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A Garota Ocidental - Entre o Coração e a Tradição

  (Noces)
Sinopse Zahira é uma jovem paquistanesa que vive na França. Acostumada ao estilo de vida ocidental, a garota entra em conflito com os costumes familiares quando seus pais apresentam três desconhecidos e exigem que ela escolha um deles como marido. Orientada por seu irmão e confidente Amir, mas indecisa entre seu coração e suas tradições, Zahira deve tomar uma decisão que pode mudar a vida de todos.

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Informações


Título no Brasil A Garota Ocidental - Entre o Coração e a Tradição
Título Original Noces
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem Bélgica / Paquistão / Luxemburgo / França
Duração98 minutos
Direção
Estreia no Brasil 22/06/2017
Estúdio/Distrib. Cineart Filmes
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... Zahira Kazim
... Amir Kazim
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Trailer



Comentários


23/06/2017 - Sérgio Sarmento (63 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando tivemos seu lançamento em nível nacional efetivado no dia de ontem. Olha! Um belo, cruel, triste, frio, realístico e comovente filme patrocinado por quatro nações interessadas diretamente no filme. É coisa rara na filmografia francesa ao dizer, logo no início em enormes letras brancas em um fundo preto, que é filme baseado livremente "em fatos reais". Digo assim, pois o cinema made in USA adora produzir filmes em fatos reais. Mas este A Garota Ocidental. Aliás que título ridículo a novata distribuidora Cineart Filmes batizou esta obra cinematográfica no Brasil. Pois o título em francês é NOCES que quer dizer CASAMENTO. Assim gente! Ficou no título nacional a característica que só no ocidente as mulheres lutam por liberdades. O que é uma baita bobagem! Pois em todo o lugar que existe uma pessoa sendo tolhida de sua liberdade a luta é incessante para consegui-la. Mas com título errado ou não, no Brasil. Uma coisa é certa! O filme é realizado como sendo uma coisa grandiosa. A obra procura mostrar a batalha pela liberdade de uma francesa de origem paquistanesa em pleno atraso da tradição religiosa muçulmana. Papel este defendido com uma garra espetacular pelo talento, pela beleza e a serenidade desta atriz sensacional que é Lina El Arabi. Posso até estar enganado. Mas dificilmente assistirei outro filme desta singular e linda atriz. Pelo simples fato que não chega ou chegara mais filmes dela aqui no Brasil. E quem escreve isso é quem não sai DOS CINEMAS há quase 60 anos de "janela" cinematográfica. Portanto a gente conhece a coisa como ele é em todas as dimensões que se possa imaginar. Mas volto para Terra para poder afirmar: O novato diretor Stephan Streker procurou e conseguiu realizar um filme neutro. O cara jamais toma partido do segmento moderno (a liberdade) ou faz uma critica para a tradição (religião). Claro que isto é muito cômodo para ele. Mas assim também é esperto (tomem isso como um elogio) pois realiza um filme frio. Bem gelado por assim dizer. Até na banda musical procura não colocar uma música melosa para não prejudicar seu trabalho de convencimento e neutralidade. E agora posso afirmar que o filme mesmo com todas as ressalvas de seu diretor se tornou uma obra atraente e que para mim é uma das boas e grandes surpresas real nesta ano da graça de 2017. Principalmente pela temática que envolve a todos nos assistentes de uma obra rara sob todos os aspectos sociais e principalmente humano. Mas o final do filme me doeu muito. Pois aquele cena surpresa me pareceu um "soco no estômago" por sua enorme frieza. E que estou sentido até agora sua enorme dor. Pois foi arrasadora. Muito pela surpresa e da explosão daquele impacto que foi aquela violência. Coisa que vocês, por ventura, sentirão ao assistir UM CINEMA bem real como é o título NOCES, no original francês. Agora, com certeza, após lembrar daquela cena impactante, não posso deixar de propalar "aos quatro ventos" um dos meus aforismas prediletos. CRUZ CREDO!

20/07/2017 - Donaldo Coelho da Silva (74 anos)

  Ótimo
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É, grande Sarmento e críticos do IF, esse filme é, realmente, imperdível, mas, temos de atentar para aquele nosso bom e velho chavão: poucas pessoas o verão, até ontem só eu e você, Sarmento. Se você sentiu uma dor de estômago, eu senti foi um impacto, parecendo que tinha levado “um tiro na boca do estômago”, se é que estômago tem boca. Sem entrar no mérito do radicalismo de certas religiões, cada um segue a que quer, agora estamos sabendo também que se “mata por amor”. Como? Ouvi bem? Gente, estamos no século XXI, será que ainda existe esse “costume” entre seres humanos inteligentes/pensantes? Será que o costume sobreporia ao amor? Bateu-me uma curiosidade. Como um advogado de defesa iria convencer um corpo de jurados na defesa da família em geral? Recomendo sem dó, apreciem todos sem moderação.

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