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Elis


Sinopse Cinebiografia da cantora Elis Regina. O filme acompanha a adolescência da artista, com as dificuldades financeiras e os primeiros testes para ter seu talento descoberto, até a ascensão, incluindo o destaque na televisão, os envolvimentos amorosos, as controversas decisões tomadas durante a Ditadura Militar, as brigas com parceiros de trabalho e a dependência de drogas e álcool, que levaram à sua morte precoce.

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Informações


Título no Brasil Elis
Título Original Elis
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Brasil
Duração110 minutos
Direção
Estreia no Brasil 24/11/2016
Estúdio/Distrib. Downtown Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Elis Regina
... Ronaldo Bôscoli
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Trailer



Comentários



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24/11/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta tarde, quando do lançamento nacional efetivado exatamente no dia de hoje. Olha! É muito difícil fazer uma cinebiografia de cantores neste pais. Vejam o caso de Dois Filhos de Francisco, Cazuza, Tim Maia e por ai vai. É difícil, principalmente, pois quem injeta dinheiro na produção é a Globo Filmes e chamada seus atores e diretores. Desta maneira fica mais um tipo de novelão de dar "nos dedos" da gente. Este ELIS sobre a maior cantora que este pais produziu não foge em nada do que falei. Mas, com certeza, "fechei meus olhos" de critico, quem entende da "coisa" e, principalmente, de quem ama CINEMA desde "criancinha" e AMEI O FILME. Adorei a interpretação desta mineira de Juiz de Fora chamada ANDREIA HORTA como ELIS. Ela imitou apaixonadamente a notável, espetacular e sensacional como foi a vibrante, perfeita e magnifica ELIS REGINA. Está gaúcha nascida e criada, nos primeiros 20 anos, pelo menos o filme deixa esta pista, em Porto Alegre na vila do IAPI. Me amarrei nas músicas cantadas por ela. Pois acompanhei intensamente tudo aquilo. Vivi todas as músicas em tempo real, mesmo. Os atores de apoio estão muito bem. Para mim o melhor foi Julio Andrade no papel de Lennie Dale. Sensacional este "moço" na sua composição. Mas Lucio Mauro Filho como Miéle o faz muito bem. Assim como Gustavo Machado e Caco Ciocler como Ronaldo Bôscoli e o grande Cesar Camargo Mariano, seu dois únicos maridos, em sua curta, mas profícua vida que foi a de Elis Regina. Por último gostaria de dizer que é obra que mesmo tento defeitos. Alias enormes defeitos. Mas curti, cantei, me enamorei. Mas sobretudo me emocionei e com isso chorei desbragadamente naquele "escurinho" obsequioso que nos prestam estas salas magnificas destes CINEMAS de Shopping. Que saudades! Sensacional tudo aquilo!

28/11/2016 - José Alberto (49 anos)

  Ótimo
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Falar de Elis é um desafio para mim. Elis, Bethânia e Gal são a "santíssima" trindade feminina da nossa MPB. Ouço Elis desde muito tempo, antes mesmo de sua morte no início de 1982, e quando ela morreu passei a cultuá-la como minha diva maior. Tenho toda a obra discográfica dela e os principais livros abordando sua vida. O último lançamento "Elis Regina-Nada Será Como Antes" de Julio Maria é o mais detalhado e o mais recomendado para quem quiser conhecê-la melhor. O CD duplo "Um Dia" que contém as duas apresentações dela em 1979 no festival de jazz em Montreux, Suíça; um dos festivais mais respeitados do mundo até hoje, é o disco que eu levaria para uma ilha deserta, pois o repertório, a magia, a técnica e a emoção dela nesse show faz desse CD um dos meus preferidos da MPB (no YouTube existe esse show na íntegra). Escrevi isso, pois sou um amante da arte, especialmente a música em primeiro lugar, logo depois o cinema e seu encantamento. Em relação ao filme, vemos os principais acontecimentos da vida de Elis, seus relacionamentos, alegrias, decepções e sua grande vontade de viver a vida intensamente. O filme não aprofunda todas essas questões, por isso aconselho o livro de Julio Maria no qual temos um retrato nítido do que foi essa baixinha maravilhosa que passou apenas 36 anos aqui neste planeta. O que se vê no filme não é nem a metade do que foi o talento, a garra e a mulher super inteligente que foi Elis. É apenas uma "amostra grátis" de tudo que ela propagou na nossa cultura. Corram e assistam!

05/12/2016 - Kassio (19 anos)

  Ótimo
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ELIS... Que história linda, forte e bonita de se ver e contar, vimos em cena interpretações fantásticas e dignas dos prêmios que recebeu, Andréia Horta MAGNIFICA! Causa estranhamento a dublagem em primeiro momento, mas depois passa, voltando a história, achei que faltou algumas coisas, focaram muito em alguns aspectos e outros foram esquecidos ou pouco mencionados... Jair, Nara e Seu Pai foram meros figurantes... E o final abrupto me lembrou o especial que a Globo exibiu em 2006, igual sem muito aprofundamento, eu esperava uma abordagem distinta. Mas vale muito a pena, poder ouvir belas canções e saber mais da nossa Pimentinha totalmente brasileira.

12/12/2016 - Lucia Maria Miranda (64 anos)

  Ótimo
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... O filme é legal, mas senti falta de um ator para interpretar o Milton Nascimento e dentre as músicas escolhidas para o repertório, para mim faltou Maria Maria, que tinha uma conotação especial na voz de Elis. Para quem viveu aquela época e conhecia a todos é fácil apreender quem é quem, mas para aqueles que não poderiam exatamente saber quem era Miele, Bôscoli, Henfil, penso que fica assim um pouco complicado. Todavia, com dublagens ou efeitos que sejam, a Horta foi muito bem no geral.

05/02/2017 - Zecanick (55 anos)

  Não vi
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Com certeza é um filme certo pra se ver e rever dessa grande cantora brasileira e universal que nos brindou com sua existência e sua obra. Pena a sinopse do filme não ter a trilha sonora com suas respectivas autorias e intérpretes. Fica a dica.

07/02/2017 - Nilson Jr. (52 anos)

  Bom
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Como toda biografia que conta toda a trajetória pontuada por momentos na vida da personagem, cai na esparrela da transposição de tempo e cada conflito é abordado de forma rasa e indefinida, ainda mais se tratando de Elis, de tantas reviravoltas na carreira musical, na vida amorosa, na relação política com o país. Andreia Horta faz uma caracterização incrível de Elis, mas salta aos olhos o maravilhoso Júlio Andrade, que faz um Lennie Dale inspiradíssimo. Com narrativa televisiva, vai agradar a maioria do público médio, mas deixa a desejar em profundidade da "alma" da verdadeira Elis, a face determinada e controversa de uma feminista, cujo talento ainda não foi superado na música brasileira.

21/02/2017 - Maria do Carmo (50 anos)

  Bom
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Muito bom filme! Retratação da época excelente e interpretações muito convincentes. Fiquei impressionada com a performance da atriz Andreia Horta interpretando a cantora Elis Regina. As expressões da cantora, como o sorriso (Elis sorria com o rosto inteiro) foram muito parecidas. Quando Elis Regina morreu eu era adolescente, tinha 15 para 16 anos, mas, me lembro muito bem das suas músicas, pois a ouvia no rádio e a via em apresentações em programas musicais e de entrevistas na TV. A atriz fez direitinho no filme! A Elis era do jeitinho que a atriz interpretou na película. Incrível! Nossa, viajei com as músicas! Muito muito bom! E Elis era uma cantora muito intensa, a sua interpretação era ímpar, sem igual. Jamais, ninguém será como ela. Pena que nos deixou cedo. Apesar da pouca idade na época, eu gostava muito de ouvir suas músicas. Vale muito a pena ver o filme.

24/02/2017 - Henrique (59 anos)

  Ótimo
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Não acreditava que a atriz Andréa Horta iria se sair tão bem como Elis, Cara! Mesmo um pouco exagerado nos trejeitos e sorriso, ela foi perfeita, além dela Julio Andrade mostra que é um dos melhores atores brasileiro, infelizmente pouco valorizado. Lembro-me ainda criança assistindo na casa de uma vizinha rsrs a final do 1° Festival da MPB com Elis cantando "arrastão". Adorei conhecer em detalhes (mesmo que sucinto), a trajetória de Elis, só achei que deveriam explorar mais o estado psicológico dela, o que a levou as drogas, bebidas até a morte. Belo filme! É isso Brasil.

26/02/2017 - Renata (39 anos)

  Bom
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Muito bom o filme, também acho que poderiam explorar mais o motivo de ter levado Elis a morte, afinal como ela dizia era boa mãe e deixou três crianças pequenas.

01/03/2017 - EddieViana (21 anos)

  Ótimo
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É um ótimo filme. Intenso como a vida da cantora. Excelentes atuações, embora às vezes exagerado quando retrava os trejeitos da cantora, mas nada que comprometa a qualidade da película. Vale a pena ser assistido com certeza.

02/03/2017 - Robson (57 anos)

  Bom
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Assisti com um pé atrás esse filme, mas foi uma grata surpresa. Apesar de algumas críticas, creio que Andreia Horta deu conta do recado. No mais, bom atores, boa sequência que retrata um pedaço da história da Elias e da nossa música. O filme não é cansativo e as músicas bem inseridas.

05/06/2017 - Julio Simi Neto (60 anos)

  Bom
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Ótima surpresa quando assisti na TV essa cinebiografia da Elis, provando que sem dúvida foi uma grande cantora, mas na vida intima uma "pimenta" de difícil relacionamento. Com relação ao atriz Andreia Horta ela esta perfeita no papel central incluindo os demais. Pode conferir, vale a pena.

20/06/2017 - Bessa38 (78 anos)

  Ótimo
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Gostei demais. Conheço de cabo a rabo, a trajetória da PIMENTINHA, como era chamada, ELIS, e confesso, foi tudo muito bem retratado. De louvar-se a atuação de ANDREIA, soberba, espetacular, ofuscando todo o elenco, com uma performance muito poucas vezes visto. ADOREI.

21/04/2018 - Maria (48 anos)

  Ótimo
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Que show de interpretação da Andreia Horta! Arrasou! Filme muito bem dirigido! Conhecer um pouco mais desta incrível cantora foi demais! Mulher forte, com personalidade, um orgulho para todos nós! Amei o filme!

21/04/2018 - Regina (30 anos)

  Ótimo
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Relembrar é viver. E sempre estaremos vivendo a emoção da música através desta incrível cantora, que deixou marcado, para sempre, o melhor da música brasileira. O nome dela sempre estará no topo entre os melhores, e esses, como sabemos, estão no passado, pois hoje, a música deixou de existir. Há somente sons sem poesia, sem melodia, sem emoção, sem voz e muito comércio. Gostei muito do filme e da atriz exemplar que interpretou muito bem a nossa deusa da música.

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