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A Casa Que Jack Construiu

  (The House That Jack Built)
Sinopse Um dia, durante um encontro fortuito na estrada, o arquiteto Jack (Matt Dillon) mata uma mulher. Este evento provoca um prazer inesperado no personagem, que passa a assassinar dezenas de pessoas ao longo de doze anos. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, o criminoso não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. Tempos mais tarde, ele compartilha os seus casos mais marcantes com o sábio Virgílio (Bruno Ganz) numa jornada rumo ao inferno.

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Informações


Título no Brasil A Casa Que Jack Construiu
Título Original The House That Jack Built
Ano Lançamento
Gênero Drama / Terror / Suspense
País de Origem Dinamarca / França / Alemanha / Suécia
Duração155 minutos
Direção
Estreia no Brasil 01/11/2018
Estúdio/Distrib. California Filmes
Idade Indicativa 18 anos

Elenco


... Jack
... Verge
>> Ver todo o Elenco...

Trilha Sonora


“Fame ”Escrita por David Bowie, John Lennon, e Carlos Alomar
Interpretada por David Bowie

Trailer



Comentários


01/11/2018 - Sérgio Sarmento (65 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA nesta data quando de sua primeira hora. Da primeira sessão. Do seu primeiro dia de seu lançamento nacional efetivado ao natural no dia de hoje. Olha! Obra autoral! Seu diretor é o excêntrico dinamarquês Lars Von Trier. Conhecido mundialmente por comandar. Ser um dos criadores do Dogma 95. O outro é o seu colega e conterrâneo Thomas Vinterberg. Um movimento cinematográfico do norte da Europa. E que usava para filmar um sistema de poucos gastos na produção e onde a luz, de preferência, era a solar por ser natural. Confesso que assisti, por um dever, por amor AO CINEMA, todos os seus filmes. Mas por gostar DE CINEMA! Mas acima DE TUDO isso. E pela oportunidade de seus filmes chegar AOS CINEMAS no Brasil. Coisa rara, mesmo! Por isso posso afirmar, aqui da poltrona de UM CINEMA (!?) que o filme atual é o mais cruel, mais violento e que devemos ter uma boa dose de paciência, mas acima de tudo entrar desarmado nas sala DE CINEMA para receber mais uma obra cultural de um dos últimos revolucionários cineasta em todo o Mundo. Em uma profissão onde os grandes já não fazem mais filmes, ou o pior, já faleceram. Mas contudo o cineasta dinamarquês nos oferece uma obra incrivelmente delirante. Certamente a mais delirante de todas. Lembro que seu filme anterior o provocante, até no título, chamado NIFOMANIACA (2013) onde "jogava em nosso colo" cenas de sexo altamente explicitas para nos incomodar. Mas longe de ser excitantes e sim altamente perturbadoras por ser doentias. E A Casa Que Jack Construiu (2018) o estudo é a violência, uma coisa incrível e altamente, também, perturbadora. O filme igualmente se caracteriza por ser totalmente pontuado, como de resto todos seus últimos trabalhos, por citações culturais. Onde exige do espectador uma boa bagagem cinematográfica como igualmente boas leituras de livros e afins. Para passar alguma coisa, para você leitor. Posso dizer que cita novamente o austríaco Adolfo Hitler de uma forma memorável, A Divina Comédia do italiano Dante Alighieri (1265/1321) na forma de um guia pelo Inferno e pelo Purgatório. Mas principalmente na citação do poeta romano Virgilio (70a.C. /19a.C. ). Portanto seria de um notável interessante de que as pessoas que assistissem tal filme levar em conta tudo isso. Pois do contrario vai se aborrecer na "leitura" de um filme bem autora de um cara intelectual em uma obra altamente visceral em matéria de informação em sua essência. Mas o filme não é só interessante pelo delírio intelectual e pela defesa de sua obra de um diretor, mas também "uma pedra em seu sapato" de todos os seus espectadores como já o disse em entrevistas. O filme conta, sem duvidas, com a interpretação maiúscula, na forma de um serial killer, de um ator já veterano chamado Matt Dillon e que havia tempo não via. Em sendo objetivo. Não via inspiração desde 1983 no filme, pouco visto, chamado O Selvagem da Motocicleta de um gênio da "sétima arte" que é o cineasta norte americano Francis Ford Coppola. Enfim e fechando mais um comentário para o site InterFilmes posso afirmar (novamente) que é mais um filme complexo, que exige alta dose de paciência. Mas principalmente um carinho e um conhecimento cinematográfico e intelectual que qualquer "simples mortal" (leve em conta, principalmente, isso) não tem. Mas se você tiver, pelo menos uma coisa destas, vai, tenho certeza, viajar e amar mais um filme deste "louco". Deste "maluco beleza". Deste misógino. Deste grande cineasta e intelectual dinamarquês chamado Lars Von Trier. Mas se você, leitor, não tiver nada disso. Fuja! Pois um filme desta amplitude não é para você. Cruz credo!

21/11/2018 - Paulo Roberto (32 anos)

  Ótimo
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Sem dúvida é um filme forte e marcante com cenas que causam um desconfortamento devido às sequências de feminicídios que se seguem durante os relatos do protagonista Jack. Nos mostra o lado mais negro do ser humano e seu total desprezo alheio. Não achei tão ruim e acho que a crítica exagerou um pouco, embora tenha entendido o porquê de ter causado revolta em sua exibição em Cannes, pois nos leva a ter emoções distintas, sendo bem perturbador (o 3º incidente principalmente). Gostei muito da câmera se movendo, o que é uma marca do Lars, e da trilha composta apenas da música "Fame" do David Bowie. Mas não recomendo para pessoas sensíveis (cenas do holocausto são mostradas e em determinado momento Hitler é iconizado. Matt Dillon entrega uma atuação sensacional e Bruno Ganz e a fotografia é excelente. Destaco o final com referências a obra de Dante da "Divina Comédia"e Delacroix nos levando literalmente ao inferno.

07/01/2019 - Francisco Junior (40 anos)

  Ótimo
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O filme é uma verdadeira obra de arte! Altamente indicado para mentes sombrias e insanas! Se você for do tipo Politicamente Correto, passe bem longe desse filme! O Filme é muito Top! A interpretação de Matt Dillon foi espetacular!

17/01/2019 - FabioKubrick (39 anos)

  Ótimo
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Obra prima de Lars, concordo com os amigos acima, não é para qualquer um. Exige um certo conhecimento histórico e filosófico, eu fiquei sem fôlego do começo ao fim. Ele tem tanta informação ao mesmo tempo, que em certos momentos o filme vai e você fica rsrs.

24/03/2019 - Roberto (39 anos)

  Ótimo
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Excelente! Não tem como ser diferente... Filme forte, impactante, com um olhar do ponto de vista do matador... Vale conferir!

07/04/2019 - Ivan Nagy (48 anos)

  Bom
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Filme muito bom, traz um psicopata contando suas histórias (com requintes de crueldade) para aquele que seria o mensageiro da morte, para enfim adentrar ao inferno. Talvez pelo final meio arrastado poderia ser um filme nota 10, mas pecou um pouco... Chegou a dar sono do meio pro fim. Nota 8.

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