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Perdidos em Paris

  (Paris pieds nus)
Sinopse Esta comédia conta a história de Fiona, bibliotecária de uma pequena cidade canadense, que recebe uma aflita e angustiada carta de sua tia Martha, uma senhora de 93 anos, que vive sozinha em Paris. Sem pestanejar, Fiona embarca no primeiro avião rumo à capital francesa apenas para descobrir que Martha desapareceu. Em uma verdadeira avalanche de desastres inexplicáveis, Fiona conhece Dom, um sem-teto egoísta e sedutor, que não vai deixá-la seguir sozinha em sua busca. Um conto divertido e cativante sobre três pessoas peculiares perdidas em Paris.

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Informações


Título no Brasil Perdidos em Paris
Título Original Paris pieds nus
Ano Lançamento
Gênero Comédia
País de Origem França / Bélgica
Duração83 minutos
Direção /
Estreia no Brasil 06/07/2017
Estúdio/Distrib. Pandora Filmes
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... Fiona
... Dom
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Gymnopédie No. 1 ”Composta por Erik Satie
Interpretada por Daniel Versano
“Suite for Jazz Orchestra N°1 ”Composta por Dmitri Shostakovich
(1934)
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


16/06/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando da apresentação do 14º Festival Varilux de Cinema Francês de 2017. Olha! Que belo e surpreendente filme francês que o Varilux nos apresenta neste ano. Surpreende porque, ao que sei, este é o quarto filme da dupla de diretores/atores Fiona Gordon e Dominique Abel que a indústria cinematográfica francesa produz. Mas pasmem! Só este chegou aos cinemas brasileiros. E todos sabem o meu lema: Se não passa NO CINEMA não assisto (só não sei até quando vou levar isto a risca, pois a coisa cada vez é mais difícil de sustentar). Este casal é bom mesmo! Pois a contrario do que possamos imaginar a comédia é uma das coisas mais difíceis de ser levado ao cinema. Eu mesmo, dentro do Varilux, neste ano, assisti duas comédias que os espectadores deveríam prender os responsáveis, isto é, seus diretores. Mas neste Perdidos em Paris a coisa é diferente. De cara vemos que o filme é inteligente. O casal de protagonistas e diretores Fiona e Dominique usam um método infalível criada pelo maior diretor/roteirista/ator da comédia cinematográfica francesa. Falo do professor e mestre Jacques Tati (1907/1982). Um cara que reinventou, revolucionou a comédia ao dar mais importância ao visual, a misancene, como o francês gosta de dizer, do que propriamente a palavra. E é nisso que aqueles dois "patetas", em cena e no filme Perdidos em Paris, nos apresentam. Ficando as cenas absolutamente bem feitas, sensíveis e até fazendo homenagens aos musicais franceses, como por exemplo, os do grande diretor Jacques Demy (1931/1990). Dos atores/diretores já falei de sua renovação nesta comédia. Mas gostaria de falar da grande atriz Emmanuelle Riva (1927/2017) e que aqui faz seu último filme, pois morreu em janeira último. Ela sem dúvida, para mim, realizou em seu filme mais representativo, que foi Hiroshima Meu Amor (1959), algo que nunca esquecerei. Mesmo que assistindo, já no final dos anos 1960, NO CINEMA, este filme me marcou pela tentativa de se fazer CINEMA e literatura ou vice versa. E com isso estas artes serem UMA coisa SÓ. Por isso, minhas homenagens para quem se tornou uma musa indelével para quem realmente sempre amou e amará O CINEMA até meus últimos momentos de vida. Adeus Emmanuelle Riva! Você se foi, mas sua arte é imortal! Peço perdão se houve excessos de minha parte. Mas realizei esta homenagem por ser o último filme de uma atriz que praticamente nasceu e se confunde com o próprio CINEMA. Mas volto para Terra para dizer: O filme Perdidos em Paris (2016) realmente é muito bom. Mas digo mais: É importante, ainda, por uma linguagem diferente e que todos deveriam assistir, mesmo aqueles que conhecem pouco ou nada DE CINEMA, mas principalmente, suas variantes artísticas.

24/07/2017 - Donaldo Coelho da Silva (74 anos)

  Ruim
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Bem gente, pela segunda vez vou discordar, em cem por cento, da opinião do prezado Sarmento. A primeira vez foi em relação ao filme A MULHER MARAVILHA, sobre o qual fiz minha cotação como sendo regular, ao contrário de diversos cinéfilos, como o próprio Sarmento, quase todos concordando que o filme foi ótimo. Nesse, Perdidos em Paris, confesso que o humor do filme não me tocou em momento algum. Consegui ver 45 minutos do filme, sempre esperando melhorar, a cena da lavanderia foi ridícula e como o filme não deslanchou desisti saindo da sessão sem olhar para trás. O mais curioso de tudo é que o cinema estava com os lugares quase todos ocupados. Olhava para um lado e para o outro e só via gente rindo, inclusive a minha mulher que adorou o filme. Senti-me meio fora de órbita, aliás, não é a primeira que acontece isso comigo. Por exemplo, o tal de Mr. Bean não consegue extrair de minha pessoa um mísero sorriso, mesmo que seja só de lábios. Para falar a verdade, não aprecio filmes onde os atores são muito caricatos, como o “Perdidos” e o Amendoim. Por outro lado, adorava o humor de Jacques Tati (Mon Oncle), a inocência dos pastelões de o Gordo e o Magro, a seriedade de Buster Keaton, a genialidade de Charles Chaplin. Portanto, para os perdidos minha nota é ruim, não recomendo.

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