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Eu, Tonya

  (I, Tonya)
Sinopse Tonya Harding dominava o gelo com perícia sem rivais. Ela conseguiu superar sua infância pobre e ser campeã do Campeonato de Patinação no gelo do Reino Unido e segunda colocada no campeonato mundial. Porém, ela dominou as manchetes por algo totalmente diferente depois que seu marido tentou incapacitar uma de suas concorrentes quebrando a perna dela durante as Olimpíadas de 1994. “Eu, Tonya”, é uma visão, às vezes, absurda, trágica e hilária de uma mulher no centro do maior escândalo na história do esporte nos Estados Unido.

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Informações


Título no Brasil Eu, Tonya
Título Original I, Tonya
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem EUA
Duração120 minutos
Direção
Estreia no Brasil 15/02/2018
Estúdio/Distrib. California Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Tonya
... Jeff
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Fair to Love Me ”Produced, Written &
Interpretada por Mark Batson
“Devil Woman ”Escrita por Terry Britten & Christine Holmes
Interpretada por Cliff Richard
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


02/01/2018 - Ivan P. (67 anos)

  Bom
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Gostei muito do filme. Ela realmente era uma excelente patinadora artística. Pensei que fosse alta, qual o que, é baixinha, mede 1,55m. Disputou 2 Jogos Olímpicos, foi campeã do campeonato nacional americano e ganhou a medalha de prata no mundial de 1991. Primeira mulher Americana a realizar o salto triple axel que, é um movimento de fato, muito difícil. Aquele episódio envolvendo a outra patinadora, Nancy Kerring se tornou um grande escândalo e, pôs fim a carreira dela. Uma pena. Recomendo este filme.

04/01/2018 - Lucas Fera (21 anos)

  Ótimo
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"Craig Gillespie se supera em uma narrativa sustentável junta a uma direção equilibrada, aproveitando o talento de seus atores. "
Após dirigir alguns filmes fracos, Craig dá a volta por cima com seu mais novo filme I, Tonya, baseado em uma história real de uma patinadora americana. Sua narrativa prende a atenção, usando recursos como quebra da quarta parede que dá um toque especial para o filme contar a história e isso ajuda muito em filmes deste estilo. Quanto as atuações, é só elogios vindo de mim. O que Margot Robbie tem de beleza, tem de sobra em talento. Que atriz, ein, galera. Não é apenas um rosto bonito em Hollywood, isso é muito bom. Outra atriz que me impressionou foi Allison Janney da qual não me lembrava muito. Fez uma das minhas séries favoritas (Lost). Realmente sua personagem tem uma relação difícil com a sua filha e vice-versa, bem que merece uma indicação ao Oscar. Não só ela como Margot. Enfim, poderia concorrer e talvez ganhar ao Oscar de Melhor Filme, Melhor Atriz e Coadjuvante. Com certeza um dos melhores filmes de 2017. Digo isso, pois até agora, enquanto assistia aos filmes do ano passado, só fui me decepcionando. Foi um ano fraco para filmes, sinceramente. Esse se superou.

08/01/2018 - Kassio (20 anos)

  Ótimo
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Filme incrível, Margot está brilhante em cena e esse é seu momento de levar prêmios e indicações, a história era desconhecida por mim, mas achei uma boa proposta, outros acertos são a bela caracterização que remetia de fato aos anos 80/90, e certamente o desempenho dos outros três companheiros de cena são irretocáveis e merecem menção e porque não prêmios nessa corrida ao Oscar.

04/02/2018 - Nilson Jr. (53 anos)

  Bom
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Filme inspirado na biografia, em tons de comédia de humor-negro, da ex-patinadora olímpica e ex-boxeadora Tonya Harding. A narrativa mais parece uma estranha sátira do que a temática biográfica padrão, ficando meio estranha, sendo contada a história pelos diversos personagens, mas não se pode dizer que não é original. Na verdade, o que fica ( além dos fatos históricos ) é a magistral interpretação da maravilhosamente bela Margot Robbie, alternando com maestria os tons confiantes e histéricos de sua personagem transformando os momentos entre a paródia e a tragédia, merecedora do Oscar.

13/02/2018 - Goldenrose (53 anos)

  Bom
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Gostei do filme, mesmo com esse enredo de formato já batido intercalando pseudo-depoimentos com cenas movimentadas e por vezes divertidas de tão inacreditáveis. Ótimas atuações.

17/02/2018 - Luan (21 anos)

  Bom
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É bom, história interessante e atuações muito boas. Um pouquinho arrastado, mas vale a pena ver. Diverte.

18/02/2018 - Sérgio Sarmento (64 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, na última sexta, quando de seu lançamento em solo brasileiro. Olha! Filme maravilhoso! Também entro naquela "fila" dos quem nada esperava de um filme deste calibre e ao conferir, já dá como o destaque de um dos melhores até aqui e quiçá de todo o ano. Mas o por quê de minha surpresa? Perguntaram alguns leitores! Simples! Analiso a grande maioria de filmes que assisto, como aprendi a ver filmes deste os anos 1960. Qual seja! Através de seu diretor. E o diretor australiano Craig Gillespie não me inspirava "quase" nada em matéria de perspectiva. De seus seis filme assisti quatro. Realizou pouca coisa boa tipo: A Garota Ideal (2007) e que fazia um belo estudo da incomunicabilidade dos seres humanos, o filme era muito mais que isso. Mas vamos ficar por aqui! Realizou um filme como Horas Decisivas (2016) que me sensibilizou, mas não é toda essa "bola". Meu comentário para o IF é de 22.02.16. Mas realizou uma cópia cinematográfica totalmente desnecessário como é a Hora do Espanto (2011) e que deixei um comentário para o IF em 12.10.2011 (gente! Já estava por aqui!). Para finalmente esse ano nos chegar esse EU, TONYA um filme realmente de rara produção. Mas após escrever tudo isso penso que o grande mérito do filme não é o senhor diretor Gillespie e sim seu roteirista STEVEN ROGERS. Que se utilizando da maneira de contar o filme que é o de um falso documentário. E nisso é muito feliz. Pois como o tema do filme é muito árido. Pois fala do sonho capitalista americano e que diz. Nos informa. Que todos lá tem oportunidades. Mesmo uma personagem, dentro do filme, como Tonya que vem de família humilde e se "joga de cabeça" em um esporte elitista como é a patinação artística. Não é fácil tratar em um filme americano de certos temas. Os "caras" lá dão valores imensos para coisas que aqui no Brasil desconhecemos (ou fingimos). É um filme de atores. Em especial desta maravilhosa Allison Janney que faz a mãe de nossa protagonista de uma maneira especial. O primeiro quarto do filme é dela. A gente se encanta com sua atuação. É personagem que ao longo do filmes vamos amar e odiar. Ela é muito boa! Vamos torcer para que seja dela o Oscar de atriz coadjuvante na noite de 04.03 vindouro. Mas tem, igualmente, uma atriz sensacional chamada Margot Robbie que faz seu melhor trabalho NO CINEMA em todos os tempos. Concorre ao Oscar de atriz principal. Só lamento que sua concorrente é o "peso pesado" Frances McDormand e que certamente levará o Oscar. Mas mesmo assim torcerei por ela. Atriz magnifica, em todos os sentidos, no filme de belíssima reconstituição de época. Com isso "entro de cabeça" na parte técnica. O filme tem uma linda fotografia. É daquelas fotos que parecem "lavadas" para dar uma melhor verossimilhança aos detalhes. Uma maquiagem digna de se observar, pois é admirável. Uma figurino absurdamente fantástico. Não deixamos nos enganar que sua "fala" seu modismo é dos anos 1980 (final) e principalmente dos anos 1990. E a direção de arte é de chamar a atenção. Pois consegue deixar feia um das atrizes mais linda DO CINEMA atual que é essa beleza admirável e que chamamos de MARGOT ROBBIE. Enfim e definindo meu comentário. Pois teria mais coisa para escrever de uma obra surpreendente como é EU, TONYA (2017). O filme é diferente. Pelo seu tema, pela amostragem, mas principalmente por uma linguagem não tão afeita para esse pessoal que atualmente frequenta nossos CINEMAS. Mas se vencida esses necessários obstáculos, vamos gostar e amar um filme de um "raro prazer". Amém!

05/03/2018 - Daniel Feitosa (28 anos)

  Ótimo
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Também Fui um desses a ir assisti-lo sem muitas expectativas e me surpreendi bastante com a firmeza das cenas e dos atores além é claro da trilha sonora dos anos 80 e 90, incrível, nostalgia pura.

07/03/2018 - Daniel G (42 anos)

  Ótimo
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Simplesmente visceral, com uma trilha sonora excelente. "I, Tonya" mostra a história de uma brilhante patinadora, Tonya Harding, retratada como uma mistura de "Arlequina" (papel da própria atriz Margot Robbie em "Esquadrão Suicida") e "Jennie" (personagem da falecida atriz Sunny Jackson em "Flashdance"). Tonya encontrara sobre o gelo o calor que não possuía em sua própria família e esposo, cuja trajetória começa nos rinques de patinação e termina nos ringues de boxe. "I, Tonya" é um soco na barriga, na qual a protagonista fora moldada em gelo e sangue. Recomendadíssimo.

11/05/2018 - Robson (58 anos)

  Ótimo
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Apesar de não ser fã do tipo da narrativa desse filme, acabei gostando do resultado final. Belas cenas de patinação e atuações brilhantes de Margot Robbie e Allison Janney.

12/08/2018 - Daniel Gulmine (37 anos)

  Ótimo
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ÓTIMO, ÓTIMO, ÓTIMO! Que filmão. Uma estória muito bem contada, infelizmente trágica desde a criação e que levou Tonya por um caminho tortuoso. Ótimas atuações de Margot e Alisson (vencedora do Oscar de atriz coadjuvante) que fez um papel ranzinza do início ao fim. Recomendo!

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