Share on Google+

A Economia do Amor

  (L'économie du couple)
Sinopse Após 10 anos de amor e o nascimento de seus filhos gêmeos, Boris (Cédric Kahn) e Marie (Bérénice Bejo) decidiram se separar. Por obra do acaso, Boris não consegue um lugar para se realocar e é obrigado a continuar vivendo no mesmo teto que Marie.

Share on Google+

Informações


Título no Brasil A Economia do Amor
Título Original L'économie du couple
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem França / Bélgica
Duração100 minutos
Direção
Estreia no Brasil 01/12/2016
Estúdio/Distrib. Imovision
Idade Indicativa 10 anos

Elenco


... Marie Barrault
... Boris Marker
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Prelude in B Minor BWV 855 A”Composta por Johann Sebastian Bach
Played by Andrei Yeh, piano
“Bella”Letra de Maître Gims e Maska
Música de Maître Gims e Renaud Rebillaud
Parformed by Maître Gims
(2013)

Trailer



Comentários


01/12/2016 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
Denunciar
Assisti NO CINEMA, nesta data, quando do lançamento em algumas cidades, ditas privilegiadas, inclusive a minha, neste enorme pais continental chamado Brasil. E com certeza é mais um belo filme que entra naquela fila dos que "ninguém assiste" NO CINEMA ou naquelas telas ridículas de uma televisão. Olha! Encantador e necessário filme e que nos fala de famílias disfuncionais. O diretor belga Joachim Lafosse nos entrega e nos mostra estes problemas. E praticamente com todos eles dentro de uma bela casa. O drama (99,9%) se passa nesta casa. O casal e as filhas saem para seus afazeres e a câmara fica como a espreita, no aguardo dos acontecimentos para logo após o de sua chegada, novamente. Ficando assim um clima estranho, quase de medo (exagerado!) mas seguramente claustrofóbico. O clima, no geral, é a crise de um casal de meia idade e com quinze anos de concubinato e desta união nasce duas lindas e apaixonantes meninas de 08 anos. O filme também se presta para o casal viverem sempre em discussão. Nos remetendo e abreviando um final totalmente previsível. É obra que que nos comove pela realidade de suas cenas. Mesmo não sendo nada agressiva e muito menos de tamanho descomunal. Mas é mais um filme francês que nos apresenta um intimismo que só o CINEMA característico daquele pais nos leva para tudo aquilo. Mas é sempre, ao meu ver, na representação, de seus atores, que os franceses nos apresentam suas grandes armas. O que é de lindo assistir aquelas duas atrizes mirins. Que até nos parecem irmãs na vida real. Mas pelos seus nomes passam longe disso. Mas uma vez o ator Cédric Kahn tem um desempenho elogiável como pai. Mas quem gostaria de elogiar e dizer de toda minha admiração pelo seu talento e sua beleza é o da atriz franco-argentina Berenice Bejo (que atriz sensacional cruzes!) que o faz com uma naturalidade uma mãe atenta, carinhosa e amorosa. De duas meninas linda! Legal! É mais um filme que saímos absolutamente satisfeitos por aquelas pouco mais de hora e meia de projeção. Uma coisa muito perfeita destes sistemas eletrônicos, digitais e modernos que temos hoje em dia ao nosso dispor. Perfeito!

11/12/2016 - Donaldo Coelho da Silva (74 anos)

  Ótimo
Denunciar
Ninguém não, Sarmento. Vi, ontem, com a minha mulher e adoramos, em especial a atuação das duas atrizes mirins. Ao contrário do que você disse, elas, são, na realidade, irmãs gêmeas. Veja o sobrenome das duas: Jade Soentjens e Margaux Soentjens. Além do mais, podemos dizer que são gêmeas idênticas. Só não gostei da gritaria do casal em diversas cenas. Mas, em compensação, o humor crítico e sarcástico do marido é incrível. Só queria ser pobre morando num belo apartamento como o do casal. Lindo filme, recomendo. Quanto ao outro filmes SANGUE DO MEU SANGUE, não vi por não ter encontrado horário compatível.

26/12/2017 - Paulo Nobre (60 anos)

  Bom
Denunciar
Para quem não conhece ou está acostumado ao cinema francês esse filme poderá ser ruim. Além disso, não contém uma temática que vá agradar todos os segmentos de público, já que trata do relacionamento de um casal adulto. Sendo assim fica o AVISO. Porém, diria que apesar do filme poder ter sido um pouco encurtado, gostei da história. A temática é adulta, muito bem explorada e mostrada nos mínimos detalhes com uma direção atenta de Joachim Lafosse. As atuações de Bérénice Bejo (a mãe), do conhecido Cédric Kahn (o pai) e das irmãs, inclusive na vida real, Jade Soentjens e Margaux Soentjens (gêmeas univitelinas) são muito boas. No filme Bérénice Bejo faz o estilo "a mulher que não está nem aí para a separação" e Cédric Kahn adota sempre uma postura irônica e muitas vezes sarcástica. Agora, o título dado no Brasil não tem nada com o título original (L'économie du couple), que se fosse traduzido ao pé da letra seria a Economia do Casal. Mas, é um filme que VALE A PENA!

Novo Comentário
Faça seu comentário, mas por favor, siga estas regras:
- Não faça perguntas, faça comentários sobre o filme;
- Não conte o final do filme nem partes importantes para o desfecho, mas se necessário marque o texto;
- Seja objetivo e descreva o porquê de sua nota;
- Se você ainda não assistiu ao filme, dê nota "Não vi";
- Não critique outros comentários, apenas faça o seu, sem preconceitos;
- Se você não gosta deste gênero de filme, é melhor não comentar;
- Comentários que descumprirem estas regras, serão excluídos totalmente.

 Agradecemos a colaboração. Bom uso!

O Texto Contém Spoiter? Sim / Não     Selecione o texto com "Spoiler" e click aqui.

Nome: Idade:  Nota:

Últimos Visitados

A Economia do Amor (L'économie du couple)

Copyright © 2018 www.interfilmes.com - Todos os Direitos Reservados. Acesse a Política de Privacidade.