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Negação

  (Denial)
Sinopse A luta lega da escritora Deborah E. Lipstadt para provar uma verdade histórica contra David Irving, que a acusa de difamação por declarar que ele não acredita na existência do Holocausto.

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Informações


Título no Brasil Negação
Título Original Denial
Ano Lançamento
Gênero Drama / Épico
País de Origem Reino Unido / EUA
Duração109 minutos
Direção
Estreia no Brasil 09/03/2017
Estúdio/Distrib. Sony Pictures
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... Deborah Lipstadt
... Richard Rampton
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Trilha Sonora


“Morning Edition Theme ”Composta por B.J. Liederman
“Largo from Piano Sonata No. 3 in B minor, Op. 58 ”Composta por Frédéric Chopin
Interpretada por Idil Biret
Licensed
>> Ver toda a Trilha Sonora...

Trailer



Comentários


07/02/2017 - Henrique (59 anos)

  Ótimo
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Baseado em fatos reais, "Negação" é um filme maravilhoso que se passa a maior parte do tempo em um tribunal ou em salas de uma equipe de advogados. E é ai que o filme tem toda sua força, o "trabalho em equipe" para defender uma causa sobre negação do holocausto. Olha que tema interessantíssimo, principalmente por ser um fato real. Rachel Weisz impressionantemente perfeita, se une a Tom Wilkinson (mestre na arte de interpretar rsr) para nos hipnotizar diante da tela.

09/03/2017 - Paulo Nobre (60 anos)

  Bom
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Acredito que a minha opinião seja diferente da maioria das pessoas que venham a ver esse filme, mas achei a maneira como a história foi contada (já que se baseia em fatos reais) apenas regular. O que achei de bom e por isso a minha escolha por bom na nota foram as atuações dos três principais atores do filme: Rachel Weisz (sempre linda, desde o filme a múmia), Tom Wilkinson e Timothy Spall. Além disso, o enriquecimento cultural em alguns aspectos mostrados no filme. Por exemplo, o sistema de direito britânico é diferente do americano (e brasileiro). Confesso, que já estou um pouco cansado de filmes sobre esse tema. Embora possa até se lamentar (não é grande Sérgio Sarmento), GOSTO NÃO SE DISCUTE.

14/03/2017 - Teresa Cristina (60 anos)

  Ótimo
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Filme espetacular, no melhor sentido: elenco fantástico, com Rachel Weisz e Tom Wilkinson sempre brilhando. Além de baseado em fato real, trazer às telas esse assunto tão instigante quanto inesgotável que é o Holocausto, é digno de elogios a todo cineasta. Jamais cansarei de assistir a filmes, ler, ouvir e falar sobre esse crime hediondo, porque o Holocausto e tragédias similares têm que permanecer vivas na nossa memória para, quem sabe, um dia não terem mais espaço. Nota 10.

14/03/2017 - Nilson Jr. (53 anos)

  Ótimo
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Um filme de acontecimentos verídicos, narrativa e roteiro coesos e didáticos, tentando passar de forma objetiva e sem apelos sentimentais excessivos os fatos. Em forma Como o Holocausto já foi abordado em tantas obras essa não teve um diferencial que chamasse atenção, no entanto o que chama atenção é o personagem de Spall e o julgamento. Com declarações preconceituosas sobre as mulheres, sobre negros e sobre judeus ele é um homem desprezível, mas que ainda tem seguidores. Com certeza o público irá achar isso um absurdo e desprezará e zombará todo o discurso de Irving, mas em tempos em que vemos políticos como Donald Trump e Jair Bolsonaro com tantos seguidores percebemos que por mais que esteja na cara, algumas pessoas gostam de moldar os fatos como as convém e negam a realidade: de que apoiam monstros. Os advogados interpretados por Tom Wilkison e Andrew Scott, tomam conta do filme durante a parte final, a do julgamento propriamente dito, mas todo o elenco esteve bem.

14/03/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando de sua estreia nacional, efetivada na real, na semana iniciada em 09.03 passado. Olha! Bom filme! Realmente uma obra de surpresas, pois seu diretor. O veteraníssimo Mick Jackson só lembro de ter visto o divertido O Guarda-Costas (The Bodyguard) no longínquo ano de 1992. É mais uma linda produção da BBC Filmes da Inglaterra. É mais um típico filme de tribunais. Onde vemos com grande destaque o Direito na Comunidade Britânica. Lá o ser que sofre a ação tem que provar que não é o culpado. No caso é uma professora judia que defende a existência do holocausto e um fanático nazista e populista que diz categoricamente que a morte de 6 milhões de judeus é propaganda enganosa do povo de Israel. O argumento do filme presta um enorme ao avanço nas liberdades de imprensa em um pais democrático. O filme é muito útil, também, pois mostra de uma maneira bem aberta que quando somos inábeis conseguimos criar hidras de varias cabeças como é o caso de David Irving vivido magistralmente pelo ator londrino Timothy Spall. Aliás o colega acima, em boa hora, citou Jair Bolsonaro e outro como Donald Trump. Realmente Bolsonaro é um cara totalmente despreparado para qualquer cargo eletivo. Mas ele não cresceu sozinho. É fruto da má administração do governo atual. Não podemos esquecer que quem votou na "presidenta" também elegeu o atual presidente. Já o presidente Trump (que ser mais estranho é este senhor!) é "cria" da má administração de Barack Obama. Aliás ex-presidente Obama estou esperando até hoje sua promessa de campanha (de 2008) onde dizer que iria fechar a prisão de Guantanamo. Localizada ao sul da ilha de Cuba. Cruz credo! Vade retro! Mas retorno para completar que o belo filme Negação (2016) conta com um elenco notável. Onde tenho que destacar além de Timothy Spal a linda e talentosa londrina Rachel Weisz. Mas principalmente um ator veterano, britânico e um belo coadjuvante, chamado Tom Wilkinson. Enfim! É filme que preserva um notável espetáculo de entretenimento, mas sem esquecer de apresentar um magnífico subtexto. E isso, as vezes, vale bem mais que aquilo onde o texto procura escancarar.

20/03/2017 - Nilson Jr. (53 anos)

  Não vi
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Voltei para responder ao colega Sarmento que mencionou meu comentário, essas hidras de sete cabeças não são "crias" de ninguém, eles sempre estiveram por aí, desde o golpe militar, escondidos, ruminando seu ódio, preconceito e homofobia nas trevas dos progressistas e agora com o fenômeno conservador que teima se lastrar na sociedade mundial, eles voltaram à luz de sua mediocridade. Vale destacar, ao contrário do que o colega falou, não existe voto para vice desde 1960, então quem votou em DILMA ROUSSEF votou em um plano de governo, sabe tipo quando você casa com sua mulher e não escolhe sua sogra, mas com certeza quem colocou esse arremedo de governo com certeza foram os paneleiros teleguiados pelo pato de borracha, que agora pagarão pela vida toda pela queda da democracia. Um abraço.

21/03/2017 - Robson (57 anos)

  Bom
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Bom filme baseado em fatos verídicos de um debate jurídico sobre o tema do holocausto. Ótimas interpretações da Rachel Weisz e Tom Wilkinson.

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