Share on Google+

A Pele de Vênus

  (La Vénus à la fourrure)
Sinopse Depois de um longo dia num teatro parisiense, testando atrizes para a peça que vai dirigir, Thomas está reclamando ao telefone do baixo nível das avaliadas. Nenhuma delas tem a firmeza necessária para viver a protagonista. Ele está se preparando para sair quando Vanda aparece: um turbilhão de energia incontrolável e despudorado. Vanda personifica tudo aquilo que Thomas odeia. Ela é rude, estúpida e fará de tudo para conseguir o papel. Porém, quando Thomas se vê acuado num canto e permite que ela tente sua chance, ele fica encantado ao vê-la transformada. Ela não só encontrou o figurino e os objetos certos, como também compreendeu o íntimo da personagem homônima e sabe todas as falar de cor. O teste se estende e se intensifica e a atração de Thomas começa a se transformar em obsessão...

Share on Google+

Informações


Título no Brasil A Pele de Vênus
Título Original La Vénus à la fourrure
Ano Lançamento
Gênero Drama
País de Origem França / Polônia
Duração96 minutos
Direção
Estreia no Brasil 24/09/2015
Estúdio/Distrib. California Filmes
Idade Indicativa 14 anos

Elenco


... Vanda
... Thomas

Trailer



Comentários


20/07/2014 - Edson Blanco de Pieri (59 anos)

  Ruim
Denunciar
Gostaria de comentar o filme, mas não posso fazê-lo. De tão chato, parei de assistir na metade.

26/09/2015 - Sérgio Sarmento (62 anos)

  Ótimo
Denunciar
Assisti nesta manhã NO CINEMA na boa e, hoje, necessária sessão dos sábados matinais. Coisa que faço há mais de onze anos. Isso já faz parte de um calendário que espero ser realizado por vários anos. Olha! Filme espetacular! Com toda sinceridade esperava assistir tão somente um filme bom. Como foi o último filme do diretor Roman Deus da Carnificina (2011). Mas desta vez o grande diretor francês/judeu de ascendência polonesa simplesmente se superou. E o mais notável é que o cineasta Roman Polanski tinha 80 anos ao fazer este filme. Com certeza é um estimulo para esses " velhos ", inclusive eu, que as vezes querem esmorecer. Nada disso pô! Em seu último trabalho de 2011 ele filme em um apartamento de classe média como se fosse um teatro. O filme era um teatro filmado. Mas nesse ele se supera e filme 99,9% dentro de um teatro. O filme começa em um final de tarde chovendo onde a câmara saindo da rua e adentrando em um prédio antigo e onde lemos, em sua fachada, THEATRO. Onde a letra H não existe mais. Só com uma marca proveniente da falta de tinta. Isto ao meu ver quer demonstrar o encanto, o fascínio, ainda existente de uma das mais antigas artes que conhecemos. O TEATRO! Mas o bom realmente vem na próxima hora e meia de duração do filme. Colocando em cena tão somente dois atores magníficos. Em primeiro lugar tenho que citar, a mulher do diretor, que é Emmanuelle Seigner. Que para esse cinéfilo é seu melhor trabalho na frente de uma câmara de filmar. Não contei mais já assisti mais de 10 filmes desta linda atriz parisiense. Desde o filme Detective de 1985 do mestre Jean-Luc Godard quando tinha 19 "aninhos". Passando pelo seu primeiro filme com o marido Polanski e que chamamos de Busca Frenética (1988). E finalmente seu companheiro de filmagens o ótimo ator Mathieu Amalric. O filme em si considerei uma " batalha " no palco destes dois atores. Eles simplesmente se digladiam em uma luta que " finalmente " a mulher ganha. Já escrevi certa vez que o cinema é machista até sua medula. E a mulher dificilmente tem chance de vitórias. Seja em atuações ou passando pelo cache (dinheiro). Mas desta vez o roteiro foi " camarada " com ela. Proporcionando uma belíssima interpretação da senhora Polanski. Mas o filme mostra, ainda, como são realizadas as manipulações nas pessoas. Seu "malabarismo" verbal e com isso o convencimento da pessoas. Isso se transportado para uma realidade social. Prova como na velha política de manipulações os candidatos conseguem convencer serem votados pela população. Aplicando velhas táticas conhecidas, mas mesmo assim conseguimos ser ludibriados. Ah! E no final vemos a câmara filmando da frente para trás com suas portas se fechando e finalmente chegando na rua. Como se quisesse dizer que entramos (começo) vimos uma peça teatral magnifica e saímos (final) para discutir tudo aquilo em um bom sarau intelectual. Genial tudo isso! Por fim e sedimentando! É filme só de diálogos teatrais. Mas nem por isso deixa de ser CINEMA. Aliás é mais um filme que prova que toda a arte cinematográfica é proveniente do teatro em um misto que vai perdurar por anos. Assim espero de coração!

07/02/2019 - Robson (59 anos)

  Ótimo
Denunciar
Bem, Polanski é Polanski. Drama com dose de humor, com inteligentes diálogos, tal qual "Carnage", se passa em local restrito com poucos personagens. Emmanuelle Seigner e Mathieu Amalric estão ótimos.

Novo Comentário
Faça seu comentário, mas por favor, siga estas regras:
- Não faça perguntas, faça comentários sobre o filme;
- Não conte o final do filme nem partes importantes para o desfecho, mas se necessário marque o texto;
- Seja objetivo e descreva o porquê de sua nota;
- Se você ainda não assistiu ao filme, dê nota "Não vi";
- Não critique outros comentários, apenas faça o seu, sem preconceitos;
- Se você não gosta deste gênero de filme, é melhor não comentar;
- Comentários que descumprirem estas regras, serão excluídos totalmente.

 Agradecemos a colaboração. Bom uso!

O Texto Contém Spoiter? Sim / Não     Selecione o texto com "Spoiler" e click aqui.

Nome: Idade:  Nota:

Últimos Visitados

A Pele de Vênus (La Vénus à la fourrure)

Copyright © 2019 www.interfilmes.com - Todos os Direitos Reservados. Acesse a Política de Privacidade.