
   
 DVD A Passagem R$ 14,90
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 LIVRO De Passagem R$ 22,40
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 LIVRO Na Batida do Surdo: a Morte Pede Passagem R$ 18,40
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- Sinopse
Um universitário suicida e seu médico entram em um estranho mundo sobrenatural em A Passagem. Henry Lethem (Ryan Gosling) planeja se matar em três dias, a menos que o psicólogo Sam Foster vozes perturbadoras e tido visões aterrorizantes, mas onde será que a imaginação termina e a realidade começa? Repentinamente, Sam percebe que está perdendo o controle da realidade, pois ele, também, é arremessado a uma passagem infernal entre a vida e morte. Com a ajuda de sua namorada (Naomi Watts), Sam tem pouco tempo para desvendar o terrível segredo por trás do pesadelo de Henry, antes que seja tarde demais.
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- Informações Técnicas
Título no Brasil:
A Passagem Título Original:
Stay País de Origem:
EUA Gênero:
Drama Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 98 minutos Ano de Lançamento:
2005 Estréia no Brasil: 30/12/2005 Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Fox Direção:
Marc Forster
- Elenco
Ewan McGregor .... Sam Foster Ryan Gosling .... Henry Letham » Ver todo o Elenco...
- Trilha Sonora
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- Imagens do Filme

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- Trailers
- Comentários
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31/12/2005 Por: Fernando | | Não entendi o final, mas mesmo assim gostei do filme... |
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01/01/2006 Por: Babi | | Não entendi nem o início, nem o meio, nem o fim, mas blz... |
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04/01/2006 Por: Daniel | | Pelo que entendi todo o filme são delírios de Henry entre a morte e a vida após o acidente de carro... No começo os "delírios" tem uma certa conexão, mas depois vão ficando cada vez mais desconexos... Os personagens do filme inteiro nada mais são que as pessoas que estavam lá na hora do acidente... Mesmo assim achei o filme totalmente sem sentido... |
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04/01/2006 Por: Victor | | Também não entendi quase nada do filme, ele é muito confuso! |
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04/01/2006 Por: Grayce | | Não entendi nada do filme, mas achei legal o jogo de imagens. É sem noção a história. O filme é sem nexo, mas pelo menos os atores são bons. |
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04/01/2006 Por: Vivian | | Acho que a única coisa que entendi foi a cena final... mas mesmo assim não faz sentido algum!!! O cara fumo pra fazer esse filme ctz... |
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05/01/2006 Por: Cristiano | | Esse filme é muito diferente e confuso, todos os efeitos do filme que acredito ser pensamento de Henry desvia a nossa atenção, não consegui fazer grandes conexões e não pode entender o que o autor quiz passar. |
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05/01/2006 Por: Alexandre Santos | | Ótimo filme, tô pensando há uma semana e não entendí nada, alguns filmes não precisam ter explicação pois o que não tem explicação ninguém precisa explicar. Recomendo! |
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05/01/2006 Por: Renato | | Olha que gosto de filmes que faz pensar, mas este aí tá difícil de tirar uma conclusão! |
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05/01/2006 Por: Antônio Carlos - Toco | | Ah sei lá, não entendi muito o filme não, acho que, o que rolou foi de ele ter vivido uma outra vida parecida com a anterior, tipo para tentar salvar o Henry... Ou pode ter sido o que o cara ai acima falou: Foi tipo delirios do Henry... Tudo no momento ali do acidente!! |
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05/01/2006 Por: Rafael | *** SE VOCÊ NÃO ASSISTIU O FILME AINDA, NÃO LEIA ESSE COMENTÁRIO, POIS EU VOU CONTAR O FINAL***
O Daniel matou a charada. Por isso o nome do filme é "A Passagem" (vida-morte). Ou seja, o filme inteiro na verdade se trata dos últimos delírios de Henry. Ele se culpa por ter matados os pais, e acha que deve morrer... por isso ele sabe que vai se suicidar no sábados às 00:00. O psiquiatra, na verdade, se trata do doutor que está ao lado dele tentando salvá-lo. Então o psiquiatra tenta a todo custo convencê-lo a não se matar (não se entragar). Por isso as vezes no delírio o psquiatra virava Henry... ele, na verdade, representava a parte de Henry que não queria morrer. A enfermeira, que no sonho é a namorada do psiquiatra, se trata da esperança de que ele poderia se salvar e se tornar um artista famoso, uma vez que esta sobreviveu a uma tentativa de suicídio. O resto dos personagens são as pessoas que estão a volta dele no momento da morte, que o diretor resolveu colocar no filme para dar pistas sobre o desfecho. Tanto é que os mesmo personagens aparecem várias vezes (a morena que reconhece Henry no metrô é a mesma que enfaixa o braço do psiquiatra depois da mordida do cachorro). No mais, o filme é louco justamente para que todos tenham a certeza de que tudo aquilo não é verdade, mas sim um sonho. Então nos 5 minutos finais é revelado a verdade: na verdade o suicídio era a representação de que a parte de Henry que queria morrer ganhou, e os esforços do doutor para salvá-lo foram em vão... Uma curiosidade: durante o sonho, as calças do psiquiatra estão a todo tempo levantadas quase na altura do joelho... isso é porque Henry encherga o doutor agachado ao lado dele, então, por estar nessa posição, suas calças estão um pouco levantadas. Henry então simplesmente reproduz o psiquiatra da mesma forma. Assistam novamente e notem os detalhes que com certeza vocês vão mudar de idéia! ;) |
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05/01/2006 Por: Rosi e Gerson | | É um filme de muita atenção, por isso quase ninguém entende, as pessoas não tem paciencia de prestar atenção. |
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05/01/2006 Por: Ana Rosa | | Penso que a magia do cinema é o que o torna verdadeiramente uma arte, seja a desprentensão de tornar os filmes comprensíveis. O filme "A Passagem" é implacavelmente belo, tem uma estética rica, a música é igualmente bela. Não é um filme muito fácil mesmo, até porque foge do óbvio. Começa meio simples, vai se complicando e, ao nos envolver em uma trama meio surreal e, em seus cenários ultra modernos, onde predominam as cores e os traços, tiram, pelo menos aconteceu comigo, a obcessão pela compreensão total da obra. Valeu! Mas preciso ver de novo, porque gostei e porque há detalhes que preciso buscar no filme. |
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05/01/2006 Por: Dionisio | | Pelo que entendi o filme e feito pela ótica de Henry e, não de Sam, o anel é um símbolo de eternidade para os alquimistas, percebam que no começo do filme Sam acorda com o anel na mão e no final ele recolhe o objeto, fecha-se o ciclo. Todos as pessoas que aparecem no filme percebemos que irão apareceer no final como espectadores da morte de Henri, na verdade ficamos confusos porque Sam rouba a cena e não Henry, este previu a vida daquele, até o envolvimento do psiquiatra com Lila, não é a toa que quando Sam a conhece na hora da morte de Henry não hesita em convida-la para beber um café. O filme e feito em flash-back, de tras pra frente, Sam já sabia o que estaria por vir: junta-se a Lila, ela ter ideias suicidas, etc... |
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05/01/2006 Por: Eliane | | Até daria pra aceitar alguma coisa no sentido de que seriam devaneios de Henry antes da morte, mas daí não faria sentido alguma cena do "suicídio" vir depois da morte aparentemente "real" no acidente...?????...não entendi nada! |
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06/01/2006 Por: JSan | | Realmemte é um filme fora do convencional. Os planos inclinados em quase todas as cenas demonstram bem os conflitos entre realidade e sonho. Interessante o que já foi comentado sobre "elo" entre os personagens. |
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07/01/2006 Por: Rafaella | | É acabei de assitir e não entendi NADA, hahahaha, quer dizer a cena final entendi, sei la muito confuso, tanto é que ninguém entedeu e concordo com o carinha que disse que quem fez esse filme deve ter fumado muito hahahaha... Não recomendo mesmo a ninguem! |
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07/01/2006 Por: Henrique | | O filme é muito bom... Seria excelente se o roteirista e o diretor explicassem de alguma forma, no final do filme, que aquilo tudo eram os delírios de Henry nos segundos que antecediam sua morte. Não adianta nada contar uma história super original como essa e deixar o público a deriva no final... No cinema senti todo mundo louco pra ver o final e quando ele chegou precisavam ver a cara das pessoas, tavam pior que o Henry depois do acidente... Um esforço enorme pra entender, inclusive eu. Obrigado Rafael, devia pedir uma porcentagem da bilheteria! |
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08/01/2006 Por: anônimo | | Então, mas ainda sim com as explicações do Rafael ficam as questões: Por que que o estudante acredita que o amigo de Sam é seu pai "morto"? Por que sua psiquiatra oficial Beth (Janeane Garofalo) também estava em depressão profunda? E por que Sam se encontra com a suposta "mãe morta" do estudante e é mordido realmente pelo cachorro? Ah, de qualquer forma, eu gostei do filme, apesar da confusão toda e de alguns detalhes do filme ficarem suspensos no ar, é bem interessante... |
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08/01/2006 Por: Mariana | | Quando o filme acabou, a primeira coisa que pensei foi que tudo aquilo tinha sido alucinação de Henry mesmo, que estava morrendo. Mas o mais difícil é encaixar os fatos no seu delírio com a realidade. Como por exemplo sobre as calças de Sam, que se não fosse o comentário do Rafael eu não conseguiria ter feito essa ponte. Quando acaba o filme, acho que todos pensam que o filme é ruim. Mas é só começar a pensar e a ligar as coisas que o filme se torna bem bolado e interessante. Porém, ainda assim achei um filme regular pois não é o tipo de filme que me anima, e pelo contrário, me angustia e me faz pensar. Só passei a gostar depois de muito pensar e achar as soluções. Não aconselho pra quem não gosta de charadas. |
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09/01/2006 Por: Guilherme | | Bom... Eu gostei bastante do filme. Não da pra perceber durante o filme, mas ao final você vê até mesmo que as ligações de uma cena para a outra são muito parecidas com a de um sonho... De repente alguém sai da porta de casa e entra pelo consultório. Muito inteligente. As ligações não são óbvias e é isso que torna o filme tão difícil de entender. Ainda assim, o desfecho da história não fez sentido para mim por que se tudo era um sonho do Henry, o que tem a ver o Sam de repente ter aquele flash-back da sua vida com a mulher? |
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09/01/2006 Por: Kamishiro Maiku | | O filme é muito bom! Tem uma parte no final que eu fiquei imóvel, não conseguia tirar os olhos da tela! O filme prende a pessoa, e o mais legal é você ficar se perguntando o porque cada coisa acontece! Ficar só imaginando o desfecho da história realmente é bem legal nesses filmes! |
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09/01/2006 Por: Rafael 2 | | Gostei muito desse filme, mas ainda há coisas que não consegui compreender o significado, por exemplo: 1) Durante o filme, a grande maioria das pessoas (senão forem todas) aparece segurando uma mala prateada ou com uma mochila nas costas. 2) Aparecem grupos de pessoas (2 ou 3 pessoas) iguais ou pelo menos vestidas de maneira igual, durante todo o filme. |
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09/01/2006 Por: brunostomp@gmail.com | | Quando saí do cinema estava eufórico, foi um dos melhores filmes que eu já vi, pois me fez pensar em muitas coisas. Se não entendeu o filme procure pensar, vá atrás da semiótica para responder as suas perguntas, procure algo sobre a escada em espiral, entenda a troca de papéis e veja se consegue, mesmo com esforço ligar os fatos e não, simplesmente, rotular o filme como ruim, pois aí sim, estará assumindo que não tem capacidade. Até do lixo tiramos coisas ótimas, basta separarar aquilo que interessa. As pessoas se esquecem que o cinema é uma arte, atualmente corrompida. Pensar e interpretar faz parte. Faz bem para o intelectuo mastigar alguns fatores antes de engolir, se quiser algo mastigado, assista à seção da tarde. |
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11/01/2006 Por: Ricardo | | Achei que as vidas se sobrepõe. Na verdade, o Henry já havia matado os pais em uma vida anterior, por isso sua mãe sangra pela cabeça, ela é a única da história que ainda não reencarnou. O seu pai no presente é o amigo do Sam, aquele cego que ele reconhece. o Henry mesmo sangra pela cabeça também, provando que se suicidou em uma vida passada provavelmente depois de matar seus pais. No presente ele sofre um acidente e fica achando que matou os pais novamente, mas no final alguém diz que vinha atrás e que o pneu furou. Todas as pessoas que estão assistindo o acidente, são Carmicas para ele, por isso aparecem em outros momentos em vidas diferentes. |
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11/01/2006 Por: Anderson Fonseca | | Achei o filme interessante, existe um tempo para você saber que está morto e justamente durante esse tempo é que se passa a história, onde o Henry se sente culpado e quer se matar sem saber que está morto e, o doutor acha que acordou, mas ainda está onde todos se encontram quando se está dormindo, entendo que houve um cruzamento entre o mundo em que o Henry estava e o local onde o Doutor se encontrava durante o sono. As pessoas ligadas a ambos ou foram vistas pelo Henry em sua vida ou pelo Doutor na hora do acidente como foi o caso da Enfermeira Lily. Psicodélico, mas muito legal. |
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12/01/2006 Por: Vinícius | | Também concordo com o Bruno, é muito interessante ver o filme e procurar entender, buscar as respostas e observar a arte do filme num geral. Aproveito pra agradecer ao Rafael pelo comentário que agora aliviou minha mente... Já estava a semanas pensando no filme! agora é esperar sair na locadora pra ver novamente e captar mais a passagem. Muito, muito interessante, recomendo! |
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12/01/2006 Por: Bel | | Depois da explicação do Rafael, acabou a angústia que eu e minha amiga Alê estávamos sentindo com relação ao filme. Confesso que não estamos totalmente satisfeitas, mas a conclusão dele foi melhor que a minha, que achava que todo mundo estava morto, menos a Lila e o Sam. |
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13/01/2006 Por: Mitiko | | Sobre o comentário do Rafael... Achei perfeito o comentário dele, mas então porque no final o médico tem umas visões que nem fosse uma lembranca dela? Isso faz com que não tenha tanta certeza desse final. |
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14/01/2006 Por: Zumira | | Eu e ninguém do cinema entendemos nada, confuso demais. Só fiz gastar dinheiro. kkkk |
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16/01/2006 Por: Robson | | Filme completamente sem nexo, tanto no começo, no meio e fim. É o tipico filme no qual o diretor quer se passar por gênio e na realidade só mostra o baixíssimo nível de sua falta de talento. |
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16/01/2006 Por: Fernando | | Se o filme for mesmo o que o Rafael falou então é muito ruim, porque além de não explicar muito bem vários aspectos, como o fato do henry dizer que aquele ceguinho era o pai dele, a outra psicanalista que ficou louca etc... e se a história for isso mesmo, vamos ser sinceros, totalmente sem graça... a explicação deve ser outra... |
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16/01/2006 Por: Raylla | | O filme é muito bom, é muito inteligente, é realmente como um sonho! É fácil imaginar o filme assim.. quando você acorda que tem um sonho bem louco você consegue imaginar tudo igual no sonho e o pior ainda, consegue entender muitas coisas e, assim também é no filme com o tempo você se acostuma com os delírios dele e até consegue fazer as ligações. Só queria saber mais coisas sobre a Athena. Se eles estavam namorando, se conhecendo ou se era uma simples carona (acho que não, pois ela estava no banco da frente com ele e os pais atrás). |
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16/01/2006 Por: Cecíllia | | O comentário do Rafael era o óbvio né, olha o nome do filme galera!!! Sem noção vocês que vão ao cinema. Mas olha só, meu amigo me questionou sobre uma coisa que não soube responder: o cara se matou e caiu na pista, causando o acidente? Eu acreditei que tinha rolado o acidene e ele se feriu, mas não que ele ocasionou o mesmo. hum... O pensamento do meu amigo pode ter uma certa razão! |
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16/01/2006 Por: Davi | | As pessoas querem acreditar que entenderam o filme, mas isso é impossível, nem o próprio diretor sabe o que ele fez, ele deve ter se perdido no meio do filme e deve ter pensado assim: eu não entendi, ninguém vai entender, assim ninguém pode falar que o filme é ruim. |
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17/01/2006 Por: Eu | | O filme é muito bom e muito inteligente. Demorei pra entender a história, mas gostei. A única coisa que não entendi, foi como o Henry conseguiu curar a cegueira daquele velho que ele dizia ser seu pai. Alguém pode me explicar? |
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17/01/2006 Por: Eduardo | Coisa mais rídícula é ver alguns comentários de pessoas citando o "cinema arte" para elogiar o filme. Pior, dizendo "não entendi mais gostei". "Eu sou, tipo assim, cult, não preciso entender o filme. Filme é para pensar, não para ser entendido." A grande questão é, precisava tudo isso? Eu não achei tão confuso como dizem, na verdade tudo se esclarece no final. No final, "as pistas" como o "modus operandi" da edição nos esclarece tratar de devaneios finais. Mas uma hora e meia de dúvidas para serem solucionadas em um minuto, pra que? A dicotomia real e imaginário já foi dissecada pelos existencialistas, e diga-se de passagem (trocadilho infâme), com muito, mas muito mais qualidade. Quem realmente quiser ver a arte, alugue "Cidade dos Sonhos". Quem quiser brincar de detetive, compre Scotland Yard, é muito mais interessante. |
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17/01/2006 Por: Oremio | | Péssimo filme, devia ser exibido só em cinemas "cults". Jamais em shoppings. Só doidão para entender doidão! |
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17/01/2006 Por: Monica | | Não assisti e não irei nem amarrada. Deu para ter uma idéia do filme pelos comentários. |
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18/01/2006 Por: Juliana | | É um filme para aqueles que gostam de uma história interessante, que faz pensar! Do contrário, não assistam. |
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21/01/2006 Por: Lu | | Um filme que dá margem a várias interpretações: um espírita pensará em reencarnação; os psicólogos interpretarão como delírio; os físicos como sobreposição de tempos; e assim vai. Acho que em qualquer uma das opções ficam "furos" inesplicáveis. São os mistérios da vida! É difícil aceitarmos a idéia de que tem coisas que não conseguimos explicar. Terá sido esta a intenção do autor? É difícil saber que orientação o autor tinha quando escreveu o filme. Qual a intenção dele? Será que para ele o enigma estaria decifrado ou a intenção seria justamente provocar estas dúvidas e este tipo de discussão? Quem não gosta de ser "desafiado a pensar", não assista! Quem não tolera dúvidas, não assista! Quem compartilha a idéia de que não existem verdades absolutas, vá em frente! |
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23/01/2006 Por: Jacqueline | | Desde que o filme foi lançado tive curiosidade de assitir... ainda não o fiz, mas depois destes comentários minha mente está fervilhando de curiosidade. Acho excitante ver um filme onde as verdades são questionadas. Concordo com todos os que dizem que vale a pena ver, mesmo que criemos buracos em nossa mente para entender satisatóriamente. Talvez este filme mostre para muitas pessoas que a vida não é só de certezas. Somos seres inteligentes, mas vivemos sob a ótica de que temos que saber tudo. Compartilho a idéia do filósofo: SÓ SEI QUE NADA SEI... |
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24/01/2006 Por: Raquel | | Eu não entendi muita coisa no filme, e uma delas é porque aparece a assinatura do Henry nas telas que foram pintadas por Lila. A primeira vista, pensei que a Lila fosse a reencarnação de Henry, mas já não acho mais isso. Ainda estou muito confusa, e o roteiro deixa muitas pontas soltas. Mas de qualquer forma, é um filme que quero assistir de novo. |
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26/01/2006 Por: joycecouto20@hotmail.com | | Quando sai do cinema não estava entendendo muito bem, as pessoas que assistiram ficaram sem entender nada, mas se você parar por um momento e começa a pensar nos detalhes do filme, na fotografia, nos efeitos, você simplesmente se sente em alguns momentos dentro do filme (foi como eu me senti)... Um filme inteligente, que faz com que as pessoas pensem e não é como esses filmes hollywoodianos que mal começou o filme e você ja sabe o final... Simplesmente excelente... Quero ver mais uma vez... e seria bem legal se pudessemos trocar ideias sobre a percepção de cada um a respeito do filme... |
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26/01/2006 Por: Emerson | | Filme muito ruim! Só não é mais ruim que Bruxa de Blair! O filme deveria se chamar "A viagem do autor" e não "A passagem". Tem gente que gosta desse tipo de filme, não eu! Prefiro um filme de maior qualidade, "Senhor das Armas", coisa real e não essas viajeiras! Só não entendo como um filme desses pode chegar a tela de um cinema! Acho que vou mudar de profissão, não sendo mais engenheiro e começar a escrever filmes babacas como esse! |
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26/01/2006 Por: Roberto | | Só para ajudar, acho que as cenas onded aparecem pessoas repetidas, funcionam como ecos da mente, nos momentos de delírio... |
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27/01/2006 Por: Jeferson | | Excelente. Para os adeptos do budismo, ou aqueles que o conhecem um pouco, o filme faz sentindo. Um filme avesso ao que cartesianismo e a lógica da vida e morte como a entendemos. Enfim, cenas para serem sentidas. |
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27/01/2006 Por: Tony | | O filme é muito bom. Em alguns momentos não sabia dizer se os personagens eram loucos ou se o louco era eu. Toda a angústia do filme passa para quem está assistindo. Nunca tinha passado por isso em um cinema. Só mais para o final tudo fez sentido, mas ainda continuo com a dúvida sobre o flash de memória do psiquiatra que o fez convidar a mulher para tomar um café. Mas essa passa como capricho da história. Recomendo para aqueles que gostam de pensar um pouco e tem a mente aberta. |
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29/01/2006 Por: Nathalia | | Eu gostei do filme, só que ele é meio confuso e tenho certeza que muita gente que assistiu la e eu vi a cara das pessoas, não entenderam nada, eu só entendi mais ou mesnos porque eu li antes aqui o que o Rafael comentou. Mais o filme é muito bom, eu recomendo, espero que tenha continuação. |
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01/02/2006 Por: Natalia e Juliana | | Gosto de filmes que fazem pensar... só que esse nem pensando muito você consegue entender... gostei do jogo de images... me deixou curiosa... só entendi depois que li o comentário do Rafael (obrigada, se não fosse por você até agora estaria tentando entender o filme). |
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14/02/2006 Por: Ubiratan Queiroz | | Caros amigos, curioso, no dia que assisti ao filme, tinha terminado de ler o livro "Da Bíblia aos múltiplos universos" de Gilson Gondim, excelente leitura, por sinal, recomendo a todos. Em suma, a teoria dos múltiplos universos proposta no livro é a de que não há apenas um universo, mas sim um conjunto infinito de universos, denominado multiverso, onde "o grupo de universos em que você existe é tão infinito quanto o grupo de universos em que você não existe"... "visões do futuro podem ser vislumbres de universos semelhantes ao nosso, mas mais adiantados no transcurso do tempo". Perceberam no filme que uma mesma cena se repete várias vezes? Como a que Sam entra na casa e abraça Lila umas 6 vezes, na minha opinião, seria exemplos de universos similares, mas que em certa altura da trama se diferenciam, esta acepção também é compartilhada pelos budistas, no filme, o cego, que voltou a ver, fala isso. Henri não delirava quando falou que o cego era seu pai, em um universo qualquer, esta possibilidade é realmente plausível, se partirmos do pressuposto da existência dos multiplos universos, em um universo, Lila era paciente de Sam, em outro, Henri realmente matou seus pais (a mãe sengrando pela cabeça e não carbonizada como ela morreu no acidente). O ponto de vista de Daniel é interessante, mas convenhamos, não explica muita coisa do filme, supor que Henri imaginou toda a trama, situações de fato, detalhadamente ocorridas, em cinco minutos de delírio antes de sua morte é muito simplista. Repito, no próprio filme fala-se em acepção budista, não um coeso delírio que precede a morte de Henri. Indico a leitura do livro mencionado, ou mesmo algo sobre o Budismo, que, sinceramente, pouco conhecimento tenho, pois facilita outras interpretações. Grande abraço para todos. |
| 52 |
14/02/2006 Por: Bira Queiroz | | Sim, apenas para o eqüilíngüe Eduardo, trocadilho em latim para crítica cinematográfica? Simplifique a forma de se expressar, meu caro, tal conduta não ressalta cultura, mas, unicamente, fetiche intelectual. Abraços! |
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15/02/2006 Por: Karina | | Eu gosto de filmes assim, tipo que pode acontecer com a gente, porque eu acho muito interessante! |
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20/02/2006 Por: Juliana campina grande | | Pelo amor de Deus o que foi aquilo? Não entendi o começo, nem meio e nem fim. É porque adoro filmes desse estilo, mas dessa vez não tem condição. Que doidisse é essa? |
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26/02/2006 Por: Guilherme RS | Honestamente, respeito as opiniões diversas sobre o filme e ceticista ou não, eu como médico porém católico faço a seguinte tradução do filme: O rapaz de fato morre no acidente e SAM transpõe a realidade chocante em que se encontra ao deparar-se com a morte trágica do garoto de 20 anos(ele verifica os documentos de Henry) e entra num surto psicótico onde o garoto ainda vive, e comporta-se como um paciente... que a propósito não marca sessões e aparece subitamente em sua casa por exemplo. STAY é o nome do filme! Ele reinventa um final menos culposo - o garoto quer se matar e isso é inerente a ele. Ao contrário de ele deixa-lo morrer. No final, sua esposa percebe que ele compra todas as telas do garoto, numa tentativa de resgate, inclusive carrega o anel de Henry que faz o link ao acidente. Entendo a questão como um surto psicótico e uma culpa intrínseca aliviada com uma sensação de permanênica do garoto. Ele quer salvá-lo. Só para complementar: As testemunhas do acidente, de certa forma são cúmplices da culpa do médico. Essas pessoas serão personagens da psicose de SAM, onde ele tentará justificar num enredo apaziguador todo seu ímpeto em salvar a vida de um suicida! A tônica que marca o filme em diversos momentos é a frase que ecoa na mente de SAM: FORGIVE ME! Agora deixo aos demais internautas a liberdade de discordarem ou não de minha interpretação. Obrigado pelo espaço. |
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27/02/2006 Por: Antonio Daniel | A "lú" foi muito feliz ao lembrar que cada opinião reflete o ponto de vista do telespectador. Entre analogias quase forçadas, alguns até pronunciam a explicação própria como fato. Ainda bem que ele não lembrou da parte do cego voltar a enxergar, pois teria dito que é porque alguém estava tampando a visão do L. no momento do acidente. "ahh teve uma opinião que a pessoa após esnobar pessoas que vão ao cinema disse que o cara caiu da ponte causando o acidente. pessoal, mais umildade e mais conclusões. |
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28/02/2006 Por: Margaret | | Filme excelente... Faz a gente pensar muito, querer rever para se certificar de que se trata realmente de alucinação, reencarnação ou, melhor ainda, de que tudo na vida de todos nós, é alucinação vertiginosa. Saí tão maravilhada que me sentia flutuando num mundo imaginário... Só quando cheguei em casa é que senti estar num mundo mais ou menos real... Vou ver outra vez... |
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05/03/2006 Por: Cabíria | | Assisti duas vezes e confirmei minha opinião de que o filme é genial. Lindo, bem feito em todos os sentidos, imagens riquíssimas, uma música do Massive Atack, bons atores, figurino de chorar de bom, exploração maravilhosa da arquitetura, cheio de ótimos efeitos, cortes incríveis com atores se deslocando no espaço do quadro, reflexos em vidros e espelhos que mostram imagens diferentes... a cena da dança com Henry assistindo na chuva... enfim, prá lá de bom! Adorei! Quanto à história, não entendê-la completamente torna o filme ainda melhor... estou com ele na cabeça há um tempão... reconstruindo e revendo, repito, as belíssimas imagens... há muito tempo não assistia um filme urbano com imagens tão poéticas... RECOMENDO!!!! ps: Raphael, seu comentário abriu uma porta prá mim! Antes de lê-lo, estava na viagem de que Sam tinha entrado em surto e que todos os personagens vinham do imaginário dele. Com o seu comentário, vi outro filme! Imagino que possam ser muitos outros e isso é o máximo!!! |
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25/03/2006 Por: Moises Marangoni | | Só existe uma verdade absoluta nesse filme, que por sinal é horrível: as calças do psiquiatra estão a todo tempo levantadas quase na altura do joelho (Realmente aterrorizante). |
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04/05/2006 Por: Lucas | | Oi pessoal, assisti o filme, achei muito, muito bom, o filme é de grandes infermações e quem não tem uma base sobre certas areas dos "sonhos" (psicanalíticos puros, precognitivos e elucidativos) humanos fica mais complicado... É isso pessoal, o Daniel matou a charada como disse o Rafael, mas a questão é que um sonho o máximo que pode durar é três segundos, o filme é de uma genialidade tremenda, temos que entende-lo... Talvez o pessoal tenha se perdido um pouco, mas o filme me deixo estupefato com esse jogo entre a vida e a morte... Não levem meu comentário nem o de ninguém aqui tão a sério a ponto de dizer que não vai assistir o filme, cada um aqui coloca sua opinião... Assista, entenda e venha dar a sua também.. Valeu pessoal... Quem quiser conversar me adicione no msn por favor: ozzygames@hotmail.com... Tchau |
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07/05/2006 Por: Vaner | | Mais do que bom, ótimo, genial, inteligente. Um dos melhores filmes que já vi. |
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10/05/2006 Por: Andre | Bem, pelo que eu entendi do filme, o filme inteiro quase até o acidente, foi imaginação do Henry quando ele estava morrendo, foi a passagem dele para o outro mundo, o que aconteceu foi que ele ao estar ali morrendo imaginou aquelas pessoas em outro mundo. Bem, vou ver de novo, se mudar de idéia comento aqui. |
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11/05/2006 Por: Jacqueline - RS | | Agora já assisti ao filme... Concordo com todos que falaram que é excepcional. É maravilhoso... Realmente é confuso, mas o final põem um sentido a confusão... Nossos sonhos são assim... Até acordados temos sensações e visões estranhas a nossa consciência lógica. A Passagem é um filme que pode se tornar realidade a partir do momento que você viver aquela situação de quase morte... O trauma causado pelo acidente pode muito bem ter desencadeado aquela fantasia do Henry. Todos os personagens estavam presentes no delírio de quem estava agonizando e tentando justificar as lembranças do acidente. É fantástico. Mas realmente, muitas pessoas não vão gostar... É preciso um certo desprendimento para aproveitar toda a complexidade do filme. Penso que seria uma ótima oportunidade para analisarmos nossos próprios sonhos e perceber quão desconexos pareçam ser e quanto o quanto de nexo eles realmente tem. |
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13/05/2006 Por: Alexsandra | | Acabei de assistir o filme e fiquei imaginando que Sam e Henry eram a mesma pessoa, mas não entendia a parte do suicídio do Henry, porque no final do filme ele aparecia delirando, fiquei pensando: Será que ele morreu? Só consegui ligar uma coisa na outra com as explicações do Rafael que descreveu o filme logo aqui a cima. |
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14/05/2006 Por: Viviene | | Bom, eu não tinha entendido nada do início ao fim, mas depois que eu li os comentários aqui, eu entendi! Com certeza ele teve um delírio sobre as pessoas que estavam com ele no local do acidente. E sobre o final, na hora que o Sam convida a Lily para tomar um café, acho que aquilo que passou não foi um pensamento dele, mas um flash-back do filme... acho que isso confundiu bastante, mas o filme só é bom mesmo da segunda vez... |
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16/05/2006 Por: Vinicius-BH | | Gostei do filme, ele prende a pessoa. Não sei se o que entendi é realmente o certo, mas pelo que pude ver, o final do filme é na verdade o começo, tanto que só aparece o nome do filme quando o mesmo acaba! Daí, o meio do filme é uma continuação após o acidente, no qual Sam começa a delirar e começa a imaginar varias situações, na tentativa de salvar Henry (o mesmo morreu no acidente e isso provocou o sentimento de culpa em Sam)! Então ele imagina Henry como um paciente que ele tenta salvar, mas no fim não consegue (isso porque ele realmente morreu no acidente)! É... confuso o filme... inclusive minha explicação, mas ta ai... mas com isso só não consigo similar o fato da outra psiquiatra passar por aqueles delírios, sendo que ela nada tem a ver com o acidente, ao contrario das outras pessoas do filme... |
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22/05/2006 Por: Rafaella | | O filme é muito bom pra quem gosta de usar a inteligência... Muito bem feito, porém difícil de ser compreendido! |
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23/05/2006 Por: Leandro. Foz. P.R. | | Realmente é um filme louco. Porém trás varias versões para o final do filme, concordo com o Guilherme do R.S., creio que foi um surto psicótico de Sam. Que o final do filme é o começo. Também não descarto a possibilidade do surto ser de Henry. A história começa no momento do acidente, as personagens em volta do acontecimento é que vão gerar a história, da passagem para a morte de Henry ou um distúrbio de Sam. Eis a questão. O filme foge dos padrões normais deixando o público atento angustiado tentando adivinhar o final. Não tendo a conclusão imediata. Será que as pessoas que não conhecemos e vimos já não morreram, é uma pergunta sem sentido que faz a imaginação viajar. Obrigado a todos que comentaram para que tenhamos melhor compreensão do filme. Um abraço! |
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26/05/2006 Por: Jean | | Achei o filme um pouco complicado, mas eu preferia locar o filme do Pelé. |
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26/05/2006 Por: Rui | | Gostei do filme, um filme que prende a gente na frente da televisão, recomendo a quem vai assistir, assistir somente até a parte do suicídio. Esqueça o final. |
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05/06/2006 Por: Rui | | Ótimo, muito bom, assisti de novo e cheguei a conclusão que o filme termina realmente quando Henry se suicida, simplesmente o filme é a passagem de Henry para outra vida, o acidente é o começo, Henry fica no meio entre o mundo dos vivos e dos mortos, quando ele se mata na ponte é o final, ele realmente morre. |
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05/06/2006 Por: Nogueira | | Então quer dizer que o lance de ele ter feito o cara enxergar de novo, é tudo ilusão?! Eta imaginação... (rs) |
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08/06/2006 Por: Pablo | | O filme é basicamente um sonho post-morten. Pouco antes de morrer, Henry presencia fatos que ficam gravados no seu subconsciente. O início da jornada é justamente o final. |
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12/06/2006 Por: Andre Kovari | Concordo parcialmente com Guilherme RS. Após ver o filme comecei a escrever os fatos que me marcaram para tentar ligar as peças. Henry estava dirigindo seu carro, juntamente com sua namorada (Athena) e seus pais quando SAM bateu em seu carro e os matou. Naquela noite Henry iria pedir Athena em casamento. SAM conhece Lila na noite do acidente, depois vira seu psiquiatra e começa a namorá-la. Após algum tempo, SAM entra em um surto psicótico, gerado pela culpa de ter matado Henry. Passa a comprar seus quadros, com o objetivo de mantê-lo vivo em seu pensamento e como forma de pedir perdão (forgive me). Vai atrás de Athena (que na verdade já havia morrido), da mãe de Henry (também não se passa de ilusão) e recria Henry como seu paciente, que irá se matar na mesma ponte em que na verdade morreu (acidente de carro). O escritor Tristan, na verdade é inventado por SAM, para explicar o suicídio de Henry (também criação) e o lugar em que ele se mataria (mesmo lugar do acidente). Para explicar a morte dos pais de Henry, e de Athena, SAM vê Henry como um garoto perturbado que matou os pais e a namorada. O filme, na verdade, mostra o subconsciente de SAM, que cria uma história para se livrar de sua culpa... Bom, tem muita coisa a desvendar, como existem também muitas versões diferentes que podem explicar o filme. Um mundo paralelo talvez. Acho que a tradução do título do filme passa uma idéia errada para nós. O filme se chama "Stay" (fique), que pode ser entendido como a vontade que SAM tinha de que Henry não morresse. Este título foi traduzido como "A Passagem", o que sugere que exista um mundo paralelo e que eles se afetam mutuamente, fazendo com que os personagens ouçam ou sintam coisas que na verdade estão se passando em um outro mundo... Aguardo críticas e idéias novas. Abraços. |
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17/06/2006 Por: Alana Russo | | Na hora não entendi nada, mais suspeitava que seria tudo imaginação e depois analisei o nome "A Passagem" ai entendi, não gostei do filme, péssima decisão minha para alugar, mais, valeu a pena ver a atuação de Naomi Watts e Ewan Mcgregor. |
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19/06/2006 Por: Daniela | | Acabando o filme eu e meu marido nos olhamos, e dissemos ao mesmo tempo “E ai?” E ai, que o filme é realmente muito bom assisti e fiquei relembrando a cenas por dias. A estória pode ser confusa e no final podemos ficar até sem ação, mas quando começamos a encaixar as peças o quebra-cabeça fica completo. O filme é de trás para frente e como o título mesmo diz “A Passagem”. Henry em coma e transitando entre a vida e a morte delira todos os fatos. Lembrem-se a frase que a Doutora Beth falou quando Sam foi na sua casa “ Eu não toquei nele “ a mesma frase que a mesma falou na hora do acidente. A pergunta do menino com o balão “Mãe esse homem vai morrer?”. O anel! E assim por diante. Essa viagem de muitos universos paralelos ou Sam psicótico delirando não faz muito sentido. Lembrem-se todos os personagem do filme estão na hora do acidente e Sam e Lila são os personagens principais do sonho de Henry, pois ambos que estavam tentando salvá-lo. |
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22/06/2006 Por: Mx | | Muitas pessoas que viram o filme e tentaram analisar ele, fizeram isso de forma um tanto quanto exagerada. Na realidade o que acontece é bastante simples, e o que parecia ser incompreensível é explicado de forma extremamente clara nos últimos cinco minutos de A Passagem. Tudo o que aconteceu no filme até aquele momento não passou de uma grande alucinação (em uma espécie de coma) de Henry, que associou as pessoas que vira durante seus poucos momentos de lucidez pós-acidente a esse sonho. Como em todo sonho, não há necessidade de haver lógica nos acontecimentos e linearidade. Isso explica as repetições de cenas e ilogicidades da história. Nem mais, nem menos. |
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28/06/2006 Por: Mafea | | Entendi tudo (ou acho que entendi). Foi muito simples a idéia do diretor (ou serão as minhas?). O filme não é confuso (ou foi?). Bom, não importa, achei que a maior cena de verdadeiro TERROR no filme foi a hora que paguei o ingresso na bilheteria do cinema (ou não foi?). Enfim, o filme não é confuso não. Ou será? Uma coisa é certa, eu entendi tudo do filme, mais do que qualquer um por aqui, aposto que vocês não sacaram que quem foi o assassino da freira lésbica foi o irmão do psiquiatra principal, ficou claro para mim, que sou o máximo. |
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03/07/2006 Por: Juliana SP | | Acabei de ver o filme, é 1:23 da manhã, e como estava muito confusa resolvi entrar na Internet para ver se eu era a única que não tinha entendido direito o filme... Depois de ler a opinião do Rafael (que era mais ou menos a idéia que eu tinha tido do filme) fiquei mais conformada. Mas resolvi insistir e continuar lendo, quando cheguei ao Guilherme RS. ADOREI a visão dele do filme, e cheguei a conclusão que na verdade existem diversas maneiras de interpretar a estória. Agora vou poder dormir sossegada e explicar o filme para o meu noivo, amanhã, já que ele não agüentou até o final. E também vou poder pensar qual é a minha real percepção de tudo que se passa no filme... Obrigada, meninos, vocês foram a minha "luz no fim do túnel"! |
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06/07/2006 Por: LuisR | | Muito bom. Não tenho dúvidas que a idéia do diretor era realmente a alucinação/sonho de Henri antes da morte. A culpa pela morte dos pais que estavam no banco de trás (por isso ele diz perdoe-me), o granizo, o chamado "Henry não vá", as pessoas em volta que faziam parte do sonho, as frases ditas por pessoas em volta (ex. "ele vai morrer" e "não toquei nele"), por isso ele morreria na ponte, e até a questão das calças curtas se encaixam. Ele simplesmente estava colocando suas ultimas imagens em um sonho. Se alguém tiver outras observações de acontecimentos ou pessoas que se repetiram eu agradeço. Mas aceito também as explicações mais viajantes tipo universo paralelo ou surto do Sam. |
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06/07/2006 Por: Dinael - Piracicaba | | Depois de muita insistência de amigos, loquei "Stay" e é muito bom ver uma obra cinematográfica mexer com o pensar de muitas pessoas. Oxigênio em um mundo pós-moderno pronto. Chamo a atenção - primeiramente - para o título do filme, o que muitas vezes nos passa despercebido (como comentado por alguém). As lembranças de Henry talvez sejam a tentativa última de "permanecer" (Stay) aqui, mas a culpa que sente (por ter causado o acidente) não o permite. Os pais estavam atrás e o pai não estava olhando PARA ele ou mesmo POR ele, é como um pedido de Henry: - olhe para mim, não seja cego (e em seu sonho (onde tudo nos é permitido e possível), "cura" seu pai. Talvez SAM seja a projeção que Henry tem (desejo manifesto) de ser salvo por um médico e uma enfermeira e o suicídio nada mas seja do que uma atitude: - estou desistindo da vida _"pena que você tenha que ver isso", ele diz, ao mesmo tempo que há um clamor para a vida: - "Diga a ele que há muitas coisas bonitas para serem vistas" [nesta vida]... como esse filme... |
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06/07/2006 Por: Tatiana Trino | Vi hoje o filme e adorei. Esta com uma ótima filmagem, real e passa bem o estilo de vida de Nova York, um estilo de vida demasiado bruto e stressante, que provavelmente todos os dias deve deixar muitos sem saberem se vivem um mundo real ou irreal. gosto quando um filme parece uma coisa ao inicio e ao fim é outra completamente diferente. quando um filme nos faz puxar pela cabeça e mesmo assim nos consegue surpreender, porque apesar de tantas hipóteses não conseguimos lá chegar.. Isso é fantástico. Achei o realizador muito criativo, e o facto de mencionarem um pintor (normalmente nunca s fala de arte nos filmes) os actores não podiam estar melhor, principalmente o Ryan Gosling (henry). já o vi noutros filmes e também gosto de como faz o seu trabalho. |
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08/07/2006 Por: Rose | | No meu entender, algumas pessoas passam por situações idênticas as do filme. Henry estava sempre prevendo os acontecimentos. O que entendi do filme foi sobre premonição e reencarnação. A namorada de Henry, a Athena, na hora em que ele está morrendo, a gente pode ver as três reencarnações dela, pra mim foi o que entendi. |
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13/07/2006 Por: Marília Pires | | Bom, de fato o comentário do Rafael me ajudou em muito a entender o filme (sem contar que o detalhe das calças de Sam é realmente muito interessante), mas acho que ele pode ter mais coisa escondida do que isso. Na minha opinião, o comentário do Ubiratan também faz muito sentido. Boa parte do que eu pensei quando acabei de assistir "A Passagem" tem a ver com essa coisa toda dos múltiplos universos e tal, e que encaixa com uma fala do suposto "pai" de Henry, quando ele menciona algo sobre budismo e o que é ou não real. Ajudaria a explicar, também, o porquê de a "amiga" de Sam (no mundo em que Sam é o psiquiatra de Henry) ter tido uma depressão profunda e o motivo pelo qual Sam teve um "flash" com Lila no final do filme, antes de convidá-la para tomar um café. Porém, como eu assisti ao filme em DVD e nele tem nos "extras" algo sobre experiências de "quase morte", a teoria dos delírios de Henry é, de fato, mais plausível. Na minha opinião, porém, as duas teorias são válidas e devem (espero), de alguma forma, se completar. Bom, o filme é realmente um pouco confuso, mas vale ver e refletir sobre suas possibilidades. Ah, e perguntaram sobre o porquê de o pai de Henry (amigo de Sam) ser cego no suposto delírio dele. Uma amiga minha me chamou a atenção pro fato de ele ter morrido, no acidente de carro, com os olhos virados, do mesmo jeito que são quando ele é retratado como amigo de Sam. Logo, a última imagem que Henry teve de seu pai foi a dele com os olhos virados pra cima. |
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08/09/2006 Por: Allan | | Bom, não entendi nada, mas o filme parece bom mesmo. Foi minha namorada que dormiu no meio do filme. Ela já não estava entendendo nada e eu acordado menos ainda. |
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16/09/2006 Por: Sérgio - Paraná | | Na verdade este filme tentou mostrar tudo o que se passou pela cabeça de um jovem momentos antes de morrer em um acidente. Percebe-se nitidamente a confusão de pensamentos e emoções de uma vida inteira, além da além da culpa pela morte de todos que amava. Talvez ele pensasse: "será que vale a pena viver neste momento?" muito intrigante este filme! |
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17/09/2006 Por: Nicole | | Acabei de ver o filme e não entendi nada, mas depois que li os comentários concretizei minha idéia, de que tudo não passou de delírios do garoto, mas depois que li o comentário do Guilherme RS, me parece bem, digamos assim, "coerente", mas não concordo que SAM matou Henry, não entendo porque SAM via o pai dele, a mãe e tudo mais. Mesmo assim o filme é muito bom e pretendo assistir de novo, agora... espero entender melhor! O comentário do Rafael também está ótimo! Um dos melhores na minha opinião! |
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20/09/2006 Por: Raquel / Ipatinga-MG | | Não sei o que pensar do final do filme. Acho que ficou muito vago. Depois que lí os comentários percebo que cada um vê o final de um jeito. Não gostei! Se cada pessoa faz seu final, acaba não sendo a mesma história. Deveria ter uma explicação no fim. |
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24/09/2006 Por: Vinicius Acastro | | Eu entendi o filme numa boa e tal! Até porque já tinha lido sobre ele e ao invés de começar assistindo o filme, comecei assistindo os extras... Assim você tem uma visão diferente do filme. A única coisa que não entendi é sobre o Dr. Leon Patterson. Como pode ele voltar a ver... ele ficou cego no acidente? Por isso mostra ele voltando a enxergar? Foi a única coisa que ficou "por cima" pra mim, na verdade o filme é de trás pra frente, então ele devia estar no local do acidente e ficado cego. |
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14/10/2006 Por: Ellis | | Eu não entendi nada, nadinha mesmo... Porque as calças do psiquiatra eram curtas? tipo... não entendi nada mesmo! |
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19/10/2006 Por: Carlos Cesar C Almeida | | O Filme é EXCELENTE, mas para não repetir as opiniões anteriores sugiro aos demais comentaristas lerem as opiniões do Rafael no início, e do Andre Kovari no meio, acho que as duas conclusões são brilhantes, mas que tal sabermos o que realmente o autor quis dizer? Vou tentar procurar a resposta com a pessoa que escreveu a história, em algum site, gostaria que me ajudassem, alguém se aventura? Um Abraço a todos. |
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28/01/2007 Por: Marco Vieira | | Altamente já vi que não sou o único com dúvidas, mas gostei da idéia de alguns dos comentários que li, grande filme sim, de 0 a 10 dou 8,5. |
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04/02/2007 Por: Aiala e Bruna | | Sinceramente, quando vimos realmente não entendemos nada, mas o legal desse filme é que mexe com a nossa cabeça e ficamos debatendo sobre ele muito tempo. Resolvemos vir ate a net e procurar qual realmente é o sentido do "Stay", que realmente é o nome com o qual deveria ser interpretado o filme e não "A Passagem”. Achei alguns comentários muito interessantes porque há vários sentidos a serem concluídos no filme, mas o que eu mais aceitei foi o caso de todo o filme, que é de trás pra frente, seria do delírio de Henry... tudo um sonho, semi-coma misturado com a realidade das pessoas que estão em volta dele. Muito SHOW. Nunca que ninguém ia pensar nisso. São filmes assim que verdadeiramente são ótimos porque colocam nossa cabeça pra pensar. Pode ver que tudo que o Henry imagina (o filme todo) tem relação com toda a vida dele: O pedido de casamento que faria a Athena; O café que Sam convida a "recém conhecida" Lilá (AThena trabalhava num café); Os "Forgive-me (me perdoem)” que é ele se arrependendo de ter provocado a morte das pessoas que ele amava; sonhar em se matar num mesmo local e na mesma hora onde ocorreu o acidente, ou seja, tudo tem ligação e lógica. Adoramos, depois de entender, é claro! Agradeço aos comentários que me ajudaram a entender. |
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04/02/2007 Por: João Paulo | Para mim essa é a melhor explicação, junto com a do Rafael, mas não entendi nada mesmo. 11/01/2006 Nota: Bom Enviado por: Ricardo Achei que as vidas se sobrepõe. Na verdade, o Henry já havia matado os pais em uma vida anterior, por isso sua mãe sangra pela cabeça, ela é a única da história que ainda não reencarnou. O seu pai no presente é o amigo do Sam, aquele cego que ele reconhece. O Henry mesmo sangra pela cabeça também, provando que se suicidou em uma vida passada provavelmente depois de matar seus pais. No presente ele sofre um acidente e fica achando que matou os pais novamente, mas no final alguém diz que vinha atrás e que o pneu furou. Todas as pessoas que estão assistindo o acidente, são Carmicas para ele, por isso aparecem em outros momentos em vidas diferentes. |
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05/02/2007 Por: Anakin | | Achei muito ruim! Seria melhor somente se o ex-jedi sacasse um sabre de luz e saísse picotando a galera. |
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12/02/2007 Por: Natalia | | Caramba. Este filme é muito confuso, mas muito mesmo. Gostei dele, mas ele foi difícil de entender. |
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28/03/2007 Por: Carlos Silva | | Será que a indústria cinematográfica seria o fenômeno que é hoje se todas as histórias fossem comuns? Esse filme buscou um diferencial, não no tema em si, mas na abordagem e na "passagem" de imagens. |
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09/05/2007 Por: Felina Ruiva | | Adorei o filme e fiquei intrigada com algumas dúvidas, mas logo vi que não fui a única. Depois de ler alguns comentários percebi que estava pensando na mesma lógica da maioria. |
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17/06/2007 Por: Dy | | Não entendi nada! Eu curti o estilo da filmagem do filme... Sei lá, mas não entendi direito... |
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07/08/2007 Por: Paul Ackermann | | Quem somos nós para chegarmos à conclusão de que a experiência que uma pessoa passa no estado de coma são alucinações ou sonhos? Não se esqueçam de que há mais mistérios entre o céu e a terra do que afirma nossa ingênua filosofia. O segredo do filme está exatamente no mistério que ninguém até hoje soube desvendar que é "o que há no "depois"? E esse filme nos mostra talvez o "durante" desse depois que questionamos. |
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28/08/2007 Por: Sara Cristina | | Adorei o filme, mas me apaixonei pelo comentário de Paul Ackermann, diz tudo e é bem profundo. Gostaria muito de conhece-lo. |
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01/10/2007 Por: Marques | | Galera, o que aconteceu foi o seguinte: O Henry estava indo para o jantar de noivado com a Athena e os pais, sofre um acidente em que os outros três morrem e ele fica entre a vida e a morte, obnubilado, semi-comatoso. Então, Henry, no seu estado semi-consciente, prestes a morrer, junta, numa alucinação, todas as pessoas que o cercam naquele momento, numa confusão tremenda: o médico e a enfermeira que o estão atendendo, seus pais, a namorada, o menino com o balão, o homem que viraria transportador de piano no seu "sonho", a garçonete, etc. Reparem que todos os personagens que participam da história, no final, aparecem em volta do Henry, que está caído no asfalto. À medida que Henry vai olhando as pessoas que estão à sua volta, ele vai fantasiando, "viajando", pouco antes de morre. O filme reporta o estado pré-morte do protagonista, que pode ser explicado pelo stress do acidente, o traumatismo craniano e a falta de oxigenação no cérebro (para os céticos) ou algo menos orgânico para os "espiritualistas". Ou seja, tudo que ocorre no filme é apenas uma "alucinação" do Henry, que acabara de se envolver no acidente e estava de "passagem" para a outra vida. Tudo é alucinação, inclusive o cego que voltou a enxergar, que na verdade era o seu pai e acabara de morrer no acidente. Assisti pela tv a cabo, meio despretensiosamente, e acabei adorando. Um abraço a todos. |
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05/11/2007 Por: Ryan Gosling | | Tudo bem! Agora porque a calça do psiquiatra era tão curta? O diretor procurou frisar isso, quando foca suas pernas junto com a do seu paciente. |
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22/12/2007 Por: Patrícia | | Complicado, confuso, mas maravilhoso... Um filme pra ser assistido várias vezes! Mexe com o psiquismo, vou indicar para todos que conheço. O filme todo é uma forma de HENRY manter viva a esperança de que alguém salve a sua vida... O filme, mesmo, é todo de trás para a frente! Adorei! |
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29/12/2007 Por: Selma | | Amei o filme, acho que como a calça curta explicada pelo Rafael, outros pontos do filme devem ter algum significado, como o descer e subir de escadas, as pessoas gêmeas, as pinturas, o fato do pai de Henry achar que ele tinha olhos azuis como SAM, infelizmente não serei eu a desvendá-lo. |
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13/01/2008 Por: Heitor Hugo | | Estou me perguntando se Henry morreu realmente no final do filme, já que a equipe que presta o socorro ao coloca-lo em uma maca, não cobrem a cabeça dele. Porque ele pode ter entrado em coma e o filme ser a experiência de quase morte dele! Entre as dúvidas após o filme, uma chamou muito a atenção e merece uma explicação que ainda não encontrei o porquê o pai dele ao ter novamente a visão quando passa pela ponte as luzes vão se apagando uma a uma. |
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13/01/2008 Por: Sandra | | Eu achei o filme meio confuso, mas no final, eu entendi que o Henry era um espírito que não sabia que havia morrido, ele estava na Terra ainda, logo, ele estava entre os vivos e o psiquiatra era médium e poderia ajudá-lo a ir embora. Henry achava que ainda estava vivo. Daí o nome STAY. |
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22/01/2008 Por: Fer | | Quero saber de uma música que toca, no começo. Onde encontro a trilha sonora. |
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27/02/2008 Por: Miguel | | Eu também vi e achei muito confuso mesmo, também já estava cheio de sono e isso pode ter influenciado, mas de qualquer forma é confuso. Depois de pensarmos um pouco percebemos que a idéia geral do filme é mostrar os delírios da mente de uma pessoa que está prestes a passar p o "outro lado", mas ha pormenores cujo significado me escapam e sobre os quais apenas posso divagar... |
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20/03/2008 Por: Ana | | Excelentemente bem feito! Recomendo! |
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23/03/2008 Por: LuGerarde RS | | Adorei o filme! É intrigante, muito bem feito, rico em detalhes, cenas perfeitas, interpretação, roteiro perfeito... Achei impressionante a maneira que foi contada a experiência d "pré-morte" d Henry, a associação de todas as pessoas que estavam ao seu redor antes d morrer. Simplesmente perfeito. Se alguém souber de outro filme parecido me indique! |
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11/04/2008 Por: Elaine | | Bem no começo não entendi quase nada, pensava que Henry e San fossem a mesma pessoa, pois tem uma parte do filme em que San está em sua sala ai a imagem vem para atrás do vidro e só aparece a sombra de san conversando sozinho como se Henry estivesse lah, isso ocorre bem no início do filme! Agora acredito que Henry esteja em coma, pois o final do filme e o começo... Por isso todas as aquelas pessoas do momento do acidente estão presentes no filme inteiro, e o doutor luta sempre para que henry sobreviva, mais como henry se sente culpado pela morte dos pais e da namorada aonde nunca conseguiu pedila em casamento, por isso ele lembra tanto do anel, Henry não morreu no momento do acidente, mostra nitidamente que colocaram ele numa maca e na ambulância se realmente estivesse morrido colocariam nele algo pra cobrir, ou pode ser que não! O último sentido que perdemos quando morremos e a audição, ele ouviu o anel caindo, ouviu a criança perguntando se ele ira morrer... Então no início do filme que aparece ele andando e o carro pegando fogo... E como se fosse a alma dele saindo do assidente e vendo que todos morreram, mais ele ainda não... Até que no suicídio, pois fim a luta de San para salva-lo, henry se entrega, e San também começa a sofre algumas alucinações... Bem acho que é isso... |
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15/04/2008 Por: Joazinho Pedubó | | Reparei num pequeno detalhe, o San só usa calça curta, pois a única visão que henry tem dele é aquela calça amarela e como ele esta abaixado a calça sobe. |
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19/05/2008 Por: Daiane | | Perdi meu tempo, odiei o filme! Acho que a idéia inicial do filme não deu muito certo. |
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23/06/2008 Por: Kirk M. | | Para entender melhor o filme depois que terminar olhem os extras os testemunhos originais de algumas pessoas, mas se você não acredita em experiências quase morte, estando em coma, então nem assista este filme. |
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24/06/2008 Por: JaH - MG | | Achei excelente! Ao contrário, do que a maioria dos filmes nos oferece (com idéias prontas) esse nos surpreende. Não existe verdade suprema. Acho que isso que o autor queria - que reinventássemos. Quem pode afirmar com certeza que sua visão do filme é a correta? |
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30/06/2008 Por: Záidoh | | Bem pessoal, eu assisti ao filme e foi algo meio que tentador e ao mesmo tempo angustiante, nossa! Muito bom. Bem, para entender o filme você precisa fazer parte dele. Como? - entender a filosofia usada e o ponto chave do filme: eqm (experiência quase morte). Quando sonhamos algo, às vezes quase sempre algo sem sentido, utilizamos vínculos de coisas passadas em nosso dia-a-dia, coisas que passaram despercebidas e que por um motivo ou outro terminaram formuladas na nossa mente. Então o que quero dizer é que o filme fala sobre isso, sendo que o personagem principal fazia parte disso, não estava apenas sonhando, ele foi projetado para um universo desconhecido, mas que de uma certa forma interagia com o nosso universo, e essa interação aonde a nossa pobre mente nunca é sã, dar-se a luz a um personagem que ilustra bem essa passagem, não podia ser outro, tinha que ser um lunático, pois é essa a nossa interpretação para aquilo que parece-nos absurdo. A meu ver, o filme toca em uma de nossas maiores feridas, a morte; a perda dos laços. E nos consola ao descrever que mesmo depois da quebra desses laços, do outro lado, do outro lado ficam outros laços quebrados, e que todos nós somos partes, e que ninguém só é inteiro. Atenciosamente. |
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27/09/2008 Por: Camila | | Ow... Não consegui entender muito o filme... Principalmente aquela parte que a velhinha mão de não sei quem começa a sangrar e não tem nada na geladeira... Sinistro. |
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04/10/2008 Por: Cláudia Bortolon | | Confesso que este filme mexeu comigo. Assisti 2 vezes. Na primeira, claro, só entendi no final. Quando se assiste pela segunda vez, percebemos o quanto foram brilhantes o diretor, o escritor e o ator. Assim como em "O sexto sentido". As cenas entrelaçadas umas nas outras, todo o simbolismo do filme, a trilha sonora perfeita. A criança com o balão na mão que aparece em vários momentos. A cena em que tentam suspender um piano. Gente! É fantástico. Muito bem feito. O momento em que o pai dele diz "Buda tinha razão... Esta vida é uma ilusão". A cena em que ele está numa casa de show de strepetease onde, na tela, passam vários momentos da vida dele. Dizem que quando estamos prestes a morrer, passam várias lembranças em nossas mente. Quando ele está no teatro e desce uma escadaria imensa. É arrepiante. Faz refletir. Sonhei a noite toda com o filme. Um dos melhores filmes que já vi. |
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01/12/2008 Por: Alessandra | | Esse filme é muito confuso, começa de um jeito termina de outro. |
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23/12/2008 Por: Paulo Machado | | De fato é um filmão! |
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01/01/2009 Por: Nay | | Ruim, eu entendi esse filme mais não gostei é muito complicado. |
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25/01/2009 Por: Kurt | | Totalmente confuso. Enredo estranho e fraco. |
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28/01/2009 Por: Solange | | Filmão, muito bom, adorei vale a pena assistir. |
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31/01/2009 Por: Crítico | | A produção como um todo é boa. Mas há um, porém: o filme não enfatiza muito o personagem que deveria ser principal, e sim quem lhe prestou socorro. Ora a experiência de quase morte não é das pessoas que cercam o personagem e sim dele. |
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08/02/2009 Por: Ma | | O filme é simplesmente brilhante! O filme acaba e você tem a sensação de não ter entendido absolutamente nada... Porém não consegue parar de pensar nele e começa a juntar os fatos e pesquisar o que os outros acharam e junta e é nesse momento que Forters vira um gênio por conseguir juntar tantos aspectos e causar tantas sensações diferentes a partir de apenas uma cena! Melhor filme recomendo para todos que se querem passar algumas horas pensando! |
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08/03/2009 Por: Américo | | Realmente é uma Passagem sem VOLTA o filme é péssimo. Perdi foi tempo+dinheiro. |
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21/03/2009 Por: Rodolfo | | Muitas vezes temos grande dificuldade em separar o que é real, e o que não é. |
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01/05/2009 Por: Sofia Reis (18 anos) | | Para mim, este é o melhor filme de todos os tempos. Conseguiu mover as minhas lágrimas pelo meu rosto... |
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31/05/2009 Por: Andrey (22 anos) | | Realmente um ótimo filme... Com um final esplêndido. |
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06/06/2009 Por: Rafael (22 anos) | | Filme bem complexo, gostei bastante, pelo que eu entendi da história, parece algo ligado a universos paralelos, já li sobre, e achei que o filme tem a bastante ligação com o assunto de universos paralelos. |
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29/06/2009 Por: Darth Vader (19 anos) | | O filme é ótimo, assisti 1 vez e confesso que só entendi no final, durante o desenrolar da trama, pensei em varias explicações pra justificar aquelas cenas desconexas, os de javus, as pequenas cenas de acidente. .conclusão está toda na cabeça do jovem universitário. |
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29/06/2009 Por: Hudson de Oliveira (45 anos) | | O filme, é muito bom, faço psicologia e pra mim o filme foi ótimo. Vou até recomendar para os professores passar dentro da sala de aula. |
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29/06/2009 Por: Nataly (19 anos) | | Sinistro cara muito bom mesmo quero assistir de novo. |
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06/07/2009 Por: Erika (16 anos) | | O filme é muito louco, uns dos melhores. |
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09/07/2009 Por: Samuca (25 anos) | | Filme sem nexo nenhum, não tem mensagem. |
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10/07/2009 Por: Stephani (26 anos) | | Não vi ainda mais eu acho e e muito bom! |
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14/07/2009 Por: Anne (23 anos) | | Vou ver agora, mas pela sinopse não me interessou muito não. Veremos, em seguida posto minha opinião! |
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17/07/2009 Por: Sandra (31 anos) | | O filme é maravilhoso! Não é de fácil, compreender, mas se você prestar bem atenção é uma obra de arte. |
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18/07/2009 Por: Vivian Pereira (21 anos) | | Bom eu achei o filme um fracasso, acho que os atores atuaram muito bem, porém a história foi muita fraca. |
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25/08/2009 Por: Rosaine (38 anos) | | Me senti a mais das burras! Assisti 2 vezes e não consegui entendê-lo direito. E olha que assisto a filmes a muito tempo e muitos filmes. |
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13/09/2009 Por: Tatianecs (21 anos) | | Adorei o filme, concordo com o rafael e eu acho que o sam tem flashs com a lila pelo simples fato de as vezes você achar que conhece alguém (tipo vidas passadas). |
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15/09/2009 Por: Alisson Kalil (18 anos) | | É demais! A filmagem foi muito boa. Tem gente que termina o filme e o acha sem nexo, mas mesmo assim confessa que gostou dele... É um filme que foge da obviedade, por isso algumas pessoas não gostaram. Uma dica que fica é para vocês checarem os extras do DVD depois de verem o filme. Lá você entenderá um pouco do que pode ter acontecido. E eu dou uma dica: o filme todo se passou nos últimos 5 minutos do filme! Recomendadíssimo! |
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15/10/2009 Por: Vera L Goia (49 anos) | | A estética do filme parece de filmes europeus, o posicionamento da câmera, principalmente em tomadas ao ar livre é muito interessante, a narrativa é bem fragmentada, lembra um pouco pulp fiction nesse aspecto, um grande quebra cabeça que no final te mostra todas as peças, mas não as encaixa. Vale a pena ver, mais de uma vez. |
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16/10/2009 Por: Karina (24 anos) | | Eu adorei o filme fala de como algumas pessoas possam se sentir realmente indico o filme a todos... |
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17/10/2009 Por: Eduardo H (36 anos) | | Ótimo filme. A música "These eyes" é maravilhosa. Tudo parece sem sentido, mas no final faz sentido. Ou será o contrário? |
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22/10/2009 Por: Livio (25 anos) | | É realmente um filme bom, diferente, uma trama psicológica, que só no final o filme faz sentido. |
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