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Utøya 22 de Julho - Terrorismo na Noruega

  (Utøya 22. juli)
Sinopse No pior dia da história norueguesa moderna, Kaja (Andrea Berntzen) se diverte com sua irmã mais nova Emilie (Elli Rhiannon Müller Osbourne), 12 minutos antes da primeira bomba chegar ao acampamento de verão na ilha Utøya. Foi o segundo ataque terrorista de Anders Behring Breivik, em menos de duas horas, e matou 69 pessoas. Kaja representa o pânico, medo e desespero dos 500 jovens enquanto busca sua irmã na floresta.

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Informações


Título no Brasil Utøya 22 de Julho - Terrorismo na Noruega
Título Original Utøya 22. juli
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Noruega
Duração93 minutos
Direção
Estreia no Brasil 29/11/2018
Estúdio/Distrib. California Filmes
Idade Indicativa 16 anos

Trilha Sonora


“Snakke Litt ”Letra de Philip Boardman
Música de Carl Hovind & Eigil Berntsen
Interpretada por Philip Boardman (como Admiral P)
Emilie listens to the song on her phone when Kaja confronts her in the tent.
“True Colors ”Escrita por Tom Kelly & Billy Steinberg
Interpretada por Andrea Berntzen
Kaja e Magnus are hiding from the shooter, when she tells him she sings in a choir. He asks her to sing something for him.
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


14/10/2018 - Nilson Jr. (54 anos)

  Bom
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Mostrar Spoiler Na fala da mãe de Anders ( um louco que aos gritos de "marxistas", "esquerdopatas"e "comunistas", de ideias xenófobas, assassinou 77 pessoas em um ataque na Noruega ), quando diz “Ele… ele tem um pouco de razão, não tem? Do jeito que o país está. Não é mais como era antes…”, já cabe uma análise em que o mundo vive hoje, a volta de ideias extremistas, racistas, separatistas, xenófobas, fascistas, momento de grande tensão que vivemos também no nosso país. O desenvolvimento do filme é criativo na solução de acompanhamento por perspectivas diferentes, de um dos sobreviventes ao ataque e do terrorista. O diretor conseguiu desenvolver um trabalho muito instigante quando teve a ideia de aplicar as consequências que os presentes durante os atos sofreriam ou sofrem até hoje, depois de toda a tragédia. Não é um filme excelente, mas fica como um grande documentário, para eternizar em que um discurso de ódio pode se materializar.

06/12/2018 - Sérgio Sarmento (65 anos)

  Péssimo
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Assisti NO CINEMA nesta data quando do lançamento em minha cidade. Olha! Não gostei do filme! Confesso que é filme difícil de se fazer. Pois levou sete anos para aparecer uma produção. Mas se fosse para fazer coisa tão "sem graça" seria melhor se não fizessem uma bobagem inominável como essa. Mas a culpa é deste diretor de nome Erik Poppe que se só se preocupou em mostrar coisas que já sabíamos pela imprensa da época. Aqueles dados que aparecem em letras amarelas (diria que só aquilo que é bom neste filme abestalhado) foram mortos 77 pessoas. Com 99 feridos em setenta e dois minutos de massacre. Mas poderia, para quem não sabe, fazer uma pesquisa em qualquer jornal que JÁ saberíamos. O cara (diretor) não se compromete com nada. Não fala sobre os aspectos políticos do retardado que matou aquela gente. Não fala sobre o sócio econômico daquele louco que fez e porque fez. Mas o mais importante de tudo isso. Não fala nada de nada sobre os aspectos psicológicos deste celerado que invadiu aquela ilha norueguesa naquele 22 de julho de 2011. Mas insisto em repetir na exaustão. O senhor Erik Poppe só fala de coisas que já sabemos. Esquecendo que em um mundo altamente moderno e informativo que vivemos, aquela informação que seu filme nos fornece, já é velha. Do alto de minha experiência em ver CINEMA desde o final dos anos 1950. E se, como num passe de mágica, pudesse falar com esse sujeito de nome Erik Poppe só indicaria um clássico (que ele até poderia copiar alguma coisa de bom) filme chamado ELEFANTE (2003) do grande cineasta americano que é Gus Van Sant. Pois neste o cineasta norte americano dá uma aula de como se faz um filme sobre degenerados que pensam que são o dono do mundo e armados saem a matar pessoas inocentes. Aqui o meu cruz credo pede passagem para renegar filme tão idiota e ridículo como é esse norueguês UTOYA (2018).

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