparecer ". E apareceu efetivamente. Sua declaração, para seus admiradores como eu, fez com que perdesse a Palma de Ouro daquele ano. Pois o filme Melancolia era a melhor coisa daquele 2011 no Festival na cidade litorânea e francesa chamada Cannes. Mas voltando ao Ninfomaníaca! A obra é um painel do Pecado, da Culpa e do Flagelo. A religião é sem dúvida o grande mote do diretor na obra. No primeiro tínhamos as lições de pesca. Como devemos pescar ou coisa parecida. Mas tínhamos também uma obra com sexo explicito. Mas tinha uma sexualidade bem nítida de seus personagens. Tinha uma atriz britânica de grande convencimento chamada Stacy Martin a Joe mais nova. Que para mim foi com enorme surpresa que assisti sua performance. Mas também a personagem Joe nova tinha como inimiga sua mãe. E seu pai como grande amigo. Até podemos insinuar que ela fez sexo com seu pai. Coisa que o filme jamais deixa isso claro. Só insinua portanto. Agora a segunda parte que o diretor chamou de Volume 2 é o que chamamos de aula de hipocrisia propriamente dita. Como no primeiro é contata por partes. No segundo filme quem aparece de uma maneira absolutamente perfeita é a atriz inglesa/francesa Charlotte Gainsbourg. Que interpretação tem esta atriz! Ela é simplesmente soberba! Absolutamente perfeita! É com inteira justiça uma das melhores atrizes deste século. Pois é dela o papel de Joe matura. É dela as seguintes palavras: É possível classificar as qualidade humanas em uma só palavra HIPOCRISIA. O filme na real faz uma critica para aquilo que chamamos: moral, ética e outras anomalias sociais. Que quer dizer nossas doenças. Falsidades escondidas ocultas sei lá. É uma gama de coisas que só afloram em uma discussão em uma obra como Ninfomaníaca. E por fim gostaria de dizer que o filme atual do diretor não se esgota ao final do Volume 2. Pelo contrario é uma obra que instiga uma bela discussão. Por isso se tem um diretor na atualidade que gostaria de " bater um papo " é exatamente com o dinamarquês Lars Von Trier. Pois o cara sabe um monte. Sabemos disso por suas obras magnificas. E este NINFOMANIACA é com certeza um primor de cultura humana. Ah! Não poderia terminar sem dizer que o filme dá orgulho para uma arte chamada CINEMA. E como dá! Cruzes! Duas Vezes cruzes!

28/03/2014 - Paa (27 anos)

  Péssimo
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Lento, chato, deu preguiça.

01/04/2014 - Luciana (26 anos)

  Ótimo
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Eu achei melhor que o primeiro. Mais explicativo, mais sentimental. Com falas belíssimas em seu diálogo, ela se revelou um personagem surpreendente. Eu gostei, só o final que achei tipo, meio "oi?", mas ao contrário de alguns conhecidos que não gostaram, eu não me arrependi de ter ido ao cinema.

06/04/2014 - Fernando Alves (35 anos)

  Ótimo
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É o filme mais doido que eu já assisti em minha vida, serve para mostrar que a ninfomania é um drama e não uma mera pornografia como taxa o senso comum. O filme é forte, intenso e retrata a dor e o sofrimento de uma ninfomaníaca. Vendo sob essa perspectiva, é um ótimo filme.

28/04/2014 - Henrique (56 anos)

  Péssimo
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Que absurdo alguém dizer que é fechar com chave de ouro uma palhaçada dessa, assisti ao ridículo volume1 e insisti em assistir ao palhaçada 2, meu Deus que filme horroroso, não instiga a discução nenhuma é pura baboseira mesmo.

30/04/2014 - Sérgio Sarmento (60 anos)

  Ótimo
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Adorei mesmo o filme e justifiquei minha nota como de resto justifico todos os meu comentários no site InterFilmes. Pelo simples fato que ENTENDO mesmo DE CINEMA e depois não preciso ancorar os mesmos pareceres em cima de outros comentários dos colegas. O maior absurdo é uma pessoa assistir o VOLUME II. E pasmem! Não ter gostado do VOLUME I. Será que a pessoa pensava que o VOLUME II era melhor? Será que essa pessoa não leu nada para saber que os VOLUME II é a continuação do VOLUME I? E que a coisa virou dois filmes para ser mais comerciável para faturar mesmo em cima de gente, como eu, que adora CINEMA? São perguntas importantes que faço para pessoas que se julgam esclarecidas. E depois afirmo com a maior categoria do mundo. O filme é bem filosófico e instiga (que vem de estimular, pois nestas alturas não sei se a pessoa sabe o que é instigar) sim discussão (com dois s). Penso que faltam para todos nos um discernimento maior de cultura. Mas principalmente respeito para pessoas que só querem (como eu) ter uma opinião. Coisa que mais uma vez mostra como é perigoso em uma sociedade atrasada culturalmente, como a nossa, ter opinião. E, repito, confirmo integralmente que discuto com quem quer que seja que o filme NINFOMANÍACA VOLUME I E II é uma obra cultural de grande significado. Mas isso tem que ter um pressuposto que a pessoa tenha uma boa cultura geral. Pois do contrario é melhor discutir com uma PAREDE, pois esta temos a certeza que não é ignorante. Repito o que venho defendendo em todos os meus comentário no site. Respeito a opinião de todos por mais insensata que seja. Mas quero que a recíproca seja verdadeira e que respeitem a minha por mais ignóbil que seja. É só isso! E tenho dito!

03/12/2014 - André Brighi (29 anos)

  Ótimo
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QUEM NÃO ASSISTIU NÃO LEIA: Mostrar Spoiler quanto ao final do filme, na realidade, Seligman também depreciava a sua vida solitária e aproveitou para ir nu até o quarto de Joe justamente para que ela puxasse o gatilho, dando fim ao seu estigma. Inclusive, o próprio Seligman a ensinou a carregar a pistola um pouco antes. Ou seja, a sua entrada no quarto tratou-se exclusivamente de um plano brilhante. Dessa forma, ele encorajou Joe a novamente seguir os seus instintos e não viver de forma artificial e inerte, como ela fazia desde que abandonou sua intensa atividade sexual. O tiro e o ato de puxar o gatilho representam a plena liberdade do instinto humano. A imposição do ID sobre o superego. A vontade superando a moral. Uma obra brilhante, sem dúvidas!

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