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O Bebê de Bridget Jones

  (Bridget Jones's Baby)
Sinopse Estável no emprego como produtora de TV, Bridget Jones (Renée Zellweger) continua solteira. Depois de aceitar o convite de uma amiga do trabalho para ir a um festival de música pop, lá ela acaba “acidentalmente” dormindo com o desconhecido e sedutor Jack Qwant (Patrick Dempsey). Mas ela não é mais a mesma neurótica e nem se preocupa com o paradeiro do moço. Pouco depois, em um batizado, a verborrágica inglesa reencontra Mark (Colin Firth), seu amor do passado. E eles acabam... dormindo juntos. Mais algumas semanas se passam, e Bridget se encontra grávida. E, sem ter certeza de quem é o pai da criança, adia a “revelação”, enquanto ambos acreditam ser o verdadeiro pai do bebê de Bridget Jones.

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Informações


Título no Brasil O Bebê de Bridget Jones
Título Original Bridget Jones's Baby
Ano Lançamento
Gênero Comédia
País de Origem Irlanda / Reino Unido / França / EUA
Duração123 minutos
Direção
Estreia no Brasil 29/09/2016
Estúdio/Distrib. Universal Pictures
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... Bridget
... Mum
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“All By Myself”Escrita por Eric Carmen e Sergei Rachmaninoff
Interpretada por Jamie O'Neal
“Jump Around”Escrita por David Appell, Kal Mann, Larry Muggerud, Earl Nelson, Robert Relf e Erik Schrody
Interpretada por House of Pain
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


25/09/2016 - Andrezza Souza (37 anos)

  Ótimo
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Acabei de assistir! Lindo filme! Mcdream é mais sonho do que em Greys. No filme, ele é o homem que toda mulher sonha que seja o pai do seu filho. Claro que não posso contar que é o pai, mas garanto que quem é amante de comédia romântica e fã do Diário de Bridget vai ter grandes emoções com o filme.A crítica dos Eua não foi positiva, mas sabia que não teria como a sequência ser ruim. Bem... Quem está com dúvidas quanto a assistir, garanto que é diversão garantida, exceto se não gostar de filmes açucarados. Mcdream deu show de carisma no filme.

29/09/2016 - Fvfraga (30 anos)

  Bom
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[Parágrafo] A personagem Bridget Jones nasceu em uma coluna de jornal escrita pela jornalista Helen Fielding, que a criou com a intenção de retratar os anseios da mulher moderna. Com muito humor, a coluna fez tanto sucesso que a escritora resolveu escrever um romance com a personagem, que se transformou numa série de livros e filmes. Assim, nasceu o livro ‘O Diário de Bridget Jones’ (1996), que ganhou o British Book Award de 1998, se tornou um “best-seller” vendendo mais de 2 milhões de cópias pelo mundo, figurou na lista dos mais vendidos dos EUA por várias semanas e foi publicado em mais de 23 países. [Parágrafo] A obra ganhou uma adaptação para o cinema ‘O Diário de Bridget Jones’ (Bridget Jones’s Diary, 2001), dirigida pela então estreante Sharon Maguire, que gerou algum burburinho em sua produção, por escolher a atriz norte-americana Renée Zellweger, para interpretar uma personagem que “encarna” muitas das características típicas das mulheres britânicas. Com o lançamento do filme os pré-conceitos logo se esvaneceram e tanto o longa-metragem, quanto Zellweger agradaram a maioria dos espectadores mais temerosos, fossem as fãs dos livros ou as novas espectadoras, que nunca os leram. Provavelmente as críticas pré-filme foram superadas pelo ótimo desempenho da atriz e pelo fato de que Bridget Jones é uma personagem cosmopolita, que gera identificação com mulheres de diferentes regiões do mundo, não apenas do Reino Unido ou da Europa, tornando a nacionalidade da atriz irrelevante. [Parágrafo] Já a continuação ‘Bridget Jones: No Limite da Razão’ (‘Bridget Jones: The Edge of Reason’, 2004), não teve o mesmo desempenho e não agradou nem o público, nem os críticos. Certamente seu fracasso nas bilheterias foi devido ao seu humor demasiado previsível, com piadas exageradas, que não favoreceram em nada a atuação da atriz recém vencedora do Oscar de Melhor Atriz por ‘Cold Mountain’ em 2004. Desta vez a direção coube a Beeban Kidron conhecida por ‘Para Wong Foo, Obrigado Por Tudo! Julie Newmar’ (‘To Wong Foo, thanks for everything! Julie Newmar’, 1995), que também não contribuiu com nada relativamente notável para a continuação. [Parágrafo] Neste terceiro filme ‘O Bebê de Bridget Jones’ (Bridget Jones's Baby, 2016), além da atriz principal Renée Zellweger, Colin Firth, Hugh Grant (numa participação simbólica, mas não menos engraçada) temos a inclusão de Patrick Dempsey de ‘O Melhor Amigo da Noiva’ (‘Made of Honor’, 2008). Na direção temos a volta de Sharon Maguire, que não dirigiu muitos outros trabalhos notáveis nestes quase quinze anos. Apesar demais de uma década depois e de podermos questionar a necessidade de um terceiro filme, o reencontro com Bridget Jones é uma feliz surpresa, principalmente para quem apreciou o primeiro longa e talvez até o segundo, especialmente o público feminino e homens “mais evoluídos”. [Parágrafo] A Bridget Jones mais madura, de uma Zellweger que tem aparecido em poucos trabalhos expressivos nos últimos anos, se não se destaca por falta de um texto e diálogos melhores escritos, pelo menos diverte satisfatoriamente. Ainda que algumas piadas sejam demasiadamente “forçadas”, muitas conseguem arrancar gargalhadas do público, o que sempre é um mérito de qualquer filme. Além do cativante jeito desajeitado da personagem principal, temos novamente Colin Firth interpretando o orgulhoso Mark Darcy, (personagem que é um dos grandes aspectos positivos da franquia, pela qualidade da atuação do ator escolhido, que evoluiu a cada filme e por sua referência intertextual com a obra de Jane Austen, um dos fatores responsáveis, também, pela popularidade da série de livros escritos por Fielding). [Parágrafo] Claro que falta uma perspectiva mais relevante que justifique a existência deste terceiro longa-metragem. Não é uma continuação que vai dar um fôlego a mais para a franquia e impulsionar novos filmes. Perdeu-se a chance de fazer a personagem, que sempre tentou parecer “progressista”, evoluir de alguma forma mais representativa e empoderadora, talvez discutir mais pautas feministas. No máximo vai encerrar a trilogia de forma relativamente digna, entretanto, não notável, nem cinematograficamente ou socialmente relevante. [Parágrafo] O maior mérito desta sequência está exatamente na interação do trio de personagens Bridget Jones (Renée Zellweger), Mark Darcy (Colin Firth), Jack Qwant (Patrick Dempsey), num triângulo amoroso que faz rir pelo constrangimento e o ridículo das situações. Mesmo o espectador que não tenha um gosto especial por este tipo de comédia, provavelmente vai se pegar rindo em muitas cenas. ‘O Bebê de Bridget Jones’ é uma continuação que chega tardiamente, não vai figurar entre as melhores produções do gênero, não vai ser tão marcante quanto o primeiro filme, porém vai agradar os fãs dos livros e quem for ao cinema em busca de duas horas de simples diversão. #FÃCULT
#FanCult
#PipocadePim enta
#FVFraga.

02/10/2016 - Bruno (25 anos)

  Ótimo
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Fui assistir pensando que ia ser chato, mas me surpreendi dei muitas risadas história muito bonita a reene zelveger apesar do rosto dela esta um pouco diferente, ela trouxe de volta a essência da brigte la dos anos 90, mas vale a pena assistir, a história e simples mais bem feita o cinema inteiro estava rindo.

03/10/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Bom
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando de sua estreia já ocorrida em 29.09.2016 em solo nacional. Olha! Gostei demais esta produção britânica. A boa e carismática atriz norte americana, texana, Renée Zellweger estava fora do cinema desde Minha Canção de Amor (2010) que não assisti, pois não foi lançados NO CINEMA no Brasil. Portanto a ultima produção dela que assisti NO CINEMA, fazem sete anos, e foi chamada de Tudo Por Você (2009). Não me perguntem porque sumiu. Não sei! Só sei que aquele rosto incrivelmente diferente é fruto (só pode ser pelas suas características) de uma operação plástica muito mal realizada e por algum medico de quinta categoria. Em um filme, digamos, até interessante. Conseguimos mais uma vez dar boas risadas. O texto procura se adaptar mais uma vez para uma pessoas já em seus 43 anos (no filme, pois ela já está com seus 47 anos bem realizados). E com isso proporcionar ao personagem ser mãe pela primeira vez. Além da sempre boa presença da Renée Zellweger (ela é uma bela atriz em qualquer coisa que faz) temos a veterana e ótima Emma Thompson (ela é uma das três roteiristas do filme). Senti falta do sempre competente ator Hugh Grant (o cara é grande neste tipo de papel de conquistador, namorador e de fazer sexo com mulheres, neste caso, só de gente bem mais nova que ele (neste filme temos um caso exemplar disso, pois logo no começo, na igreja, não me deixa mentir). Este problema da falta do ator Hugh Grant é mais sentida do que nunca. Tento em vista que o ator convidado para fazer o papel dele é chamado de Patrick Dempsey e que está muito ruim. Ah! Já estava esquecendo. A trilha musical é muito bonita. Enfim! Este terceiro filme levou 12 anos, em relação ao segundo, para ser produzido. E mesmo gostando desta produção. Posso dizer: " que se não existisse não precisaríamos inventá-lo. ".

06/10/2016 - Leila (35 anos)

  Ótimo
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Os dois primeiros são ótimos, assisti várias vezes, mas esse com certeza é o mais engraçado, acho que nunca ri tanto em uma comédia, é muitíssimo engraçado, divertido, maravilhoso, adorei e recomendo!

11/10/2016 - Léia (29 anos)

  Ótimo
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Eu assisti, e gostei mais que o segundo, filme engraçado, divertido, só não gostei muito do final.

16/12/2016 - Henrique (59 anos)

  Bom
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A feiosa Renée Zellweger continua ótima como Bridget Jones. A história é bem batida, mas, com um boa direção, atores bons, trilha sonora bem legal, não tinha como não agradar. Me diverti!

11/01/2017 - Flavio Brendler (47 anos)

  Bom
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Pra analisar o filme temos que deixar de lado a feiura espetacular da Renee Zellwegger. O implacavel Sergio Sarmento acertou na lata de novo, e como sempre: Só pode ser fruto de uma plástica que deu muito errado, sei lá, acabou a energia elétrica no meio da cirurgia e os médicos fizeram no escuro mesmo... Enfim, tirando isso, o filme é bom passatempo. Tem momentos engraçados. Mas é esquecível, nada que fique na memoria, exceto a feiura da Renee, que pode nos render pesadelos à noite, inclusive.

14/01/2017 - EddieViana (21 anos)

  Bom
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O filme tem uma excelente trilha sonora, porém esperava mais comédia e isso não aconteceu. Mostrar Spoiler O foco é maior no romance e na tentativa de descobrir quem é o pai da criança, o que acaba não acontecendo mesmo após o final do filme. Mas o filme até que é uma boa distração, bem sessão da tarde, se os palavrões forem eliminados.

24/01/2017 - Sandra (39 anos)

  Ótimo
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Excelente desenrolar do filme, mas o desfecho deixa a desejar. O que não gostei:Mostrar Spoiler Para mim não ficou absolutamente claro quem é o pai da criança, ela não estar realmente satisfeita com o casamento e o filme terminar dando a entender que haverá uma continuação.

18/02/2017 - Lu (20 anos)

  Ótimo
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Divertido, é exatamente aquilo que propõem: uma comédia leve. Engraçado, bem atuado, bem dirigido e bem escrito. Se gostou do 1 e do 2, vai gostar deste.

02/03/2017 - Scoobysnnax (39 anos)

  Ótimo
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Tive uma ótima surpresa com este filme. Já tinha assistido os dois Bridget Jones anteriores e achei bem bobinhos. Este terceiro eu quis ver especificamente pela curiosidade de ver se Renée Zellweger estaria de fato irreconhecível após sua polêmica cirurgia plástica que a fez sumir por estes últimos tempos. Bem, até que ela não mudou drasticamente e ainda pode se passar por Bridget Jones sem maiores problemas... Esta foi a primeira surpresa. A segunda é que a história foi muito boa, e pra mim foi o maior acerto da série. Ironicamente, pois as franquias tendem a começar muito bem e terminar uma bomba, aqui vemos o inverso. Só no final percebi umas bobeirinhas que foram colocadas pra alongar um pouco o final, mas está ok. E a presença de Emma Thompson também é um excelente incremento.

20/03/2017 - Kassio Freitas (19 anos)

  Bom
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Uma bela conclusão de história, a saída de Hugh foi providencial, afinal ele é péssimo, a trilha sonora continua inspirada e cheia de hits, Renee continua... Ops, sua beleza foi abalada com tantas plásticas, mas está ótima em cena, numa comédia suave, só acho que deviam ter explorado mais o romance com ambos os pares.

09/10/2017 - Paulo Nobre (60 anos)

  Regular
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Achei esse terceiro filme da trilogia um pouco longo. Não gostei muito da primeira metade do filme. Inclusive demorei 1 mês para ver o filme. Só a segunda hora é que vi de uma vez só. Deu para dar algumas risadas e espero me despedir da série, embora no final apareça uma menção que o personagem de Hugh Grant, está vivo. Pelo fracasso de bilheteria, acredito que não arrisquem. Não posso deixar de dizer que a trilha musical, como nos outros filmes é muito boa. Mas, a história em si é regular.

19/12/2017 - Robertocarlosm (57 anos)

  Ótimo
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Assisti no telecine pipoca hd, muito bom, história bem produzida e dirigida, atuações convincentes, muitas cenas engraçadas, dublagem nota dez.

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