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7 Dias em Entebbe

  (Entebbe)
Sinopse Quatro sequestradores pró-Palestina raptam um avião repleto de judeus, em represália à prisão de cidadãos palestinos. Israel, então, organiza uma operação de resgate aos reféns, sequestrados para a cidade de Entebbe, no Uganda.

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Informações


Título no Brasil 7 Dias em Entebbe
Título Original Entebbe
Ano Lançamento
Gênero Policial / Drama / Suspense
País de Origem Reino Unido / EUA
Duração107 minutos
Direção
Estreia no Brasil 19/04/2018
Estúdio/Distrib. Diamond Films
Idade Indicativa 12 anos

Elenco


... Brigitte Kuhlmann
... Wilfried Böse
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Trailer



Comentários


25/04/2018 - Sérgio Sarmento (64 anos)

  Ótimo
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Assisti NO CINEMA, nesta data, quando do "apagar das luzes" do último dia da semana que iniciou em 19.04. Passado. Olha! Por não sair DOS CINEMAS, há quase 60 anos, e com isso ver inúmeros filmes. Posso, inapelavelmente, dizer que conheço CINEMA. Por isso, ainda, consigo afirmar que o grande diretor brasileiro e que orgulha todos nós pelo grande profissional que é. E chamamos de JOSÉ PADILHA (c. De 50 anos). Pois este cidadão, finalmente, conseguiu estrear no maior mercado cinematográfico do mundo que é o de Hollywood. Em seu primeiro filme feito por lá, RoboCop (2014), e visto por mim, com uma crítica muito apropriada realizada para o site IF em 22.02.2014. O cineasta Padilha com este filme, mais uma vez se torna um personagem altamente discutido (neste ano, em março, pelo seriado O Mecanismo da NetFlix e com Selton Mello e que fala de A Lava Jato (a corrupção e roubo do petrolão levado as últimas consequências). Pois ele agora nos fala de outra polêmica ao filmar "outra bomba" que é a causa israelense X palestina. Quando do sequestro de um avião da companhia Air France e que partia de Tel Aviv para Paris "apinhado" de judeus no dia 27.06.1976 e que extasiado, este escriba, que vos escreve, acompanhou pari passo (no mesmo passo) pela imprensa da época (isso foi o que mais me emocionou). Eram dois terroristas da palestina ajudados por dois alemães. O diretor José Padilha acertou na medida que realizou um filme muito parecido com os dos próprios norte americanos. Acertou quando fez um filme de ação. Sem o ser! Pois lida mais com a ideologia dos fatos sempre atual. Acertou quando "puxou" discretamente "sua brasa" para os judeus em detrimento aos palestinos (o filme, não esqueçamos, é produção EUA). Acertou quando realizou um filme que procurou mais a estética e o emocional. E principalmente quando coloca aquele balé (perfeito) e de nome Echad Mi Yodea da companhia Batsheva ao som da espetacular canção de Páscoa que indica, ao naturalmente ou próxima a isso, a união do povo judeu com Deus. Isso visivelmente se torna a melhor coisa do filme, pois quebra aquele massacre perpetuados pelo exército de Israel quando invade o aeroporto internacional da cidade de Entebbe capital de Uganda. Acerta ao trazer uma coisa que parece fora do contexto que é aquele balé. E quando, ainda, os espectadores daquele momento (no teatro) cultural, aplaudem a performance daqueles espetaculares e notáveis bailarinos que dançam ao som daquela música especial. E depois a produção é bem cuidada, pois tem como atores a londrina Rosamund Pike. Poxa! Fazia anos que não assistia um filme desta boa atriz e depois seus cinco últimos filmes NÃO apareceram NOS CINEMA brasileiros. Garota Exemplar (2014) de outubro de 2014 foi seu derradeiro filme visto por aqui. Já o alemão Daniel Bruhl confirma seu enorme talento. Com uma belíssima música do maestro Rodrigo Amarante. Com uma espantosa fotografia do brasileiro Lula Carvalho que faz uma tonalidade de cor mais puxada para o estilo barroco (não podemos esquecer que o filme se passa em 1976) e que surgiu na Itália no século 16/17 e chegou ao Brasil quando da Inconfidência Mineira 1789 (século 18). E finalmente acerta quando filme na Ilha de Malta no mar Mediterrâneo. Enfim e consumando mais uma resenha cinematográfica. Poderia dizer que é mais um filme que os brasileiros não assistem. E com isso, na certeza, não poderão quebrar um pouco sua monotonia. E se posicionar sobre um dos grande acontecimentos da história mundial. E com clima altamente de um suspense e com um desfecho sem precedentes. Cruz credo!

25/04/2018 - Lucia Maria Miranda (65 anos)

  Ótimo
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... Parece que ninguém se interessou pelo filme, mas eu gostei, parece também que acharam o Padilha limitado quando poderia ter se estendido mais, seja como for, eu achei legal, sobretudo o bailado que diz muito a respeito do que acontece na trama, basta interpretar.

26/04/2018 - Donaldo Coelho da Silva (75 anos)

  Péssimo
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Gente, não resisti e voltei só para comentar esse filme, que levou ótimo do grande Sarmento e da senhora Lúcia Maria Miranda, comentaristas que respeito muito. Desculpe-me os dois, o filme é horroroso, péssimo, produção de terceira qualidade, direção fraquíssima. Não entendi o porquê de o ótimo Padilha quando se dispôs a dirigir esse filme, aliás só fui por causa dele. A minha crítica é contundente mesmo, pois quem viu O outro filme com a mesma história, RESGATE FANTÁSTICO, jamais poderá gostar desse do Padilha. Eu entendo que deveria ter uma lei proibindo a refilmagem de clássicos, como BEN-HUR (WYLLER), O PARQUE DOS DINOSSAUROS (SPIELBERG), OS DEZ MANDAMENTOS (DEMILLE), etc, etc. Vocês já pensaram assistir a uma refilmagem de LAUWRENCE DA ARÁBIA, direção do fantástico DAVID LEAN, 2001 UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO (KUBRICK), não dá nem para pensar. Mas, voltando aos dias em ENTEBBE, quem não viu, não deixem de ver o RESGATE EM ENTEBBE, com elenco estelar, PETER FINCH, CHARLES BRONSON, YAPHET KOTTO (IDI AMIN), MARTIN BALSAM, HORST BUCHHOLZ, JOHN SAXON, o queridinho da juventude da década de 70, juntamente com Luana Patten, Sandra Dee, Troy Donahue, etc etc. Este filme, sim, com direção segura e produção fantástica, ao contrário do BEN HUR, de agora, que foi todo descaracterizado, só se salvou o Morgan Freeman, sendo por isso mesmo, em comparação com o filme Resgate Fantástico, é que considero o filme do Padilha com péssimo, fraquinho, nota zero.

27/04/2018 - Donaldo Coelho da Silva (75 anos)

  Não vi
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Em vez de resgate em entebbe, leia-se resgate fantástico. De 1977.

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