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Mãe!

  (Mother!)
Sinopse Um casal vive em um imenso casarão no campo. Enquanto a jovem esposa (Jennifer Lawrence) passa os dias restaurando o lugar, afetado por um incêndio no passado, o marido mais velho (Javier Bardem) tenta desesperadamente recuperar a inspiração para voltar a escrever os poemas que o tornaram famoso. Os dias pacíficos se transformam com a chegada de uma série de visitantes que se impõem à rotina do casal e escondem suas verdadeiras intenções.

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Informações


Título no Brasil Mãe!
Título Original Mother!
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem EUA
Duração121 minutos
Direção
Estreia no Brasil 21/09/2017
Estúdio/Distrib. Paramount Pictures
Idade Indicativa 16 anos

Trilha Sonora


“The End of the World ”Escrita por Sylvia Dee e Arthur Kent
Vocals by Patti Smith
Produzido por Tony Shanahan
Patti Smith appears

Trailer



Comentários



  >> Ver todos os Comentários...

21/09/2017 - Jorge (27 anos)

  Não vi
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SPOILER
Correção sobre o filho da Jennifer Lawrence e do Javier Bardem. Mostrar Spoiler O filho representa Jesus.
A falta de inspiração que o Javier Bardem representa a transição do Velho Testamento pro Novo Testamento. Toda aquela água na casa depois da pia cair é o dilúvio, até fora da casa começou a chover.

21/09/2017 - José Alberto (50 anos)

  Ótimo
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Gente, que filme fantástico! Saí do cinema com a cabeça atordoada. Gosto quando um filme me provoca isso. Gostei da metáfora "mãe" se estender também à casa, lugar onde se abriga a todos, e porque também ela demonstra ter vida sempre que a Jennifer Lawrence toca nas paredes. Interpretações muito boas de todos e um roteiro pra lá de interessante. Só queria saber qual foi a droga que Darren Aronofsky tomou para roteirizar e dirigir esse filme (Queria experimentar... Rsrsrs).

22/09/2017 - Lucia Maria Miranda (65 anos)

  Não vi
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... Pelo andar da carroça parece que sou a única aqui que não assimilou o espírito do Aronfsky, mas deve de ser a minha massa cinzenta do cérebro e as caraminholas que me preocupam na minha viagem à China no começo de Novembro e aquele vizinho do entorno que é meio chegado à lançamentos bombásticos. Preciso ver algo mais light e menos denso!

22/09/2017 - Paulo Nobre (60 anos)

  Regular
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Conversando com alguns colegas que foram ver o filme, percebo e acredito, que as opiniões sobre o filme serão bem antagônicas.Não vou entrar no mérito das atuações, que na minha opinião foram boas. Acho que o filme ficou mais para suspense do que para drama em alguns casos parecia uma comédia dramática. É claro, que só podemos aceitar esse filme, melhor dizendo entendê-lo, como sendo uma metáfora. Agora, realmente afirmar alguma coisa só conversando com o roteirista, que por um acaso é o diretor, para realmente poder dizer; ele quis passar essa mensagem. Achei, que do meio para o final o filme ficou um pouco repetitivo ao mostrar a agonia da Mãe (Jennifer Lawrence). O colega acima, Jorge, deu uma boa possível interpretação da metáfora pretendida pelo diretor. Mas, não se trata de entender ou não e sim de se gostar ou não. Eu particularmente achei apenas regular e não veria de novo, mas teve o efeito de me fazer ficar pensando muito quando sai do cinema. Ratifico o que já mencionei no início; será um filme com opiniões bem diversas e quando digo isso não me refiro aos poucos que comentam no site.

25/09/2017 - Bruno (29 anos)

  Ótimo
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Simplesmente o melhor filme que eu já nessa vida, mas e um filme que não e pra todo mundo.

25/09/2017 - Morganafg (26 anos)

  Regular
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Bem, vamos por parte. Acho que o comentário de Jorge é realmente o que mais se adequa a história. Primeiramente: não sou uma pessoa religiosa, aliás, sou ateia; além disso, não me interesso pelas ficções bíblicas então realmente (acreditem) desconheço hestorias de Caim, Abel, Jesus... Sei praticamente nada. Ai vou eu assistir esse filme... Como já disse no comentário feito no filme ELLE: acho que sou burra! Não consegui fazer conexão nenhuma. Apenas balbuciei no meio do filme que devia ser algo de bíblia... Só isso que acertei. O Mostrar Spoiler filme faz toda uma metáfora macabra de que a Jennifer Lawrence é a mãe-natureza (?), O marido é deus (?), Pessoas bizarras comem o bebê pois representa o pecado e eles devem ser perdoados (??). Olha, em nome da arte eu até entendo. O filme é bonito, atuações ótimas... Essa peste deste filme conseguiu pela primeira vez despertar uma angústia insuportável enquanto eu o assistia. Mas chegar ao ponto de dizer que é uma obra prima? Eu realmente preciso evoluir muito meu intelecto. O diretor consegui de forma estupenda despertar as sensações que ele almejava no telespectador. Mas o filme é uma metáfora estúpida, em minha humilde opinião. Nota técnica pro filme: 10. Nota do conteúdo do filme: 4. Sem ofensas hein, pessoal!

26/09/2017 - Paulo Roberto (31 anos)

  Péssimo
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Meu Deus que filme é esse? Entendo que gosto é gosto, mas como alguém pode gostar disso? Complexo por demais e totalmente sem nexo. Olha eu gosto de filmes de arte, filme cabeça e por aí vai mais esse... O Sr. Aranovisky errou feio em fazer esse lixo. Perdi duas horas da minha vida com isso!

26/09/2017 - Sérgio Sarmento (64 anos)

  Bom
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Assisti NO CINEMA nesta data quando da primeira semana de sua estreia nacional iniciada no último dia 21. Olha! Gostei do filme! Mesmo sendo o filme "mais chato" do bom diretor (autoral) norte americano e de nome (até o nome do cara é difícil) DARREN ARONOFSKY. Pois deste "sujeito" assisti todos seus filme NO CINEMA (é neste templo que sentimos o poder de suas produções). Para vocês terem uma noção de como este cara é estranho, mesmo. Seu primeiro filme se chamou PI (1998). E se alguém pensou naquela letra grega matemática e que começa por 3,14... E se segue vários números, acertou. E desde "isso dai" o cara vem fazendo filmes que contém alegorias bíblicas e se seguem com perguntas e exposições (diretas) sobre a fé cristã religiosa, nossa e dele, é claro. Por ter origem judaica faço crer que este sujeito não acredite em Deus (o que convenhamos, nos dias de hoje, que não é nenhum defeito). Ficando assim mais suas viagens, suas loucuras para encontrar a fé nos demais. Seus dois últimos filmes, anterior a este MÃE (2017), para mim foram os seus melhores. Falo de Noé (2014) mas principalmente CISNE NEGRO (2010) que deu o merecido Oscar de atriz principal para a ótima israelense Natalie Portman. Neste filme atual MÃE (2017) e que chamei de "chato" (não é típico falar assim de uma obra diferenciada cinematográfica como esta) até seria, para quem não conhece os trabalhos de Darren Aronofsky, aconselhado a dar uma olhada nos comentário de gente especializada (detesto dizer isso). O filme conta com excelentes atores. Onde mais um vez e em grande trabalho (talvez o seu melhor no cinema) tenho que citar a namorada do diretor que é a exuberante JENNIFER LAWRENCE. Pois esta menina (ela tinha no filme 26 anos) é a luz, o Sol desta produção que esteticamente é notável. Portanto é mais uma atriz de filme do diretor que poderá ganhar mais um Oscar (se indicada, e acredito enormemente). Tem também outra talentosa e linda atriz e de outra geração. Falo da grande Michelle Pfeiffer. Já Javier Bardem me pareceu sorumbático no papel de Ele. O cara parecia totalmente deslocado. Ou tudo aquilo seria de propósito? Mistério! Enfim, é filme que certamente terá uma rejeição enorme (pela maneira substancial da apresentação do filme pelo diretor). Como já sentimos na parte superior pelos colegas comentaristas. Mas por outro lado isso também é muito bom. E que depois disso a única coisa que não teremos é a indiferença da pessoas.

27/09/2017 - Paulo Nobre (60 anos)

  Não vi
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Voltei para dizer, que "o mistério" foi descoberto. Li no site ("revistapreview. Com. Br/entrevista/mãe-darren-aronofsky- da-dicas-para-desvendar-o-enigma/") , sob o título Mãe!: Darren Aronofsky desvenda o enigma, o seguinte: Mostrar Spoiler Abram aspas:Durante a coletiva de imprensa realizada em São Paulo nesta terça-feira, 19 de setembro, um simpático Aronofsky deixa muito claro que seu filme éMostrar Spoiler uma alegoria religiosa. “A Mãe que Jennifer personifica é a mãe natureza, que nos dá a vida”, diz. “A questão ambiental é um problema global, mas as pessoas têm dificuldade de entender a gravidade da situação no mundo e costumam se preocupar apenas com o que ocorre em seu país, em sua casa, e a nossa casa no filme é esse elo com o mundo, um microcosmo. ” Fecha aspas. Em determinado momento da entrevista é perguntado a Darren Aronofsky: Se Jennifer é a mãe natureza, Bardem é o criador, enquanto Harris e Michelle são Adão e Eva. Até Caim e Abel entram em cena, na pele dos atores e irmãos Brian e Domhnall Gleeson. Não seria errôneo descrever Jennifer também como a Virgem Maria, mãe de todos. Ele responde: “Meus filmes são pessoais e estou neles. Fui a bailarina em Cisne Negro, o lutador em O Lutador, o conquistador em Fonte da Vida, o matemático em Pi, mas nunca era eu e sim uma parte de mim que se expande ao ponto de gerar um personagem”, explica. “Desta vez sou mais conectado à protagonista, mas há elementos meus no personagem de Javier Bardem. É a única forma que consigo contar histórias. ”
Parece que o comentarista acima chamado JORGE, tem uma "conexão" muito grande com o diretor Darren Aronofsky. Quem conhece o diretor sabe, que seus filmes são polêmicos...

30/09/2017 - Talita (30 anos)

  Ótimo
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Assisti ontem! O filme é tenso! Muito tenso! As pessoas que presentes estavam caladas, apreensivas, assim como eu. Li em uma entrevista que era "um terror psicológico", não existe descrição melhor. A todo momento tive vontade de entrar na história e ajudar a pobre Laurence... Mostrar Spoiler Tinha visto um spoiler que ela era a Mãe natureza e ele, Deus, mas sabendo disso, história foi mais assustadora ainda! Já li em alguns comentários sobre ele ser Deus, acompanhado da Mãe natureza, depois aparece Adão e Eva, seus filhos, Caim e Abel, o velho e novo testamento, os Fiéis e Jesus. Gostaria de acrescentar: os cultos religiosos, os fanáticos, a guerra em nome da religião, o povo comendo a carne de Jesus (óstia) e Deus sempre perdoando todos os atos. É por fim, a Natureza cansada de tudo o que os humanos fizeram a ela. Só não identifiquei o que era aquele líquido amarelo que ela bebia. Filme extraordinário!

07/10/2017 - Nilson Jr. (53 anos)

  Péssimo
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Darren Aronofsky depois de se desencantar com o mundo, decidiu que iria se vingar nos espectadores, então depois de muito LSD na veia ou outra droga alucinógena e psicodélica, nos brindou com Mãe! Se utilizando do clichê temático da adoração, lança mão de recursos impactantes (no visual e na narrativa), inverossímeis e surrealistas para chocar e deixar desconfortável, consegue deixar quem está assistindo curioso para saber qual é o desfecho e conectar as peças que explicam o que exatamente está acontecendo naquele caos. Então a obra irá variar através de uma análise individual, irá depender do grau de identificação com as filosofias e visões de mundo de quem está assistindo, a minha eu já deixei claro no primeiro parágrafo.

19/10/2017 - Sheila Xavier (25 anos)

  Ótimo
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Assisti ontem e sai sem entender nada, porém muito bem escrito e meio estranho. Meu marido entendeu como uma analogia ao início da vida. A mãe seria "mãe natureza". O "pai" seria Deus. O "filho" seria Jesus. O primeiro casal (michelle pheifer com outro cara) seriam Adão e Eva. Os filhos desse casal que se matam na briga seriam Abel e Caim. A conexão da "mãe" com a casa seria a mãe natureza se conectando ao mundo. As pessoas (no caso considerado como estranhos para mãe) seriam os seres humanos que habitam o mundo, promovendo guerras, brigas, violência (destruindo o mundo). Quando as pessoas pegam o bebê e matam representa a crucificação de Cristo, por isso o "pai" pede para a "mãe" perdoa-los. A "pedra de vidro" seria o início da vida. Por isso "renasce" uma nova "casa". Nossa, achei a explicação muito bem feita. Amei a analogia e tou pensando nesse filme até agora. Muito bem escrito.

08/12/2017 - Hilda Veloso (57 anos)

  Ótimo
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Ótimo. Estou atordoada até agora, foi um dos melhores filmes "psicológicos" que já vi sobre as necessidades que as pessoas tem uma das outras e até onde se pode chegar para uma pessoa tentar se completar usando a outra sem dó nem piedade. Tudo é um recomeço, se não houver amadurecimento vamos repetir, sempre os nossos erros, de novo até a destruição final. Estou chocada. É a mais pura verdade.

09/12/2017 - Tex (47 anos)

  Péssimo
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Esse com certeza é o filme mais louco que já assisti em toda minha vida. Meus Deus, socorro, se isso for arte, que me desculpem todos os artistas verdadeiros da existencia do homem, mas esse filme é uma verdadeira porcaria. No mínimo obra de uma mente abalada e totalmente fora de si. Se quiserem ficar indignados como estou agora... Assistam... Mas preparem-se para o de pior e mais insano que verão em suas vidas.

10/12/2017 - Robson (58 anos)

  Ótimo
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Suspense psicológico. Bela atuação de Jennifer Lawrence.

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